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Coccidiose silenciosa e os seus impactos na suinocultura
Quadros subclínicos da coccidiose estão cada vez mais comuns e trazem prejuízos importantes para as granjas

A coccidiose é uma enfermidade bem conhecida nas granjas e um dos grandes desafios enfrentados pela suinocultura mundial. Causada pelo protozoário intracelular Cystoisospora suis, a afecção acomete principalmente os leitões entre o 5º e o 15º dia de vida, e em granjas com alta pressão de infecção pode ocorrer também em fases mais tardias, com leitões de até 24 dias manifestando a doença.
“A sintomatologia clássica da coccidiose é visualizada nos leitões lactentes e consiste em diarreia persistente, fétida, amarela a acinzentada, que dura entre 5 e 10 dias e causa desidratação nos animais. A dispersão dos protozoários pelo ambiente por meio das fezes destes leitões com diarreia ocorre muito rapidamente e, por serem altamente resistentes, os oocistos podem permanecer ali durante meses até infectarem novos animais”, explica Felipe Betiolo, médico-veterinário gerente nacional de serviços veterinários para suínos da Ceva Saúde Animal.
A ingestão de oocistos de Cystoisospora suis promove uma disbiose entérica e danos ao epitélio intestinal, que possibilita a proliferação de agentes patológicos oportunistas, como Eschericia coli e Clostridium perfringes, levando os animais a desenvolverem quadros clínicos mais severos.
Embora bem conhecida dos produtores, alguns animais acometidos pela coccidiose desenvolvem um quadro subclínico da doença, quando ocorre a excreção dos oocistos para o ambiente por meio das fezes, porém sem a manifestação dos quadros de diarreia, o que aumenta ainda mais a pressão de infecção dentro das granjas, principalmente quando não há um manejo sanitário rigoroso ou eficiente. “Além de serem resistentes ao ambiente, os oocistos do protozoário podem ser carreados por meio de insetos, roedores ou pessoas, e acometerem as matrizes e os suínos adultos, que comumente não manifestam a doença de forma clínica”, alerta o médico-veterinário.
Os índices de mortalidade relacionados à coccidiose são baixos, mas os prejuízos econômicos promovidos pela doença pesam no bolso do produtor. Estudos apontam que os leitões com coccidiose podem deixar de ganhar até 400g do nascimento até a desmama, quando comparados aos leitões sadios. Além de impactar no desempenho produtivo dos suínos, alongando o período necessário para atingir o ganho de peso ideal em decorrência do comprometimento da conversão alimentar, a doença serve como uma porta de entrada para outras patologias que podem ser mais agressivas.
“Ainda que alguns animais não apresentem o quadro clínico de coccidiose, a doença segue sendo uma das principais preocupações na granja, especialmente na fase de maternidade”, reforça Felipe. “As lesões provocadas pelo protozoário no intestino delgado dos leitões, além da desidratação em casos graves da doença, podem fragilizar a parede do órgão e afetar drasticamente o desenvolvimento dos animais, diminuir a imunidade e torná-los mais vulneráveis às diarreias virais ou bacterianas”.
Os animais infectados e que não apresentam sintomas clínicos da coccidiose atuam como fonte de infecção da granja, dispersando oocistos. Uma vez instalada na propriedade, as chances da coccidiose se tornar uma doença endêmica é muito grande. Por ser altamente contagiosa, o investimento em medidas de biosseguridade, como boa higiene e desinfecção do ambiente, e adesão de vazio sanitário sempre que necessário, é tão importante quanto o tratamento proativo dos animais infectados e preventivo dos leitões recém-nascidos.
“Estes manejos são imprescindíveis e começam pela leitegada, que recebe ainda nas primeiras horas de vida uma dose injetável de toltrazuril, para combater e eliminar o C. suis. Estudos apontam que a administração injetável do fármaco associada ao ferro, essencial para a prevenção da anemia ferropriva nos leitões, é a melhor forma de prevenir a coccidiose nestes animais, sem riscos de sobredosagem ou perda de fármaco pela regurgitação dos animais, além de promover um maior ganho de peso durante a fase de maternidade, o que resulta em um balanço econômico favorável para o suinocultor”, Betiolo finaliza.
A Ceva Saúde Animal é a única empresa a disponibilizar em seu portfolio o Forceris®, formulação de toltrazuril injetável em dose única que, em combinação com gleptoferron, traz maior agilidade na mão de obra da granja no setor de maternidade e favorece a saúde e bem-estar dos animais ao reduzir diretamente a manipulação dos leitões. Forceris® está disponível em apresentações de 100mL e 250mL, e pode ser encontrado nas melhores distribuidoras e revendas.

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.
MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia
Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.
Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.
Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores
“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).
Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.
A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”
Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV
Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.
A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.
O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.







De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.