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Cobb-Vantress possui laboratório próprio para controle interno de qualidade

Unidade é especializada no diagnóstico de enfermidades e contaminações

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A Cobb-Vantress, líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola, possui, em Guapiaçu (SP), um laboratório próprio para análise de produtos, ambientes e materiais da empresa. Localizado ao lado da sede administrativa, o Laboratório de Qualidade é altamente especializado no diagnóstico de enfermidades e contaminações e suas análises são fundamentais para avaliar a saúde das aves, dos ambientes e instalações da companhia, além dos lotes enviados ao cliente.

Embora não seja um órgão oficial, por ser mantido pela Cobb, a unidade possui números e estrutura comparáveis a instituições credenciadas. Com capacidade para cerca de 600 análises diárias de Salmonella, a unidade recebe amostras de sangue, suabe de equipamentos e ambientes, ração, maravalha, vacinas etc. O principal foco do trabalho é confirmar se os materiais coletados possuem contaminação por Salmonella, Mycoplasma, Pseudomonas, vírus laringotraqueíte e outras bactérias, como Streptococcus, Staphlycoccus, E. coli, entre outras.

Todas as amostras que chegam ao Laboratório passam por cadastramento, cada uma ganhando um código de barras, e entram em análise. Inicialmente, são depositadas em um meio de cultura, um material preparado para proporcionar a proliferação de possíveis bactérias presentes nessas amostras. Após 24h, a amostra passa para um segundo meio de cultura, onde permanece por mais 24h. Ao terceiro dia, a amostra é analisada pela qPCR, máquina que realiza a leitura de DNA das amostras. Caso  não possua registros de enfermidades, a amostra é liberada. Caso haja dúvidas ou resultados positivos, outros testes são realizados pelo laboratório para confirmar ou descartar as contaminações.

Embora menos de 1% do total de amostras confirmem contaminações, a unidade possui expertise para detectar qualquer um dos mais de dois mil e seiscentos tipos de Salmonella catalogadas mundialmente. Em caso de confirmação e identificação, o Laboratório é responsável por emitir um alerta para a área  de Qualidade, que aciona a área de Produção, para que as medidas cabíveis sejam tomadas para corrigir os problemas detectados. Todos os resultados são reportados à unidade solicitante do teste e incluídos no programa QAS, que reúne resultados de análises feitos por unidades Cobb em todo o mundo.

O Laboratório também realiza testes de Elisa, que identificam, através do soro do sangue das aves, se a imunidade detectada foi adquirida por vacina ou pelo contato com enfermidades, isto é, se a ave está protegida ou se ela apresenta alguma doença.

Fundado em 2008, o Laboratório de Qualidade possui dez funcionários, que atuam em rodízio de funções, a cada três meses, para que todos estejam preparados para trabalhar em cada área da unidade. 

Fonte: Ass. de Imprensa

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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