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Coamo realiza formatura da 23ª turma de Jovens Líderes Cooperativistas

Desde a primeira edição, em 1998, foram capacitados centenas de associados representando todas as Unidades da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

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Foto: Divulgação

Associados de várias regiões do Paraná e do Mato Grosso do Sul integraram a 23ª turma do programa de formação de Jovens Líderes Cooperativistas da Coamo. A formatura foi nesta terça-feira (19) com a presença dos jovens e de familiares em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná). O curso iniciou no dia 24 de abril e foram mais de 122 horas de curso de aprendizado em seis módulos que tratam sobre a Coamo, cooperativismo, novas tecnologias, planejamento e gestão estratégica, liderança e uma viagem Técnica Cultural aos Entrepostos da Coamo nas regiões Oeste e Sudoeste do Paraná e Paranaguá.

O programa é realizado anualmente pela Coamo com apoio do Sescoop/PR. Desde a primeira edição, em 1998, foram capacitados centenas de associados representando todas as Unidades da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Com a formação, os jovens passam a ser responsáveis pela implantação de um novo modelo de administração rural, muito mais profissional. Na gestão dos negócios na propriedade, ou mesmo quando atuam em parceria em os pais, eles trabalham de forma arrojada, sem esquecer das lições geradas por suas famílias. Com os pés no chão e a mente no futuro, eles buscam resultados concretos baseados na prática do planejamento e gerenciamento, e o sucesso do seu empreendimento.

A Coamo acredita que o processo de mudança para tornar o cooperativismo e o agronegócio mais produtivo e eficiente passa pela formação, educação e desenvolvimento dos cooperados. Para o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, os jovens cooperados representam o presente e, também, o futuro promissor do cooperativismo e do agronegócio e, por isso, a diretoria é a principal apoiadora e incentivadora para a realização deste processo de formação. “O curso tem como objetivo formar novas lideranças e passar noções de como administrar a propriedade de forma que tenham mais renda na atividade. É uma nova geração de associados, novos líderes na cooperativa, entidades e comunidades que estão inseridos, e que darão continuidade à Coamo”, assinala.

A associada Daiane Trombini Gottardi, de Brasilândia do Sul (Noroeste do Paraná), foi a oradora da turma. Para ela, o curso superou as expectativas em todos os sentidos. “Aprendemos muitos sobre administração na propriedade, como lidar com os possíveis problemas do dia a dia e com pessoas. Foi uma oportunidade enriquecedora a única. Para quem ama a agricultura, como eu amo, que compartilham desse sonho, vale cada segundo do curso”, observa.

Daiane revela que termina o curso com o sentimento de pertencimento. “Somos uma semente da Coamo, que foi semeada e é cuidada continuamente. Sentimos que fazemos parte de todo o processo da cooperativa, que quer a gente por perto. Quando estamos na propriedade imaginamos uma coisa, mas quando a gente vem aqui, conhecemos outra realidade, e isso é muito forte”, destaca.

De acordo com o associado Elvis Lima Deltrejo Júnior, de Aral Moreira (Sudoeste do Mato Grosso do Sul), o curso ajudou a desenvolver os participantes como administradores rurais, a conduzir a propriedade como empresa buscando sempre bons resultados. “Estamos um pouco longe da sede da Coamo e ficamos lisonjeados de participar de um curso que tem grande importância para a cooperativa. Pudemos aprimorar nosso conhecimento e melhorar o trabalho como um toda na propriedade rural.”

O professor Juacir João Wischneski, instrutor do curso, destaca o empenho e dedicação da 23ª turma. “Foi uma turma com média de idade baixa, mas com muita responsabilidade. Desde o primeiro momento, passaram a assumir isso. Brincavam na hora certa, mas no momento de trabalhar, trabalhavam muito. A cada turma é uma emoção diferente. Deixo sempre a mensagem para que não parem de estudar, busquem conhecimento. Eles não podem parar no tempo, a liderança tem que continuar sempre ativa.”

O programa Jovens Líderes da Coamo foi premiado em 2004 pela OCB e Revista Globo Rural como o “Melhor Programa de Educação Cooperativista” do Brasil. Proporciona mais conhecimento e participação nas atividades técnicas, educacionais e sociais da cooperativa, além da ampliação das habilidades profissionais com uma visão de futuro. O programa capacita a geração de cooperados para desenvolver de forma gradual e contínua o seu potencial de liderança, gestão e administração na atividade rural.

Fonte: Assessoria da Coamo
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Empresas

ICC Brazil apresenta resultados de pesquisa sobre a suplementação de parede celular de levedura no ATA 2019

III Simpósio Internacional de Alternativas aos Antibióticos (ATA) será realizado em Bangkok, de 16 a 18 de dezembro

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Dr. Ekachai Jenwitheesuk - Foto: Divulgação

Os benefícios da suplementação da parede celular de levedura na redução da contaminação por Salmonella enteritidis em aves serão apresentados pela ICC Brazil, empresa pioneira na produção de soluções inovadoras para a nutrição animal à base de aditivos de levedura, no III Simpósio Internacional de Alternativas aos Antibióticos (ATA), que será realizado de 16 a 18 de dezembro em Bangkok, na Tailândia. O seminário debaterá novas estratégias para prevenir e tratar doenças e que levem em consideração o bem-estar animal.

A ICC Brazil estará representada pelo gerente técnico do Sudeste Asiático e Pacífico, Dr. Ekachai Jenwitheesuk, que ministrará a palestra “Yeast cell wall immunomodulatory and intestinal integrity effects on broilers challenged with Salmonella Enteritidis” (Efeitos imunomoduladores e da integridade intestinal da parede celular de leveduras em frangos de corte desafiados com Salmonella Enteritidis). “Este é um importante simpósio internacional de saúde animal, com palestrantes e público da Europa, América e Ásia. Nossos clientes também podem participar, então é uma oportunidade para apresentarmos nossas soluções para nutrição animal”, diz Dr. Ekachai.

Durante a palestra, Dr. Ekachai mostrará que a parede celular de levedura é uma alternativa viável e eficaz no controle de patógenos, como a Salmonella enteritidis, e ainda promove o bem-estar animal de maneira geral. Seu modo de ação não causa resistência bacteriana, principal razão da crescente retirada dos antibióticos como promotores de crescimento na dieta animal.

 

Fonte: Assessoria da ICC
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Empresas Bovinos

De difícil diagnóstico, tripanosomose bovina provoca grandes prejuízos e exige atenção redobrada dos produtores

A tripanosomose bovina é causada por protozoários que parasitam as células vermelhas do sangue, denominados Trypanosoma vivax, que são parentes próximos do Tripanosoma cruzi, o causador da doença de chagas nos seres humanos

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A tripanosomose bovina é uma doença pouco conhecida e de difícil diagnóstico, porém pode provocar muitos prejuízos aos produtores. A enfermidade pode ser transmitida por diferentes vias. “A transmissão pode acontecer por moscas sugadoras de sangue e pelo compartilhamento de materiais compartilhados entre os animais, como agulhas empregada nas aplicações de vacinas e outras substâncias como a ocitocina. Em tese qualquer material que entre em contato com o sangue de animais portadores e logo após seja utilizado em um outro animal susceptível são fontes de transmissão da doença se infecção. “Outras vias estão sendo estudadas, mas qualquer tipo de troca sanguínea entre animais tem grande possibilidade de transmissão da doença”, alerta o médico veterinário Marcos Malacco, gerente técnico de pecuária de corte da Ceva saúde Animal.

A tripanosomose bovina é causada por protozoários que parasitam as células vermelhas do sangue, denominados Trypanosoma vivax, que são parentes próximos do Tripanosoma cruzi, o causador da doença de chagas nos seres humanos. “Essa enfermidade provoca perda de peso, acentuada queda na produção leiteira e nos índices reprodutivos dos animais afetados. Os bovinos afetados cronicamente, além de terem redução em seus índices produtivos, servem como fonte de infecção para os demais animais do rebanho. Se não for reconhecida e tratada rapidamente pode levar vários animais à morte em curto espaço de tempo”, ressalta Malacco.

Um dos sinais observados na tripanosomose é a anemia. Este sinal clínico é comum a outras hemoparasitoses bovinas (doenças provocadas por parasitas do sangue) como aqueles responsáveis pela tristeza parasitária. Assim a tripanosomose pode ser facilmente confundida com a tristeza parasitária, que é doença comum em grande parte do território brasileiro, dificultando o reconhecimento da doença.

“Os produtores podem perder 30% ou mais do valor comercial do rebanho, gerando perda econômica expressiva. Além disso, a doença pode levar à queda da imunidade geral dos animais afetados aguda ou cronicamente, favorecendo o surgimento de surtos de outras doenças no rebanho, como infecções dos pés e cascos, mastites, pneumonias etc.”, destaca o gerente.

Malacco também alerta que os tratamentos usuais empregados nos casos de tristeza parasitária não funcionam contra a tripanosomose. “Se o produtor tiver muitos casos ou reincidência de tratamento da tristeza, abortos, eficiência reprodutiva menor do que o ideal ou perda de produção de leite, ele precisa procurar um médico veterinário pois há grande risco de ser tripanosomose”.

Por outro lado, detectada, a doença tem cura e é fácil de ser tratada, desde que com o medicamento específico ou correto. A Ceva Saúde Animal tem no portfólio o Vivedium, a base de tripanocida específico e de longa ação, que é indicado tanto para tratamentos quanto para a prevenção da doença. Vivedium proporciona controle efetivo, alta eficácia e persistência prolongada, com redução da mortalidade e da morbidade causadas pela tripanosome, possibilitando maior produtividade e lucratividade dos animais. Além disso, a Ceva recomenda associar medidas preventivas, como um programa de controle de moscas, além do cuidado especial com o uso de agulhas e controle na compra de animais, sempre realizando testes preventivos.

Também é conveniente a realização de tratamentos de suporte para melhorar as condições gerais dos animais que estiverem doentes e diagnosticados com a tripanosomose. Estimulantes metabólicos, ricos em aminoácidos, cálcio, fósforo e colina (uma vitamina que participa dos mais diversos processos metabólicos e auxiliam o fígado), como Roboforte, são indicados. Para o controle da febre e aliviar os efeitos nocivos da quantidade excessiva de radicais livres liberados durante a doença, é recomendado tratamento com um antiinflamatório do grupo não esteroidal, como o Ketofen 10%.

Médico veterinário Marcos Malacco, gerente técnico de pecuária de corte da Ceva saúde Animal.

Fonte: Assessoria da Ceva
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Empresas Bovinos

Solução para tratamento de mastite ajuda o produtor a melhorar os resultados e garante a qualidade do leite para os consumidores

O Ubrolexin® é uma solução potente indicada para o tratamento de mastites em vacas em lactação e faz parte da linha +Leite, cujo foco é no bem-estar animal e na saúde humana

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Foto: O Presente Rural

A mastite bovina é um dos problemas mais comuns nos rebanhos de gado de leite no Brasil, provocando redução da produção e prejuízo financeiro aos produtores. Como solução para o tratamento de mastites em vacas em lactação, a Boehringer Ingelheim Saúde Animal apresenta o antibiótico intramamário Ubrolexin®. O produto faz parte da linha +Leite, que destaca a importância dos cuidados com os animais para a produção de leite de qualidade, garantindo a segurança alimentar.

 

“A linha +Leite traz o conceito de elevar a conscientização sobre a jornada do leite, que deve ser feita com segurança e qualidade, e o uso racional de antibióticos faz parte deste conceito”, afirma Camila Ferraz, gerente de produtos da divisão de Grandes Animais da Boehringer Ingelheim. “Nós temos uma grande responsabilidade em trazer à tona essa conscientização, pois o Brasil é o quinto maior produtor de leite do mundo com 7% da produção, de acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento)” diz.

 

De acordo com Roulber Silva, gerente técnico de Grandes Animais da Boehringer Ingelheim, o diferencial do Ubrolexin® é o sinergismo de suas moléculas, que proporcionam tratamento eficaz com apenas duas aplicações, reforçando o compromisso da empresa com o uso racional de antibióticos.

 

O medicamento combina dois antibióticos (cefalexina e canamicina), que atuam contra bactérias causadoras de mastite clínica, como Staphylococcus aureus, Staphylococcus chromogenes, Staphylococcus hyecus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus dysgalactiae, Streptococcus uberis e Escherichia coli. “É uma solução comprovadamente eficiente que, junto aos outros produtos da linha +Leite, garante a proteção contra mastite em todo o ciclo produtivo”, conclui Roulber.

 

Além do Ubrolexin®, os outros produtos que compõem a linha +Leite são:

 

  • Metacam®que, em combinação com a terapia antibiótica, atua para tratamento da mastite, uma inflamação na glândula mamária que causa queda brusca de produtividade e alterações na qualidade do leite;
  • MamyzinS®, terapia que oferece proteção adequada por todo o período seco, prevenindo infecções;

Fonte: Assessoria da Boehringer
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