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Cobb-Vantress premia empresas com melhores resultados na região Sudeste

Eventos ocorreram nos dias 19 e 21 de novembro e homenagearam a Granja Alvorada e a Ad’oro

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- Foto: Assessoria

A Cobb-Vantress, especializada no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em serviços técnicos para o setor avícola, apresentou, nos dias 19 e 21 de novembro, as vencedoras da premiação Melhores Lotes Regionais 2017 Sudeste. Os eventos, que homenageiam os clientes com as melhores performances com o produto da companhia, foram realizados em Itapetininga e em São Carlos.

A Granja Alvorada recebeu o prêmio, no dia 19 de novembro, pela maior produção de ovos totais por fêmea de 2017, totalizando 202,27 ovos produzidos no lote 259. A premiação foi realizada em um jantar para a diretoria e líderes da empresa, na Cantina Castellammare, em Itapetininga.

Já a empresa Ad’oro foi a vencedora na categoria índice de eclosão, registrando 162,37 pintos por fêmea no lote de número 8. A premiação ocorreu, no dia 21 de novembro, no restaurante Cabanha Steak House, em São Carlos.

As placas que homenageiam as empresas pelos resultados foram entregues pelo Gerente Regional da Cobb para a região Sudeste, André Murcio. Os eventos também contaram com a presença dos Gerentes Comerciais da Cobb Paulo Magro e Oscar Toneto.

Segundo Murcio, as duas empresas são grandes parceiras da Cobb e, ano após ano, têm se destacado no mercado com ótimos resultados. “Conhecemos o potencial de todas as empresas que fazem parte do rol de clientes da Cobb e poder premiar os melhores resultados reflete no investimento contínuo na qualidade das aves produzidas”, comentou.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Safra 2019/2020

Colheita de milho 2ª safra alcança 35%, diz Arc

Em relação ao levantamento da semana passada, o avanço foi de dez pontos percentuais

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A colheita de milho segunda safra 2019/20 no Brasil alcançou 34,9% da área plantada, abaixo dos 49% registrados no mesmo período do ciclo anterior, mas acima dos 30,9% da média histórica, disse a consultoria Arc Mercosul na sexta-feira (10).

Em relação ao levantamento da semana passada, o avanço foi de dez pontos percentuais, com as chuvas prejudicando os trabalhos no Paraná, um dos principais produtores da cultura.

“As chuvas têm sido bem prejudiciais para os produtores do Sul do país (Paraná e Santa Catarina). As chuvas pesadas dificultaram bastante a colheita no sudoeste e centro do Paraná nestes últimos sete dias, pelo menos”, disse à Reuters o diretor da Arc, Matheus Pereira.

Com estas adversidades, a colheita da “safrinha” no Paraná alcançou 14% da área estimada.

Fonte: Reuters
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Notícias Coronavírus

Lobby da carne no Paraná resiste a regras de distanciamento em frigoríficos, mostra ofício

Lobby da carne argumenta que o distanciamento mínimo de 1,5 metro reduziria a produção nas fábricas em cerca de 43%

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Representantes da indústria de processamento de carne pediram ao governo do Paraná, o maior Estado produtor e exportador de frango do Brasil, que reconsidere as regras locais destinadas a aumentar o espaçamento entre os trabalhadores em frigoríficos durante a pandemia de Covid-19, de acordo com um ofício visto pela Reuters.

O lobby da carne argumenta que o distanciamento mínimo de 1,5 metro exigido pela Resolução 855, publicada em 1o de julho no Paraná, reduziria a produção nas fábricas em cerca de 43%, de acordo com o ofício de 2 de julho assinado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Sistema Ocepar e o Sindiavipar. A distância média dos trabalhadores nas unidades de produção de suínos e aves é de 0,85 centímetros, segundo o ofício.

A portaria federal 19, que vigora desde junho e trata da operação de abatedouros brasileiros em meio à pandemia, deveria prevalecer sobre as normas estaduais, disse o ofício dos representantes da indústria. Mas as regras federais exigem apenas um metro de distanciamento físico nas fábricas, o que o Ministério Público do Trabalho em três Estados da Região Sul disseram à Reuters ser insuficiente. Segundo a indústria, um metro de distanciamento entre os trabalhadores já representaria uma queda de cerca de 18% na produção de carnes.

Respondendo à manifestação das empresas, a chefe da Procuradoria do Trabalho no Paraná, Margaret de Carvalho, solicitou “uma reunião em caráter de urgência” com o governador paranaense na quinta-feira (09), de acordo com outro ofício visto pela Reuters.

A procuradora-chefe defende a aplicação continuada das regras locais, à medida que os frigoríficos se transformaram em centros de contaminação do novo coronavírus. “Na atividade frigorífica existem atualmente 16 plantas que estiveram ou estão em surto, sendo que 6 já possuem mais de uma centena de casos confirmados”, diz o ofício da procuradoria, emitido na quinta-feira.

Em comunicado na sexta-feira (10), a ABPA, que representa gigantes do setor como a BRF SA a JBS SA, reiterou a posição expressa no ofício de 2 de julho. “Embora existam diferentes pontos de vista, a harmonização das normas garantirá a segurança jurídica a quem produz, assim como possibilitará a manutenção dos trabalhos com o propósito de proteger a saúde do colaborador e não permitir que falte alimentos para a população brasileira.”

Santa Catarina, o maior Estado produtor de carne suína do Brasil, também ponderou revogar suas próprias regras, mais rígidas que as federais, para a operação de abatedouros durante a pandemia, o que atraiu crítica dos procuradores do trabalho no estado.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Preços do boi gordo batem em “teto” e param de subir

Preços do boi gordo ficaram acomodados na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil

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Divulgação/AENPr

Os preços do boi gordo ficaram acomodados na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil. “Parece que os preços encontraram um limite para seu movimento de alta. As negociações ainda acontecem a partir de R$ 225 por arroba à vista para animais destinados ao mercado chinês em São Paulo, enquanto para animais destinados ao mercado doméstico, a indicação de comprador permanece posicionada a R$ 220 por arroba, a prazo”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a China permanece bastante ativa nas importações. “O problema é a demanda doméstica de carne bovina, ainda enfraquecida por conta da pandemia”, assinalou. O relaxamento das medidas de distanciamento social não é suficiente para fazer os níveis voltarem aos níveis pré-crise. De qualquer maneira, a oferta de animais prontos para o abate permanece restrita, configurando outro ponto de sustentação aos preços do boi.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 09 de julho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 218 a arroba, estáveis.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 211 a arroba, inalterados.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 214 a arroba, estáveis.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 212 a arroba, inalterados.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 200 a arroba, inalterados.

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 71,370 milhões em junho (3 dias úteis), com média diária de US$ 23,790 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 17,728 mil toneladas, com média diária de 5,509 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.025,70.

Na comparação com julho de 2019, houve ganho de 3,13% no valor médio diário, alta de 2,05% na quantidade média diária e avanço de 1,06% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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