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Cobb-Vantress anuncia mudanças no time de Serviço Técnico, Vendas e Marketing para região LatCan
Companhia realizou movimentações que devem conferir maior eficiência ao atendimento e sustentar o crescimento esperado para o novo ano.

Para dar suporte à expansão planejada para o ano de 2025, a Cobb-Vantress, mais antiga casa genética avícola em operação no mundo, anuncia mudanças estruturais em seus times de Serviço Técnico, Vendas e Marketing, na região LatCan, que compreende toda a América Latina e o Canadá. As movimentações foram avaliadas e definidas tendo em vista os objetivos de atuação da companhia para o novo ano.
“Queremos valorizar os recursos humanos de nossa empresa, nosso capital mais importante, de forma a fortalecer nosso sólido compromisso com o crescimento da companhia e com nossos talentos. A mudança estrutural tem efeito já em janeiro e deve refletir um importante avanço em nossa trajetória, já nos próximos meses”, afirma Vitor Hugo Brandalize, diretor de Serviço Técnico e Vendas da Cobb-Vantress LatCan.
As principais mudanças na estrutura organizacional da companhia compreendem os seguintes profissionais:
Vitor Hugo Brandalize: médico veterinário e mestre em Nutrição Animal formado pela Universidade Federal do Paraná, está na Cobb há 10 anos e, desde 2023, atua como diretor do Serviço Técnico da Cobb LatCan, respondendo por toda a equipe técnica nas regiões da América Latina e Canadá. Assume também a liderança da área de Vendas para estas regiões. Com passagens importantes por empresas de referência na avicultura, dedica-se há mais de 30 anos à avicultura brasileira, tendo uma experiência única no setor. Com a liderança de Vendas, Brandalize terá como objetivo fortalecer os relacionamentos com clientes e compreender suas necessidades em relação a produtos e serviços, além de desenvolver soluções personalizadas e monitorar sua experiência.

Líder da área de Vendas no Brasil, Gustavo Triques
Gustavo Triques: médico veterinário formado pela Universidade Federal do Paraná, com passagens pelos maiores grupos da agroindústria brasileira, como BRF e JBS, tendo liderado as áreas de avós e matrizes, possui mestrado em Ciência Animal e MBA em Agronegócios, com 15 anos de experiência na avicultura. Assume a liderança da área de Vendas no Brasil, ao lado de Vitor Hugo Brandalize. Seu objetivo será prover as melhores soluções de negócios para os clientes, fortalecendo ainda mais as alianças mantidas pela companhia.

Diretor-associado de Serviço Técnico para o Brasil, Eduardo Loewen
Eduardo Loewen: médico veterinário formado pela Universidade UDESC, de Santa Catarina, e especialista em Avicultura, com mais de 20 anos de experiência no setor. Ao longo de sua carreira, atuou em grupos importantes como Perdigão, BRF, Granja Faria, Hy-Line e Ceva. Na Cobb, iniciou sua trajetória como Gerente Regional do Serviço Técnico, sendo responsável pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, contas estratégicas e o Paraguai. Foi agora nomeado diretor-associado de Serviço Técnico para o Brasil, onde passará a coordenar a equipe de Gerentes Regionais no país, ao lado de Vitor Hugo Brandalize. Seu objetivo é atuar de forma estratégica junto aos clientes, mantendo o padrão de excelência da companhia, otimizando o desempenho dos produtos e garantindo a satisfação dos clientes.

Diretor-associado de Marketing e Serviço Técnico LatCan, Cassiano Bevilaqua
Cassiano Bevilaqua: com larga experiência de mais de 25 anos na avicultura brasileira, foi gerente de Matrizes em uma das líderes de produção de ovos da América Latina, a Globoaves, com resultados que permanecem referência no setor. Médico veterinário formado pela Universidade Federal do Paraná, possui pós-graduação pela mesma instituição e MBA em Estratégias Empresariais e Marketing pela Univel, além de MBA em Marketing pela Next MBA. Lidera iniciativas da companhia nas áreas técnica e de marketing há mais de uma década, com alto padrão de excelência. Agora, assume também a liderança técnica da região, exceto Brasil, como diretor-associado de Marketing e Serviço Técnico LatCan. O objetivo da nova atuação será oferecer uma experiência completa ao cliente, do relacionamento ao serviço, contribuindo com o fortalecimento de parcerias de longo prazo e com o alcance de resultados de referência com o produto Cobb.

Paulo Magro, Gerente Sênior de Vendas Contas Chave América Latina
Paulo Magro: médico veterinário formado pela Universidade Federal de Santa Maria, possui MBA em Gestão do Agronegócio pela ESALQ/USP. Desde 2016 na Cobb, atuou de forma relevante e estratégica como Gerente de Vendas para Brasil, Pacto Andino e também como Gerente Sênior de Vendas para contas-chave da América Latina. Assume, a partir de agora, também os mercados do México e Caribe, além da liderança dos especialistas técnicos que atuam em toda a região LatCan. Com o novo foco, estará ainda mais próximo dos clientes, trazendo apoio e soluções rentáveis para seus negócios, reafirmando o compromisso da companhia em oferecer o pacote genético mais eficiente do mercado a seus parceiros estratégicos.

Diretor-associado de Vendas para a América do Sul e América Central, Luis Bellido Taber
Luis Bellido Taber: médico veterinário formado pela Universidade San Luis Gonzaga, em Ica, no Perú. Trabalhou na empresa San Fernado e iniciou na Cobb há 25 Anos, atuando como gerente de Serviço Técnico. Tem ampla experiência nas áreas técnica e de venda, atualmente é diretor-associado de Vendas para a América do Sul, e passará a atender também os clientes da América Central, com exceção de clientes do Brasil e contas-chaves.

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Elanco projeta novo ciclo de crescimento sustentável em Dia do Investidor
Empresa prevê avanço anual da receita, expansão de margem e geração de até US$ 1 bi em caixa livre entre 2026 e 2028.

A Elanco Saúde Animal (NYSE: ELAN) apresentou, em seu primeiro Dia do Investidor em cinco anos, um novo plano estratégico para impulsionar um ciclo de crescimento sustentável apoiado em três frentes: Inovação, Portfólio e Produtividade (IPP). As projeções incluem crescimento orgânico anual da receita em um dígito médio, expansão do EBITDA ajustado em um dígito alto e evolução do lucro por ação ajustado em dois dígitos baixo a partir de 2026. A companhia também prevê gerar ao menos US$ 1 bilhão em caixa livre entre 2026 e 2028, além de reduzir sua alavancagem líquida para menos de 3x em 2027.
“Estamos entrando em um novo ciclo de crescimento sustentável”, afirmou Jeff Simmons, presidente e CEO da Elanco. “Nossa estratégia está funcionando, nosso motor de inovação nunca foi tão forte e nossas equipes têm construído relações profundas com clientes ao redor do mundo. Isso reforça nossa confiança na capacidade da Elanco de liderar o futuro da saúde animal.”
Durante o evento, a empresa anunciou um pacote de investimentos para os próximos cinco anos, que inclui a ampliação das operações de P&D na sede global em Indianápolis e no OneHealth Innovation District. A expansão da planta de anticorpos monoclonais no Kansas deve acelerar a produção de novas imunoterapias. O USDA concedeu um caminho acelerado de aprovação condicional para um imunoterápico promissor que pode se tornar blockbuster em saúde pet nos próximos anos.
A Elanco projeta ainda US$ 1,1 bilhão em receita gerada por inovação em 2026, um aumento de mais de US$ 200 milhões sobre as estimativas de 2025. A nova fase do pipeline inclui oito áreas estratégicas e duas plataformas internas — anticorpos monoclonais e imunoterapia — com mais de dez projetos com potencial blockbuster. Entre cinco e seis deles podem chegar ao mercado entre 2026 e 2031, representando valor de pico estimado superior a US$ 2 bilhões.
No pilar Produtividade, a companhia prevê capturar entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões em economias no EBITDA ajustado até 2030, por meio do programa Elanco Ascend, com cerca de 30% desse valor já sendo entregue em 2026.
Elanco Brasil – no país, a Elanco segue em trajetória de crescimento, impulsionada pelos lançamentos de Zenrelia™, Elura™ e Varenzin™ em Pet Health; SuiShot Circo-ONE™ e Proteck™ em Suínos ; e pelas novas soluções para Ruminantes, Bovigam™ XTRA VACAS SECAS e Ezatect™. Outro avanço importante no último ano foi a aprovação, pelo MAPA, da indicação do Zimprova™ para redução de emissões de metano — o primeiro aditivo melhorador de desempenho para bovinos com indicações para melhora de desempenho e redução de emissões de metano.
Segundo Fernanda Hoe, diretora-geral da Elanco no Brasil, o portfólio robusto e o foco contínuo em inovação fortalecem o relacionamento com clientes. “Nosso compromisso é entregar soluções que elevem a qualidade de vida dos pets, apoiem médicos-veterinários em decisões clínicas ainda mais assertivas e fortaleçam a eficiência e a sustentabilidade dos sistemas de produção. Atuamos para gerar valor real em toda a jornada do cuidado, do tutor ao produtor, conectando inovação, ciência e responsabilidade com o futuro do setor”, afirma.
Para ler o release global na íntegra, clique aqui.
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Bem-estar animal e biosseguridade elevam a qualidade da proteína de frango e suína nas ceias de fim de ano
Boehringer Ingelheim reforça que cuidados do campo ao prato entregam alimentos mais seguros e saborosos

À medida em que as famílias se preparam para as festas de fim de ano, a qualidade das proteínas que chegam à mesa, especialmente de frango e carne suína, ganha destaque. A garantia de um alimento seguro começa muito antes da cozinha: é construída diariamente nas granjas, por meio de práticas de bem-estar animal e biosseguridade. Esses cuidados reduzem o estresse dos animais, contribuem para a saúde no campo e resultam em carnes mais saudáveis e livres de doenças para o consumidor.
A Boehringer Ingelheim reforça que a biosseguridade é um investimento contínuo na qualidade, com benefícios para toda a cadeia. Do ponto de vista prático, trata-se de manter ambientes limpos e organizados, controlar o acesso às granjas e assegurar boas condições de saúde, alimentação e manejo dos animais. Na avicultura e na suinocultura, essas rotinas ajudam a prevenir problemas e garantem um produto de alto padrão.
“A biossegurança deve ser prioridade dentro das granjas para que o alimento chegue à mesa com a maior qualidade possível, principalmente no final de ano, em que as famílias se reúnem para as festividades”, afirma Patricia Aristimunha, médica veterinária e gerente sênior de marketing de aves e suínos da Boehringer Ingelheim.
O impacto desses cuidados trazem benefícios diretos para o prato: cadeias que priorizam bem-estar e sanidade entregam proteínas com melhor textura e sabor, além de mais segurança para a família. Para que essa qualidade se mantenha em casa, a companhia recomenda atitudes simples:
. Escolher marcas com inspeção oficial e com selos que atestam a qualidade do produto
. Verificar a validade e a integridade da embalagem
. Manter o produto refrigerado
. Separar utensílios para alimentos crus e prontos
. Lavar bem as mãos e as superficies
. Evitar lavar o frango cru
“Trabalhamos lado a lado com parceiros no campo para que o consumidor receba um alimento confiável e de alto valor.”, reforça Aristimunha. “Ao escolher produtos de cadeias que adotam padrões rígidos, as famílias brasileiras poderão celebrar o fim de ano com sabor, segurança e muita paz”, finaliza.
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Trouw Nutrition destaca manejo de pasto e suplementação para elevar desempenho do gado de corte
Especialista reforça que a combinação entre forragem bem manejada e suplementação estratégica define o ganho de peso no sistema a pasto.

A pecuária brasileira segue em expansão. Entre 2004 e 2024, a produção de carne bovina cresceu mais de 25%, alcançando 11,8 milhões de toneladas equivalente carcaça (TEC). Segundo a ABIEC, o país exportou 2,89 milhões de toneladas no último ano, o que representa 32% de tudo o que produziu. Impulsionado pelo mercado internacional, o setor tem intensificado tecnologias e manejo para elevar produtividade.
Mesmo com o avanço dos confinamentos, apenas 19,86% dos abates vêm desse sistema. “O boi brasileiro continua sendo um boi de pasto. Por isso, o manejo da forragem ainda é o principal determinante do desempenho”, afirma o coordenador Técnico Beef da Trouw Nutrition, Ramon Lopes Salvatte.
A Bellman, marca da Trouw Nutrition, sustenta há décadas o conceito central dessa lógica produtiva. “Dieta é pasto mais suplemento. A forragem continua sendo o componente de maior peso na nutrição do animal”, explica Salvatte. Ele reforça que a régua de manejo da Embrapa, com alturas específicas de entrada e saída, permanece como ferramenta-chave. “Quando o pasto cai abaixo de 40% da altura recomendada, o animal anda mais, seleciona menos, gasta energia e perde potencial de ganho”, diz.
Suplementação mineral no período das águas
A suplementação mineral é a base do sistema a pasto e se estende por todas as categorias: cria, recria e engorda. “O mineral corrige os desequilíbrios típicos das forragens tropicais e prepara o terreno para que o desempenho aconteça”, explica Salvatte.
No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal. “Para matrizes paridas, por exemplo, muitas vezes o mineral convencional não é suficiente para recuperar escore. Nesses casos entram os minerais adensados ou aditivados, como o Bellisco SV, que entrega ganho moderado aliado à correção mineral”, afirma.
Ele lembra que fatores como palatabilidade, tipo de cocho, clima e concentração de sais na água podem alterar o consumo. “O mineral só funciona quando consumido na quantidade certa. Monitorar o cocho é um manejo simples, mas que muda o resultado”, reforça.
Suplementação proteica no período das águas
No verão, as forragens tropicais apresentam teores elevados de proteína, muitas vezes acima de 12%, permitindo ganhos expressivos. Ainda assim, suplementos proteicos de 20% a 30% de proteína bruta ajudam a manter o desempenho em alta. Produtos de maior qualidade apresentam maior proporção de proteína verdadeira de farelos, reduzindo a dependência de ureia.
“O proteinado melhora a atividade das bactérias do rúmen e libera o potencial de consumo de pasto. É um efeito de adição: mais proteína microbiana, mais degradação de fibra, mais matéria seca ingerida”, explica Salvatte. Ele lembra que, no período das águas, a ureia entra em níveis modestos nas formulações, devido à alta proteinidade natural do pasto.
O fornecimento deve ser preciso. Cerca de um a dois gramas por quilo de peso corporal com cocho adequado e espaço linear suficiente. “Quando fornecido de forma correta, o proteinado entrega um ganho a mais importante, especialmente na recria”, complementa.
Suplementação proteica e proteico-energética: Impulso extra para o ganho
Os suplementos proteico-energéticos vão além. Eles elevam a oferta de carboidratos não fibrosos e melhoram a digestibilidade total da dieta. Estudos mostram incrementos superiores a 60% no ganho diário na comparação com o sal mineral.
“O proteico-energético funciona como um ajuste fino. Ele corrige energia, melhora fermentação ruminal e acelera o desempenho, afirma Salvatte, que explica que esse tipo de suplemento também altera o comportamento do gado. “Os animais chegam ao cocho antes do horário de fornecimento e reorganizam o padrão de pastejo. Isso abre oportunidade para ofertar o suplemento nos horários mais quentes, aproveitando as janelas naturais de descanso do rebanho”, diz.
O manejo exige precisão. Consumo entre 0,3% e 0,5% do peso vivo e cochos protegidos. “É um produto potente, mas precisa de estrutura para funcionar. Sem cocho adequado, perde a eficiência”, reforça. No fim, o desempenho superior depende da soma de fatores. “O suplemento responde ao pasto. Quando o manejo da forragem, a escolha do produto e o horário de fornecimento caminham juntos, o sistema expressa todo o potencial produtivo”, conclui o especialista.


