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Clima gera quebra de ao menos 1 milhão de t de trigo

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A produção nacional de trigo na safra 2013/2014 deve alcançar 4,77 milhões de toneladas, 8,9% maior do que no período anterior. A área de plantio cresceu 15,1%, informa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu primeiro levantamento sobre a safra 2013/14, apresentando ontem (09). Do total produzido, 54,6% da safra vem do Rio Grande do Sul, 36%, do Paraná e, o restante, dos demais Estados produtores. A Conab explica que, em virtude de uma série de intempéries climáticas, como seca no plantio e geadas e chuvas em excesso no período crítico da lavoura, além de vendavais e granizo, estima-se perda próxima de um milhão de toneladas, comparativamente às previsões iniciais. 
No Rio Grande do Sul, a área plantada de 1,03 milhão de hectares foi 5,5% maior do que na safra 2012/13. Sustentou o aumento do plantio o bom desempenho do produto no mercado no momento da tomada de decisão de plantio, estimulado por um apertado quadro de oferta e demanda local e pela ocorrência de problemas na produção dos principais fornecedores Internacionais. Os estágios predominantes das lavouras no Rio Grande do Sul são variáveis, conforme a região do estado com lavouras no estágio desde o perfilhamento (Vacaria), até a maturação (São Luiz Gonzaga e São Borja). 
No Paraná, apesar da forte competição por área estabelecida com o milho da segunda safra, a cultura do trigo para 2013 ocupa uma área de 976,9 mil hectares, representando um incremento de 26,3% em relação à safra anterior, que foi a menor área plantada desde os anos 80 do século passado. "A colheita já ocorreu em 26% da área. O restante da área se encontra em fase de desenvolvimento vegetativo (6,0%), floração (10,0%), frutificação (39,0%) e maturação (45,0%)", informa a Conab. Como o Brasil não é autossuficiente em trigo, para o período 2013/14, prevê-se a necessidade de importação da ordem de 6,7 milhões de toneladas, 4,4% menor que a do ano anterior. 

Fonte: Globo Rural/Conab

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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