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Coamo é protagonista do crescimento pessoal, social e profissional

Os funcionários fazem parte do tripé – diretoria, cooperados e funcionários-, sempre mencionado pelo fundador e idealizador, José Aroldo Gallassini, presidente do Conselho de Administração da Coamo.

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Fotos: Divulgação/Coamo

No dia-a-dia, os mais de nove mil funcionários da Coamo Agroindustrial Cooperativa nas áreas administrativa, técnica, operacional, industrial e comercial dão o seu melhor para atender os mais de 31 mil cooperados nos 74 municípios da área de ação da cooperativa em regiões produtoras do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Uma política de desenvolvimento coordenada pela área de Recursos Humanos busca o aprimoramento, tanto pessoal como profissional, para a melhoria contínua nos processos e soluções. Os colaboradores têm oportunidades de crescimento em diferentes funções e, uma vez preparados, vão assumindo novos cargos e acompanhando o desenvolvimento da cooperativa.

Gerente de Gestão de Pessoas da Coamo, Antonio César Marini

“Assim, os funcionários são protagonistas além do cotidiano da labuta. Como consumidores nas suas regiões, ajudam a impulsionar a economia e o comércio de suas cidades. Também estão a frente como cidadãos do bem comum, atuando como voluntários na sociedade, seja nas paróquias e igrejas ou como membros de escolas, clubes de serviços e entidades beneficentes. Onde quer que estejam, são reconhecidos como membros do cooperativismo e carregam o sobrenome da sua cooperativa e da sua identidade, com valores e princípios difundidos ao longo de mais de cinco gerações, não só para funcionários, mas para seus familiares e a própria comunidade”, frisa o gerente de Gestão de Pessoas da Coamo, Antonio César Marini.

Oportunidades

Ao longo de cada ano, centenas de funcionários são convidados a participar de processos seletivos, resultado das indicações na Avaliação de Desenvolvimento e política de aproveitamento interno da cooperativa. “A Coamo acredita e investe na sua força laboral, e a cada trimestre são muitos os promovidos em diferentes funções nas áreas diversas da empresa, o que proporciona o desenvolvimento de carreira. Como resultado, é grande o número de chefias e gerentes que iniciaram sua jornada profissional em outros cargos, inclusive aprendiz, e cada um tem uma história de luta, vontade, disciplina e determinação”, destaca o gerente de Gestão de Pessoas da Coamo.

Segundo Marini, são milhares de funcionários sendo desenvolvidos anualmente nos mais diferentes cursos de aprimoramento e desenvolvimento nas diversas áreas, sejam elas técnicas ou comportamentais. “Uma equipe motivada faz toda a diferença. Por isso, quem entra na Coamo é bem atendido e sente a alegria da equipe, que é uma verdadeira família, para cumprir a missão da cooperativa que é um atendimento de qualidade aos nossos cooperados”, menciona o profissional.

Nas ações da Gerência de Gestão de Pessoas, por meio de programas, o foco é fortalecer a liderança nas empresas do grupo Coamo. Para o Marini, a Coamo visa ter colaboradores na liderança com preparo e domínio das competências técnicas e comportamentais, alavancando o protagonismo e participação em posições de gestão, inspirando e despertando em outras pessoas o interesse nessa carreira. E entre estes programas está o de Formação Profissional, que objetiva formar profissionais para o melhor desempenho nas posições atuais, enquanto amplia a visão estratégica e fortalece competências para acelerar a prontidão de cada participante para os próximos passos de carreira na Coamo. “O principal público deste programa são profissionais promovidos para posições de gestão nos entrepostos, acelerando a prontidão para o novo cargo na carreira”, explica Marini.

Valores e oportunidades

“Estamos no caminho certo, pois os nossos cooperados, clientes, parceiros e funcionários nos dão um feedback positivo de que a missão da Coamo está sendo cumprida e estamos sendo vistos da forma com que a Diretoria pensou ao criar as nossas diretrizes corporativas. É relevante e oportuno lembrar dos valores da Coamo, os quais são essenciais para que diariamente a missão e a visão sejam realizadas e praticadas naturalmente. É maravilhoso ver a força do cooperativismo da Coamo em prol de mais de 31 mil cooperados e nós fazemos parte desta fortaleza. Sim, porque a Coamo é uma grande fortaleza”, enaltece o presidente executivo Airton Galinari.

De acordo com o presidente executivo, a Coamo sempre investiu na formação de pessoas. “Estamos investindo em programas específicos para os funcionários visando o desenvolvimento. Na Coamo todos entram pela mesma porta e depois encontram dezenas de outras, possibilitando crescimento e carreira. Queremos talento, dedicação e pessoas que procuram se desenvolver para acessar as muitas oportunidades que temos. Por isso a Coamo é uma empresa que respeita as pessoas, investe no treinamento e desenvolvimento de todos”, frisa Galinari.

Promoção

O técnico de Operações Financeiras, Jean Alberto dos Santos, está na cooperativa há mais de 15 anos, mas cresceu ouvindo falar da Coamo em seu lar, já que seu pai, durante muitos anos, exerceu a função de motorista. “Comecei na Coamo como aprendiz em outubro de 2005 na Secretária Executiva, após fui para o Departamento de Análise de Crédito, onde fui efetivado e fiquei 12 anos. Em maio de 2018, recebi a oportunidade de ser promovido para a área de Mesa Financeira na Gerência Financeira, na função de técnico de operações financeiras”, comemora Jean Alberto. Ele é testemunha de que a cooperativa oferece oportunidades. “Para mim, a Coamo é uma empresa sólida, é referência de sucesso e um exemplo de que o cooperativismo pode transformar a vida das pessoas, seja dos funcionários, dos cooperados e das famílias. Quem está no cooperativismo faz parte de um time vencedor”, avalia o profissional.

A Coamo

A Coamo nasceu de ideias e ideais, do sonho de 79 agricultores, na busca por uma vida melhor. Hoje é a realidade de milhares de pessoas que acreditam no cooperativismo e na força do trabalho em conjunto. No Brasil e na América Latina, a Coamo é a maior cooperativa agrícola e uma das maiores empresas do país.

Fundada em 28 de novembro de 1970, a comemoração destes 52 anos vai além de uma data. É um marco de progresso, de uma história de pessoas que têm no seu DNA ética, transparência e honestidade. Valores que fazem parte das diretrizes corporativas da Coamo e que são levados muito a sério no dia-a-dia da cooperativa.

A edição Especial de Cooperativismo de O Presente Rural pode ser lida na íntegra on-line clicando aqui. Boa leitura!

 

 

Fonte: O Presente Rural

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Governo define cronograma para destravar mercado de carbono e prevê normas até 2026

Nova secretaria do Ministério da Fazenda inicia estruturação do sistema que deve operar em 2030 e promete elevar competitividade, atrair investimentos e apoiar a transição para economia de baixo carbono.

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Foto: Freepik

Até dezembro de 2026, o governo pretende publicar todas as normas infralegais necessárias para a adoção do mercado regulado de carbono no país, disse na quinta-feira (27) a secretária extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis.

Criada em outubro, a secretaria será responsável por estruturar o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), previsto para entrar em operação em 2030.

A secretária disse que o mercado de carbono tem potencial para gerar oportunidades econômicas, renda e redução de desigualdades, mas lembrou que não se trata de uma “bala de prata” para enfrentar a crise climática.“Essa jornada é de quase três anos no governo atual, mas é também de muitos anos de espera pela aprovação da lei do mercado regulado”, afirmou.

Foto: Juliana Sussai/Embrapa

Segundo ela, o trabalho envolve todo um ecossistema, incluindo setor público, empresas, setor financeiro, comunidades tradicionais e povos indígenas.

Cristina Reis disse que a nova estrutura tem caráter extraordinário, com começo, meio e fim, até que o governo institua um órgão gestor permanente. De acordo com projeções citadas por ela, o mercado de carbono pode elevar o crescimento adicional da economia em quase 6% até 2040 e 8,5% até 2050.

Segundo estimativas do Banco Mundial, as emissões de gás carbônico dos setores regulados poderiam cair 21% até 2040 e 27% até 2050. O preço da tonelada de carbono pode chegar a US$ 30 por tonelada, avançando para US$ 60 numa segunda fase.

Estudos

A subsecretária de Regulação e Metodologias da nova secretaria, Ana Paula Machado, informou que o governo conduz estudos e uma análise de impacto regulatório com foco em ampliar o escopo do mercado e aumentar sua eficiência. Segundo ela, o Ministério da Fazenda pretende preparar a economia brasileira para um cenário internacional em que a precificação de carbono seja considerada irreversível. “Um país como o Brasil precisa estar equipado para monitorar emissões, precificar o carbono no processo produtivo e se inserir de forma competitiva no cenário internacional”, disse.

Para ela, o Estado deve estar preparado para apoiar os agentes econômicos na transição para uma economia de baixo carbono.

Janela de oportunidade

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a criação da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono aproveita uma “janela de oportunidade” aberta com a reforma tributária. Ele explicou que o órgão integrará a estratégia do governo para fortalecer o Plano de Transformação Ecológica e modernizar instrumentos de financiamento, como o Fundo Clima.

Durigan destacou que o governo segue uma programação contínua desde 2023 para avançar na agenda de descarbonização. “A nova secretaria é um passo concreto e fundamental para que a gente estruture o mercado de carbono regulado no Brasil. Este é o primeiro passo de anos de trabalho”, afirmou.

A Fazenda avalia que a regulamentação do mercado de carbono deve estimular investimentos em atividades de baixo carbono, contribuir para a competitividade da indústria e apoiar a transição ecológica do país.

Fonte: Agência Brasil
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Paraná é reconhecido nacionalmente por projeto que leva internet ao campo

Conectividade Rural conquista o Prêmio Espírito Público ao transformar a realidade de comunidades rurais com expansão de torres, inclusão digital e inovação produtiva.

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Foto: SEIA-PR

O projeto Conectividade Rural, do Governo do Paraná, foi um dos vencedores da  7ª edição do Prêmio Espírito Público, do Instituto República.org, que reconhece projetos e servidores da administração pública brasileira. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27), durante a cerimônia da premiação, em Brasília.

Ao todo, a iniciativa contou contou 858 inscritos de todo o País, concorrendo em sete categorias. O Conectividade Rural ficou entre os 14 finalistas gerais e foi campeã na categoria Gestão e Transformação Digital, em que concorreu na final contra a iniciativa App Servidor, do Rio Grande do Sul.

Coordenada pela Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA), o projeto visa melhorar a qualidade de vida de moradores de zonas rurais, impactar na produção e produtividade na atividade agropecuária e promover a democratização do acesso à internet através da ampliação da cobertura de conexão móvel em diversas regiões do Paraná.

O projeto é executado pela SEIA, em conjunto com a Secretaria de Agricultura e do Abastecimento, Secretaria da Fazenda e 17 órgãos estaduais e instituições do Paraná. Também envolve 15 players do setor privado, como operadoras e empresas de tecnologia, e mais seis entidades representantes da sociedade civil.

O secretário da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani comemorou o prêmio e destacou a importância do programa para melhorar a vida dos cidadãos de áreas rurais, e impulsionar o desenvolvimento no campo. “Conquistar uma premiação nacional como essa é motivo de orgulho, e também mostra que estamos no caminho certo para ampliar o acesso à conectividade em todas as regiões do Paraná. Esse projeto serve não só para melhorar a vida dos produtores, mas criar condições para que o agro paranaense continue crescendo com inovação”, afirmou.

Para o coordenador do projeto, Julio César Oliveira, o Conectividade Rural é uma ação que está mudando a realidade do campo. “Não é só no aspecto social, como no econômico também. Aumenta a geração de empregos, aumenta a arrecadação, e assim o PIB cresce e o Paraná prospera. Receber esse prêmio mostra que dá para fazer política pública de verdade, que transforme a vida das pessoas.”

Recentemente o projeto de ampliação móvel do Governo do Estado recebeu um aumento nos investimentos por meio do Programa de Melhorias do Sistema de Telecomunicação e Conectividade Rural do Paraná – ParanáConectado, sancionado pela lei nº 22.788/2025.

Com a nova lei, o projeto de Conectividade Rural passa a fazer parte das ações do ParanáConectado, que além de trabalhar para ampliação internet banda larga e telefonia móvel, vai possibilitar que agricultores usem de ferramentas digitais para consultar dados meteorológicos, acompanhar cotações de produtos, adquirir insumos e vender mercadorias pela internet, além de ampliar o acesso à educação e à segurança rural.

Mais conexão

O projeto de Conectividade Rural já realizou o mapeamento técnico de 980 localidades desconectadas, o que permitiu a contratação de 541 torres de internet e telefonia desde 2023, quando os trabalhos foram iniciados. Dessas, 350 torres já foram instaladas.

Com as instalações, 88 municípios de diversas regiões do Estado, receberam cobertura, desde o Litoral, com Guaraqueçaba, até o Oeste e Sudoeste, em municípios como Cascavel, Toledo, Palotina e Francisco Beltrão. Também foram contempladas cidades dos Campos Gerais (Ponta Grossa e Castro), Norte e Noroeste (Londrina, Maringá e Paranavaí), Centro-Oeste (Campo Mourão) e Centro-Sul (Guarapuava).

As estruturas beneficiaram uma série de comunidades como populações ribeirinhas, escolas rurais, comunidades indígenas, além de produtores agrícolas, áreas de cooperativas e até a região da fronteira com o Paraguai.

Para isso, o programa contou com a governança dos órgãos envolvidos e fomento via compensação de ICMS (sem uso direto de recursos públicos).

Fonte: AEN-PR
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Produção On Farm avança com marco legal e puxa nova onda de inovação no agro

Biofábricas nas propriedades, gestão digital e conectividade aceleram o uso de biológicos, reduzindo gastos e fortalecendo a agricultura regenerativa.

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Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro vive um momento de forte crescimento, conforme apontam dados do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor registrou alta de 6,49% no primeiro trimestre de 2025. O investimento no segmento também segue em expansão, alcançando R$ 608 bilhões, segundo o Boletim de Finanças do Agro, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Nesse cenário positivo, o modelo On Farm vem ganhando protagonismo por sua capacidade de gerar impacto econômico, ambiental e tecnológico. Com a aprovação do Projeto de Lei PL 658/2021 na Câmara dos Deputados, o chamado Marco Civil do Setor de Bioinsumos, a produção On Farm, passa a contar com regras claras e estruturadas. Essa regulamentação define parâmetros para a multiplicação de microrganismos diretamente nas propriedades rurais, garantindo aos agricultores o acesso a produtos de qualidade, fiscalizados e seguros para o consumidor.

Vantagens do modelo On Farm

Artigo escrito por Laerte Nogueira, Squad Leader da Everymind; e Bruno Arroyo, gerente de Marketing Estratégico da Agrobiológica.

Além da segurança jurídica, que protege o produtor e exige um cadastro simples dos biológicos multiplicados On Farm (quando para uso próprio), o modelo traz impactos diretos na agilidade do manejo. Com as biofábricas instaladas nas propriedades, o próprio produtor, com apoio de um time técnico, ganha autonomia para produzir seus biodefensivos e bioestimulantes, reduzindo custos logísticos, por exemplo.

Outro ponto importante é o avanço na qualidade dos prestadores de serviço e das empresas do segmento. A nova legislação permite que os bioinsumos sejam tratados conforme suas características, sem passar pelos mesmos trâmites burocráticos dos produtos químicos. Isso oferece ganhos significativos em registro e disponibilização de novas ferramentas biológicas no mercado.

Com a segurança jurídica estabelecida, o setor tende a atrair ainda mais investidores, impulsionando a inovação em biotecnologia e acelerando o desenvolvimento do modelo. Além disso, com a agricultura de precisão cada vez mais presente e a busca constante por produtividade, o On Farm se consolida como um grande aliado do produtor rural.

Tecnologia apoia avanço do On Farm

Nos últimos anos, a evolução tecnológica das empresas que atuam com o modelo On Farm aproximou essa produção, antes artesanal, de um padrão industrial. Produtos e processos avançam significativamente. Um exemplo são os meios de cultura para fungos, que hoje apresentam alto grau de eficiência e estabilidade.

A tecnologia está presente em todas as fases do processo, desde a biotecnologia aplicada aos meios de cultura e aos biorreatores, até a gestão completa da produção. Essa integração permite ao produtor ser mais preciso e ágil na proteção de suas lavouras contra pragas, doenças ou impactos climáticos, realizando a produção em larga escala dentro da própria fazenda.

Foto: Shutterstock

O avanço da conectividade rural também tem papel essencial nesse cenário, uma vez que a expansão das redes 4G e 5G e o uso de conexões via satélite possibilitam a coleta de dados em tempo real das biofábricas, favorecendo análises rápidas, maior controle de produção e agilidade nos processos de cadastro e fiscalização.

Além dos biorreatores cada vez mais tecnológicos, os softwares de gestão têm contribuído para otimizar a operação, tendo em vista que essas ferramentas permitem que fornecedores de meios de cultura, que são a matéria-prima para o On Farm, administrem contratos de comodato dos biorreatores, antecipem pedidos e renovem contratos com mais eficiência, integrando o campo à gestão digital.

Redução de custos

A redução de custos é um dos principais atrativos do modelo On Farm, pois o produtor precisa adquirir apenas uma pequena quantidade de inóculo para multiplicar os biológicos na própria fazenda, alcançando rendimentos até sete vezes maiores em volume. Isso reduz gastos em toda a cadeia, desde embalagens e fretes até revendas intermediárias.

Aumento da eficiência

A eficiência operacional também é ampliada, a multiplicação dos biológicos próxima à lavoura permite aplicações mais rápidas e eficazes no combate a pragas, doenças e na correção de deficiências do solo. Em algumas situações, a economia pode variar entre 45% e 60%, com respostas agronômicas altamente positivas. O uso de microrganismos benéficos tem se mostrado eficiente no manejo do solo, reduzindo a pressão de patógenos e pragas.

Impacto ambiental e desafios

O uso de insumos biológicos já é, por si só, uma prática sustentável, pois promove uma proteção natural e regenerativa das lavouras, além de contribuir para a saúde do solo. Com o Marco Legal dos Bioinsumos (Lei nº 15.070), o modelo On Farm facilita a expansão dessa prática, permitindo a produção em escala e o uso mais amplo dos biológicos.

Ao substituir manejos químicos, o produtor reduz custos e amplia o uso dos bioinsumos em frentes como o manejo do solo e controle de nematoides, além de melhorar o aproveitamento de nutrientes. Essas ações contribuem diretamente para o avanço da agricultura regenerativa no país.

No entanto, o principal desafio enfrentado pelo modelo é a formação e qualificação de equipes técnicas para operar as biofábricas com segurança e eficiência. Outro ponto crítico é a fiscalização sobre o uso e a eventual comercialização indevida dos biológicos multiplicados para uso próprio.

Por outro lado, com regulamentação sólida, suporte tecnológico e investimentos crescentes, o setor tem diante de si uma oportunidade única de unir produtividade, sustentabilidade e inovação, elementos essenciais para o futuro da agricultura nacional.

Fonte: Artigo escrito por Laerte Nogueira, Squad Leader da Everymind; e Bruno Arroyo, gerente de Marketing Estratégico da Agrobiológica.
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