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Coamo realiza Semana do Meio Ambiente com a participação de cooperados, funcionários e comunidade

O tema escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para este ano é o combate à poluição plástica

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Fotos: Assessoria

Em todas as unidades da Coamo e da Credicoamo estão sendo realizadas ações em comemoração à Semana do Meio Ambiente. O tema escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para este ano é o combate à poluição plástica. A Coordenação de Sustentabilidade da Coamo com apoio de diversas áreas programou o desenvolvimento de ações para conscientização de cooperados, funcionários e comunidade.  Durante a campanha serão realizadas ações educativas e sociais para disseminar ao público a importância das práticas sustentáveis.

Em uma das iniciativas, funcionários receberam uma xícara para tomar café, evitando a utilização dos descartáveis. Em outra ação, está acontecendo a distribuição de 20 mil mudas de árvores para cooperados em toda a área de ação da cooperativa. Ainda como parte da programação voltada à sensibilização ambiental, serão realizadas palestras com o tema “Um Olhar Além de Sua Lixeira”, para todos os funcionários da cooperativa.

O presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, lembra que o Brasil tem uma lei bastante rígida sobre o meio ambiente e a condução das atividades agrícolas é desenvolvida de forma sustentável. “Enquanto em outros países não há as mesmas exigências, no Brasil o meio ambiente é levado a sério. A Coamo cumpre todas as exigências ambientais e prova disso é que os países de vários continentes fazem questão de importar os produtos da cooperativa, porque conhecem todo o trabalho desenvolvido pelos cooperados”, observa.

Gallassini ressalta que cada vez mais será preciso cuidar das propriedades rurais e preservar a natureza. “Temos que fazer o necessário para continuar produzindo bem, mas sem agredir o meio ambiente. A Coamo sempre teve essa preocupação e orienta os cooperados para que utilizem práticas conservacionistas, que vão desde a aplicação de defensivos agrícolas, manejos adequados do solo até a preservação de mata ciliar e reserva legal.”

 

Fonte: Assessoria

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Ferramenta de simulação prevê projeção de cenários no agronegócio

Sistema desenvolvido na UFRGS integra dados da propriedade para orientar decisões estratégicas antes de mudanças climáticas e de mercado.

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Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro começa a adotar tecnologias que vão além da solução de problemas do dia a dia e passam a antecipar cenários nas propriedades rurais. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi desenvolvido um modelo bioeconômico de suporte à decisão que simula o funcionamento completo de uma fazenda com base na metodologia de dinâmica de sistemas.

A ferramenta permite prever cenários de médio e longo prazo, auxiliando o produtor na tomada de decisões antes mesmo de mudanças climáticas ou variações econômicas e geopolíticas impactarem a produção. Para isso, o sistema transforma dados da propriedade em equações matemáticas capazes de projetar resultados futuros.

Professora e pesquisadora Soraya Tanure: “A simulação auxilia o produtor antes que o problema aconteça,  indicando caminhos para uma boa tomada de decisão e, consequente, aumento de sua rentabilidade”

Diferente das aplicações mais comuns de inteligência artificial, que costumam atuar em tarefas específicas — como uso de drones para pesagem de rebanhos ou aplicação de insumos —, o modelo integra diversas variáveis da produção em uma única análise. Segundo a professora  e pesquisadora da UFRGS, Soraya Tanure, idealizadora do modelo, “A inteligência artificial tenta resolver problemas mais pontuais e a gente ainda não conseguiu desenvolver uma linguagem que se retroalimente ou que faça uma aprendizagem da forma tão rápida como a gente precisaria no agronegócio”. Conforme Soraya, “a simulação auxilia o produtor antes que o problema aconteça,  indicando caminhos para uma boa tomada de decisão e, consequente, aumento de sua rentabilidade”.

O funcionamento da ferramenta depende de um diagnóstico detalhado da fazenda, incluindo informações como área, tipo de pastagem, raça dos animais e localização. Esses dados são convertidos em cálculos que permitem avaliar diferentes cenários produtivos. Um dos desafios do projeto é justamente conectar todas essas variáveis em um único sistema de simulação.

O modelo também pode indicar que nem sempre a atividade escolhida pelo produtor é a mais viável para sua realidade. Ao considerar custos, clima e mercado, a ferramenta mostra que altos níveis de produtividade nem sempre resultam em maior rentabilidade, especialmente quando os custos se tornam elevados.

Atualmente, o projeto está em fase intermediária de desenvolvimento, com cerca de 50% da base de dados concluída. Para a validação final, os pesquisadores buscam incluir entre 50 e 75 propriedades, sendo necessário incorporar informações de pelo menos mais 25 fazendas. Podem participar produtores de pecuária de corte e/ou lavouras de soja e arroz, que aceitem compartilhar dados em troca de um diagnóstico gratuito de eficiência.

Após a validação, a expectativa é que o modelo seja utilizado no desenvolvimento de políticas públicas e em outras ferramentas de apoio ao agronegócio.

Fonte: O Presente Rural com UFRGS
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Lei que restringe compra de terras por estrangeiros é mantida

Decisão unânime mantém limites e condições para compra de terras, com foco em soberania nacional.

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Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quinta-feira (23) manter as regras que limitaram a compra de imóveis rurais por empresas com capital estrangeiro no país. A Corte validou a Lei 5.709 de 1971, norma que regulou a matéria e definiu que o estrangeiro residente no país e as empresas estrangeiras autorizadas a operar no Brasil devem seguir regras para aquisições de terras.

Foto: Roberto Dziura Jr

A norma impôs diversas restrições, como compra máxima de 50 módulos de exploração, autorização prévia para aquisições em áreas de segurança nacional e registro no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A constitucionalidade foi questionada na Corte por entidades ligadas ao agronegócio. De acordo com as alegações, protocoladas em 2015, a lei prejudica empresas nacionais de capital estrangeiro ao limitar a compra de terras no país.

O julgamento começou em 2021 e foi finalizado na sessão desta quinta-feira. Por unanimidade, o plenário seguiu voto proferido pelo relator do caso, ex-ministro Marco Aurélio (aposentado), que votou pela constitucionalidade da lei.

O relator citou que as restrições são necessárias para manter a soberania nacional e a independência do país. Os argumentos foram validados pelos demais ministros.

A Advocacia-Geral da União (AGU) atuou no caso como representante do governo federal. O órgão sustentou que a lei tem a função de proteger a soberania nacional e evitar a especulação fundiária no país.

Fonte: Agência Brasil
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Produção de qualidade impulsiona avanço das exportações do agro

Debate reforça que excelência e tecnologia são essenciais para conquistar mercados externos.

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Fotos: Claudio Neves

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, na quinta-feira (23), a sofisticação dos produtos da agricultura brasileira para conquistar mais mercados internacionais. Lula destacou a diversidade e a produção em larga escala no país, mas disse que também é preciso prezar pela qualidade.“Nós sabemos que não basta produzir. Para a gente ganhar mercado é preciso produzir com excelência de qualidade. Não adianta produzir uma coisa rústica, porque aquilo é muito bom pra mim, mas quando você quer fazer disputa internacional, não é uma coisa fácil”, disse, em evento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Quanto mais sofisticado a gente for, mais mercado a gente ganha e a gente vai disputar com os mercados mais sofisticados. Nós temos tecnologia, temos mão de obra e temos expertise”, acrescentou o presidente.

A abertura da Feira Brasil na Mesa na unidade Embrapa Cerrados, em Planaltina, no Distrito Federal. Até o próximo sábado (25), o evento apresenta tecnologias, produtos e experiências desenvolvidas a partir da pesquisa agropecuária no país.

Também foram celebrados os 53 anos da Embrapa, empresa pública que tem o objetivo de transformar conhecimento em soluções para diferentes cadeias produtivas do campo.

A presidente da empresa, Silvia Massruhá, destacou que a cada R$ 1 investido na Embrapa, R$ 27 são devolvidos à sociedade. A empresa tem 43 unidades e um portfólio de 2 mil tecnologias.

Para definir esse lucro, foram avaliados os impactos econômico, ambiental e social de 200 dessas tecnologias. “O PIB, Produto Interno Bruto, somas das riquezas produzidas agrícola de 2025 foi R$ 725 bilhões e a Embrapa contribuiu com R$ 125 bilhões. Então, é importante reconhecer esse papel da ciência e tecnologia hoje no PIB agrícola”, acrescentou.

Os dados estão no Balanço Social 2025 da Embrapa.

A Feira Brasil na Mesa é aberta ao público, com entrada gratuita. Os visitantes podem se inscrever no site do evento.

Fonte: Agência Brasil
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