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Coamo celebra o Dia do Cooperativismo

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Para comemorar o sucesso e a eficiência do cooperativismo praticado pela Coamo e Credicoamo, cerca de 400 cooperados, diretoria e funcionários de várias regiões do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul participaram ontem (25), de forma antecipada, de um evento para celebrar o “Dia do Cooperativismo”, comemorado mundialmente no primeiro sábado do mês de julho de cada ano. O evento “Encontro de Líderes Cooperativistas” foi realizado em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná, reunindo jovens cooperados integrantes das 18 turmas do Programa Coamo de Jovens Líderes Cooperativistas, iniciado pela Coamo em 1998. 
Após a sessão cívica com o Hino Nacional, o presidente da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini abriu o evento destacando os benefícios e a importância do cooperativismo. O engenheiro agrônomo Marcelo Sumiya, gerente de Assistência Técnica da Coamo recomendou ações que o cooperado deve fazer para aumentar as produtividades, enfatizando períodos de plantio com cultivares que atendam as necessidades e realidades da cada região. Na segunda parte, o professor e filósofo Mário Sérgio Cortella palestrou aos cooperados abordando vários temas como ética, responsabilidade e valores para construção de cidadãos melhores e um país com progresso e sucesso.
A Coamo sempre esteve ao lado dos seus associados, sendo uma cooperativa bem estruturada e voltada totalmente para os interesses e o desenvolvimento da família cooperada. Para o presidente da Coamo, o Dia do Cooperativismo merece ser comemorado. “Trata-se de um movimento importante que reúne de 1 bilhão de pessoas em todos os continentes e tem colaborado de forma efetiva para a promoção do bem-estar e o desenvolvimento técnico, econômico, educacional e social dos seus membros.” 
Gallassini lembra que somente na Coamo são mais de 120 mil pessoas entre cooperados e familiares que praticam diretamente o cooperativismo e atuam também em ações sociais nas comunidades onde a cooperativa está presente. “Realizamos este evento para celebrar os resultados da cooperação e o orgulho de ser cooperativista,  colaborando com muito trabalho, união e eficiência para o progresso dos nossos cooperados e familiares, das comunidades e estados onde atuamos, e também do nosso país, trabalhando em família com o mesmo objetivo.”
Potencial – Os líderes cooperativistas receberam do gerente Técnico da Coamo, Marcelo Sumiya, recomendações importantes para o sucesso do plantio, sendo apresentado resultado dos trabalhos do Detec que mostram as altas produtividades que vem sendo alcançadas pelos produtores. "É importante que os cooperados estejam atentos para aumentar suas produtividades, observando os períodos de plantio com cultivares que atendam as necessidades e realidades da cada região, não esquecendo a prática da rotação de culturas que é fundamental para o sistema de produção”, considera Sumiya.
Valores – O palestrante convidado para o Dia do Cooperativismo na Coamo em 2014 foi o professor e filósofo Mário Sérgio Cortella. Durante 90 minutos, Cortella mostrou aos cooperados a importância dos valores e de sua prática para o sucesso como cidadão, líder e cooperado na sua cooperativa e comunidade. Enfatizou o papel do líder com a necessidade de acompanhar as mudanças e velocidade no presente para o futuro, mas também de ver as coisas do passado que continuam dando certo. “A Coamo é um exemplo de sucesso com ética, capacidade empreendedora e honestidade, e seus cooperados têm orgulho disso, pois ajudam a construir todo esse sucesso.“ Para Cortella, “O sucesso precisa ser sucedido com a premissa de fazer sempre mais e melhor, com qualidade e determinação.

Fonte: Ass. Imprensa da Coamo

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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