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Cobb debateu mudanças de manejo para frango moderno com jovens avicultores

A evolução da produção avícola nos últimos anos e suas novas demandas de manejo, genética e ambiência foram destacadas pelo diretor Associado de Produtos da Cobb-Vantress na América do Sul, Rodrigo Terra, durante o evento Conecta Copacol para jovens avicultores potenciais sucessores de integrações avícolas, que aconteceu no início do mês de março

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O frango de corte evolui geneticamente cada vez mais. A cada ano, os animais podem ver melhorias em conversão alimentar e ganham entre 40 e 50 gramas de peso para o mesmo tempo de alojamento. Em uma granja com 25 mil frangos, isso representa algo entre 1.000 e 1.250 quilos a mais todos os anos. Isso pode mudar a forma de manejo na granja, como regulagem de temperatura, espaço para as aves e controle da qualidade do ar. Durante o Conecta Copacol, evento realizado no início do mês de março, pela cooperativa paranaense no Oeste do Estado, o diretor Associado de Produtos da Cobb-Vantress na América do Sul, Rodrigo Terra, explicou para um seleto grupo de jovens entre 17 e 35 anos, que serão sucessores na atividade avícola das suas famílias, como implementar com sucesso as estratégias para mudanças de manejo.

“A palestra teve base a evolução na avicultura, destacando genética, fisiologia, necessidades de manejo e ambiente. Mostramos que o frango de corte vem evoluindo a cada ano e, portanto, suas necessidades também mudam. Uma das nossas preocupações é o controle do ambiente, pois o ambiente controlado, com temperaturas dentro da faixa de conforto, é a base para que a ave possa atingir todo seu potencial genético”, explica o gerente de Serviço Técnico da Cobb, Alex Friederich.

Para ele, esses produtores, que já lidam com a atividade, mas em breve vão suceder seus pais, devem ter em mente que investir em instalações com ambiente controlado e ser mais proativo no manejo do frango de corte moderno é regra para sucesso na atividade. “Para a Cobb-Vantress foi muito importante participar deste evento de capacitação de futuros gestores das propriedades avícolas da Copacol, pois eles que estarão conduzindo a produção no futuro”, destaca.

Entre os desafios apontados durante a palestra, estão mão de obra especializada, com capacidade para manusear os novos equipamentos de galpões mais tecnificados. Já no campo das oportunidades, as principais são os ganhos consistentes ano a ano no frango de corte moderno. “Com manejo e tecnologia, temos condições de tirarmos proveito desses avanços”, apontou Terra.

O gerente de Integrações de Aves da Copacol, Douglas da Silva, destaca a importância da iniciativa. “Nosso objetivo foi atingido com sucesso. Os participantes interagiram com vários questionamentos, buscando entendimento maior da evolução avícola. Por isso, agradeço pelo apoio da Cobb ao nosso programa Conecta, que visa desenvolver potenciais sucessoras nas propriedades e tivemos o privilégio de contar com a experiência do Rodrigo Terra, que conduziu o trabalho de forma brilhante”, afirmou.

O “Conecta Copacol”, que aconteceu no dia 12 de março, faz parte do Planejamento Estratégico da Cooperativa e tem como objetivo trabalhar potenciais sucessores de propriedades integradas, com idade entre 17 e 35 anos, para fornecer conhecimento que auxilie na tomada de decisões e na maximização dos resultados das atividades.

Fonte: Assessoria
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Empresas Tecnologia

Aplicativo auxilia produtor no controle da mastite

Com linguagem simples e acessível a todos, o Mast Check, desenvolvido pela MSD Saúde Animal, é capaz de registrar cada vaca doente e qual o produto usar, independentemente da marca

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Foto: O Presente Rural

A mastite é considerada a doença que mais causa prejuízos para a produção leiteira mundial. No Brasil, de acordo com a Embrapa a enfermidade acomete cerca de 20% a 38% de todo rebanho nacional, refletindo diretamente na produtividade. Estima-se que a redução da produção de leite responda por 70% de todos os custos da mastite, que vão desde os custos com medicamentos, descarte de leite e de animais, efeitos negativos sobre a reprodução e na qualidade do leite.

Pensando em contribuir para a solução deste problema, a MSD Saúde Animal lança o Mast Check, um aplicativo de celular voltado à gestão da mastite. Com a ferramenta de fácil manuseio, é possível registrar a vaca doente, identificar o quarto afetado, o medicamento aplicado, programando as próximas aplicações e o descarte de leite.

“O objetivo é simplificar e levantar a informação, ou seja, a partir de hoje qualquer produtor terá acesso gratuitamente. Muitas vezes, esses dados são coletados de forma artesanal, em um pedaço de papel e as informações podem se perder. Com o Mast Check, o produtor coloca as mesmas informações de antes diretamente no app, que passa a auxiliá-lo na gestão inteligente da mastite”, diz Gustavo Ferro, gerente de Precisão, da MSD Saúde Animal.

De acordo com o executivo, com a tecnologia nas mãos os produtores poderão ter fácil acesso às informações, mesmo não estando na fazenda. Um exemplo é a identificação dos animais em carência para que o controle não fique apenas na mão de uma única pessoa.

Esse é mais um passo do avanço digital na pecuária, de acordo com a gerente técnica da MSD Saúde Animal, Vanessa Masson. “O aplicativo serve como ferramenta anotação simplificada. O app gera automaticamente um plano de ordenha, trazendo informações sobre os próximos tratamentos e descartes de leite, o qual fica online e pode ser visualizado por todos interessados como produtor, ordenhador e veterinário, por exemplo. Também há a possibilidade de consultar o histórico dos dados e realizar o comparativo de resultados entre períodos” afirma.

A ferramenta foi idealizada pelas áreas de precisão, técnica, marketing e consultores da MSD Saúde Animal e faz parte do compromisso da companhia em criar soluções que promovam conectividade e levem ciência para o mercado, aumentando a produtividade nas fazendas e melhorando a vida das pessoas e a saúde e bem-estar dos animais. O Mast Check está disponível para celulares Android e iOS.

Fonte: Assessoria
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Empresas Investimento na suinocultura

Agroceres PIC investe R$ 100 milhões em duas novas unidades de produção e disseminação genética

O investimento faz parte do projeto de fortalecimento da estrutura da Agroceres PIC no Brasil e permitirá a empresa ampliar o fornecimento de fêmeas e reprodutores de alto valor genético e de Genética Líquida

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Foto: Divulgação

Recursos serão destinados para a construção de um novo Núcleo Genético e de mais uma Unidade de Disseminação de Genes. Objetivo do investimento é fortalecer a operação da empresa no Brasil e ampliar sua atuação em países vizinhos como Argentina, Paraguai e Bolívia.

Em um momento de forte retração na economia global, devido a pandemia do novo coronavírus, a Agroceres PIC, na contramão da crise, decide acreditar no Brasil e manter o seu programa de investimentos. Líder no mercado de genética, a empresa anuncia o aporte de R$ 100 milhões para a construção de duas novas unidades de produção na região Noroeste do Paraná: uma moderníssima Granja Núcleo e uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG).

O investimento faz parte do projeto de fortalecimento da estrutura da Agroceres PIC no Brasil e permitirá a empresa ampliar o fornecimento de fêmeas e reprodutores de alto valor genético e de Genética Líquida, uma forte tendência observada tanto no mercado brasileiro como no sul-americano. “Esse investimento é estratégico para a empresa e reafirma nossa confiança na suinocultura brasileira e paranaense. Com essas novas unidades, vamos fortalecer nossa operação no Brasil e dar um passo importante para garantir novos ganhos de competitividade aos nossos clientes”, afirma Marcelo Araujo Ribeiral, presidente do Grupo Agroceres.

 

Núcleo genético de referência

Projetada para alojar 3.500 fêmeas elite, a nova granja Núcleo da Agroceres PIC deverá ser a mais moderna da América Latina. O projeto construtivo da unidade, elaborado pela empresa norte-americana Pipestone, é inovador e incorpora tecnologias de última geração, atendendo às mais rigorosas normas de biossegurança e bem-estar animal.

“O novo Núcleo Genético da Agroceres PIC será construído em uma área isolada de grandes produções suinícolas, no município de Paranavaí, terá 60 mil m² de área construída e capacidade para produzir até 110 mil animais por ano. Seu foco será fornecer animais de altíssimo valor genético para o Brasil e alguns países sul-americanos”, explica Alexandre Furtado da Rosa, Diretor Superintendente da Agroceres PIC.  Dado o seu grau de excelência, a nova unidade vai funcionar como “backup” genético de sua parceira PIC, na América Latina.

 

Ampliando o negócio de Genética Líquida

O investimento prevê ainda a construção de uma nova UDG, com capacidade de alojamento para 800 reprodutores e uma produção de 1 milhão de doses inseminantes por ano. Quando a nova unidade no Paraná estiver construída, a Agroceres PIC vai elevar o plantel de machos comerciais de suas UDGs para 3.000 animais, que responderão por uma produção anual de 4 milhões de doses de altíssimo nível genético.

Em paralelo, e para dar suporte às duas novas unidades de produção, a Agroceres PIC deverá construir uma fábrica de ração, com capacidade de produção de 30 mil toneladas por ano. A empresa vai investir ainda em mais uma estação TADD (Thermo-assisted drying and decontamination, em inglês), sistema de descontaminação e secagem de caminhões termo-assistida, um processo de alta eficácia na eliminação de potenciais agentes infecciosos de impacto econômico.

“Temos um forte compromisso com a evolução da suinocultura brasileira. Com as novas unidades poderemos aumentar nossa capacidade produtiva, fortalecer nossa operação no país e, principalmente, disponibilizar aos nossos clientes, material genético de altíssima qualidade”, afirma Furtado da Rosa.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Webinar de hoje da Aviagen aborda nutrição de reprodutoras

Marcelo Silva liderará os clientes na discussão sobre a otimização da saúde e bem-estar das reprodutoras durante a atual pandemia global

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Marcelo Silva liderará os clientes na discussão sobre a otimização da saúde e bem-estar das reprodutoras durante a atual pandemia global- Foto: Divulgação

A Aviagen® América Latina continua em contato próximo com seus clientes, especialmente durante esse período de crise sanitária global, compartilhando com eles os mais recentes conhecimentos para promover o sucesso.

Como a nutrição possui um importante papel na sanidade avícola, no bem-estar animal e no desempenho de reprodutoras, a Aviagen está oferecendo webinars com duas etapas, sob o tema “Nutrição de reprodutoras visando conformação ideal de fêmeas e machos – parte II”.

O primeiro webinar sobre o tema contou com a participação de 350 clientes e foi realizado em 30 de Abril. A parte 2 será realizada hoje, às 16h, para clientes brasileiros (somente em Português) – apresentada pelo diretor global de serviços de nutrição da Aviagen, Marcelo Silva. Para participar, os clientes devem obrigatoriamente efetuar a inscrição através do link https://forms.gle/YfhQhNoReensdV9F6, e receberão o link de acesso ao webinar até duas horas antes do início.

O gerente de Marketing da Aviagen América Latina, Fábio Carnevale, explica que este seminário de nutrição em duas partes integra uma série mais ampla de seminários on-line, para ajudar os clientes a fortalecer suas operações durante a crise da COVID-19. “Desde o nosso primeiro webinar, em 29 de Abril, a popularidade dos seminários vem ganhando força, com 1.700 clientes participando das últimas cinco sessões. Todos os participantes estão totalmente engajados, fazendo perguntas interessantes e compartilhando ideias com seus colegas”.

A empresa continua a produzir um webinar a cada semana, explorando assuntos relevantes, como biossegurança, nutrição de frangos e reprodutoras, alto impacto no estoque de ovos e ferramentas disponíveis para reduzir perdas em incubatórios, além de práticas recomendadas para proteger os trabalhadores da produção contra a COVID-19. Para mais detalhes, entre em contato com Francinea Golucci, analista de Marketing da Aviagen América Latina, em fgolucci@aviagen.com.

Sobre Marcelo Silva

Marcelo Silva é formado em Zootecnia pela Unesp-Botucatu (Universidade Estadual de São Paulo), e possui mestrado e doutorado em Nutrição Animal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ele tem mais de 20 anos de experiência na indústria de ração animal na América Latina, incluindo gerenciamento integrado de aves e suínos, bem como formulação de alimentos. Desde que ingressou na Aviagen, em 2009, ele ofereceu conselhos importantes a clientes da América Latina como especialista sênior em nutrição de aves, e atuou nos últimos dois anos como diretor global de serviços de nutrição.

Fonte: OP Rural
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