Empresas Avicultura
Cobb-Vantress recebe certificação americana do NPIP por compartimentação livre da Gripe Aviária
A designação faz da Cobb a única empresa de produção de aves a ter obtido quatro certificações, inclusive no Reino Unido, Holanda, Brasil e, agora, nos Estados Unidos.

Cobb-Vantress, Inc. / Siloam Springs, Arkansas, EUA: O Plano Nacional de Melhoramento de Aves (NPIP) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) recentemente certificou as operações americanas da Cobb-Vantress por apresentarem Compartimentos Livres da Influenza Aviária (IA), o que cooperou com a promessa da Cobb de tornar as proteínas de qualidade acessíveis em todo o mundo. As instalações de linha pura da empresa, incluindo granjas de pedigree e bisavós, as fábricas de rações e os incubatórios, foram certificadas após uma intensa auditoria do USDA/NPIP que confirmou que todas as práticas de gestão de biosseguridade e planteis atendiam aos requisitos do programa. Este foi um processo complexo que levou mais de dois anos de planejamento, preparação e auditoria para ser concluído. A designação faz da Cobb a única empresa de produção de aves a ter obtido quatro certificações, inclusive no Reino Unido, Holanda, Brasil e, agora, nos Estados Unidos.
“Nossos clientes passaram a confiar na segurança do que fornecemos e essa certificação adiciona outro nível de garantia aos produtos livres de IA”, disse Kyle Traeger, Gerente mundial de Garantia de Qualidade da Cobb-Vantress. “A gripe aviária é uma das maiores ameaças ao comércio internacional e uma certificação de compartimentação ajuda a garantir que eventuais interrupções futuras na cadeia de suprimentos sejam limitadas. É apenas mais uma maneira de oferecer aos nossos clientes a confiabilidade que eles esperam da Cobb”.
A compartimentação foi introduzida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2002 e foi adotada pelo PNPI em 2006. O PNPI desenvolveu diretrizes de manejo em 2014 para fornecer aos parceiros comerciais internacionais confiança no status de saúde do plantel de reprodução importado. As empresas com esta certificação são reconhecidas por operarem em níveis elevados e excederem os padrões básicos. “Uma biosseguridade rigorosa, o manejo habilidoso do plantel e o monitoramento frequente de sua saúde ajudam as instalações a permanecerem isentas de doenças, no caso de uma doença de IA notificável no país, facilitando no alívio das barreiras comerciais”, disse Melissa Phillips, Auditora da Garantia de Qualidade da Cobb e Coordenadora de NPIP.
Antes desse conceito, países e empresas usavam uma abordagem de regionalização, estabelecendo zonas geográficas livres de IA para atender aos requisitos dos países importadores. Agora, com a compartimentação, o país importador pode avaliar o risco com base em práticas de gestão e programas de biosseguridade de instalações de produção segregada, em vez de limites estritamente geográficos. Nos EUA, isso é administrado pelo Programa Nacional de Planos de Melhoria da Avicultura por meio do Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal do USDA.
“A biosseguridade excepcional é um componente crítico para a capacidade da Cobb de distribuir frangos para mais de 120 países em todo o mundo”, disse Joshua Teague, Especialista em Garantia de Qualidade da Cobb. “Tudo o que fazemos é movido pela integridade e inovação; por isso, estabelecemos protocolos que excedem os padrões rigorosos do USDA, de modo que as autoridades importadoras possuam um alto grau de confiança em nossos produtos, que estão avançando rumo ao futuro”.
Em uma cerimônia realizada esta semana na sede global da empresa, em Siloam Springs, Arkansas, o Dr. Gene Shepherd, Diretor-administrativo de Garantia de Qualidade e Serviços Veterinários da Cobb, expressou gratidão e apreço a todos os membros da equipe pelo trabalho árduo e dedicação necessários para alcançar esta certificação. Os convidados incluíam dignitários do USDA/NPIP, equipe de liderança executiva da Cobb, equipes de garantia de qualidade e serviços veterinários e outros colaboradores do projeto.

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África do Sul recebe 1º lote de vacinas da Biogénesis Bagó para ajudar a conter emergência sanitária pelo surto de febre aftosa
Primeiro carregamento, composto por um milhão de vacinas de alta potência contra as cepas SAT 1 e SAT 2, chegou ao aeroporto de Joanesburgo no último sábado, 21 de fevereiro; empresa argentina confirmou que fará novos carregamentos nos próximos meses.

A Biogénesis Bagó entregou o primeiro lote de um milhão de doses de vacina ao Ministério da Agricultura da África do Sul para ajudar a conter a emergência local causada pelo surto de febre aftosa. Esta entrega faz parte de um acordo que inclui novas exportações nos próximos meses a partir da fábrica da empresa em Garín, província de Buenos Aires, na Argentina.
“Na Biogénesis Bagó, temos uma longa trajetória internacional de resposta a emergências sanitárias de febre aftosa, tanto em países da América Latina quanto na Ásia e no Oriente Médio. Estamos comprometidos em apoiar as autoridades sul-africanas e os produtores locais na recuperação do status de país livre da febre aftosa”, afirma o Diretor de Operações e Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni.
A África do Sul, com um rebanho bovino de 14 milhões de cabeças, enfrenta uma emergência sanitária que está causando perdas significativas para os produtores, com forte impacto na economia local e nas exportações. Com o objetivo de recuperar o status de país livre da febre aftosa, este primeiro carregamento faz parte do plano nacional sul-africano para conter e erradicar a doença em dez anos. Dessa forma, a Biogénesis Bagó consolida sua liderança no combate às emergências sanitárias da febre aftosa em todo o mundo. Atualmente, é a maior produtora de vacinas contra os sete sorotipos circulantes globalmente e a única empresa capaz de fornecer tanto o produto acabado quanto reservas de antígenos para formulação e uso em emergências.
A empresa argentina de biotecnologia desempenhou um papel fundamental no enfrentamento das emergências sanitárias causadas pelos surtos de febre aftosa em Taiwan (1997), Argentina (2001), Uruguai (2002), Coreia do Sul (2016), Indonésia (2022) e outros países da Ásia e do Oriente Médio. “Por trás desse primeiro lote, estão 70 anos de experiência, inovação e desenvolvimento que permitem à empresa contribuir para a proteção da saúde de mais de 1,1 bilhão de animais em 30 países em 4 continentes. Isso a torna uma parceira essencial nas estratégias de controle e erradicação da febre aftosa, e a empresa continuará trabalhando, investindo e inovando para manter o status da saúde animal global”, reforça Rodolfo Bellinzoni.
Banco de antígenos no Brasil
No final de 2025, a Biogénesis Bagó se tornou a detentora do banco de antígenos e vacinas contra febre aftosa para o Brasil, um estoque estratégico de insumos para a formulação rápida de vacinas em eventuais casos de surto localizado da doença no país, fruto de um acordo de cooperação tecnológica com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e com o governo federal brasileiro.
“A atuação da Biogénesis Bagó na África do Sul tem uma relevância estratégica para o Brasil. Vivemos um momento histórico, em que o país avança na consolidação do status sanitário sem vacinação contra a febre aftosa, o que exige vigilância permanente, capacidade de resposta rápida e integração com as iniciativas globais de controle da doença. Ao contribuir para conter um surto em um país com forte inserção no comércio internacional de proteína animal, ajudamos a reduzir riscos sanitários globais e a proteger mercados que também são estratégicos para o Brasil. A febre aftosa não respeita fronteiras — por isso, cada foco controlado no mundo representa mais segurança para todos os países produtores e exportadores”, destaca o Country Manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman.
“Além disso, a experiência acumulada pela Biogénesis Bagó em emergências internacionais fortalece a nossa própria estrutura regional, inclusive no Brasil, onde mantemos o banco estratégico de antígenos e vacinas. Isso amplia a capacidade de reação diante de qualquer eventualidade e reforça a confiança dos produtores e das autoridades brasileiras de que contamos com parceiros preparados, tecnologia de ponta e logística ágil para preservar o patrimônio sanitário nacional”, complementa o executivo.
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MOVING FLOOR traz ao Brasil tecnologia inovadora de baias autolimpante, sem uso de água e sem antibióticos para suínos
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

A MOVING FLOOR, empresa sueca reconhecida mundialmente por seus sistemas patenteados de pisos autolimpantes para suinocultura, anuncia sua entrada oficial no mercado brasileiro. A tecnologia, que elimina a necessidade de água na limpeza e reduz significativamente o uso de antibióticos, representa um grande avanço em bem-estar animal, sustentabilidade e biossegurança para a indústria suinícola.
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.
O evento contará com a participação de presidentes e diretores das principais cooperativas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, executivos de grandes empresas, líderes de opinião da Embrapa Suínos e Aves, UFV, Iowa State University e de associações do setor e mídias especializada.
Um Novo Padrão Tecnológico para a Produção de Suínos
O sistema da MOVING FLOOR automatiza a limpeza das baias de suínos por meio de um piso mecânico patenteado que remove os dejetos continuamente, sem o uso de água, reduzindo as emissões de amônia, melhorando a higiene e criando um ambiente mais saudável para os animais e trabalhadores.
“O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e acreditamos que esta tecnologia pode contribuir significativamente para as metas de sustentabilidade do setor”, disse Antonio Lot, representante da MOVING FLOOR.
Uma Parceria Estratégica com a PUC – Paraná
O primeiro showroom brasileiro foi instalado na PUC – PR, onde produtores, pesquisadores e líderes da indústria poderão ver o sistema em operação e avaliar seu potencial de adoção em granjas comerciais.
Empresas Ambiente estratégico
Vaxxinova marca presença na Abraves PR e reforça compromisso com a evolução da suinocultura
Participação no evento destaca proximidade com o setor, troca técnica e soluções recentes voltadas à sanidade dos plantéis

A Vaxxinova participa, nos dias 11 e 12 de março, da Abraves PR, um dos principais encontros técnicos da suinocultura paranaense. A presença da equipe de suínos no evento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor, por meio do diálogo técnico, da proximidade com os profissionais da cadeia produtiva e do acompanhamento das principais discussões relacionadas à sanidade da atividade.
“A Abraves PR é um ambiente estratégico para troca de conhecimento e atualização técnica. Estar presente nos permite acompanhar de perto as demandas do setor e fortalecer nossa atuação como parceiros da suinocultura brasileira”, afirma Rogério Petri, gerente da área de Suínos da Vaxxinova Brasil.
Durante o evento, a equipe da Vaxxinova estará em contato direto com médicos veterinários, produtores, consultores e demais profissionais, acompanhando a programação técnica relacionadas à sanidade, manejo e produtividade dos plantéis.
“Nosso foco é entender profundamente os desafios enfrentados no campo e oferecer soluções cada vez mais alinhadas à realidade da produção. A participação em eventos regionais como a Abraves PR é fundamental para essa construção conjunta com o setor”, destaca Mayara Tamanini, coordenadora técnica e de marketing da Vaxxinova.
A presença da empresa na Abraves PR ocorre em um momento importante da sua trajetória na suinocultura, marcado por lançamentos recentes e pela ampliação do portfólio de soluções voltadas à saúde animal. Entre os avanços, destacam-se investimentos em inovação, fortalecimento do suporte técnico e a ampliação da capacidade produtiva de vacinas autógenas, iniciativas que reforçam a proposta de oferecer respostas mais rápidas, precisas e personalizadas aos desafios sanitários dos sistemas produtivos.
“Acreditamos que a evolução da suinocultura passa por informação qualificada, diagnóstico preciso e decisões estratégicas baseadas em ciência. Nossa atuação tem sido direcionada exatamente para apoiar o produtor nesse processo”, complementa Rogério Petri.
A Abraves PR reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, consolidando-se como um espaço relevante para atualização técnica, networking e discussão de tendências que impactam o futuro da suinocultura no Paraná e no Brasil.



