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Com amor e ovos: como preparar receitas simples, saudáveis e cheias de afeto no Dia dos Namorados

Do brunch à surpresa na cama: quatro ideias fáceis, nutritivas e românticas para preparar com ovos e transformar a data em um momento delicioso.

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Foto: Divulgação/Instituto Ovos Brasil

Cozinhar a dois, surpreender com um café na cama ou preparar um jantar especial em casa estão entre os gestos mais românticos – e econômicos – do Dia dos Namorados. Pensando nisso, o Instituto Ovos Brasil selecionou quatro receitas criativas e saudáveis com ovos, ingrediente versátil que combina nutrição, sabor e carinho em uma mesma refeição.

Segundo a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, os ovos são uma excelente fonte de proteínas de alto valor biológico e contêm diversos nutrientes essenciais. “Eles oferecem vitaminas A, D, E, K, colina – essencial para o cérebro –, além de ferro, zinco e antioxidantes como luteína e zeaxantina, que beneficiam a saúde ocular”, explica.

Foto: Freepik

A busca por experiências afetivas e econômicas no Dia dos Namorados cresceu nos últimos anos. Cada vez mais casais optam por programas caseiros – como cozinhar juntos – para fortalecer a conexão e fugir dos altos preços de restaurantes na data. Com custo acessível e muita versatilidade, o ovo é um aliado para transformar refeições simples em momentos de conexão.

Confira quatro receitas para começar (ou terminar) o dia com sabor e carinho:

Medialuna Argentina: café da manhã para casais que amam viajar

Croissant doce típico da Argentina, ideal para quem sonha com o próximo destino a dois.

Benefício nutricional: o ovo na massa traz maciez, cor dourada e valor proteico extra.

Ingredientes:

1 ovo

1/2 xícara de água

1/3 de xícara de açúcar

250 gramas de farinha

1 colher de chá de sal

Raspas de 1 limão

50 gramas de manteiga

2 colheres de chá de fermento para pão

Para pincelar:

1 gema de ovo com um pouco de água

Manteiga

60 ml de água

2 colheres de sopa de açúcar

1 colher de chá de amido de milho

Preparo (1 hora e meia):

Comece preparando a esponja. Para isso misture 1/4 de xícara da água, o fermento, 1 colher de sopa do açúcar e 2 colheres de sopa de farinha de trigo.

Deixe descansar por 10 minutos.

Em uma segunda tigela, misture o que restou da farinha, o açúcar, o sal e as raspas de limão.

Em seguida, coloque também o ovo, a manteiga, o restante da água e a esponja.

Quando ficar homogêneo, deixe descansar por mais 10 minutos.

Enfarinhe uma superfície e sove a massa por 10 minutos.

Deixe descansar até que dobre de volume.

Abra a massa em um círculo e pincele manteiga.

Corte como se fossem pedaços de pizza.

Depois enrole a massa, da ponta mais larga para a mais fina e aperte bem as pontas para uni-las.

Unte uma assadeira e espalhe as medialunas, depois deixe descansar por 1h.

Pincele as medialunas com a mistura de gema de ovo e água.

Asse em forno preaquecido a 200 °C até dourar.

Enquanto isso, misture a água, o açúcar e o amido de milho em uma panela e mexa até ferver e reserve.

Para finalizar, pincele a mistura nas medialunas frias e já pode servir.

Bolo de banana com aveia: funcional e cheio de afeto

Perfeito para quem prefere um café da manhã mais leve, sem farinha refinada ou açúcar.

Benefício nutricional: fibras da aveia com proteínas do ovo geram saciedade e energia equilibrada.

Ingredientes:

4 bananas bem maduras (de preferência nanica ou prata)

2 ovos

1 xícara de aveia em flocos finos

1 colher (sopa) de fermento

Canela em pó a gosto

Preparo (40 minutos):

Amasse as bananas com ajuda de um garfo e reserve.

Em uma vasilha bata os ovos com ajuda de um fouet, acrescente as bananas amassadas e misture bem.

Após, acrescente a aveia e mexa bem até a massa ficar homogênea.

Adicione por último o fermento e mexa com cuidado.

Unte uma forma com margarina, despeje a massa e por fim coloque pedaços de banana por cima da massa.

Leve ao forno pré aquecido a 180° por aproximadamente 30 minutos ou até ficar bem douradinho.

Omelete recheada: rápida, personalizável e energética

Um gesto de carinho feito com o que você tem na geladeira.

Benefício nutricional: três ovos garantem boa parte da necessidade diária de proteína com poucas calorias.

Ingredientes:

3 ovos

1 colher de queijo parmesão ralado

Sal a gosto

Margarina para fritar a omelete

Para o recheio (escolher sua preferência):

1 colher de sobremesa de requeijão cremoso

2 fatias de mussarela picada

2 fatias de presunto ou apresuntado picado

50 g de tomate seco picado

2 fatias de mussarela de búfala picada

1 colher de bacon frito picado

Preparo (10 minutos):

Em uma tigela bata bem os ovos, o sal e o queijo ralado. Não coloque muito sal, pois o parmesão ralado é salgado, eu utilizo duas pitadas apenas.

Utilize uma frigideira própria para omeletes, passe a margarina com um papel toalha nas duas partes da frigideira, o suficiente para não grudar na frigideira.

Coloque a frigideira no fogo e quando estiver quente despeje o omelete, diminua o fogo e tampe. Deixe fritar até a parte de cima estiver seca e o omelete soltar da frigideira.

Vire a omelete, passe o requeijão cremoso sobre a omelete e acrescente o recheio de sua preferência.

Dobre o omelete com cuidado para não quebrar e cair o recheio, virando até dourar.

Panqueca Romeu e Julieta: doce na medida para casais apaixonados

A combinação clássica de queijo branco com goiabada dentro de uma panqueca macia.

Benefício nutricional: o ovo dá estrutura à massa; o recheio traz cálcio e energia para o dia.

Ingredientes:

Para a massa:

1 xícara de farinha de trigo

240 ml de leite fresco

1 ovo

1 pitada de sal

Para o recheio:

200 g de queijo minas (queijo branco)

200 g de goiabada

Açúcar de confeiteiro para polvilhar

Preparo (45 minutos):

Para a massa:

Bata o leite, o trigo, o ovo e uma pitada de sal no liquidificador por 4 minutos. Reserve.

Aqueça uma frigideira limpa em fogo médio, ponha uma fina camada de óleo e quando estiver quente, coloque uma fina camada de massa para fritar, depois vire para fritar por igual dos dois lados.

Assim, até fritar todas as rodelas de panquecas, reserve.

Para o recheio:

Corte o queijo minas em tiras finas, no comprimento de cerca de 12 cm e reserve.

Em uma panela em banho maria, coloque a goiabada e mexa até derreter.

Preparo:

Coloque a rodela de panqueca aberta em um recipiente plano, coloque uma tira de queijo e jogue a goiabada derretida ao longo da tira de queijo.

Enrole a panqueca e coloque uma a uma em um tabuleiro ou forma de vidro que possa ir ao forno.

Leve o tabuleiro ao forno e deixe aquecer levemente (somente para derreter o queijo) em seguida tire do forno e polvilhe açúcar de confeiteiro.

Toque final

Pequenos gestos fazem a diferença: prepare a mesa com flores, frutas, bilhetes ou uma playlist especial. O romantismo está nos detalhes – e também no cuidado com o que se coloca no prato.

Fonte: Assessoria Instituto Ovos Brasil

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Após ações de vigilância, Rio Grande do Sul declara fim de foco de gripe aviária

Equipes realizaram inspeções em propriedades e granjas, além de atividades educativas com produtores.

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Foto: Indea MT

Após 28 dias sem aves mortas, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) encerrou na quinta-feira (16) o foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (gripe aviária) registrado em 28 de fevereiro, em Santa Vitória do Palmar. Na ocasião, foi constatada a morte de aves silvestres da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba, na Estação Ecológica do Taim.

A partir da confirmação do foco, a Seapi mobilizou equipes para a região de Santa Vitória do Palmar, conduzindo ações de vigilância ativa e educação sanitária em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

As equipes designadas utilizaram barcos e drones para o monitoramento de aves silvestres na Estação Ecológica do Taim, procurando por sinais clínicos nos animais ou aves mortas. Foram realizadas 95 atividades de vigilância em propriedades, localizadas no raio de 10 quilômetros a partir do foco, que contam com criações de aves de subsistência. Adicionalmente, foram feitas 22 fiscalizações em granjas avícolas localizadas em municípios da região, para verificação das medidas de biosseguridade adotadas.

Ações de educação sanitária junto a produtores rurais, autoridades locais e agentes comunitários de saúde e de controle de endemias também integraram o plano de atuação da Secretaria na área do foco. Foram conduzidas 143 atividades educativas.

“Por se tratar de área de risco permanente, continuamos com o monitoramento de ocorrências na Estação Ecológica do Taim, em conjunto com o ICMBio”, complementa o diretor do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, Fernando Groff.

Sobre a gripe aviária e notificação de casos suspeitos

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves, mas também pode infectar mamíferos, cães, gatos, outros animais e mais raramente humanos.

Entre as recomendações, estão que as pessoas não se aproximem ou tentem socorrer animais feridos ou doentes e não se aproximem de animais mortos. Todas as suspeitas de influenza aviária, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura na Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

Fonte: Assessoria Seapi
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Alta nas exportações ameniza impacto da desvalorização do frango

Mesmo com preços mais baixos, demanda externa segura o ritmo do setor.

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Foto: Shutterstock

O mercado de frango registrou queda de preços em março, mas manteve equilíbrio impulsionado pelo desempenho das exportações. Em São Paulo, o frango inteiro congelado recuou para R$ 7/kg, 2,4% abaixo de fevereiro e 17% inferior ao registrado há um ano. Já no início de abril, houve reação nas cotações, que voltaram a R$ 7,25/kg.

Com a desvalorização da proteína ao longo do ano e a alta da carne bovina, o frango ganhou competitividade. A relação de troca superou 3 kg de frango por kg de dianteiro bovino, nível cerca de 30% acima da média histórica para março e acima do pico dos últimos cinco anos, registrado em 2021. Em comparação com a carne suína, que também teve queda de preços, a relação se manteve próxima da média, em torno de 1,3 kg de frango por kg de suíno.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, março também foi positivo para as exportações brasileiras de carne de frango, mesmo diante das dificuldades logísticas relacionadas ao conflito no Oriente Médio. Os embarques somaram 431 mil toneladas in natura, alta de 5,6% em relação a março de 2025 e de 4,9% no acumulado do primeiro trimestre.

Foto: Ari Dias

O preço médio de exportação, por outro lado, recuou 2,7% frente ao mês anterior, movimento associado ao redirecionamento de cargas que antes tinham como destino países do Oriente Médio, especialmente os Emirados Árabes. Ainda assim, o bom desempenho de mercados como Japão, China, Filipinas e África do Sul compensou as perdas na região.

No lado da oferta, os abates de frango cresceram cerca de 3% em março na comparação anual e 2% no acumulado do primeiro trimestre. Apesar disso, o aumento das exportações, que avançaram 5,4% no período, contribuiu para evitar sinais de sobreoferta no mercado interno.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Por que a vacina não resolve sozinha o controle da Salmonella na avicultura

Imunização reduz multiplicação do agente, mas não impede infecção nas granjas brasileiras.

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Foto: Shutterstock

A utilização de vacinas no controle da Salmonella na avicultura ainda enfrenta um problema recorrente: expectativa equivocada sobre o que, de fato, elas entregam no campo. A avaliação foi apresentada durante o Seminário Facta sobre Salmonelas, realizado em 19 de março, em Toledo (PR), ao discutir o papel real da imunização dentro dos programas sanitários.

Segundo a palestrante e médica veterinária especialista em biologia, Eva Hunka, o primeiro ponto que precisa ser ajustado é conceitual: a Salmonella não é eliminada – é controlada. “A gente não vai eliminar Salmonella. A gente tem que controlar Salmonella, que é bem diferente”, afirmou.

A explicação está na própria biologia do agente. A bactéria possui múltiplos hospedeiros e capacidade de permanência no ambiente produtivo, o que inviabiliza a erradicação completa dentro dos sistemas intensivos.

Vacina não impede infecção

Fotos: Giuliano De Luca/OP Rural

Um dos pontos centrais da apresentação foi a limitação funcional das vacinas. Diferentemente do que parte do setor ainda presume, elas não atuam como barreira absoluta contra a entrada do agente. “A vacina não é um campo de força. Ela não protege contra a infecção”, destacou.

Na prática, o efeito esperado é outro: reduzir a multiplicação da bactéria no organismo e, com isso, diminuir a pressão de infecção ao longo do sistema. “A vacina diminui a taxa de multiplicação do agente, melhora a defesa do organismo”, explicou. Esse efeito é suficiente para reduzir a ocorrência de sinais clínicos e contribuir para manter a bactéria em níveis baixos – muitas vezes não detectáveis -, mas não impede que a ave entre em contato com o patógeno.

Ferramenta dentro de um sistema, não solução isolada

A consequência direta dessa limitação é clara: a vacina não pode ser tratada como solução única. “Ela não deve ser usada sozinha. É mais uma ferramenta dentro de um programa de controle”, afirmou. Para a palestrante, o controle efetivo depende da combinação de fatores: biosseguridade, manejo, controle ambiental, qualidade intestinal e capacitação das equipes.

A vacina atua sobre um ponto específico: a dinâmica de multiplicação da bactéria dentro do hospedeiro.

Quebra-cabeça sanitário exige integração

Palestrante e médica veterinária especialista em biologia, Eva Hunka: “As pessoas são responsáveis pelo processo, mas também são os principais disseminadores”

Durante a apresentação, o controle da Salmonella foi descrito como um sistema de múltiplas camadas, em que cada ferramenta cumpre uma função distinta. “A gente tem um quebra-cabeça. Não é uma bala de prata, não é milagre”, afirmou. Nesse modelo, o manejo reduz a pressão ambiental, a biosseguridade controla a entrada, a vacinação reduz a multiplicação e a microbiota intestinal atua na competição.

E há um elemento transversal: as pessoas. “As pessoas são responsáveis pelo processo, mas também são os principais disseminadores”, alertou. Mesmo com tecnologia disponível, falhas operacionais comprometem diretamente a eficácia das vacinas. “A vacina só funciona se for utilizada da maneira correta”, afirmou.

Entre os erros ainda comuns, Eva Hunka citou “dose inadequada, falhas de aplicação, manejo incorreto, uso fora do momento ideal”. A consequência é uma percepção equivocada de ineficiência, quando, na prática, o problema está na execução. “Qualquer produto para a saúde animal precisa respeitar momento de uso, dose, via de aplicação”, destacou.

Sanidade de precisão

Ao final, a especialista chamou atenção para uma lacuna recorrente no setor: enquanto áreas como nutrição e ambiência avançaram para modelos de precisão, a sanidade ainda opera, muitas vezes, de forma menos estruturada. No caso da Salmonella, isso significa abandonar soluções isoladas e trabalhar com estratégias coordenadas – em que a vacina é uma peça relevante, mas nunca suficiente sozinha.

Á edição também está disponivel na versão digital, com acesso gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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