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Coamo supera R$ 28 bilhões em receita e amplia repasses ao quadro social

Cooperativa distribui sobras, devolve capital social e soma mais de R$ 823 milhões em benefícios aos cooperados.

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Fotos: Divulgação/Coamo

A Coamo Agroindustrial Cooperativa registrou em 2025 receita global de R$ 28,7 bilhões, s sobra líquida atingiu o montante de R$ 2,019 bilhões. Deste valor, após a dedução dos fundos estatutários são distribuídos mais de R$ 716 milhões aos 32,7 mil cooperados com movimentação nas unidades da cooperativa em 76 municípios nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Os números foram aprovados pelos cooperados nesta quinta-feira, 05, em Assembleia Geral Ordinária realizada em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná) e a distribuição da segunda parcela das sobras será nesta sexta-feira (06), como grande benefício ao quadro social.

A assembleia contou com a presença de cooperados, diretoria, conselheiros, representantes de empresas parceiras e funcionários. Também participaram o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a superintendente do Sistema OCB/MS, Dalva Caramalac, o prefeito de Campo Mourão, Douglas Fabrício, e o presidente da Unimed/Campo Mourão, Antonio Carlos Cardoso.

Produtos

As sobras no valor de mais de R$ 716,3 milhões estão sendo distribuídas aos cooperados com base nas fixações de produtos agrícolas e no valor dos bens de fornecimento repassados durante o exercício, nos seguintes valores: soja (saca 60 Kg) R$ 3,50; milho (saca 60 Kg) R$ 1,30; trigo (saca 60 Kg) R$ 1,30; aveia (saca 60 Kg) R$ 0,95; café em coco (saca 40 Kg) R$ 2,67; café beneficiado (saca 60 Kg) R$ 8,00; bens de fornecimento (percentual sobre o fornecimento) 3,80%.

Mais de R$ 823 mi em Benefícios – Durante a Assembleia Geral Ordinária a diretoria apresentou os benefícios disponibilizados no exercício de 2025 aos cooperados da Coamo. “Além das sobras significativas distribuídas de R$ 716 milhões, devolvemos mais de R$ 26 milhões de capital social aos cooperados com 65 anos ou mais e que completaram 10 anos de permanência na Coamo e R$ 14,5 milhões em ICMS. E também mais R$ 66, 3 milhões do programa Fideliza em créditos para aquisição de insumos agrícolas, máquinas, peças e produtos veterinários. Com todo um grande trabalho e participação dos cooperados o montante dos benefícios somam mais de R$ 823 milhões”, comente o presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini.

De acordo com Gallassini, nos últimos anos, houve efeitos climáticos que tem sido decisivo na produtividade das lavouras implantadas, que somada à queda nos preços das commodities, tem impactado diretamente na rentabilidade dos cooperados. “A comercialização da soja e do milho foram afetadas pelo excesso de estoques mundiais e retração nas compras pela China. Além disso, a política de taxas sobre importação dos Estados Unidos contribuiu para a instabilidade do mercado”, comenta.

Indicadores

O Patrimônio Líquido alcançou R$ 13,376 bilhões, representando um crescimento de 11,5% em relação ao exercício anterior, e o Ativo Total atingiu o montante de R$ 22,415 bilhões. Os principais indicadores financeiros refletem a boa saúde econômico-financeira da cooperativa: liquidez corrente de 2,74; liquidez geral de 1,64; margem de garantia de 247,98% e o grau de endividamento de 40,33%. Além disso, foram gerados e recolhidos R$ 1,012 bilhão em impostos, taxas e contribuições.

Produção

O recebimento da safra ocorreu em 118 unidades e atingiu 9,617 milhões de toneladas de produtos, representando 2,7% da produção brasileira de grãos. A Coamo exportou 3,763 milhões de toneladas de commodities e produtos alimentícios, por meio dos portos de Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC), gerando um faturamento de US$ 1,469 bilhão.

Investimentos

Durante o exercício 2025 a Coamo realizou investimentos que somaram R$ 1,932 bilhão, com foco na expansão da capacidade produtiva e na modernização da infraestrutura. “Implantamos um novo entreposto em Campina da Lagoa (PR), ampliando a presença da cooperativa e no estado do Mato Grosso do Sul, iniciamos a construção de três Postos de Recebimento de Produtos, em Amambai, de Itahum em Dourados e uma nova unidade em Sidrolândia, reforçando a estratégia de expansão geográfica e de atendimento regional. E também, promovemos melhorias e ampliações nas Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS), com o objetivo de aumento da capacidade operacional e elevar os padrões de qualidade dos produtos”, informa Airton Galinari, presidente Executivo da Coamo.

Indústrias

Avanços importantes foram registrados com a expansão das unidades fabris e das áreas de apoio, contribuindo para a verticalização da produção e o fortalecimento da competitividade. “Um marco relevante foi o início da implantação da Indústria de etanol de milho em Campo Mourão (PR) e de biodiesel em Paranaguá (PR), iniciativas que representa um passo estratégico na diversificação da matriz produtiva e energética”, destaca Galinari.

Gallassini lembra também, que a Coamo tem investido em indústrias, sendo as mais recentes a de etanol de milho e biodiesel. O projeto do novo porto da Coamo, em Itapoá (SC), encontra-se na fase de obtenção das licenças necessárias, com previsão de início das obras em janeiro de 2027.

“Essas iniciativas fortalecem a cadeia produtiva, diversificam as fontes de receita e promovem o desenvolvimento, gerando benefícios diretos aos cooperados. Mediante a sólida política adotada pela Coamo, principalmente no que se refere à capitalização constante e na manutenção da solidez financeira, os desafios enfrentados ao longo do exercício foram superados.”

Resultados

Gallassini destaca que os resultados alcançados refletem o trabalho conjunto dos cooperados, dos conselhos de Administração e Fiscal e da diretoria Executiva, cuja atuação contribui para o desenvolvimento contínuo da cooperativa. O presidente também reconhece o empenho dos funcionários, essencial para a execução das atividades e o alcance dos objetivos. “Agradecemos, ainda, a confiança e a parceria de nossos clientes, fornecedores, consumidores, instituições financeiras e demais entidades que, ao acreditarem em nossa missão, fortaleceram nossa trajetória e ampliaram nosso impacto. A todos que, de forma direta ou indireta, contribuíram para mais um ciclo de realizações, reiteramos nosso muito obrigado e o compromisso de seguirmos juntos, construindo um futuro ainda mais promissor.”

Cooperados e funcionários

A Coamo encerrou o ano de 2025 com um total de 32.736 cooperados. Um quadro de 10.521 funcionários efetivos, dos quais 1.594 foram promovidos para novos cargos, refletindo o reconhecimento ao desempenho e à dedicação desses profissionais. Além disso, foi mantida uma média mensal de 1.568 funcionários temporários e terceirizados. Foram realizadas 3.776 ações de desenvolvimento, que somaram 66.953 participações. Cerca de 90,0% dos funcionários participaram de pelo menos uma ação de aprendizagem, demonstrando forte engajamento com a cultura de aprimoramento contínuo.

Fonte: Assessoria Coamo

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Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo

Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

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Foto: Shutterstock

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação

A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.

“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.

Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Como acessar

O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.

“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.

Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.

“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.

A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras

Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

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Fotos: Claudio Neves

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.

“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.

Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay. 

Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.

“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.

Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.

O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.

Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.

Fonte: Agência Brasil
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EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil

Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

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Foto: Allan Santos/PR

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação

A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.

Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.

Brasil entre os países com maior alíquota proposta

Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.

A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação

dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.

Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.

Instrumento de pressão comercial

A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.

A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.

Consulta pública antes da decisão final

As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.

As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.

Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.

Fonte: O Presente Rural
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