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Cobb-Vantress reúne lideranças do Norte e Nordeste em evento técnico

Empresa debate perspectivas para o mercado mundial de carnes, evolução dos produtos Cobb, estratégias para redução de perdas no abate, requisitos para novos projetos e manejo do CobbMale em reunião gerencial nas regiões NO e NE 

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Fotos: Divulgação

Lideranças avícolas do Norte e Nordeste do país tiveram uma agenda técnica diferenciada. A Cobb-Vantress promoveu um ciclo de reuniões gerenciais em três cidades estratégicas das duas regiões: Feira de Santana (Bahia), Recife (Pernambuco) e Santa Izabel (Pará). Segundo o médico veterinário e gerente Regional da Cobb-Vantress no Norte e Nordeste, Rodrigo Baião, os encontros reuniram empresários, lideranças gerenciais, produtores rurais e profissionais da área avícola que são referência em suas regiões. Ao todo, cerca de 150 convidados prestigiaram a programação.

“Especialmente no Norte havia uma carência de eventos técnicos especializados para atender essa região que atualmente é muito importante para a área. E o nosso objetivo foi levar informação de ponta aos envolvidos com a cadeia avícola”, destaca Baião. Ele salienta o elevado nível dos debates. “Foram discussões muito técnicas, com a participação de especialistas em suas áreas, então os participantes receberam informações de muita qualidade, além de se atualizarem sobre as tendências de mercado, tecnológicas nas construções de aviários, no processamento do frango, no sistema de inspeção das plantas de abate, e tendências para os produtos Cobb nos próximos anos”.

O diretor Comercial e de Serviços Técnicos da Cobb-Vantress na América do Sul, Bernardo Gallo, destaca a importância de reunir especialistas com produtores para a troca de informações. “O objetivo foi levar informação qualificada para os produtores da região. Nestes dias tivemos a oportunidade de discutir tendências de mercado e de produção. E, sobretudo, ouvir destes produtores quais são os seus desafios e oportunidades. Estas reuniões gerenciais fazem parte da nossa estratégia de levar as últimas atualizações de resultados da genética Cobb, que estão comprovando a nossa projeção e também o nosso conhecimento, e qualificação técnica para a avicultura”, pontuou.

Para ele, a elevada participação do público foi o ponto alto do evento e gerou oportunidades importantes. “Foi muito bom o altíssimo número de participantes e o interesse do público. Tivemos vários empresários da região, sempre muito atentos às discussões e com muitas perguntas, o que é sempre importante para elevar o nível dos debates e ainda tivemos um feedback excelente das palestras. Estamos muito satisfeitos porque este encontro realmente proporcionou a oportunidade para estes avicultores promoverem aumento de ganhos com o frango Cobb e redução de custos com melhor manejo e melhor genética”.

Gallo destaca ainda o desafio dos produtores das regiões de vender o máximo de quilos de carne de frango possível na idade de abate. “A genética Cobb tem o melhor ganho de peso do mercado. É o frango mais pesado e capaz de produzir mais, com mais qualidade”, disse.

Em cada um dos encontros, a Cobb levou especialistas da área. O consultor Osler Desouzart traçou um panorama do mercado mundial de carnes. Já o médico veterinário e diretor Associado de Produto da Cobb-Vantress na América do Sul, Rodrigo Terra, destacou fatores de agregação de valor ao produto, enquanto Conrado Monteiro Quintanilha, especialista em Pesquisas e Qualidade na América do Sul, detalhou acerca de indicadores da avicultura. No campo técnico produtivo, o especialista em Processos de Qualidade da Cobb-Vantress, Éder Barbon, abordou detalhes de como Reduzir Condenações do Campo ao Abatedouro e também a implantação do novo sistema de autocontrole da indústria, considerado uma tendência para melhorar a eficiência nos abatedouros.

O especialista global da Cobb-Vantress Andrew Bourne discutiu Requisitos para desenvolvimento de novos projetos de aviários de frangos de corte e o gerente Regional da Cobb-Vantress no Norte e Nordeste, Rodrigo Baião, apresentou Manejo do frango CobbMale, o novo macho da Cobb-Vantress lançado no final de 2020. O reprodutor visa produzir mais carne com mais qualidade, ou seja, melhor ganho de peso total e alto rendimento de carne nobre e ainda melhor rendimento de carcaça e qualidade de empenamento.

Bernardo Gallo ressalta a revolução em conversão alimentar trazida pelo CobbMale. “Estamos muito satisfeitos com esta ave, que trouxe mais eficiência desde o campo até o abate, com números impressionantes de melhor conversão alimentar, maior ganho de peso diário e melhor rendimento de carcaça, mesmo com uma ração mais barata, especialmente importante no atual cenário de custos elevados dos principais insumos da ração”.

Para Baião, além do elevado nível técnico, estes eventos foram importantes para promover a integração entre as lideranças e a troca de experiências. Ele destaca o compromisso da Cobb em promover a informação de qualidade, visando a eficiência em todas as fases da cadeia produtiva e em todas as regiões do país, ao sinalizar que outros encontros como esses realizados no Norte e Nordeste devem acontecer no Brasil.

“Essas informações contribuem tecnicamente com o cliente porque são informações práticas e objetivas, da experiência de pessoas envolvidas diretamente no processo. Este sempre é o foco do serviço técnico da Cobb, de ajudar no crescimento dos clientes, como parceiros, levando informações práticas”, encerrou.

Fonte: Assessoria

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Conselho global da Topigs Norsvin visita o Brasil para consolidar planejamento estratégico até 2030

Comitiva internacional cumpriu agenda em cooperativas e núcleos genéticos da região Sul para projetar expansão de mercado e novos investimentos na América do Sul

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O Brasil figura como o terceiro maior exportador mundial de carne suína e registrou uma produção superior a cinco milhões de toneladas de carne suína no ano de 2025. Além disso, o País oferece grande disponibilidade de grãos e uma forte base cooperativista e agroindustrial. Esse é o cenário que compôs a visita do conselho global da Topigs Norsvin, no início de junho.

Formado por quatro integrantes da Holanda e três da Noruega, assim como o board de diretores globais da companhia, com o CEO, o diretor técnico e o diretor financeiro, o grupo cumpriu uma agenda focada no relacionamento com o cliente em diferentes polos produtivos da região Sul.

“O Brasil é um dos países-chaves para a empresa, juntamente com Estados Unidos, Espanha e China”, explicou o diretor Presidente da Topigs Norsvin no Brasil e diretor Regional para América Central, Caribe e América do Sul, André Costa. O roteiro incluiu reuniões estratégicas com a Aurora Coop na cidade de Chapecó e visitas às empresas Master Agroindustrial e Carboni Agropecuária no município catarinense de Videira.

Costa detalhou que o objetivo dessa visita era conhecer um pouco mais a respeito do mercado brasileiro, entender onde a Topigs Norsvin do Brasil atua, qual é a estratégia no País e quais são as necessidades da empresa dentro do planejamento estratégico que está sendo construído para os próximos 5 anos. “Pudemos discutir a perspectiva para a suinocultura brasileira frente aos crescimentos que nós estamos observando nos últimos anos”, resumiu.

O roteiro também contemplou uma imersão técnica na INOVARE Núcleo Genético, localizada em Lages (SC). A unidade, que recebeu um investimento de quase sete milhões e meio de euros e possui capacidade para abrigar mil matrizes, foi estruturada para sustentar o avanço da demanda e acelerar a entrega do progresso genético aos clientes.

“Eles tiveram a oportunidade de conhecer estruturas de produção, como a granja INOVARE, que nós inauguramos há quase três anos e que está começando a abastecer o mercado brasileiro com animais de alto valor genético e de alto status sanitário”, acrescentou o executivo e continuou: “Com quase 210 milhões de habitantes, temos um potencial bastante grande de crescimento do nosso consumo interno e as vantagens competitivas que possuímos, baixo custo de produção, alto status sanitário, reforçam a posição do Brasil no mercado externo, frente aos principais países produtores e exportadores de carne suína”.

A força da produção local transforma a filial em uma plataforma estratégica para o crescimento comercial em toda a América Latina.  “Eles puderam entender toda a nossa estratégia, tanto na linha fêmea, com a TN70 quanto na linha macho, com o TN Duroc, para desenharmos juntos as formas de trabalhar o mercado brasileiro. Discutimos a consolidação do Brasil como um hub para exportação de material genético de alto valor genético para os países da América do Sul onde atuamos”, afirmou o diretor.

As lideranças encerraram a semana de visitas com um encontro na cidade de Curitiba (PR) para tratar do plano de negócios. O momento de alinhamento focou nas ações práticas e no balanço do atual cenário da companhia.  “Tivemos uma semana intensa de visitas, viagens e discussões. Pudemos finalizar o roteiro na sexta-feira consolidando o nosso planejamento estratégico e definindo quais são as necessidades de investimentos para que a Topigs Norsvin continue crescendo no Brasil e na América do Sul”, finalizou Costa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Uso de minerais bi-quelatados na alimentação de frangos de corte reduz problemas de pele, aponta estudo

O manejo nutricional aumenta a rentabilidade ao dar suporte aos tecidos e músculos, impactando condições que levam à condenação de carcaças

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Foto e texto: Assessoria

Há muitos fatores que impactam o quanto um produtor de frangos de corte recebe pelo lote; a qualidade da carne e dos tecidos pode ser a maior prioridade. Pesquisas recentes com oito milhões de frangos de corte mostram que o que entra na ração das aves faz diferença quando se trata da qualidade da carcaça.

O estudo “Zn–Methionine Hydroxy-Analogue Chelate supplementation improves carcass quality in broilers under commercial conditions”, viabilizado por meio de uma parceria com a NOVUS, UFRGS, Bello Alimentos e liderado por Ana C. Ferreira, avaliou aproximadamente oito milhões de frangos de corte em condições comerciais. Os resultados mostraram as vantagens de substituir o sulfato de zinco na dieta por bi-quelato de zinco com análogo hidroxilado de metionina (como MINTREX® Minerais Orgânicos Bi-quelatados).

Após quatro meses de avaliação em uma granja na região Centro-Oeste do Brasil, as aves alimentadas com minerais orgânicos bi-quelatados apresentaram uma redução significativa em defeitos de carcaça relacionados à integridade da pele. A substituição de 120 ppm (partes por milhão) de zinco inorgânico por 40 ppm de zinco bi-quelatado resultou em uma redução de aproximadamente 70% nos defeitos de aparência e de 68% nas lesões totais de pele.

“Esses são defeitos de grande importância econômica associados a condenações parciais e rebaixamento de carcaças. Os números apresentados mostram um impacto muito positivo em fatores que determinam perdas industriais, com potencial para reduzir o volume de cortes removidos, retrabalho e rebaixamento de produtos durante o processamento”, explica Kelen Zavarize, gerente de serviços técnicos da NOVUS no Brasil. “Como resultado, a utilização da carcaça é ampliada e o produto final se torna mais padronizado, impactando diretamente a rentabilidade da produção.”

Em relação às patas das aves, o estudo mostra que a inclusão de minerais bi-quelatados na dieta ajudou a reduzir a ocorrência de lesões mais severas, melhorando a integridade do coxim plantar e o ROI.

O MINTREX® Zn Mineral Orgânico Bi-quelatado é um mineral orgânico ligado por bi-quelatação com HMTBa. Essa ligação forte é demonstrada como capaz de dar suporte à estabilidade no trato gastrointestinal ao reduzir a dissociação precoce no proventrículo e na moela, liberando o mineral no seu sítio de absorção.

“A substituição de minerais inorgânicos por minerais orgânicos bi-quelatados oferece melhor suporte à integridade da pele e à resposta dos tecidos ao longo de todo o ciclo de produção”, afirma Kelen Zavarize. “ Embora a suplementação mineral adequada contribua para a manutenção e possível atenuação da severidade de lesões já estabelecidas, o maior impacto é observado quando o manejo nutricional é adotado de forma preventiva. Nessa abordagem, há maior potencial de reduzir tanto a incidência quanto a gravidade das lesões, evitando sua progressão para níveis que resultem em perdas econômicas no abatedouro.”

“Ao combinar manejo adequado com minerais orgânicos bi-quelatados confiáveis , os produtores avícolas podem ajudar na redução das interações negativas com fitato, fibra e outros minerais na dieta, promover maior absorção intestinal e maior biodisponibilidade em comparação com fontes inorgânicas. Além disso, o zinco fornecido como MINTREX® Zn Mineral Orgânico Bi-quelatado contribui para a síntese proteica, proliferação celular e formação de queratina, afirma Zavarize.

Fonte: Assessoria
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Cobb celebra 25 anos de trajetória dos profissionais Rodrigo Terra e Paulo Favero na companhia

Executivos construíram carreiras de referência na avicultura e representam a valorização de relações duradouras, um dos pilares da empresa

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Paulo Favero - Foto e texto: Assessoria

Completar 25 anos de atuação em uma mesma empresa é um marco que remete a comprometimento, evolução profissional e construção de relações sólidas ao longo do tempo. Na Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, essa conquista ganha um significado ainda maior ao se traduzir em uma cultura baseada em confiança, desenvolvimento humano e parcerias duradouras. Os profissionais Rodrigo Terra e Paulo Favero alcançaram esse importante momento em suas trajetórias profissionais.

Com carreiras consolidadas e reconhecidas no setor avícola, ambos acompanharam diferentes fases de crescimento e transformação da Cobb no Brasil, desde a sua entrada no mercado à consolidação como referência em genética avícola. Terra e Favero contribuíram diretamente para o fortalecimento técnico e estratégico da companhia no país.

Para a empresa, a comemoração supera o tempo de casa e representa o orgulho de acompanhar a evolução de profissionais que ajudaram a construir a história da organização e que mantêm, há décadas, relações de confiança com equipes, clientes e parceiros.

“Temos muito orgulho em celebrar um marco tão significativo. A Cobb atua há 31 anos no Brasil e ver profissionais construindo trajetórias tão sólidas conosco demonstra que estamos no caminho certo na valorização das pessoas. Prezamos por relações de confiança, respeito mútuo e desenvolvimento contínuo, e isso naturalmente se transforma em parcerias de longo prazo”, afirma Bernardo Gallo, vice-presidente da Cobb no Brasil.

Rodrigo Terra ingressou na companhia em agosto de 1999, inicialmente como gerente do time de Serviço Técnico para o Brasil. Dois anos depois, ampliou sua atuação para Peru, Chile e outros países da América do Sul. Em 2007, assumiu a então recém-criada área de Produto da Cobb. Em 2019, passou a diretor-associado do departamento, posição estratégica que ocupou até 2024, completando 25 anos de Cobb no mês de agosto daquele ano.

Ao longo desse período, participou da evolução da companhia, contribuindo para o desenvolvimento e avaliação de produtos e acompanhando avanços importantes da genética avícola. Como diretor-associado, também passou a coordenar as granjas experimentais da empresa, liderando testes de novos produtos e programas técnicos. Desde 2025, passou a consultor de Produto, sendo responsável pelo acompanhamento de avós em contas-chave.

“Tenho muito prazer em atuar junto à Cobb. Os valores da companhia sempre estiveram alinhados aos meus, o que tornou esses 25 anos intensos, desafiadores e extremamente gratificantes”, destaca Rodrigo Terra.

Paulo Favero iniciou sua trajetória na companhia em maio de 2001, como assistente técnico, posição equivalente ao atual cargo de gerente regional. Com forte atuação operacional e técnica, construiu uma carreira marcada pela evolução contínua e pela proximidade com as operações produtivas da empresa.

Em 2016, assumiu a gerência do Complexo de Bisavós. Três anos depois, passou a ocupar a posição de gerente Sênior do Complexo de Bisavós e Fábrica de Rações, função que exerce atualmente, liderando atividades estratégicas ligadas à produção e à eficiência operacional da companhia.

“Quando você gosta do que faz, o trabalho se torna mais leve e motivador. Acredito que esse seja um dos segredos para uma parceria tão duradoura. Manter-se em constante aprendizado, buscar evolução profissional e pessoal e estar aberto a novos desafios também fazem parte dessa trajetória”, afirma Paulo Favero

Fonte: Assessoria
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