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Cobb-Vantress conclui etapa de obras e reinaugura laboratório referência na avicultura brasileira com o dobro de capacidade

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A Cobb-Vantress Brasil, líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola, finalizou no mês de dezembro as obras de ampliação do Laboratório de Controle de Qualidade, unidade interna que atende exclusivamente a filial brasileira. A reforma permitiu a ampliação dos espaços destinados à realização de testes, com metodologia inovadora no Brasil, e dobrou a capacidade de análises, que passou de 15 mil para 30 mil ao mês.
“Com a ampliação, podemos obter maior organização do espaço, o que garante ainda maior inocuidade das amostras, que são tratadas com mais segurança. Também poderemos otimizar a classificação de nosso banco de dados, aumentando a capacidade de armazenamento de informações para até cinco anos”, explica Márcio Gereti, coordenador de laboratório da Cobb-Vantress.
Localizado no município de Guapiaçu, o laboratório foi inaugurado em 2008 e teve este ano sua primeira ampliação. A unidade é responsável por avaliar o nível de biosseguridade das granjas, incubatórios e fábrica de rações, por meio de inúmeros ensaios nas aves alojadas e outros insumos, para comprovação da sanidade avícola antes da comercialização. 
O laboratório é considerado referência no setor, tanto pela qualidade dos testes que realiza, quanto pela variedade de seu portfólio. Além das técnicas sorológicas, as análises passam por testes de microbiologia e por biologia molecular, duas técnicas diferentes e que, quando usadas de forma complementar, garantem maior confiabilidade e agilidade nos resultados. “Com a junção das duas técnicas temos um resultado final em até três dias, dois dias a menos que os laboratórios tradicionais. Embora sejam apenas dois dias, essa redução no tempo de espera pelo resultado é essencial para a realização de qualquer tipo de intervenção, se necessário, e confere maior controle à logística”, explica Gereti.
Constantemente, a equipe dedicada ao laboratório participa de eventos e realiza treinamentos de atualização, a fim de garantir o emprego de novas tecnologias e melhorias na unidade. Reuniões mensais entre todos os laboratórios da Cobb, localizados no Arkansas, nos Estados Unidos, e na região de Colchester, na Inglaterra, também ajudam na troca de informações, técnicas e melhorias para toda a equipe no desenvolvimento e aperfeiçoamento da rotina laboratorial.
O laboratório também recebeu equipamentos modernos, como um novo aparelho de lavagem de testes Elisa e uma preparadora de meios de cultura, para composição dos insumos de microbiologia. Também foram adquiridos novas estufas e cabines de segurança biológica. 
“O objetivo da obra é garantir que o laboratório seja cada vez mais moderno e capaz de gerar todo suporte necessário às unidades da Cobb, reconhecida por sua liderança no setor. Como uma empresa que zela pela biosseguridade e que é a ponta da cadeia avícola, temos o dever de garantir, por meio de testes e análises, que nossos produtos são extremamente saudáveis e de qualidade”, conclui Gereti. 
Sobre a Cobb-Vantress Brasil – Desde 1916 em atividade e com sede na cidade de Siloam Springs, Arkansas, Estados Unidos, a Cobb-Vantress está presente há 17 anos no Brasil. Mais antiga companhia de genética avícola do mundo, é líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola. A sede brasileira esta localizada na cidade de Guapiaçu, no interior do estado de São Paulo, e conta com aproximadamente 620 colaboradores. 

Fonte: Ass. Imprensa da Cobb

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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