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Cobb-Vantress detém a liderança no mercado de aves do Equador
Empresa possui negócios com mais de 90% das empresas do setor no país e apresenta as melhores orientações para criação e produção de aves
Com negócios em expansão na América do Sul, a Cobb-Vantress, líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola, é responsável pelo material genético utilizado por mais de 90% do mercado de aves do Equador. Cerca de 95,5% dos clientes do país trabalham com as reprodutoras Cobb Slow e 4,5% possuem a genética Cobb Fast. Ambas fazem parte do produto Cobb500, o mais importante e mais comercilizado do mundo.
Sob o comando do gerente técnico-comercial Luis Bellido Taber, a Cobb realiza um trabalho estratégico em todos os países do Pacto Andino. “Estou na Cobb desde que a empresa tinha uma participação de 4% no mercado equatoriano e contrato com apenas uma empresa, há 15 anos. Hoje posso dizer que o Equador, assim como todos os países latinos, aprendeu rapidamente a avaliar o custo como item principal do negócio e que os índices de produção são importantes, mas não decisivos para o mercado”, disse Taber.
O gerente aponta algumas características avaliadas pelos clientes que optam por trabalhar com os produtos Cobb. “Temos a melhor rentabilidade final por custo, devido a maior quantidade de frangos que podem ser comercializados no mercado. Além disso, a Cobb possui a melhor viabilidade para criação das reprodutoras, o que gera grandes resultados para as empresas. Isso é extremamente importante, visto que o Equador é um país com muitos desafios sanitários e esse item pode prejudicar de forma direta uma empresa”, explica.
Outro ponto relevante é a orientação da Cobb para que os clientes trabalhem com programas de vacinação de matrizes. “Precisamos superar os desafios de biosseguridade do país e para isso não basta apenas termos reprodutoras superimunizadas, precisamos também preparar todos os lotes para que, caso sejam infectados, não contaminem todo o plantel”, comenta o gerente.
O ganho com nutrição também é um tema apontado por Taber como um dos mais importantes para a região do Pacto Andino. Segundo ele, a Cobb consegue diferenciar-se dos concorrentes na economia com a alimentação das aves, já que o produto é desenvolvido com o objetivo de consumir menor quantidade de ração para gerar a mesma quantidade de carne. “Em um país com custos de produção tão elevados, como os registrados no Equador, apresentar uma redução de US$ 14 a 16 em cada tonelada de ração é um diferencial”, afirma o gerente.
Pacto Andino
A equipe da Cobb para o Pacto Andino é composta também pelo assistente técnico e comercial José Quintero, responsável pelos mercados do Equador e Venezuela, Rodolfo Solano, responsável técnico-comercial para o Peru e Bolívia, e Luciano Keske, responsável técnico para a Colômbia. As ações são reportadas para a unidade da Cobb no Brasil, representada pelo diretor-executivo para América do Sul, Jairo Arenazio.
Os trabalhos realizados na região ainda recebem apoio do diretor da Assistência Técnica, Bernardo Gallo, do diretor de Negócios, Fausto Ferraz e do diretor de Operações, Gustavo Wassermann.
“Outra área que fez diferença no avanço da Cobb, principalmente no Equador, foi o Marketing. Em 2015, participamos do Congresso Latinoamericano, em Guaiaquil, e tivemos um dos estandes mais concorridos do evento. Inclusive, o coquetel promovido pela empresa ficou conhecido pelos clientes como ‘A Grande Festa Cobb’ e marcou história no Equador”, comenta o gerente técnico-comercial Luis Bellido Taber.
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
