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Coamo comemora 48 anos de sucesso e solidez

A cooperativa é uma das maiores da América Latina, respondendo por 3,5% de toda a produção nacional de grãos e fibras e 16% da safra paranaense

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A Coamo Agroindustrial Cooperativa comemora nesta quarta-feira (28), 48 anos de fundação. Para celebrar a data, foram realizados eventos alusivos à data em todas as unidades da cooperativa no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Em Campo Mourão, na administração central da Coamo, a comemoração reuniu, a diretoria, fundadores, cooperados e funcionários. “Parabenizamos os cooperados e funcionários, e por extensão seus familiares, os clientes, fornecedores e consumidores. Juntos formamos uma família de mais de 120 mil pessoas e com alegria e satisfação, nos reunimos para celebrar os 48 anos da Coamo”, comenta o idealizador e presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.

A Coamo foi fundada no dia 28 de novembro de 1970 por 79 agricultores pioneiros de Campo Mourão. “A Coamo é uma cooperativa de sucesso, é orgulho do campo, do Brasil e do mundo para a satisfação dos seus mais de 28 mil associados e mais de 7,5 mil funcionários. Assim, a Coamo vem contabilizando números positivos ao longo desses 48 anos de existência”, comenta. 

A Coamo nasceu e cresceu conjugando a força, união e trabalho dos associados, diretoria e funcionários, e vem proporcionando o desenvolvimento direto e a melhoria da produção, da renda e da qualidade de vida para milhares de pessoas. “Nesses 48 anos, ultrapassamos e vencemos muitos desafios, e juntos, estamos preparados para enfrentar e vencer os novos desafios, do presente e do futuro. Sempre com a missão de gerar renda aos cooperados, com desenvolvimento sustentável do agronegócio, e ser a melhor opção de desenvolvimento aos cooperados, realização profissional aos funcionários, produtos aos clientes e negócios aos parceiros”, salienta Gallassini.

A cooperativa é uma das maiores da América Latina, respondendo por 3,5% de toda a produção nacional de grãos e fibras e 16% da safra paranaense. O forte relacionamento com o quadro social tem garantido à Coamo resultados cada vez mais expressivos. “Os bons resultados geram tributos, empregos e divisas, e contribuem para o desenvolvimento do nosso país”, comemora Gallassini.

Na Coamo, trabalho, profissionalismo, honestidade e união são valores cultuados desde a fundação da cooperativa. Tudo é planejado com visão de futuro, buscando agregar maior valor à produção dos cooperados. O segredo de todo o sucesso está alicerçado em quatro fatores básicos: a política de capitalização, a estabilidade administrativa, o apoio incondicional dos cooperados e a harmonia existente entre a diretoria, cooperados e funcionários. “Toda essa trajetória de sucesso da Coamo é fruto de muito trabalho e dedicação. Um trabalho alicerçado pelo tripé – diretoria, cooperados e funcionários. Com todos puxando para o mesmo lado, o resultado não poderia ser outro”, destaca o presidente da Coamo.

 

Natal de Luzes – Dentro da programação de aniversário da cooperativa, será realizado na noite desta quarta-feira (28), o Natal de Luzes Coamo. O evento será às 20 horas no prédio da Administração Central, em Campo Mourão, e contará com apresentação artística, acendimento das luzes e a tradicional chegada do Papai Noel.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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