Conectado com

Notícias

Coamo reúne cooperados em Encontro de Líderes e presta homenagens

O encontro aconteceu no ginásio da Arcam, em Campo Mourão

Publicado em

em

Comemorar o sucesso e a eficiência do cooperativismo – movimento que congrega mais de um bilhão de pessoas nos cinco continentes, e colabora sobremaneira na promoção do bem-estar e do bem comum com desenvolvimento técnico, educacional e social.  Este foi o objetivo do tradicional Encontro de Líderes Cooperativistas da Coamo, promovido na sexta-feira, 1º de julho, no ginásio da Arcam, em Campo Mourão.

Presentes no evento diretoria e cooperados de diversas regiões da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, membros dos Conselhos de Administração e Fiscal da Coamo e da Credicoamo, superintendentes, gerentes de Entrepostos e Angulares e assessores. Entre os cooperados estiveram centenas de jovens líderes integrantes das 20 turmas do Programa Coamo de Formação de Líderes Cooperativistas – Programa este iniciado em 1998, exemplo de educação cooperativista no país. 

O presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini palestrou na abertura do evento e apresentou as lideranças as Diretrizes Corporativas da Coamo, antecedendo os palestrantes convidados – João Paulo Koslovski,  líder cooperativista, ex-presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e Alysson Paolinelli, ex-ministro da Agricultura e atual presidente da Abramilho – Associação Brasileira de Milho-.

Após suas palestras, os convidados foram homenageados pela diretoria da Coamo em reconhecimento por suas atuações no cenário cooperativista e do agronegócio brasileiro, e ao final do evento que marcou a comemoração do Dia do Cooperativismo na Coamo, plantaram uma muda de pinheiro araucária na frente do local do ginásio da Arcam.

Koslovski

“O papel dos jovens como agentes de transformação para um cooperativismo sustentável” foi o tema da palestra do ex-presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski. Ele ficou emocionado e agradeceu a homenagem recebida após apresentar e reforçar valores, princípios e caminhos do cooperativismo. “É motivo de orgulho participar de um evento dessa envergadura, especialmente pelos jovens das 20 turmas presentes. A Coamo tem um programa fantástico de formação e comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo com esse público nos deixa muito feliz e propicia uma condição impar para que esses jovens possam no futuro estarem sendo dirigentes, conselheiros, atuando fortemente no cooperativismo”, disse João Paulo Koslovski, emocionado e feliz com o recebimento de uma placa-homenagem por seu trabalho no cooperativismo. “Essa homenagem e comemoração representa muito, o cooperativismo é diferenciado e tem como elemento o capital humano, a pessoa humana, e isso é fundamental para que possamos mostrar a sociedade aquilo que representamos e estamos efetivamente fazendo em benefício de milhares de pessoas.”

Paolinelli

O ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli retornou a Campo Mourão, onde em setembro de 1976 lançou o Plano Nacional de Conservação de Solos (PNCS), na praça Bento Munhoz da Rocha Neto, juntamente com o governador do Paraná, Jaime Canet Júnior e o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini. Ao final de sua palestra recebeu uma miniatura do monumento alusivo ao evento que em 2016 irá completar 40 anos de sua realização. “É muito bom estar na Coamo e ver esta força toda com uma juventude que é o futuro do cooperativismo. Estou feliz, recebo uma injeção de cânfora toda vez que venho aqui na Coamo pois revejo companheiros da velha guarda que conheci, e tenho a oportunidade de aprender sempre com o Gallassini e o João Paulo, dois líderes fabulosos que nos deixam lições e ensinamentos excelentes. Agradeço o carinho da Coamo e de seus cooperados e diretoria”, considera Paolinelli que fez a palestra “Agricultura de ontem e de hoje”.

Evolução

O presidente da Coamo José Aroldo Gallassini destacou a importância do cooperativismo, movimento criado em 1844 na Inglaterra. Segundo ele, a própria Coamo, cresceu e se tornou uma das maiores do mundo por meio da união dos cooperados. “Sempre digo que começamos em 79 cooperados e hoje são 28 mil, além de 7.330 funcionários. Graças ao trabalho de todos, com muita seriedade a Coamo cresceu e apresenta grandes resultados. Com o passar do tempo muitos pensam que cooperativismo está ligado aos bons preços, mas não é isso. Nossa preocupação é desenvolver o cooperativismo do cooperado, seja na parte cultural dele e de sua família, quanto por meio de cursos e pesquisas oferecidos”, disse.

Desenvolvimento

Em 45 anos de atividades a Coamo promoveu o cooperativismo, incentivando os agricultores e preparando novos cooperados. “Desenvolvemos cursos em toda a área da cooperativa para mostrar que o trabalho vem rendendo frutos. Estamos administrando uma empresa grande e com resultados, isso graças a cada um de nossos funcionários, independente do cargo que ele venha a ocupar. Todos são importantes”, destacou.

Fonte: Assessoria

Continue Lendo

Notícias

Temporais após onda de frio aumentam preocupação de produtores no Sul; veja vídeo

Inmet prevê chuva acima da média em parte da região, solo encharcado e maior risco de doenças fúngicas nas culturas de inverno.

Publicado em

em

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

As imagens registradas pelo agricultor Geraldo Hardi Weisheimer mostram a intensidade da chuva de granizo que atingiu a Linha Sanga Guarani, próximo ao distrito de Bom Princípio, no interior de Toledo (PR), no fim da tarde de domingo (28). Em poucos minutos, o gelo cobriu o solo da propriedade rural, acompanhado de chuva intensa e ventos associados à frente fria que voltou a provocar instabilidades no Sul do Brasil.

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

Até o momento, não há levantamento oficial dos prejuízos. Produtores da região avaliam possíveis danos em lavouras e estruturas rurais.

Em publicação nas redes sociais, Weisheimer descreveu o impacto do temporal. “Ver o chão da nossa Linha Sanga Guarani coberto de gelo hoje dói no coração de quem entende o suor de cada dia. A natureza tem sua força, e a gente, como agricultor, aprende a respeitá-la e a se reerguer, mesmo com o prejuízo batendo à porta”, ressaltou

O episódio ocorre após uma sequência de dias de frio intenso e tempo seco. A formação de um ciclone extratropical na costa do Uruguai, associada ao avanço de uma frente fria, voltou a provocar chuva forte, rajadas de vento e queda localizada de granizo no Paraná. Nesta segunda-feira (30), os maiores acumulados são esperados entre o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Estado, onde os volumes podem se aproximar de 100 milímetros.

O cenário reforça a previsão agroclimática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

trimestre de junho a agosto. Embora o Paraná deva registrar volumes de chuva próximos da média, o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina tendem a receber precipitações acima do normal, mantendo os solos com elevada umidade em praticamente toda a Região Sul.

Para a agricultura, a disponibilidade de água favorece o desenvolvimento das culturas de inverno e contribui para a conclusão do ciclo das áreas mais tardias de milho segunda safra no Paraná. Por outro lado, o excesso de chuva aumenta o risco de doenças fúngicas em cereais como trigo, cevada e aveia, além de dificultar pulverizações, adubações e outras operações mecanizadas devido ao encharcamento do solo.

Segundo o Inmet, os excedentes hídricos devem persistir principalmente em junho e julho, com maior intensidade no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Apesar do baixo risco de deficiência hídrica durante o inverno, o excesso de umidade exigirá atenção redobrada dos produtores no monitoramento fitossanitário e no planejamento das atividades de campo ao longo dos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Notícias

Seara reposiciona carne suína no Brasil e já captura mais da metade da receita com estratégia de marca

Programa Açougue Suínos Seara Reserva e inovação de portfólio sustentam avanço em categoria historicamente dominada
por produtos sem agregação de valor

Publicado em

em

Foto: Divulgação JBS

A Seara, da JBS, está consolidando uma mudança estrutural no mercado brasileiro de carne suína ao avançar sobre um dos principais gargalos da categoria: a ausência de marca e padronização no ponto de venda. Combinando inovação de portfólio, inteligência de mercado e transformação do varejo, a companhia já captura mais da metade da receita do segmento com um modelo baseado em valor agregado.

O movimento ocorre em um momento de crescimento consistente do consumo. A carne suína deve atingir 19,5 kg per capita no Brasil, consolidando-se como uma das proteínas que mais avançam no país, presente hoje em 93% dos lares. Ainda assim, cerca de 80% do volume vendido em açougues segue sem identificação de marca ou procedência, espaço que a Seara tem ocupado com uma estratégia estruturada para descomoditizar a categoria.

João Campos, presidente da Seara, avalia que o crescimento recente do consumo abre espaço para uma nova fase, em que qualidade percebida, conveniência e confiança passam a orientar a decisão de compra. “O brasileiro redescobriu a carne suína, e o nosso objetivo é liderar essa nova fase. Investimos na inovação para oferecer soluções de consumo, aliando qualidade à praticidade exigida pelo dia a dia”, afirma.

No centro dessa estratégia está o Açougue Suínos Seara Reserva, programa estruturado para transformar o ponto de venda e profissionalizar o varejo. A iniciativa atua sobre gargalos históricos do setor, como falta de padronização, perdas operacionais e escassez de mão de obra qualificada, e combina capacitação, consultoria técnica e fornecimento de produtos certificados.

Presente em mais de 1.300 lojas e apoiado por uma rede de mais de 130 consultores, o programa registra 93% de retenção entre os clientes e vem sustentando ganhos de margem, redução de perdas e aumento de fluxo nas lojas. Na prática, funciona como uma alavanca de crescimento para o varejo e, ao mesmo tempo, como uma plataforma de inteligência para a indústria.

Além do impacto operacional, o Açougue Suínos Seara Reserva se consolidou como um ativo estratégico para a companhia, ampliando a previsibilidade de demanda, fortalecendo a fidelização do varejo e funcionando como canal de testes e inteligência de mercado.

“Nosso foco é liderar a evolução da carne suína no Brasil, saindo de um mercado pouco diferenciado para um modelo baseado em marca, padronização e valor agregado. O Açougue Suínos Seara Reserva é um ativo estratégico nesse movimento, porque conecta indústria e varejo, melhora a eficiência da cadeia e cria uma experiência de compra mais qualificada para o consumidor”, afirma João Victor Bobsin, diretor executivo comercial da Seara.

Em paralelo, a Seara acelera a inovação no portfólio para capturar novas ocasiões de consumo. Produtos diferenciados, como cortes porcionados, itens temperados e soluções prontas para preparo em forno ou air fryer, já representam 49% da receita da categoria, com meta de chegar a 60% até 2027.

A companhia também aposta na valorização de cortes premium, como prime rib suíno e medalhões de filé mignon suíno, além de linhas como Suculentíssimo e Seara Reserva, voltadas a conveniência e maior valor agregado.

Ao combinar marca, inovação e transformação do ponto de venda, a companhia avança para capturar o crescimento da categoria e consolidar sua posição em um dos mercados mais promissores do setor de alimentos no Brasil.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias

Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

Publicado em

em

Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.