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Colheita da soja acelerada em Mato Grosso

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Com 5% das lavouras colhidas, os produtores de soja de Mato Grosso estão diante de previsões de chuvas bem cima do normal para fevereiro e março. Numa safra com potencial para 26,5 milhões de toneladas (10,5% mais volumosa que a de 2012/13), terão de acelerar a colheita para escapar das precipitações excessivas e sustentar produtividade acima de 3 mil quilos por hectare. O clima é de correria no campo, conforme irá verificar a Expedição Safra, que percorre o estado nesta semana para conferir o resultado da temporada. 
A Expedição abre, em Mato Grosso, a série de viagens para sondagem da produção em 14 estados brasileiros. Serão percorridos ainda Argentina, Paraguai, Uruguai nesta colheita, além de três países da África: Angola, Moçambique e África do Sul.
Até agora, a colheita soma 1,5 milhão das 26,5 milhões de toneladas de soja previstas para a atual temporada em Mato Grosso. Desde o plantio, o clima tem sido favorável e o rendimento pode até ser recorde, confirmam os técnicos do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Eles cogitam produtividade de uma saca por hectare além da inicialmente prevista. Para superar os resultados de 2010/11, são necessárias 53 sacas por hectare.
As previsões de chuva indicam que regiões como a de Sorriso devem ter precipitações dois terços acima do normal em fevereiro e o dobro maior em março. A produção no estado é determinante para que o país atinja a previsão de 91 milhões de toneladas de soja. A Expedição Safra prevê que, se esse volume for atingido, o Brasil tem condições de colher 200 milhões de toneladas de grãos pela primeira vez em 2013/14.
No Centro-Oeste, além do clima e das marcas de produtividade, os técnicos e jornalistas da Expedição Safra vão verificar se o manejo adotado para conter a disseminação Helicoverpa armigera vem sendo eficiente. Os ataques não estão causando grande impacto na produtividade até agora.
A Expedição Safra vai percorrer nas próximas duas semanas outros cinco estados produtores de grãos: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

Fonte: Centro de Comunicação

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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