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Cobb-Vantress aposta em logística eficaz e planejamento de longo prazo para o transporte de matrizes
O transporte de cargas vivas é uma atividade que merece extrema atenção mesmo de empresas especializadas. Porém, quanto o produto que é conduzido comporta material genético de alta qualidade, com a necessidade de comprovação de resultados no cliente, a responsabilidade pelo transporte é ainda maior. Líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola, a Cobb-Vantress apresenta a logística desenvolvida para garantir que o transporte mantenha a saúde e o bem-estar dos animais.
A responsabilidade é muito grande. Não se trata apenas de entregar do ponto A ao B, mas de fazê-lo no menor tempo possível e mantendo a mesma qualidade com que o produto sai de nossos incubatórios. Atendemos clientes no Brasil e na América do Sul e os processos podem durar entre três e 48 horas, explica Oscar Toneto, gerente comercial da Cobb-Vantress.
A Cobb possui caminhões e furgões modernos e climatizados para o transporte de aves, com tempo de uso entre um e três anos. As variáveis externas são o principal ponto de atenção no planejamento e execução do transporte de aves. Aspectos como qualidade das estradas, temperaturas externas (muito elevadas ou muito baixas) e riscos sanitários ao longo percurso são preocupantes e devem ser antecipados pela equipe encarregada pelo transporte. Os caminhões utilizados devem ser modernos e já apropriados para o transporte, com equipamentos para controle de temperatura interna, umidade, oxigenação, ventilação e exaustão de ar, explica Toneto.
A capacidade ideal de transporte em um único caminhão fica em torno de 30 mil aves, acomodadas em 300 caixas. O risco de mortalidade no transporte dos animais existe, mas trabalhamos de forma a minimizar todos os efeitos externos, para garantir a vida e o bem-estar animal, conclui o gerente.
No entanto, segundo Toneto, um fator chave para o sucesso da condução dos animais é o motorista. Neste momento, ele é a pessoa mais importante da empresa, pois um simples erro ou desatenção pode comprometer o todo o nosso trabalho, explica.
Segundo o gerente, os motoristas passam por constantes treinamentos de atualização de conhecimentos com o objetivo de reforçar a importância de sua função, sua responsabilidade e a atitude necessária para o sucesso no transporte. Todos os profissionais e os equipamentos utilizados no transporte respeitam o vazio sanitário mínimo de seis horas, iniciado após a lavagem e desinfecção dos caminhões.
Atualmente, o transporte de aves pode ser planejado com até um mês de antecedência do embarque, em casos de vendas de curto prazo. Porém, em caso de vendas futuras, pode ser programado até um ano antes. Com as vendas definida, o planejamento de transporte tem início com a identificação da carga, com número e tipo de ave, destino e caminhão, para a elaboração de uma escala geral de viagens.
Na data programada, o carregamento é realizado no incubatório pelos motoristas, a partir das informações constantes no Plano de Trabalho, um documento que contém todas as informações sobre a carga e a partida, além de dados sobre número total de aves, número de animais por caixa, vacinas já administradas, horário de carregamento e expedição. Após concluído o carregamento, o baú é lacrado e apenas pode ser aberto pelo cliente, no ato do recebimento.
Todo o processo de transporte é monitorado com o objetivo de fornecer, em tempo real, a localização do caminhão, a velocidade do tráfego, a temperatura externa e interna, para fins de acompanhamento da trajetória e qualidade da entrega.
Sobre a Cobb-Vantress Brasil – Desde 1916 em atividade e com sede na cidade de Siloam Springs, Arkansas, Estados Unidos, a Cobb-Vantress está presente há 17 anos no Brasil. Mais antiga companhia de genética avícola do mundo, é líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola. A sede brasileira esta localizada na cidade de Guapiaçu, no interior do estado de São Paulo, e conta com aproximadamente 620 colaboradores.
Fonte: Ass. Impr. da Cobb

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.
