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Cobb-Vantress elege uniformidade de machos reprodutores entre pontos essenciais de manejo

Diretor da Cobb-Vantress, Luciano Keske, destaca peito em formato de V e escore de 2,5 a 3,0, além de uniformidade para ter melhor resultado

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Fotos: Assessoria

Entregar um macho reprodutor com o peito em formato de V e escore de 2,5 a 3,0 é um dos desafios mais importantes do manejo de machos. E uniformidade é o caminho para atingir este objetivo, afirmou o diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na região do Pacto Andino, Luciano Keske, durante a palestra Pontos essenciais no manejo de machos, realizada em sala paralela da Cobb no 14º Simpósio Técnico Acav, em Florianópolis, Santa Catarina. “Uniformidade é a palavra mágica. Os melhores resultados que tivemos vieram de um bom arranque de uniformidade”.

O especialista alertou para a importância de cuidar da quantidade de alimento dessas aves, de controlar o ganho de peso na recria, manter estímulos para machos grandes na 12ª semana, além de atenção com manejos como fleshing e trabalhar para ter uma boa uniformidade. Para Keske, o momento mais desafiador na condução do lote é o período entre a 13ª e a 20ª semana. “A puberdade é a fase que exige mais cuidados e é onde os erros são mais frequentes”.

De acordo com ele, nesta fase o criador deve trabalhar com avaliação de peito. “É importante sempre pegar o macho para ver como está o peito. Devemos trabalhar com escore de 2,5 a 3,0. Este é o objetivo”, salientou o especialista lembrando ainda que uma boa recepção é um dos pontos que podem impactar o desenvolvimento destes animais. “As aves devem estar bem distribuídas, não podem estar amontoadas. É importante ter um programa de abertura de cercado. Errar na recepção, que é o início, vai influenciar negativamente os resultados porque é aqui que está o nosso arranque”, disse alertando ainda para o estresse das aves na fase de formação testicular. “Estresse entre a 13ª e a 28ª semanas pode causar um completo apagão na função reprodutora”.

Keske também apontou pontos importantes na fase de produção. “Temos de estar atentos para ver se o macho não está roubando alimento da fêmea. Também é importante ajustar o espaço de comedouro conforme a idade, ajustar a altura do comedouro, a distribuição de ração, o controle de peso para não haver ganho exagerado e ter controle de peito”.

Oito semanas

Para as primeiras oito semanas, ele destacou, entre os pontos críticos, assegurar um bom desenvolvimento de ganho de peso aos sete dias, realizar a primeira seleção aos sete dias, separando as aves por voracidade e o objetivo de atingir 690 gramas na quarta semana. “Este peso não pode passar de 720, 740 gramas. E também é importante eliminar machos com peso inferior a 20%”.

12 a 16 semanas

Entre a 12ª e a 16ª semanas, o produtor deve ajustar a curva de peso para recuperar a condição corporal dos machos pequenos, acelerar o consumo de ração e observar ganhos de três a quatro gramas por semana a partir da 12ª semana. Além disso, ele destacou a importância do desenvolvimento testicular, de manter estímulos para machos grandes e ter controle de peito entre 2,5 e 3,0 de escore. Já entre as semanas 20 e 24, a busca deve ser atingir uniformidades acima de 93%.

Produção

Controle de peso, alimentação, uniformidade e controle de conformação do macho foram apontados entre os erros mais frequentes na fase de produção. “O principal problema é que os machos se alimentam no período da manhã, quando o produtor não está observando. Aí, o macho rouba ração da fêmea e não é observado. Temos de estar atentos aos pequenos detalhes e entender que o macho que veio da recria só vai piorar na produção, ele não melhora nesta fase. A distribuição de alimento no comedouro passa despercebida, por isso é importante sempre observar se a distribuição de alimento está correta e se o espaço de comedouro para os machos também”.

Spiking e intra-spiking

A partir da 40ª semana há uma redução natural da libido dos animais, por isso é necessário manter esse macho ativo baseado em quilos calorias por quilos de peso vivo. Entre as técnicas eficazes, Keske destaca a intra-spiking e spiking. “Colocar pelo menos 20% de macho novo no galpão. Caso contrário, o mais velho vai dominar o mais novo. O macho spiking deve ter pelo menos 25 semanas e peso mínimo de 4,1 quilos”. A intra-spiking pode ser realizada a cada quatro semanas. “Fazemos uma seleção para separar o macho. Colocamos os machos médios com médios, os leves com os leves e tiramos os machos mais pesados”.

Fonte: Assessoria

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

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A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.

MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia

Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.

Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.

Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores

Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).

“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).

Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS)

 

 

Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.

 

A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”

Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC,

Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV

Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.

A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.

O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena

Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.

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Fotos: Divulgação

A Master Agroindustrial S.A., empresa brasileira do setor de carne suína, concluiu a aquisição de 38% das ações do Grupo Coexca S.A., do Chile. A operação envolve a compra de participações de diferentes sócios, entre eles o fundo de investimento dinamarquês Impact Fund Denmark (IFU).

Com o negócio, as duas companhias passam a estruturar uma parceria voltada à geração de sinergias nas áreas produtiva, industrial, comercial e de inovação. A transação marca a entrada mais forte da Master no mercado internacional, ampliando sua atuação para além do Brasil.

De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.

A Master atua no mercado brasileiro de proteína suína com a marca Sulita. A empresa registra faturamento anual de US$ 250 milhões, conta com mais de 2.000 funcionários, 350 produtores integrados e produção superior a 100 mil toneladas de carne por ano. São 42 mil matrizes reprodutoras e cerca de 1,2 milhão de suínos produzidos anualmente, sendo 70% destinados ao processamento e 30% comercializados vivos. A companhia projeta dobrar o faturamento até 2030.

O CEO da Coexca S.A., Guillermo García, destacou que a entrada da Master na empresa abre uma nova etapa de crescimento, apoiada na experiência do grupo brasileiro e do Grupo Vall Companys.

Com sede na região do Maule, no Chile, a Coexca atua na produção e exportação de carne suína em modelo verticalizado. A empresa registra vendas de US$ 165 milhões, exporta para mais de 30 mercados e gera mais de 1.000 empregos. Possui 14 mil matrizes e abate mais de 470 mil suínos por ano, com volume superior a 56 mil toneladas de carne processada.

O responsável internacional do Grupo Vall Companys, Tomás Blasco, afirmou que a parceria deve reforçar a presença do grupo no mercado latino-americano. O conglomerado espanhol, com sede em Lleida, atua em cadeia produtiva integrada e registra faturamento superior a 4 bilhões de euros, com mais de 15 mil funcionários.

Fonte: Assessoria
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness

Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

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Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

Granja Canal, de Itá (SC), também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)

O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.

Evolução e reconhecimento

O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.

A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.

“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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