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Coamo investe mais de R$ 191 milhões e inaugura duas unidades no Mato Grosso do Sul

Estruturas em Itahum (Dourados) e Amambai ampliam capacidade de recebimento e fortalecem a logística regional.

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Itahum - Foto: Divulgação

A Coamo deu mais um importante passo na ampliação de sua infraestrutura no Mato Grosso do Sul. Na manhã de segunda-feira (02), a cooperativa iniciou as operações de duas novas unidades de recebimento de grãos: uma no distrito de Itahum, em Dourados, e outra no município de Amambai.

Somadas, as duas unidades contaram com um investimento de mais de R$ 191 milhões, valores que reforçam o compromisso da Coamo com o desenvolvimento regional, com a melhoria da logística e do atendimento cada vez mais próximo ao quadro social.

Segundo o Presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, a Coamo está sempre investindo em infraestrutura e na promoção do desenvolvimento regional dos municípios onde ela atua. “As inaugurações de Itahum e Amambai II reforçam a nossa missão de oferecer um atendimento próximo, estruturas modernas e soluções que proporcionem mais eficiência e segurança aos produtores. Esses investimentos representam o compromisso da cooperativa com o futuro da produção agrícola do Mato Grosso do Sul e com cada família cooperativista que confia seu trabalho à Coamo.”

Itahum

Localizado a cerca de 60 quilômetros de Dourados, o distrito aguardava por uma estrutura própria da cooperativa, expectativa que cresceu durante o período de obras, que foi acompanhado de perto pelos produtores da região.

A estrutura recém-inaugurada inclui moegas, tombadores bitrem, balança rodoviária automatizada de 30 metros, escritório operacional com pré-classificação, além de um secador de 200 t/h, filtro de mangas, depósito de cavaco e uma casa de máquinas equipada com sistemas modernos de limpeza, trilhagem e transporte de grãos. O complexo ainda conta com três silos pulmão e quatro silos de armazenagem com capacidade de 170 mil sacas cada, compondo uma capacidade estática total de 43.600 toneladas.

O cooperado João Azambuja foi responsável por entregar a primeira carga de soja à nova unidade e destacou a importância da estrutura: “Essa inauguração era muito esperada por todos nós. Acompanhamos cada etapa da obra e hoje estamos vendo um sonho se tornar realidade. A nova unidade facilita o nosso dia a dia, diminui a distância para entregar os grãos e mostra que a Coamo está sempre olhando para o cooperado. Estou muito satisfeito e agradecido por esse investimento na nossa região.”

Amabai II

Também nesta semana teve início a operação do novo posto de recebimento de grãos da Coamo em Amambai. Marcando um novo capítulo da presença de mais de duas décadas da cooperativa no Mato Grosso do Sul, a unidade foi projetada para oferecer modernidade, eficiência e capacidade de atendimento ampliada.

A nova unidade conta com moegas, tombadores, balança rodoviária de 30 metros, casa de máquinas equipada com sistemas completos de beneficiamento, secador de 200 t/h, depósito de cavaco, filtro de mangas, além de três silos pulmão, um silo de resíduos e quatro silos de armazenagem de 170 mil sacas cada. Assim como em Itahum, a capacidade estática também chega a 43.600 toneladas.

A primeira carga recebida pela unidade foi entregue pelo cooperado Edson Zanin, que comentou a relevância da obra para os produtores: “A nova unidade de Amambai chega em ótima hora e com uma estrutura que realmente impressiona. Nós, cooperados, estávamos com grande expectativa para essa inauguração, porque sabíamos o quanto ela seria importante para o escoamento da nossa produção. É um ganho enorme para a região e uma demonstração clara do cuidado da Coamo.”

Investimentos

Com as inaugurações das unidades de Itahum e Amambai II, a Coamo reafirma sua estratégia de investir em infraestrutura moderna, ampliar sua presença no Estado e oferecer soluções logísticas que garantem competitividade ao produtor rural sul-mato-grossense.

As duas novas unidades iniciam suas operações no momento em que a cooperativa segue expandindo sua atuação e consolidando seu compromisso histórico de apoiar e impulsionar o desenvolvimento das regiões onde está presente.

Fonte: Assessoria Coamo

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Cooperados recebem R$ 224,9 milhões em sobras e complementações da Copacol

Valores já estão nas contas de 10,5 mil associados e fortalecem investimentos, quitação de dívidas e o planejamento das propriedades.

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Foto: Divulgação

As sobras, complementações e juros de capital que totalizam R$ 224,9 milhões já estão nas contas bancárias dos 10,5 mil cooperados da Copacol. O recurso é motivo de comemoração para quem se dedicou o ano todo e agora conta com um extra para realizar investimentos, adquirir um novo bem ou planejar uma viagem.

A chuva nesta terça-feira deu uma pausa na colheita da soja e os produtores estiveram nas unidades da Cooperativa para conferir o saldo e definir como utilizarão o montante pago em duas parcelas (a primeira em dezembro e a segunda agora em fevereiro).

“Estou muito feliz, muito feliz mesmo. A gente não vê a hora de chegar o fim do ano para receber as sobras, que ajudam muito a quitar as contas da propriedade. O dinheiro já tem destino certo: pagar as parcelas da granja que foi financiada. Admiro muito a Cooperativa: ela é onde os pequenos vivem, encontram esse apoio para viver bem”, afirma a avicultora de Cafelândia, Terezinha Almeida dos Santos, que agradece a Diretoria por essa decisão que auxilia os cooperados.

O pagamento da sobra também possibilita ao produtor planejamento da destinação do produto, para que não precipite a venda. “A sobra chega em um bom momento, sempre tem alguma conta a pagar. Com a sobra não precisamos vender nossos produtos e conseguimos honrar as despesas. É motivo de comemoração para os cooperados e também para o comércio que tem a economia movimentada com a Cooperativa”, destaca Randane Edson Paludo, cooperado de Corbélia.

Tradição da Copacol, o pagamento das sobras, complementações e juros de capital faz parte da história de décadas da Cooperativa que tem como propósito “Gerar valor para cooperados, colaboradores, clientes e parceiros através da cooperação no agronegócio”.

Com essa postura, a Copacol garante o desenvolvimento das propriedades e também da economia nas cidades das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. “Sabemos da importância desse volume de recursos para as propriedades: temos cooperados saldando financiamentos, realizando investimentos e também garantindo bem-estar para as famílias. Dessa forma, o comércio tem um ganho significativo, com vendas aquecidas e novos negócios realizados. A Copacol é um pilar importante para as cidades e dessa maneira atuamos com o desenvolvimento regional da economia”, afirma o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

Fonte: Assessoria Copacol
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O agro que não cabe no estereótipo

Produzir em escala global exige método, previsibilidade e estratégia, atributos que colocam o Brasil em um patamar já distante da ideia de setor “em desenvolvimento”.

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Foto: Shutterstock

Há uma diferença fundamental entre produzir muito e produzir de forma estruturada. O Brasil atravessou essa fronteira e isso muda tudo.

Ser o terceiro maior exportador de carne suína, o maior produtor e exportador de carne bovina do planeta e o maior exportador mundial de carne de frango, não é uma coleção de medalhas. É a evidência de que o agro brasileiro deixou – há tempo – de ser um setor “em desenvolvimento” para operar como um sistema maduro, previsível e estratégico no tabuleiro global de alimentos.

Artigo escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

Essas posições não se sustentam com discurso. Exigem sanidade rigorosa, rastreabilidade, escala, eficiência logística, genética, nutrição de precisão, indústria integrada e capacidade de cumprir contratos quando o mundo inteiro está comprando – e quando parte dele está em crise. Países que não dominam processos não chegam a esse patamar. Chegam a picos. O Brasil sustenta.

O mesmo raciocínio vale para as lavouras. O país é o maior produtor mundial de soja, figura entre os líderes globais em milho, domina cadeias como açúcar, café, suco de laranja e algodão, e avança em segmentos que raramente entram no debate público, mas dizem muito sobre eficiência: a produção brasileira de ovos, por exemplo, caminha para um consumo médio superior a 300 unidades por habitante ao ano em 2026. Isso não acontece por acaso. Acontece quando há oferta contínua, custo controlado e confiança do consumidor.

O que une todas essas cadeias não é apenas o clima ou a terra. É método. É repetição de desempenho. É um agro que aprendeu a operar sob pressão ambiental, sanitária, econômica e reputacional – muitas vezes simultaneamente.
E aqui surge o paradoxo brasileiro.

Enquanto o país se consolida como um dos maiores provedores de alimentos do mundo, parte do debate interno ainda trata o agro como se fosse uma atividade rudimentar, predatória por definição, incompatível com ciência ou sustentabilidade. Essa narrativa não vive apenas nas redes sociais. Ela aparece em discursos acadêmicos simplificados, em livros didáticos desatualizados e em análises urbanas que observam o campo à distância, com visões míopes que já não explicam a realidade.

Não se trata de negar conflitos, impactos ou desafios. O agro brasileiro tem problemas. Mas reduzi-lo a caricaturas é intelectualmente pobre e estrategicamente perigoso. Um país que não compreende o seu principal sistema produtivo caminha para decisões ruins, políticas frágeis e debates estéreis.

Sem o agro, o Brasil não seria apenas menos competitivo. Seria menos relevante. Menos soberano. Menos capaz de alimentar a própria população a preços acessíveis. Menos preparado para responder às crises globais que, cedo ou tarde, sempre chegam.

O agro moderno não pede aplauso. Pede compreensão. Não busca unanimidade. Busca racionalidade. Ele não é perfeito, mas é, hoje, um dos raros setores nacionais capazes de transformar conhecimento em escala, eficiência em constância e produção em poder geopolítico.

Os números recentes não são um ponto de chegada. São um aviso: o Brasil já opera em outro patamar. A pergunta que fica não é se o agro avançou. É se o debate público vai conseguir alcançá-lo.

A pergunta que fica não é se o agro avançou. É se o debate público vai conseguir alcançá-lo

Fonte: Artigo escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Show Rural Coopavel destaca força da agronomia brasileira

FEAPR participa da edição 2026 com programação institucional e técnica voltada à integração e representatividade da classe.

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Foto: FEAPR

A força da agronomia nacional estará novamente em evidência no Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos de difusão tecnológica do agronegócio da América Latina. A Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná (FEAPR) tem presença confirmada na edição 2026 da feira, destacando o papel estratégico dos engenheiros agrônomos no avanço da produção agropecuária sustentável no Brasil.

Fotos: Divulgação/Coopavel

A programação da FEAPR será desenvolvida no estande da Associação Regional dos Engenheiros Agrônomos de Cascavel (AREAC), localizado na rua H, nas proximidades do restaurante.
Pelo menos três mil engenheiros agrônomos atuam diretamente nos trabalhos do Show Rural, seja nas áreas experimentais, seja nos estandes das empresas expositoras. Além disso, a FEAPR, em conjunto com outras entidades do setor, convidou cerca de 40 mil engenheiros agrônomos de todo o Brasil para prestigiar a feira.

Para o presidente da FEAPR, engenheiro agrônomo Cesar Veronese, o Show Rural vai muito além de uma vitrine de produtos e soluções. “É um espaço essencial de difusão de pesquisas, de troca de conhecimento e de valorização profissional. Vamos debater temas importantes e inerentes à realidade vivenciada pelos profissionais atualmente. O Show Rural só é possível graças, também, ao envolvimento direto dos profissionais da agronomia”, ressalta.

Um dos pontos altos da programação da FEAPR será o 7º Encontro Paranaense das Entidades de Classe, que terá como foco a conexão

Foto: Albari Rosa

entre profissionais, a representatividade institucional e as perspectivas para o futuro da agronomia.

Programação

O 7º Encontro Paranaense de Entidades da Agronomia será na terça-feira, dia 10 de fevereiro, no estande da AREAC, no Show Rural Coopavel. A programação inicia às 08 horas, com credenciamento, seguido da abertura oficial com a presença de autoridades e convidados às 08h45. Em seguida, às 09h45, terá uma palestra com o chefe geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, com o tema “O salto invisível: a revolução da edição gênica e o futuro do campo.

Na sequência, às 10h45, haverá a palestras “Oportunidades profissionais para os engenheiros agrônomos em acordos bilaterais”, com o engenheiro agrônomo Eugênio Stefanelo, seguido de debate com o público; 13h30 – Cases de sucesso das entidades de classe da agronomia; 15h30 – Reunião ordinária da FEAPR e 16h – Visita Institucional das entidades aos estandes do Show Rural.
(Vandré Dubiela/Comunicação FEAPR)

Fonte: Assessoria Coopavel
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