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Coamo está entre as vencedoras do Valor Carreira – As melhores na gestão de pessoas

A Coamo Agroindustrial Cooperativa está entre as vencedoras do Valor Carreira – As melhores na gestão de pessoas, que este ano chegou a sua 20ª edição.

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Foto: Divulgação/Coamo

Na categoria “De 7.001 a 17.000 colaboradores” a Coamo ficou em quinto lugar, onde 2.616 funcionários de todas as áreas e de todos os cargos, foram escolhidos aleatoriamente pela consultoria Mercer, que coordenou a pesquisa realizada entre os funcionários da cooperativa. Entre os indicadores avaliados na Pesquisa Valor Carreira estão  engajamento, prosperidade, cultura de integridade, agilidade organizacional, liderança responsável, ambiente de trabalho saudável, recompensa justa, carreiras atrativas e indivíduos próprios.

O estudo mantém o compromisso de identificar, reconhecer e premiar, por meio da metodologia global de Prosperidade e Engajamento da Mercer às empresas que se reinventam e estão à frente do seu tempo, que destacam-se ao oferecer um ambiente onde a Experiência do Colaborador é o principal mecanismo para conduzir negócios de forma próspera e sustentável ao integrar cada indivíduo à cultura da organização, com experiências de trabalho positivas.

Em evento on-line realizado na noite desta quinta-feira (15), foram anunciadas também as 35 empresas eleitas como as melhores na gestão de pessoas em 2022.

Foco

A diversidade está no centro das atenções de grandes organizações empresariais quando o assunto é gestão de pessoas.

O  tema que ganhou relevância ao longo dos anos assumiu o protagonismo na agenda de desenvolvimento de projetos na área de Recursos Humanos (RH) das empresas.

Na Coamo, a abordagem na diversidade direcionada às mulheres atuando em uma atividade em que a força de trabalho é predominante masculina, a Cooperativa Agroindustrial pretende não apenas ampliar a presença feminina no seu quadro de pessoal que soma quase 9.000 colaboradores diretos, como também estimular a participação delas em cargos de liderança para fortalecer a liderança feminina. A Coamo implementou em 2022 o programa Ampliar e o Liderar, este último destinado a mulheres que já ocupam funções de gestão e as 30 profissionais da primeira turma formada participam de atividades que reforçam as competências técnicas e tem acesso às mentorias individuais.

Outros pontos fortes destacados na pesquisa foram a Cultura de Integridade, Agilidade Organizacional, Liderança Responsável e Carreiras Atrativas, tendo a formação, desenvolvimento e aproveitamento de seus talentos em promoções internas como destaques apresentados pelos que responderam a pesquisa.

De 100 a 500 colaboradores : Grupo Valorem; BizCapital; Emais Urbanismo; Mega Moda; Rio Branco Combustível

De 501 a 1.000 colaboradores: Agro Baggio; Kles; Iteris; SLC Máquinas; Passarelli Eng. e Construção

De 1.001 a 1.500 colaboradores: Pfizer; Banco ABC Brasil; Brasilata; Vittia; Rocha Log

De 1.501 a 3.000 colaboradores: Energisa Rondônia; Liberty Seguros; Tokio Marine Seguradora; A. Yoshii Engenharia; Intercement

De 3.001 a 7.000 colaboradores: Construtora Barbosa Mello; Milplan Engenharia; Eurofarma; Cielo; Serasa Experian

De 7.001 a 17.000 colaboradores: Grupo Protege; São Martinho; BP Bunge Bioenergia; Security Segurança; Coamo

Acima de 17.000 colaboradores: Itaú Unibanco; Americanas; Grupo Petrópolis; Vivo; Ambev;

Fonte: Assessoria

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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