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Circuito InterCorte em Campo Grande reúne de forma inédita principais entidades da cadeia produtiva da carne bovina

Evento terá novidades como a Beef Week com a participação de 39 restaurantes, Circuito Pecuário da Famasul, Cozinha Show do Senac, palestras e oficinas do Sebrae, além de um dia de campo da Embrapa sobre a Carne Carbono Neutro

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A etapa de Campo Grande do Circuito InterCorte 2016, que será nos dias 20 e 21 de julho, no Centro de Convenções Albano Franco, reúne de forma inédita as principais entidades que possibilitam integrar de forma efetiva todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina.

Em parceria com o Sistema "S" (Sest Senat, Senai, Senar/MS, Sebrae e Senac), Famasul, Abrasel MS, Semade e Governo do Estado, a Verum Eventos, que organiza o Circuito InterCorte, traz para Mato Grosso do Sul a primeira edição da Beef Week, um movimento de coordenação de cadeia produtiva da carne bovina que tem como objetivo aumentar a percepção dos centros urbanos e dos consumidores em relação à qualidade e origem da carne bovina brasileira.

Enquanto o setor produtivo se reúne para discutir melhorias e implementar tecnologias no Circuito InterCorte, o consumidor é convidado a convidado a conhecer mais sobre essa cadeia e a saborear diferentes pratos de carne bovina na Beef Week, de 18 a 24 de julho, que terá a participação de mais de 30 restaurantes em Campo Grande e Bonito, além de lojas de carne.

“Estamos tendo a oportunidade no Mato Grosso do Sul de comprovar como a união em torno de objetivos comuns faz toda a diferença no desenvolvimento do setor. O engajamento da Famasul, a participação das entidades do Sistema ‘S’, cada uma contribuindo na sua área de atuação, do Governo do Estado, das empresas e da Abrasel MS na realização da Beef Week farão história na pecuária brasileira. Temos a convicção de que é preciso integrar para crescer”, acredita Carla Tuccilio, diretora da Verum Eventos, que organiza o Circuito InterCorte.

Promovido pela quinta vez na cidade, a expectativa deste ano do Circuito InterCorte é reunir um número recorde de participantes, que em dois dias participam de palestras e debates sobre as novas tendências do mercado, programas de fidelidade, evolução genética, recuperação de pastagens, nutrição, remuneração por qualidade, manejo racional, manejo sanitário, suplementação e gestão em torno do tema central: Pecuária de ponta a ponta.

"Nosso objetivo é proporcionar ao pecuarista que participa do Circuito InterCorte uma visão completa da cadeia produtiva, oferecendo informações que podem ser aplicadas em seu dia a dia, melhorando o desempenho de sua fazenda de acordo com as demandas do mercado consumidor", ressalta Carla.

Junto com as palestras e debates, os participantes do evento podem conhecer novidades e tecnologias apresentadas por empresas de referência do setor, em uma feira de negócios. Estão confirmadas para a etapa de Campo Grande as empresas: Minerva Foods, Dow AgroScienses, Tortuga – DSM, JBS, John Deere, Marfrig, Matsuda, Cargill – Nutron, Ourofino Saúde Animal, Volkswagen, Beckhauser, Nelore Di Genio, WebGados, Toledo do Brasil, Agroceres Multimix, Novanis, ABS Pecplan, Casale, CRI Genética, DeltaGen, Milho SA, Real H, Rastrovet, Trouw Nutrition, Amiréia Pajoara, Rubber Tank, Macal, Sebre e Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol.

A organização do Circuito InterCorte e da Beef Week é da Verum Eventos, com o apoio da FAMASUL – Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul, SEBRAE/MS, SENAI, Senac, SEST/SENAT, Fecomércio MS, FIEMS – Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul, Abrasel MS – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Canal Terraviva, SEMADE – Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento e o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

Para o Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, o Circuito InterCorte e a Beef Week são eventos importantes para aproximar o produtor do consumidor. “É uma grande alegria receber a InterCorte novamente no MS e encarar os grandes desafios de aproximar a produção do consumo e mostrar a qualidade da nossa carne. Trata-se de uma oportunidade para mostrar as ações governamentais que existem, como por exemplo, o programa ‘Terra Boa’, que é a troca de áreas degradadas por outras produtivas com incentivo governamental, e o programa do Novilho Precoce, que estava com uma defasagem e agora está com uma nova roupagem”, ressalta o Governador.

De acordo com o secretário da Semade, Jaime Verruck, o evento propiciará o adensamento da cadeira produtiva da carne para que viabilize e dê condições de desenvolvimento aos pequenos negócios locais – premissa do Programa Estadual de Apoio aos Pequenos Negócios – PROPEQ. “A lógica é trazer esses grandes eventos com o intuito de internalizar maiores ganhos econômicos para Mato Grosso do Sul. A Semade busca ampliar esse escopo e sabendo dessa parceria entre Famasul e InterCorte, resolveu ampliar o evento aqui no estado, trazendo a Beef Week”, explica. “Vamos mostrar que Mato Grosso do Sul tem carne de qualidade e o conjunto de estratégias que culminam no lançamento deste grande evento no estado é de fato de mostrar nosso padrão para todo o Brasil”, destaca Verruck.

O Senac/MS participa do Circuito InterCorte com dois espaços: a Cozinha Show e o Espaço Gourmet Senac, onde o público terá oportunidade de participar das oficinas shows, bem como conhecer a nova proposta de ambiente gourmet e restaurante escola que estará disponível na Nova Unidade de Gastronomia e Turismo, a ser inaugurada em 2017, em Campo Grande. O palco da Cozinha Show será liderado por alunos e docentes do Senac, que apresentarão oficinas gastronômicas, com foco nas técnicas de corte, criação e apresentação de pratos com o insumo mestre do evento, que é a carne vermelha.

Para o diretor do Senac MS, Vitor Mello, o evento é uma oportunidade para oferecer ao público um pouco das suas competências na área de gastronomia. “O Senac conta com profissionais de excelente qualidade, que dominam a teoria e a prática da gastronomia, proporcionando aos nossos alunos um aprendizado completo e de acordo com as necessidades do mercado de trabalho. Participar de um evento como este é a oportunidade de partilhar esses conhecimentos, mostrando todo o know-how desses profissionais e da instituição”, afirma.

“A união entre federações, associações e poder público permite trazer conhecimento à Mato Grosso do Sul sobre o que é mais atual no mercado. E isto é fundamental para o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva”, afirma Edison Araújo, presidente do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae e também presidente da Fecomércio/MS.

“Participaremos com orientações a proprietários de pequenos negócios envolvidos na cadeia produtiva da carne, com dicas sobre o mercado de food truck, espetinho e também cervejas artesanais – produtos que harmonizam com o alimento. É preciso ter uma visão de todo o processo, da produção à mesa do cliente”, ressalta Maristela França, diretora superintendente em exercício do Sebrae/MS. 

Circuito Pecuário Famasul

Um dos destaques da programação é a realização no dia 20 de julho, às 17h, do Circuito Pecuário – Sistema Famasul.  O evento, cujo tema é 'Criando oportunidades, construindo soluções’, tem como finalidade levar ao produtor informações atualizadas sobre o setor e, deste modo, auxiliá-lo em suas decisões de compra e venda. O consultor em marketing José Luiz Tejon Megido ministrará a palestra “Quem vai ao futuro e quem fica no presente? Os desafios dos produtores rurais”.

Para o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, associar os dois eventos oportuniza unir todos os elos da cadeia produtiva. "Esta edição da InterCorte 2016, promovido em parceria com várias instituições, tem como diferencial retratar a produção pecuária, do campo à indústria, do pasto à mesa do consumidor. Será mais uma ocasião para consolidar o Circuito Pecuário que tem sido um sucesso de público por onde passa e isso é a prova de que o produtor vem apresentado um perfil cada vez mais empreendedor", destaca Saito.

Dia de Campo Carne Carbono Neutro

No dia 22 de julho, a Embrapa Gado de Corte realiza como parte da programação do Circuito Intercorte o Dia de Campo Carne Carbono Neutro, na Fazenda Boa Aguada (Grupo Mutum), em Ribas do Rio Pardo (cerca de 150 km de Campo Grande), a partir das 8h. No evento será apresentada a marca-conceito Carne Carbono Neutro (CCN), desenvolvida pela Embrapa com a finalidade de atestar a carne bovina produzida com alto grau de bem-estar animal, na presença do componente arbóreo, em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF). Nessas condições, as árvores neutralizam o metano entérico exalado pelos animais, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa que provoca o aquecimento global.

Entre o público-alvo do dia de campo, com 300 vagas disponíveis, estão produtores rurais, técnicos e extensionistas, pesquisadores, empresários e microempresários da cadeia produtiva da carne e do setor florestal. A programação inclui palestra sobre conceitos gerais do CCN e estações técnicas com apresentações sobre componentes florestal, forrageiro, animal e financeiro dentro dos sistemas. As inscrições podem ser feitas pelo site http://www.intercorte.com.br/

“A Embrapa Gado de Corte está apoiando a etapa de Campo Grande do Circuito InterCorte, um evento importante para o desenvolvimento da pecuária regional. Inserir o Dia de Campo Carne Carbono Neutro na programação da InterCorte é oportuno para promover esse novo conceito de produção, e apresentar a produtores rurais, parlamentares e atores chaves da cadeia produtiva da pecuária de corte, o primeiro sistema de produção sustentável de carne, alinhado a esse novo conceito, em uma propriedade comercial de Mato Grosso do Sul”, ressalta o Chefe-geral da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), Cleber Oliveira Soares.

Beef Week Campo Grande e Bonito com mais de 30 restaurantes

Durante o Circuito InterCorte Campo Grande, mais de 30 restaurantes da capital e de Bonito oferecerão pratos especiais elaborados com carne bovina. A ação faz parte da Beef Week, um movimento de coordenação de cadeia produtiva que nasceu com a finalidade de aumentar a percepção dos centros urbanos e dos consumidores em relação à qualidade de carne bovina brasileira. A Beef Week ocorre paralelamente à Intercorte justamente para aproveitar o momento em que o setor produtivo se encontra para discutir tecnologias e melhorias na produção.

A Beef Week em Campo Grande será de 18 a 24 de julho e a cidade de Bonito (MS) também terá uma edição de 22 a 24 de julho. A iniciativa tem o apoio da Abrasel – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes e da ACPP – Associação dos Cozinheiros Profissionais do Pantanal. Cada restaurante terá um prato assinado por um chef associado da ACPP.

Estão confirmados para a Beef Week MS os seguintes restaurantes: Vermelho Grill, Divino Prato, Burguer&Co, Cantina Masseria, Cia Gourmet, Click Sushi Campo Grande, Contêiner Lanches, Costchêlaria, Doces Momentos, Dom Pauligi Pizzaria, Restaurante Estação 15, Restaurante Feijão Preto, Churrascaria Figueira, Firula's Resto-Café, Guacamole, Imakay Oriental Y Peruano, Kokeiros Espetos, Lagoa da Prata, Les Amis Bistrô, Malabie Gastronomia Árabe, Park's Bar, Pastel D'ouro – Loja 4, Sabor em Ilhas, Sacramento Cervejaria, Safari Burger & Grill, Sesc Morada dos Baís, Snoubar São Bento, Território do Vinho, Twist Bar, Bar Velfarre, Salomé Bar, Bob's, Maracutaia, Bela Parmegiana e Cantinho da Vovó.

“A Abrasel MS vê de forma muito positiva a realização da Beef Week como uma forma de apresentar o setor de alimentação para o setor produtivo. Somos um estado pecuário e grande apreciador de carne vermelha e a primeira edição da Beef Week terá a participação de quase 40 restaurantes, oferecendo à população local e quem vem para o evento pratos com muita diversidade de carne, de bares a restaurantes, da hora do almoço até altas horas da madrugada. Será uma semana de muita gastronomia e cultura. A Abrasel MS contribui com o seu know how de outros festivais e articulando restaurantes associados, que conferem prestígio e qualidade ao evento, fomentando a participação da ponta da cadeia – o consumidor – nesse movimento. Afinal, todos nós trabalhamos, desde o manejo sustentável, a busca pela qualidade da carne, por um bom serviço e pratos bem acabados com a finalidade de atender o consumidor”, afirma o recém-empossado presidente da Abrasel MS, Juliano Wertheimer.

O lançamento da Beef Week Campo Grande foi realizado no dia 14 de junho, na abertura da Beef Week São Paulo com o jantar “Sabores do Pantanal”, no restaurante Micaela, na capital paulista, em que o chef em que o Chef Fábio Vieira recebeu o chef sul-matogrossense Paulo Machado. O evento contou com a presença do Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, do presidente da Famasul, Maurício Saito e outras autoridades e lideranças.

Fonte: Assessoria

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Temporais após onda de frio aumentam preocupação de produtores no Sul; veja vídeo

Inmet prevê chuva acima da média em parte da região, solo encharcado e maior risco de doenças fúngicas nas culturas de inverno.

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Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

As imagens registradas pelo agricultor Geraldo Hardi Weisheimer mostram a intensidade da chuva de granizo que atingiu a Linha Sanga Guarani, próximo ao distrito de Bom Princípio, no interior de Toledo (PR), no fim da tarde de domingo (28). Em poucos minutos, o gelo cobriu o solo da propriedade rural, acompanhado de chuva intensa e ventos associados à frente fria que voltou a provocar instabilidades no Sul do Brasil.

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

Até o momento, não há levantamento oficial dos prejuízos. Produtores da região avaliam possíveis danos em lavouras e estruturas rurais.

Em publicação nas redes sociais, Weisheimer descreveu o impacto do temporal. “Ver o chão da nossa Linha Sanga Guarani coberto de gelo hoje dói no coração de quem entende o suor de cada dia. A natureza tem sua força, e a gente, como agricultor, aprende a respeitá-la e a se reerguer, mesmo com o prejuízo batendo à porta”, ressaltou

O episódio ocorre após uma sequência de dias de frio intenso e tempo seco. A formação de um ciclone extratropical na costa do Uruguai, associada ao avanço de uma frente fria, voltou a provocar chuva forte, rajadas de vento e queda localizada de granizo no Paraná. Nesta segunda-feira (30), os maiores acumulados são esperados entre o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Estado, onde os volumes podem se aproximar de 100 milímetros.

O cenário reforça a previsão agroclimática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

trimestre de junho a agosto. Embora o Paraná deva registrar volumes de chuva próximos da média, o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina tendem a receber precipitações acima do normal, mantendo os solos com elevada umidade em praticamente toda a Região Sul.

Para a agricultura, a disponibilidade de água favorece o desenvolvimento das culturas de inverno e contribui para a conclusão do ciclo das áreas mais tardias de milho segunda safra no Paraná. Por outro lado, o excesso de chuva aumenta o risco de doenças fúngicas em cereais como trigo, cevada e aveia, além de dificultar pulverizações, adubações e outras operações mecanizadas devido ao encharcamento do solo.

Segundo o Inmet, os excedentes hídricos devem persistir principalmente em junho e julho, com maior intensidade no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Apesar do baixo risco de deficiência hídrica durante o inverno, o excesso de umidade exigirá atenção redobrada dos produtores no monitoramento fitossanitário e no planejamento das atividades de campo ao longo dos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
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Seara reposiciona carne suína no Brasil e já captura mais da metade da receita com estratégia de marca

Programa Açougue Suínos Seara Reserva e inovação de portfólio sustentam avanço em categoria historicamente dominada
por produtos sem agregação de valor

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Foto: Divulgação JBS

A Seara, da JBS, está consolidando uma mudança estrutural no mercado brasileiro de carne suína ao avançar sobre um dos principais gargalos da categoria: a ausência de marca e padronização no ponto de venda. Combinando inovação de portfólio, inteligência de mercado e transformação do varejo, a companhia já captura mais da metade da receita do segmento com um modelo baseado em valor agregado.

O movimento ocorre em um momento de crescimento consistente do consumo. A carne suína deve atingir 19,5 kg per capita no Brasil, consolidando-se como uma das proteínas que mais avançam no país, presente hoje em 93% dos lares. Ainda assim, cerca de 80% do volume vendido em açougues segue sem identificação de marca ou procedência, espaço que a Seara tem ocupado com uma estratégia estruturada para descomoditizar a categoria.

João Campos, presidente da Seara, avalia que o crescimento recente do consumo abre espaço para uma nova fase, em que qualidade percebida, conveniência e confiança passam a orientar a decisão de compra. “O brasileiro redescobriu a carne suína, e o nosso objetivo é liderar essa nova fase. Investimos na inovação para oferecer soluções de consumo, aliando qualidade à praticidade exigida pelo dia a dia”, afirma.

No centro dessa estratégia está o Açougue Suínos Seara Reserva, programa estruturado para transformar o ponto de venda e profissionalizar o varejo. A iniciativa atua sobre gargalos históricos do setor, como falta de padronização, perdas operacionais e escassez de mão de obra qualificada, e combina capacitação, consultoria técnica e fornecimento de produtos certificados.

Presente em mais de 1.300 lojas e apoiado por uma rede de mais de 130 consultores, o programa registra 93% de retenção entre os clientes e vem sustentando ganhos de margem, redução de perdas e aumento de fluxo nas lojas. Na prática, funciona como uma alavanca de crescimento para o varejo e, ao mesmo tempo, como uma plataforma de inteligência para a indústria.

Além do impacto operacional, o Açougue Suínos Seara Reserva se consolidou como um ativo estratégico para a companhia, ampliando a previsibilidade de demanda, fortalecendo a fidelização do varejo e funcionando como canal de testes e inteligência de mercado.

“Nosso foco é liderar a evolução da carne suína no Brasil, saindo de um mercado pouco diferenciado para um modelo baseado em marca, padronização e valor agregado. O Açougue Suínos Seara Reserva é um ativo estratégico nesse movimento, porque conecta indústria e varejo, melhora a eficiência da cadeia e cria uma experiência de compra mais qualificada para o consumidor”, afirma João Victor Bobsin, diretor executivo comercial da Seara.

Em paralelo, a Seara acelera a inovação no portfólio para capturar novas ocasiões de consumo. Produtos diferenciados, como cortes porcionados, itens temperados e soluções prontas para preparo em forno ou air fryer, já representam 49% da receita da categoria, com meta de chegar a 60% até 2027.

A companhia também aposta na valorização de cortes premium, como prime rib suíno e medalhões de filé mignon suíno, além de linhas como Suculentíssimo e Seara Reserva, voltadas a conveniência e maior valor agregado.

Ao combinar marca, inovação e transformação do ponto de venda, a companhia avança para capturar o crescimento da categoria e consolidar sua posição em um dos mercados mais promissores do setor de alimentos no Brasil.

Fonte: Assessoria
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

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Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
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