Empresas
Cobb-Vantress traz especialistas internacionais para participação no Simpósio Brasil Sul de Avicultura
Empresa é uma das patrocinadoras do evento e terá profissionais dos times técnico e comercial presentes
A Cobb-Vantress, líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola, participará de mais uma edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) com um time ilustre. Além das equipes técnica e comercial, que tradicionalmente participam do simpósio, a companhia trará ao evento dois palestrantes de renome mundial, para abordagem de experiências internacionais em manejo de aves e novas tecnologias para a avicultura.
No dia 05 de abril, a partir das 11h30, o Dr. Lu Bubba, nutricionista da Tyson na China, apresenta “Novas Tecnologias para a Produção Avícola – A Experiência Chinesa”. O palestrante abordará os recursos mais inovadores utilizados pela filial, o impacto positivo de novos processos aliados à produção e números de desempenho otimizados pelas novas tecnologias. Bubba é doutor em Nutrição de Aves pela Universidade de Arkansas, nos Estados Unidos, e possui mestrado pela mesma instituição em Crescimento Sustentável de Produção Avícola. Na Tyson desde 2012, é atualmente gerente sênior de Produção Animal, já tendo atuado em campo, frigorífico e no departamento de Pesquisa&Desenvolvimento.
No mesmo dia, a partir das 14h, Chance Bryant, gerente-técnico da Cobb-Vantress e especialista em frango de corte, apresentará “O Manejo de Aves no Século XXI”. O palestrante demonstrará práticas modernas de manejo utilizadas pela unidade norte-americana da Cobb com objetivo de potencialização de resultados no campo. Com mais de 25 anos de experiência em avicultura e produção avícola, Bryant é responsável por contribuir para melhoria de desempenho de produção de clientes da companhia. Formado pela Arkansas Tech University, com licenciatura em Negócios Agrícolas, ingressou na Tyson em 1997, onde permaneceu por dez anos atuando com matrizes e frangos de corte. Migrou para o time de Serviços Técnicos da Cobb em 2007 e atualmente é responsável por todo o serviço técnico da região Oeste dos Estados Unidos.
Ainda no dia 05, a partir das 17h30, a Cobb promove a palestra especial “Manejo de Ventilação de Inverno”, ministrada também por Bryant a clientes e participantes do SBSA. Na ocasião, o especialista demonstrará a realidade norte-americana em manejo em temperaturas frias, trazendo aos participantes técnicas para melhoria de resultado neste cenário, tendo em vista a proximidade do inverno brasileiro e o possível impacto às granjas.
“Nosso objetivo é participar ativamente deste que é um dos eventos mais importantes da cadeia avícola brasileira, facilitando a troca de conhecimento com realidades diferentes da nossa, possibilitando o benchmarking e o intercâmbio de experiências. Vemos o simpósio como uma grande oportunidade para atualização e relacionamento com clientes e parceiros do mercado”, explica Cassiano Bevilaqua, gerente de Marketing da Cobb-Vantress.
Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas
Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
Empresas
Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
Empresas
Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
