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Com alta performance nas lavouras, híbrido CD 3612PW é apresentado durante Expedição, promovida pela Coodetec

Aposta da vez para a Safrinha 2017, híbrido está com excelente desempenho e gera grande expectativa entre agricultores

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Com o objetivo de promover um intercâmbio tecnológico de alto investimento para a Safrinha e apresentar o híbrido CD 3612PW na lavoura, com o manejo utilizado pelo próprio agricultor, a Coodetec promove a Expedição 3612. O evento contará com mais de 40 saídas e passará pelos Estados do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Rondônia. Com duração de dois meses, as visitas tiveram início na primeira semana de junho.

“Nosso objetivo é apresentar os diferenciais desse híbrido que está com excelente performance nas lavouras. Entre os diferenciais, sanidade foliar, qualidade de grãos, tolerância a períodos de estiagem, além do ciclo que possibilita ampla adaptação”, comenta a supervisora de Desenvolvimento de Produto da Coodetec, Flávia Vieira.

A primeira rodada da Expedição 3612, realizada nos dias 07 e 08 de junho, reuniu cerca de 60 técnicos e agricultores em Francisco Beltrão e Pérola D´Oeste, no Paraná. O primeiro grupo partiu do entreposto da Coasul – Cooperativa Agropecuária Sudoeste – de Francisco Beltrão e visitou propriedades da região. O segundo grupo, que se reuniu na unidade da Coagro – Cooperativa Agropecuária Capanema –  de Pérola D´Oeste, teve a oportunidade de visitar quatro lavouras nas cidades próximas.

Para quem já acompanhou a Expedição, o grande nome da Safrinha 2017 será o CD 3612PW, como é o caso do agrônomo da Coagro, Muriel Gustavo Lorscheider que, além de aprovar o formato da Expedição, aposta na alta demanda do material em sua região. “Com certeza recomendaremos esse híbrido para a abertura do plantio da safrinha”, explica o profissional.

O híbrido da Coodetec apresenta o melhor conjunto para safrinha, com tecnologia PowerCore™, da Dow AgroSciences, associada a alta produtividade. Trata-se do primeiro evento em milho, com cinco genes estaqueados, aprovado no Brasil, que atua contra as principais pragas e plantas daninhas desta cultura. “Estou altamente satisfeito com o resultado do plantio. A qualidade do CD 3612PW é excelente em comparação aos demais, além de ser um milho bem mais resistente às doenças. Minha lavoura tornou-se referência para a vizinhança, que também irá plantar na próxima safrinha”, finaliza Zelindo Citadin, produtor de Francisco Beltrão.

Sobre a Coodetec

A Coodetec – Desenvolvimento, Produção e Comercialização Agrícola Ltda., uma empresa do grupo Dow AgroSciences, atua de forma responsável, contribuindo, através do melhoramento genético e da biotecnologia, para uma agricultura sustentável. Seu portfólio diversificado oferece uma ampla variedade de soluções, com alta tecnologia, para atender as demandas do mercado de trigo, soja e milho. A sede da empresa fica em Cascavel/PR, com unidades de pesquisa em Palotina/PR, Rio Verde/GO, Sorriso/MT e Indianópolis/MG, além da equipe externa de Vendas, Desenvolvimento de Produto, Pesquisa e Produção, que atua em toda a região produtora do Brasil.

 

Dow e Rio 2016

Como “Empresa Química Oficial” dos Jogos Olímpicos, a Dow possui uma posição única como fornecedora de soluções inovadoras e mais sustentáveis que melhoram a experiência Olímpica para os territórios-sede, atletas e fãs em todos os lugares – na arena dos Jogos e em nossas vidas diárias. Nosso portfólio de produtos inovadores e de alta tecnologia oferece produtos mais sustentáveis para as necessidades mais desafiadoras dos Comitês Organizadores, governos locais, construtores e parceiros ligados aos Jogos.

 

Sobre a Dow AgroSciences

A Dow AgroSciences, com sede em Indianápolis, Indiana, nos Estados Unidos, desenvolve soluções inovadoras para a proteção de cultivos e biotecnologia de plantas para atender aos desafios de um mundo em crescimento. A Dow AgroSciences é uma subsidiária em caráter integral da The Dow Chemical Company e obteve um volume de vendas global de US$ 6,4 bilhões em 2015.

Fonte: Ass. de Imprensa Dow AgroSciences

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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