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Notícias

CNH industrial é reconhecida pelo CDP entre as líderes na comunicação transparente sobre a luta contra as mudanças climáticas

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Pelo terceiro ano consecutivo, a CNH Industrial tem se posicionado no topo do Índice Climate Disclosure Leadership (CDLI) da Itália 100, graças à qualidade das informações sobre a luta contra as mudanças climáticas disponíveis para o mercado através do CDP, o único sistema global para a divulgação de informações ambientais.
O Grupo alcançou uma pontuação de 93/100 na avaliação da qualidade e integridade dos dados divulgados, com notas de importância para a gestão e comunicação das emissões, e do envolvimento das partes interessadas. A CNH Industrial também recebeu uma classificação "B" em uma escala de "A" (sendo a mais alta) a "E" (a mínima) por seu compromisso com a redução das emissões de CO2.
Os resultados foram anunciados hoje, com a publicação do Relatório das Mudanças Climáticas da CDP Itália 100 2013 preparado pela Accenture, que descreve como as 100 maiores empresas listadas na Itália estão gerindo as mudanças climáticas em nível global.
A CNH Industrial participou do programa anual sobre as mudanças climáticas patrocinado pelo CDP, que opera representando 722 investidores institucionais, e que gerem ativos de 87 trilhões de dólares. O programa visa facilitar a gestão das emissões de gases de efeito estufa e os riscos e oportunidades relacionadas às mudanças climáticas.
O índice, compilado anualmente pelo IMQ, em nome do CDP, inclui as empresas da Bolsa de Milão (FTSE MIB) bem como as de Pequeno e Médio Porte da FTSE Itália e que demonstraram uma maior transparência na comunicação de informações sobre a luta contra as mudanças climáticas.
Altas pontuações indicam um alto nível de comunicação e uma boa compreensão das questões e problemas relacionados com as mudanças climáticas que afetam a empresa. Os resultados são comunicados aos investidores e outras partes interessadas, utilizando uma variedade de canais, incluindo a plataforma Bloomberg, que permite avaliar a capacidade das empresas em responder as demandas do mercado e regulamentações sobre as emissões, que estão em contínua evolução.
O CDLI inclui 10% das empresas que obtiveram as pontuações mais altas e, portanto, as empresas admitidas no CDLI Itália 100 foram apenas dez. A pontuação mínima foi de 91/100, demonstrando como nos últimos anos tem aumentado a conscientização das empresas sobre a importância da comunicação transparente no setor ambiental.
CNH industrial N.V. (NYSE: CNHI / MI: CNHI) é líder global no setor de bens de capital, com uma grande base industrial, uma vasta gama de produtos e presença geográfica no mundo inteiro. Todas as marcas comerciais do Grupo são os principais players internacionais em seus respectivos campos: Case IH, New Holland Agriculture e Steyr – tratores e máquinas para agricultura; Case e New Holland – equipamentos de construção; – veículos comerciais Iveco, Iveco Bus e Heuliez Bus – onibus, Iveco Astra – veículos de mineração e construção, Iveco Magirus – carros de bombeiros, e a Iveco Veículos de Defesa – meios de transporte para a defesa e proteção civis e FPT Industrial para motores e transmissões.  
CDP (anteriormente conhecido como Carbon Disclosure Project) é uma organização internacional sem fins lucrativos que oferece o único sistema global às empresas e cidades para a medição, publicação, gestão e compartilhamento das mais importantes informações ambientais. CDP opera em nome de 722 investidores institucionais que gerem ativos de 87 trilhões de dólares e incentiva as empresas a divulgar informações sobre o seu impacto sobre o meio ambiente e sobre os recursos naturais e as medidas tomadas para mitigar tais impactos. Até o presente, CDP opera a maior base de dados mundial sobre as mudanças climáticas, recursos hídricos e conservação das reservas florestais e naturais e a torna disponível para e em apoio das escolhas políticas, estratégicas e de investimento

Fonte: Ass. Imprensa da CNH Industrial

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Notícias Agronegócio

Conectividade é desafio gigantesco para o agro, afirma presidente da Embrapa

Apesar dos bons resultados, o agro brasileiro tem um longo caminho a percorrer

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O agronegócio brasileiro é um dos maiores setores da economia e teve um crescimento recorde de 24,31% no PIB do último ano, além de responder por um terço dos novos empregos no Brasil. A Embrapa, que completou 48 anos recentemente, tem grande contribuição para este cenário: A Empresa publica anualmente o chamado Balanço Social que mostrou, em 2020, a geração de R$61,85 bilhões em lucro social, ou seja, para cada R$1 aplicado na Embrapa, a Empresa devolveu R$17,77 para a sociedade brasileira, contribuindo para a geração de 41.475 empregos diretos.

Os dados foram apresentados pelo presidente da Embrapa, Celso Moretti, no 7º Encontro Nacional do Ecossistema Brasil 5.0 em Ação, realizado nesta segunda (14). Ele destacou que, apesar dos bons resultados, o agro brasileiro tem um longo caminho a percorrer. Em sua visão, o Brasil tem um conjunto de desafios sociais, econômicos, científicos e tecnológicos a vencer, como a necessidade da redução do custo das tecnológicas digitais. “A agricultura digital avançou muito. Hoje, mais de 84% dos produtores utilizam pelo menos uma tecnologia digital, mas só 30% das propriedades rurais estão conectadas à internet. Há um descompasso e esse é um desafio gigantesco para o nosso setor”, afirmou o presidente da Embrapa.

Celso Moretti, convidado para o painel “Contribuições do Agro na Economia Digital”, afirmou que o país deve buscar soluções que visem a expansão da conectividade: “não podemos continuar pensando em expandir o agro e desenvolver tecnologias de base digital se continuarmos com essa limitação brutal de conectividade. Existem propriedades onde há sinal internet apenas na casa sede e não em toda extensão da propriedade, por exemplo. Precisamos de soluções para derrubar a barreira da restrição de conexão para que o agro tenha todo o potencial que precisa no Brasil”, defendeu.

Participante do primeiro dia de evento, Moretti apresentou a evolução da transformação digital na cadeia do agro e o impacto dessa evolução no crescimento do PIB brasileiro, alinhado à agenda ESG (Environmental, Social and Governance – em português: Governança Corporativa, Ambiental e Social) da Embrapa. “Somos uma Empresa de inovação tecnológica focada na geração de conhecimentos, tecnologias e soluções para a agropecuária brasileira. O negócio da Embrapa é prover soluções para os problemas do agro brasileiro”, destacou.

A Embrapa, que, segundo Moretti, tem a missão de viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade brasileira, tem a agenda ESG como peça central no desenvolvimento de soluções. “A sustentabilidade está no DNA da nossa Empresa. Desde o início trabalhamos de forma muito focada, vinculando nossa agenda aos objetivos do desenvolvimento sustentável, e a transformação digital está na base desse desenvolvimento recente do agro brasileiro”, confirmou.

A expectativa até 2030, conforme o presidente Moretti, é que as transformações digitais, junto à bioinformática e à biotecnologia, promovam ainda mais avanços para impactar as diversas áreas da produção animal e vegetal, resultando em produtos mais sustentáveis, com melhor qualidade nutricional e segurança. E a Empresa tem promovido um avanço muito forte no que diz respeito a transformação digital no campo. “A maioria dos nossos 43 centros de pesquisa está atuando em inovações voltadas para soluções digitais, na pré-produção, produção e pós-produção da agricultura. Não tenho dúvidas que o Brasil, até 2030, será um dos maiores protagonistas na produção de alimentos, fibras e bioenergia, avançando também nas questões de agricultura de baixo carbono”, declarou.

Celso Moretti também apresentou exemplos de soluções da Embrapa na agricultura digital: aplicativos para informações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que permite que o produtor brasileiro saiba o que, quando e onde plantar com segurança; análise e gerenciamento de dados de sequenciamento biológico de grande volume; plataforma tecnológica sobre os solos brasileiros, o PronaSolos; uso de drones e veículos aéreos não tripulados para contagem de plantas e gado; e o desenvolvimento de ferramentas digitais para valoração ESG.

Outro exemplo de solução tecnológica mencionada pelo presidente foi o Radar Agtech, uma parceria da Embrapa com SP Ventures e a Homo Ludens Research & Consulting . Trata-se de um mapeamento das startups do agro brasileiro e a principal fonte de informações para quem quer conhecer o segmento. O levantamento feito pelo Radar entre 2019 e 2021 apontou um crescimento de 40% de startups voltadas para o agro no Nordeste. “Se tem uma agricultura no mundo que está bem aparelhada, do pronto de vista tecnológico, é a agricultura brasileira. Tudo isso não seria possível se não tivéssemos todo um aparato de ferramentas de transformações digitais vinculado a essa realidade”, disse Moretti.

O evento online foi realizado pelo Instituto MicroPower para Transformação Digital e contou com a presença do diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês, Luiz Reis; do Major-Brigadeiro do Ar, Luiz Ricardo, Conselheiro do Brasil 5.0; e outros representantes do Instituto. “É uma satisfação participar de um evento tão importante e relevante para a transformação digital global e poder compartilhar um pouco do que fazemos”, afirmou o presidente da Embrapa.

Para assistir ao Encontro, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=8gnS1jO2dqA.

Fonte: Embrapa
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Notícias Santa Catarina

Projeto-piloto busca melhorar eficiência na bovinocultura leiteira

Iniciativa trata-se do Planejamento e Controle Gerencial em Empreendimentos de Produção Leiteira

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Gerenciamento econômico, de qualidade e processos são as áreas de atuação previstas no projeto-piloto lançado, nesta semana, em Itapiranga, no extremo oeste catarinense. A iniciativa trata-se do Planejamento e Controle Gerencial em Empreendimentos de Produção Leiteira.

Essa ação é desenvolvida pela parceria do Sebrae/SC, da Prefeitura de Itapiranga e do Instituto de Desenvolvimento Regional (IFAI). Os recursos para execução são provenientes do Programa de Consultoria Tecnológica do Sebrae (Sebraetec). O projeto-piloto é uma complementação do trabalho realizado nos últimos anos para certificação das propriedades rurais como livres de tuberculose e brucelose.

Atuarão no projeto-piloto os profissionais: Lazie De Col (gestão), Ramiro Martins Bonotto (reprodução), Flávio Biazus (manejo e qualidade do leite) e Valdair Miguel Dammer (manejo e qualidade do leite). Também contribuirão na atuação no extremo oeste mais oito médicos veterinários.

No gerenciamento econômico serão abordadas as temáticas de custo de produção, movimento de caixa, lucratividade, rentabilidade, custo médio unitário, prazo de retorno do investimento e fluxo de caixa. Para o gerenciamento sanitário serão trabalhados o manejo sanitário e a qualidade de leite (CCS, CBT, resíduos, sólidos totais, gordura e proteína). No gerenciamento de processos acontecerão consultorias reprodutivas, manejo nutricional e cronograma vacinal preventivo.

“A maior dificuldade encontrada para melhorar a qualidade do leite produzido no município é ter acesso às informações internas. Poucos empreendimentos têm algum método de controle, por isso esse projeto-piloto busca melhorar a eficiência”, explicou o consultor credenciado ao Sebrae/SC, Lazie De Col.

Para atender essa demanda está em desenvolvimento um software de indicadores de desempenho para todos os índices, determinando o plano de ação, objetivo e meta a ser atingida. A proposta integra tecnologias e gestão com resultados práticos. “Com esses dados em mãos é possível visualizar toda a propriedade por meio das planilhas e com isso reduzir os impactos negativos que evitam o crescimento da lucratividade da atividade”, comentou o coordenador e professor do curso de Medicina Veterinária da UCEFF, Ramiro Martins Bonotto.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Luc Pinheiro, ressaltou que não há economia sem que o empreendedor rural possa produzir e gerar riquezas e empregos. “Este projeto chama muito a atenção e é extremamente necessário que prossiga. A próxima provocação para os idealizadores é que ele chegue rapidamente para todos os empresários rurais, pois quando melhoramos a gestão conseguimos mais retorno financeiro”, argumentou.

O reitor da UCEFF Itapiranga, Leandro Sorgato, agradeceu a parceria do Sebrae/SC e reforçou a intenção da instituição em mantê-la para executar a missão de sempre avançar.

Projetos em execução

Até o momento foram atendidas 452 propriedades rurais nos municípios de: Belmonte, Caibi, Campo Erê, Descanso, Guaraciaba, Itapiranga, Mondaí, Palma Sola, Palmitos, Riqueza, Saltinho, Santa Helena, Santa Terezinha do Progresso e São Bernardino. Os investimentos realizados ultrapassam R$ 2 milhões.

Em Itapiranga foram atendidas 200 propriedades, com 120 certificadas, 8 em saneamento e 72 em processo de certificação.

As principais vantagens, segundo De Col, são atendimento da legislação específica, saúde pública, melhoria da posição no mercado, aperfeiçoamento do processo e do produto, incremento no percentual de faturamento, diferenciação do produto e acesso ao mercado internacional.

Levantamento das entidades aponta que o retorno esperado para este ano é de R$ 3,1 milhões, com R$ 1,2 milhão na produção de leite de Itapiranga, R$ 980 mil dos demais municípios e R$ 900 mil com aumento de 15% no número de bezerros desmamados e no gado de corte do município.

Fonte: Assessoria
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Notícias Avicultura

38ª Conferência FACTA WPSA-Brasil será realizada entre 22 e 24 de junho

Evento, que ocorre na próxima semana, será 100% on-line; inscrições poderão ser feitas até o último dia da Conferência

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Para discutir o futuro da avicultura no Brasil e na América Latina, a FACTA (Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas) promove, entre os dias 22 e 24 de junho de 2021, a 38ª edição da Conferência FACTA WPSA-Brasil, que terá o tema “Avicultura, Recalculando…”. O evento, que será totalmente on-line, abordará diversos aspectos de interesse do produtor que contribuem para a redução de perdas na cadeia produtiva.

A pandemia da Covid-19 provocou uma verdadeira mudança nos hábitos, interações sociais e modo de trabalhar, imediatamente, o mundo saiu em busca de alternativas para a comunicação remota. “Com a avicultura não foi diferente. Os desafios enfrentados por todos os segmentos da cadeia nos obrigaram a buscar alternativas e novas rotas, a fim de manter o potencial produtivo brasileiro e garantir que a carne e ovos pudessem continuar chegando à mesa de bilhões de pessoas ao redor do mundo”, explica o presidente da FACTA, Ariel Mendes.

Neste contexto, a Conferência FACTA WPSA-Brasil 2021 se apresenta como uma ferramenta auxiliar para que a avicultura encontre novas rotas e com isso, mantenha todos os patamares alcançados após anos de desenvolvimento científico e tecnológico.

Programação – Conferência FACTA WPSA-Brasil

Os esforços para manter a qualidade da avicultura brasileira passam pela defesa de políticas públicas consistentes para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Levando em consideração a importância do tema, a Conferência 2021 irá debater, em sua palestra Magna de abertura, “Política e Agricultura: O que os produtores precisam entender? E, também, “A Imagem do Brasil no exterior – o que é e como fazer para mostrarmos a sustentabilidade da nossa produção animal”, seguindo com seu compromisso de fortalecer o setor avícola brasileiro, também internacionalmente.

Também estarão em pauta as exigências do novo consumidor para produtos avícolas frente a uma vida mais longa e saudável. Compostos bioativos, desenvolvimento da microbiota intestinal em avicultura, bem como medidas preventivas e de controle necessárias para o manejo da granja. Tais medidas vão desde a biosseguridade e controle de matérias-primas até o abatedouro, passando pelos setores de produção. “Nesta edição, o foco da Conferência será a discussão em cada um desses pontos críticos, levando não só informação, mas a reflexão sobre as necessidades de ação e a troca de experiências dos palestrantes”, salienta Mendes.

“Traremos aos congressistas uma abordagem de todos os elos da cadeia produtiva e seus pontos mais frágeis em cada um deles no que diz respeito a produção avícola”, acrescenta o zootecnia e diretor de eventos da FACTA, Rodrigo Garófallo Garcia. Por isso, os coordenadores do evento buscaram nomes que pudessem agregar conhecimento científico, atuação prática e aplicação de seus conhecimentos.

Nomes reconhecidos nacional e internacionalmente, como: Marcos Jank, INSPER, engenheiro agrônomo pela ESALQ-USP, mestre em política agrícola e doutor em administração; Marcio Milan, vice-Presidente Institucional e Administrativo na ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados; Jaime Parra, da Universidade Nacional da Colômbia, zootecnista, especialista em Nutrição e Alimentação, Mestre em Ciências de Produção Animal e Doutor em Ciências Animais; Anderlise Borsoi, auditora Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Hernan Rojas, médico-veterinário, Mestre em Desenvolvimento de Programas de Saúde Animal e Sistemas de Produção, Doutor em Epidemiologia Veterinária e Economia e Consultor internacional do IICA, FAO, OIE, BID, Banco Mundial e OCDE; e, também, Rodrigo Galhardo, professor Assistente e Associado de Medicina Avícola, Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade de California, Davis.

Confira a programação completa no site: https://conferenciafacta2021.casarn.com.br/programacao/

Inscrições

A 38ª edição da Conferência FACTA WPSA-Brasil será realizada de forma totalmente on-line, entre os dias 22 e 24 de junho de 2021. As inscrições podem ser feitas até o último dia do evento pelo site: https://conferenciafacta2021.casarn.com.br/inscricoes/

O valor da inscrição é de R$ 400 para congressistas e R$ 150 para estudantes (graduando, pós-graduando, mestrando e doutorando) até dia 20/06, em pagamentos com cartão ou depósito. A partir do dia 21/06 os valores sofrem alteração e passam para: R$ 450 congressistas e R$ 200 estudantes (graduando, pós-graduando, mestrando e doutorando), em pagamentos com cartão ou depósito.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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