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Cobb-Vantress reforça ações sociais e promove solidariedade

Em momento de pandemia de Covid-19, empresa distribui 50 toneladas de alimentos e encabeça ações sociais nas cidades onde tem unidade instalada  

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Foto: Divulgação

Algumas das maiores empresas do mundo estão se mobilizando no combate ao Coronavírus. A Cobb-Vantress, líder global em genética avícola, entrou no jogo oferecendo seu conhecimento em biosseguridade e sua responsabilidade social para enfrentar esse momento. Além de fortalecer suas medidas de rigoroso controle sanitário em suas unidades, a empresa ampliou suas ações com a comunidade.

Ao todo, a empresa distribuiu mais de 50 toneladas em kits de produtos avícolas congelados em uma iniciativa que teve a colaboração da são Salvador Alimentos (SSA). Para os colaboradores, explica o diretor Geral da Cobb-Vantress na América do Sul, Shane Sutton, foi uma forma de agradecer pelo empenho de todos nesse momento. “Além de colaboradores, a empresa distribuiu estes kits para famílias em situação de vulnerabilidade em cada uma das cidades onde tem unidade instalada. Foram 3,6 mil kits doados”, explica o executivo. “Queremos valorizar o esforço dos colaboradores e contribuir com famílias que precisam de ajuda”, amplia Sutton. Ele destaca que ações semelhantes foram realizadas também no Peru e na Colômbia.

Sutton pontua que a promoção de ações sociais sempre existiu na cultura da empresa. “Sempre contribuímos com as comunidades que vivem nas nossas proximidades, mas, agora, acreditamos que levar estas iniciativas ao conhecimento público é uma maneira de encorajar e inspirar outros a contribuir em um momento em que a palavras solidariedade e cuidado são ainda mais necessárias”, afirmou.

Os kits foram repassados às prefeituras para que a distribuição fosse feita de acordo com seus programas sociais. Foram contempladas famílias de Água Clara (MS), Palestina, Guapiaçu e Ipiguá (SP), Itapagipe e Campina Verde (MG).

 

Ações na saúde

Além da distribuição de alimentos, a Cobb fez a doação para o Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), e doação financeira para um asilo na cidade de Guapiaçu. “Ampliamos nossa contribuição mensal para ao asilo para ajudar na compra de EPI’s, álcool gel e kits de higiene”, cita Sutton.

Boa ação gera boa ação
As 50 toneladas de alimentos foram kits de produtos avícolas congelados comprados da São Salvador Alimentos (SSA), detentora das marcas Super Frango e Boua. A ação gerou efeito multiplicador e a SSA decidiu aderir a este movimento e anunciou que também vai doar kits para famílias em situação de vulnerabilidade nas cidades onde tem plantas, como Itaberaí e Nova Veneza, no estado de Goiás. Esta iniciativa deve beneficiar cerca de 1500 famílias, estima o diretor Administrativo e Financeiro da São Salvador Alimentos (SSA), Hugo Garrote.

“Essa ação da Cobb foi muito pertinente no momento. Nós vendemos os produtos e nos desafiamos com a logística, pois tivemos que entregar em cidades que não atendemos normalmente. Mas a ação da Cobb nos inspirou a fazer igual. Fiquei muito honrado em poder participar”, aponta Garrote.

A SSA, sediada em Itaberaí (GO), está presente nas regiões Centro Oeste, Norte, Nordeste e parte do Sudeste (Minas Gerais). Na avicultura, é verticalizada, desde matrizes, passando por incubatório, integração de frango de corte, fábrica de rações, plantas de processamento e distribuição no Brasil. Cerca de 30% da produção é exportada para mais de 65 países da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Fonte: Assessoria
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Casale anuncia novo CEO

Após estruturado processo de sucessão familiar, Mario Casale Neto assume o comando da empresa líder em tecnologia para pecuária no Brasil

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Mario Casale Neto

A Casale, líder em máquinas para pecuária no Brasil, acaba de anunciar Mario Casale Neto como seu novo CEO. Filho de Celso Casale, atual Presidente do Conselho e responsável pelo crescimento e fortalecimento da Casale desde 1981, Mario atua na companhia desde 2011 e sua ascensão ao comando da companhia é fruto de um estruturado processo de sucessão familiar.

Mario é formado em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade de São Paulo e tem passagens por grandes organizações, como Eaton, HSBC e Itaú BBA, o maior corporate & investment bank da América Latina, onde entrou como trainee e foi promovido a Officer Large Corporate, trabalhando no atendimento de clientes por mais de 3 anos. Desde 2011 na Casale, Mario atuou em diversas áreas da empresa sendo que suas 2 últimas funções foram de Diretor Comercial e Marketing e Diretor de Operações. Por enquanto acumula a função de CEO e Diretor de Operações, enquanto recruta um executivo para compor o time.

“Meu pai desenvolveu um negócio sólido, calcado em inovação tecnológica, atendimento de excelência ao cliente e o posicionou como referência e sinônimo de qualidade. Tenho uma admiração enorme por ele e me sinto muito honrado em assumir a liderança executiva da empresa no seu lugar. É importante destacar que a sucessão só foi possível graças a um trabalho de anos em grande parceria com minha irmã Jaqueline, também diretora da empresa, e nosso time de gestores de altíssimo nível. Com nosso pai na presidência do Conselho trazendo sua visão estratégica e empreendedorismo, juntamente com a nossa irmã Erika e um Conselheiro externo, sentimos muita segurança em atuar para que a Casale tenha um novo salto nos próximos anos”, afirma Mario.

Passagem de bastão: processo profissional

A sucessão familiar é um processo complexo e demanda muito diálogo entre os envolvidos. Como está diretamente ligada a questões pessoais é recomendado que seja estruturada por terceiros, isentos aos quesitos familiares. A grande questão é que muitas organizações não consideram a ideia de planejamento e orientação profissional, o que traz grandes chances de ocasionar, além de danos patrimoniais, uma série de problemas emocionais e corporativos.

É importante ressaltar que a orientação profissional e o planejamento não evitam conflitos e desentendimentos, mas uma consultoria externa entenderá a fundo e de maneira apartidária quais são os desafios da organização, além de atenuar e administrar possíveis atritos, uma vez que todos os interesses são direcionados para tornar a família profissional, separando claramente os diferentes papéis que cada membro ocupa e com uma visão macro do negócio.

“Eu não queria herdeiros, queria sucessores”. É assim que Celso Casale define sua preocupação com o futuro da empresa. “Eu sempre pensei nisso, sempre. Eu trago meus filhos desde pequenos para que se acostumem com o ambiente. Também fui exigente quanto à necessidade de uma base acadêmica de excelência e experiências em grandes corporações. O trabalho aqui na Casale exigia isso e fico muito feliz que estejamos atingindo esse objetivo”, afirma.

Celso destaca ainda a preocupação em relação à parte emocional dos envolvidos na sucessão, e não apenas os trâmites legais. “Fazemos terapia há algum tempo e é nítida a nossa evolução. Acredito que nesse tipo de ação é primordial olhar para família e suas emoções, levando em conta o histórico de cada um, observando e ouvindo todos os lados, agregando conhecimento e sempre buscando o diálogo e entendimento entre as partes”, afirma.

Para ele, não foi um processo fácil, afinal são muitos anos à frente da empresa. “Falando de mim, posso dizer que foi muito difícil passar o controle da empresa, mesmo confiante e certo da decisão. Eu assumi a Casale em 1981 e estive na presidência por quase 40 anos, então o processo teve que ser aos poucos”, destaca. Durante o período do processo de sucessão familiar, Celso decidiu realizar um período sabático de 3 meses viajando com sua esposa e seus filhos ficaram responsáveis pela administração da empresa. “Acredito que isso foi fundamental e decisivo no meu processo de passagem de bastão”, enfatiza.

De acordo com Mario Casale, o processo de sucessão familiar vem sendo discutido ao longo de muitos anos. Para o executivo, foi preciso uma preparação profissional para que as coisas acontecessem como planejado. “Eu sempre soube o tamanho do desafio que viria e me preparei para isso. De maneira muito franca, sabia que ser o filho do dono não era uma prerrogativa que me sustentaria no cargo. Então fui estudar e trabalhar para me preparar”, explica.

Segundo o executivo, foi em 2015 que ele, sua irmã Jaqueline e o pai Celso, contrataram um profissional externo para apoiar na profissionalização da empresa e viabilizar o processo de sucessão familiar, projeto em conjunto com a Fundação Dom Cabral – FDC. “Profissionalizar a gestão foi a ação mais acertada, tanto para a empresa, como para a família”, avalia.

Luis Felipe Miranda, Professor Associado da Fundação Dom Cabral e um dos profissionais que ajudaram a Casale no processo, explica que o processo de sucessão familiar implica em alguns fatores, como o relacionamento pessoal-familiar, a governança e a estrutura organizacional. “Como já estamos realizando um trabalho de planejamento e de estratégias há alguns anos com a Casale, e esses fatores já são bem consolidados dentro da empresa, o processo de sucessão familiar fluiu de forma segura e tranquila”, explica.

O papel do professor, além das questões de negócios, é ser um mediador durante essa jornada, ou seja, responsável por garantir um resultado o mais profissional possível e equilibrado. “O desafio da maioria das empresas é disputa pessoal, brigas e o relacionamento familiar. Na Casale existe uma ligação de parceria e respeito muito forte entre os familiares, o que torna todo o processo menos traumático e eficaz”, completa Miranda.

Fonte: Ass. de Imprensa
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A vez da suinocultura de precisão

Ferramentas da Suinocultura 4.0 são as principais armas do produtor para enfrentar o aumento dos insumos

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Divulgação Roboagro

Ainda que desafiador, o ano de 2020 foi de crescimento para a suinocultura. Conforme projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado em novembro, as exportações de carne suína devem fechar o ano com um crescimento de cerca de 49%, impulsionadas principalmente pelos embarques para a China. Em contrapartida, o custo dos insumos também sofreu acréscimos, subindo em média 14,98% em outubro e cerca de 40,69% no acumulado do ano, conforme dados da central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa (CIAS). Panorama que coloca produtores e integradores frente a um desafio: como aproveitar a crescente demanda e se manter competitivo, mesmo com a inflação dos insumos?

A resposta não é simples, mas um caminho promissor e que já vem dando ótimos resultados é a robotização dos tratos e processos relacionados a suinocultura 4.0, acelerando a modernização de granjas e integradoras. Com as novas tecnologias de robotização, gestão e inteligência artificial, aliadas a coleta de informações precisas e em tempo real de cada granja, baia e trato, o suinocultor tem o controle rigoroso de todo o processo, principalmente do consumo de ração. Um ponto crucial, já que cerca de 70% do custo de produção da carne suína está diretamente ligado a alimentação, que por se tratar de uma commodity, está vulnerável as oscilações do mercado impactando significativamente os resultados.

A robotização dos tratos, aliada a tecnologias de enriquecimento sensorial nas granjas, traz a possibilidade do criador ou da integradora ajustar a sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos, melhorando significativamente a conversão animal e, por consequência, os resultados financeiros. O que deixa a proteína produzida no país mais competitiva frente a outros mercados, mesmo com o aumento constante no valor da ração animal.

Movimento que já começa a tomar forma na região sul, responsável por 66% da produção nacional. Somente a ROBOAGRO, empresa de Caxias do Sul-RS especializada na robotização de tratos de suínos, já conta com cerca de 500 unidades em operação na região e viu o número de pedidos dobrar em 2020. Exemplo esse, que evidencia o caminho para o qual o mercado vai se voltar nos próximos anos, com cada vez mais tecnologia inserida nas granjas (sensoriamento de consumo de água, temperatura, ventilação, sanidade, entre outros) e um controle rigoroso do arraçoamento, principal gargalo enfrentado pelos suinocultores locais. A suinocultura de precisão já é uma realidade, uma nova forma de pensar o setor e mudar o panorama da proteína produzida no Brasil, posicionando o mercado local para uma retomada com maior qualidade e competitividade no mercado internacional.

Giovani Molin – Diretor Roboagro – MBA em Gestão Empresarial pela FGV

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

A caminho da China

Este é o resultado do trabalho de equipe e parceiros  que permitiram a Choice atingir o sucesso nessa área, especialmente em tempos de Covid-19.

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Divulgação Choice

A empresa Choice Genetics tem muito orgulho em anunciar o primeiro carregamento de suínos destinados a reprodução para a China saindo da França. Depois de diversas exportações dos EUA nos últimos anos, é aberta agora uma segunda rota para atender o mercado chinês pela Choice Genetics. Graças a nossa excelente genética e elevado status sanitário, um dos principais grupos na indústria chinesa de alimentos nos reconheceu como o parceiro certo. O carregamento saiu do aeroporto de Paris-Vartry na  quinta-feira, dia 26 de novembro. Este é o resultado do trabalho de equipe e parceiros  que permitiram a Choice atingir o sucesso nessa área, especialmente em tempos de Covid-19.

Thomas de bretagne, CEO da Choice Genetics disse, “Nosso posicionamento de marca na Choice é cuidar da vida. Cuidar da vida é cuidar das pessoas enquanto alimentamos o planeta. Esse é um passo importante que confirma a Choice Genetics como um dos principais players do mundo em genética de suínos”.

Jim Shirmer, Diretor para desenvolvimento de negócios na Ásia disse: “Estamos honrados por este carregamento de sucesso. Ser uma das principais empresas de genética de suínos no mercado chinês reconhece as vantagens dos produtos e serviços da Choice Genetics. A Choice expandiu sua capacidade de multiplicação e aplicou medidas para fornecer mais suínos para a China, sem afetar as vendas previstas para 2021”.

O ano de 2020 ainda não esta finalizado: estamos preparando outro carregamento para a China. Uma próxima carga está programada para daqui 15 dias e muitas mais durante 2021.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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