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Notícias Safra 2019/2020

Colheita de 2ª safra de milho do Paraná vai a 51%

Ainda assim, o ritmo dos trabalhos permanece aquém do verificado em igual período das últimas “safrinhas”

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Divulgação/Copagril

A colheita da segunda safra de milho 2019/20 do Paraná atingia na segunda-feira 51% da área plantada, avanço de 14 pontos percentuais em relação à semana anterior, afirmou o Departamento de Economia Rural do Estado (Deral) na terça-feira (11).

Ainda assim, o ritmo dos trabalhos permanece aquém do verificado em igual período das últimas “safrinhas” —em 2019, quando houve maior antecipação, 87% da safra estava colhida neste momento. Em 2018, com ritmo mais próximo do atual, a colheita atingia 60% da área no período.

De acordo com o órgão do governo paranaense, 45% das lavouras de milho possuem condições boas, mesmo nível da semana anterior, enquanto 39% dos plantios apresentam condição média. A maior parte da safra do cereal, 88%, está no estágio de maturação.

Em relação ao trigo, cujo plantio foi concluído há cerca de três semanas no Paraná, as condições voltaram a ser rebaixadas. Segundo o relatório desta semana, 83% das lavouras do cereal possuem condição boa, ante 88% na semana passada. As condições médias são vistas em 14% da área, contra 10% no relatório passado. As perspectivas para o cereal foram afetadas por um período de seca no Estado.

Em publicação recente, o Deral alertou que a condição climática adversa deve resultar em perdas e reduzir o potencial de uma grande safra. Apesar disso, o departamento espera que a volta das chuvas prevista para esta semana no Paraná ajude a aliviar a situação.

“A seca prejudicou um pouco. Nesta semana teremos a volta das chuvas em todo o Estado. Se vierem nos volumes previstos, vão gerar uma tranquilidade por um bom período”, disse Carlos Hugo Godinho, analista do Deral, à Reuters. “Mas não devem reverter algumas perdas pontuais no Norte e Oeste do Estado”, acrescentou. A maior parte das áreas paranaenses de trigo está em frutificação (33%).

Fonte: Reuters
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Notícias Suínos

Após registro de PSA no Haiti, ABPA reforça campanha total de prevenção no setor

Apesar da localização insular das duas nações (o que reduz o risco de contaminação por vias terrestres, à exemplo do que ocorre na Europa e Ásia), a ocorrência mantém em apreensão todas as nações das Américas

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Foto: O Presente Rural

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) colocou o setor em campanha total de prevenção à Peste Suína Africana (PSA) em território nacional, após a notificação das autoridades sanitárias do Haiti sobre a ocorrência da enfermidade em seu território.

Localizado na ilha de Hispaniola – segunda maior ilha das Grandes Antilhas – o Haiti divide o território insular com a República Dominicana, que recentemente informou a ocorrência da doença.

Apesar da localização insular das duas nações (o que reduz o risco de contaminação por vias terrestres, à exemplo do que ocorre na Europa e Ásia), a ocorrência mantém em apreensão todas as nações das Américas.

No Brasil, setores públicos e privados se engajaram em diversas iniciativas focadas na prevenção. Via ABPA, uma intensa e extensa campanha multilíngue (em português, inglês, francês, crioulo e espanhol) está em curso nas redes sociais, na comunicação interna das empresas produtoras e fornecedoras da cadeia produtiva, e nas mais diversas vias, incluindo stakeholders e outras organizações.

Ao mesmo tempo, por meio do Grupo Especial de Prevenção à Peste Suína Africana (GEPESA) da ABPA, foram integrados esforços para reforço junto ao Governo Federal pela intensificação da defesa sanitária.

“O Ministério da Agricultura se adiantou à pauta e intensificou a inspeção nos principais portos de entrada do País, impedindo a entrada de produtos cárneos.  Indo além, o MAPA estabeleceu uma legislação ainda mais restritiva à entrada destes produtos, assinou um convênio interpaíses de emergencialidade para a prevenção de PSA e instalou uma campanha nacional que ampliou a conscientização, em um esforço que contou com a ABPA, os auditores fiscais e outras entidades do setor”, avalia Sulivan Alves, Diretora Técnica da ABPA.

Ao mesmo tempo, avalia Sulivan, a América Latina também entrou em estado de atenção por meio do grupo #TodosContraLaPPA, com intercâmbio de informações e esforços de 21 associações de 18 países do continente latino-americano, em uma grande campanha continental.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, desde as primeiras ocorrências globais da enfermidade, na Ásia, a ABPA tem liderado junto às agroindústrias do setor a instituição de planos de prevenção de contingência para blindar o setor produtor e exportador de carne suína do Brasil.

“Embora os cuidados estejam intensificados sobre esta doença, nada mudou e seguimos nas mesmas condições de antes, livres da enfermidade.  Nosso objetivo é preservar o rebanho e, indo além, o papel econômico e social do setor produtivo como gerador de empregos, divisas e segurança alimentar para o país. Não estamos poupando esforços para preservar o nosso status sanitário. E sempre é bom lembrar que a doença não tem impacto sobre a saúde humana”, defende. Vale lembrar que o Brasil é livre de PSA há quatro décadas – o último foco da enfermidade foi registrado no Brasil, no início da década de 80.

Saiba mais sobre os cuidados preventivos no site www.brasillivredepsa.com.br.

Fonte: ABPA
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Notícias

Festival do Leitão 2021 – Suinocultura de alto desempenho

Faça sua inscrição gratuita e antecipada para participar de sorteios e receber o certificado após o evento!

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Foto: O Presente Rural

O Festival do leitão, pelo segundo ano seguido, é realizado em sua edição sem fronteiras e totalmente on-line no Youtube. Organizado pela Associação dos Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (Agigo), entidade que congrega suinocultores integrados, granjas multiplicadoras e outros produtores independentes em Rio Verde (GO), o evento é uma referência para a suinocultura do estado e tem conquistado profissionais da área de todo o país desde 2020, quando estreou seu formato virtual e dinâmico, com palestrantes de renome, debates e sorteios.

Em 2021, o objetivo é se manter ainda mais conectado com esses produtores e profissionais da suinocultura e trazer temas relativos às fases de reprodução, crescimento e terminação e equipes, importante alicerce para a obter resultados de excelência.O evento será transmitido ao vivo pelo Youtube, com 4 horas de duração, na tarde do dia 27 de outubro de 2021. Para que seja algo diferente do usual e impactante, a dinâmica será baseada em apresentações rápidas de temas específicos de vários profissionais renomados, de diferentes segmentos, que convergem para um tema principal. Estas apresentações serão complementadas por um grande debate entre os palestrantes com a interação da plateia conectada ao vivo.

O tema principal é: Suinocultura de alto desempenho

 

Programação:

14:00     Abertura

14:15     DESAFIOS NA REPRODUÇÃO DE SUÍNOS: CHEGAMOS NO LIMITE OU PODEMOS OTIMIZAR RESULTADOS?

Prof. Dr. Fernando Bortolozzo – UFRGS

14:55     COMO OBTER ALTA PERFORMANCE NA CRECHE E TERMINAÇÃO

Dr. Ronie Pinheiro – INTEGRALL

15:30     Sorteio brindes para os inscritos previamente

15:45     PESSOAS E RESULTADOS – O IMPACTO DO SER HUMANO NA SUINOCULTURA DE ALTO DESEMPENHO

Dra. Djane Dallanora – Atualtech

16:25     PRINCÍPIOS PARA CONCEPÇÃO DE NOVOS PROJETOS DE GRANJAS

Dr. Gustavo Lima – Agroceres PIC

17:05     DEBATE com todos os palestrantes

18:00     Encerramento

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

CAPAL comemora 61 anos com resultados promissores e confiança dos associados

Cooperativa espera fechar 2021 com resultado líquido superior ao alcançado em 2020; de janeiro a agosto faturamento já alcançou R$ 2,03 bilhões

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Divulgação

No dia 19 de setembro, a Capal Cooperativa Agroindustrial completou 61 anos de atuação no mercado agropecuário brasileiro, destacando os Campos Gerais do Paraná e o sudoeste paulista como regiões agrícolas relevantes para o abastecimento do País. Atualmente, a CAPAL conta com 967 profissionais em seu quadro de colaboradores, e está presente com 21 unidades de negócio distribuídas em 13 cidades, com alcance de mais de 77 municípios.

Em 2021, a cooperativa já totaliza 3.412 associados e, até o final do ano, estima mais de 168 mil hectares de área assistida, o que reflete na recepção abundante de soja, trigo, milho, café e demais culturas nas propriedades rurais dos cooperados. Como resultado dos investimentos em tecnologia e infraestrutura, hoje a CAPAL possui capacidade total de armazenagem para 460 mil toneladas de grãos.

Investimento

No início deste ano, a cooperativa anunciou o investimento de R$ 88 milhões nos próximos dois anos, para aprimoramento de suas unidades, incluindo Taquarivaí (SP), Arapoti (PR), Curiúva (PR) e a construção de novas lojas agropecuárias em Santo Antônio da Platina (PR) e Santana do Itararé (PR).

Conforme planejamento apresentado em assembleia, os recursos serão direcionados para a construção de novos silos e demais compartimentos do pátio industrial, ampliação de armazéns e aquisição de novos equipamentos de logística e maquinários de setores diversos.

Em Wenceslau Braz (PR), a Unidade Operacional e a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) recebem recursos para expansão e revitalização do espaço. Só a UBS recebeu aporte de R$19,1 milhões para a construção de mais um armazém de sementes com capacidade para quase 250 mil sacas, fornalha e pavimentação.

Faturamento

Até o mês de agosto, a CAPAL obteve R$ 2,03 bilhões em faturamento em 2021, resultado de R$ 84 milhões. Para efeito de comparação, em 2020, o resultado líquido foi de R$ 114 milhões.

Para Erik Bosch, presidente do Conselho de Administração da cooperativa, os bons resultados são motivo de satisfação. “Sempre olhamos para trás com muita gratidão e vemos o quanto a cooperativa cresceu. Estamos atendendo em muitos municípios em dois estados, fazendo com que os sonhos dos produtores se realizem. Temos muito orgulho do modo como estamos melhorando cada vez mais o atendimento aos cooperados”, afirmou.

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que participou ativamente da trajetória da cooperativa como um dos responsáveis pela implementação do modelo pioneiro de autogestão na década de 1990, parabeniza a CAPAL pelos seus 61 anos. “Pouquíssimas empresas alcançam seis décadas de existência, e a CAPAL ultrapassou essa marca com excelentes resultados, sendo um exemplo para nós de competência, persistência e de profissionalismo com o seu sistema de comando e gestão muito avançados.”

Ricken também destaca como força do cooperativismo a criação em 2019 da Unium, modelo de intercooperação integrado pela CAPAL, ao lado da Frísia e Castrolanda. “Este modelo é pioneiro em âmbito nacional e uma honra que tenha sido desenvolvido no Paraná pelas cooperativas da região Centro Sul”, conclui.

Fonte: Assessoria
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ABPA – PSA

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