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Circuito ExpoCorte2014 cumpre missão de levar informação para pecuaristas nos principais polos de produção do Brasil

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O Circuito ExpoCorte, evento que percorre os principais polos de produção pecuária do País para disseminar tecnologia e fomentar discussões sobre a cadeia produtiva da carne, encerra a edição de 2014 com a missão cumprida de levar informação para onde o pecuarista está.Em sua terceira edição, o Circuito passou por Cuiabá (MT) em março, Campo Grande (MS) em julho, Ji-Paraná (RO) em setembro, Araguaína (TO) em outubro, finalizando em Uberlândia (MG) em novembro, com a participação de cerca de 4.500 pessoas, dentre as quais 80% produtores rurais.

Organizado pela Verum Eventos, em dois dias de workshop o tema principal “Como conseguir o máximo de minha propriedade” foi discutido sob diversos aspectos como gestão, sanidade, genética, nutrição, manejo, pastagem, sucessão dos negócios, visão do mercado nacional e internacional, integração da cadeia produtiva, sustentabilidade, questão ambiental e mão de obra. Em cinco etapas foram promovidas 65 palestras e 20 debates.

O evento teve grande cobertura da imprensa, possibilitando multiplicar os temas discutidos com um maior número de pessoas. Cerca de 140 jornalistas de diversos veículos de comunicação fizeram cobertura no evento e foram publicadas aproximadamente 800 reportagens a respeito do Circuito ExpoCorte. Os conteúdos discutidos no evento também puderam ser acompanhados pelo Facebook (www.facebook.com/expocorte) que conta com 5.400 fãs. Ao longo do ano foram publicados cerca de 400 posts sobre os eventos, que atingiram 92 mil pessoas, sendo que dessas, 12 mil interagiram com os conteúdos; curtindo, comentando ou compartilhando.

Para a diretora da Verum, Carla Tuccilio, a missão do Circuito ExpoCorte foi cumprida diante do desafio de promover eventos em diferentes regiões do país com características e necessidades distintas. “O que mais nos motiva é ver como o pecuarista responde muito bem ao que o evento propõe, que é buscar conhecimento e tecnologia para evoluir na atividade, tornando a pecuária cada vez mais profissional, produtiva e rentável”, avalia Carla.

“O evento é muito importante para o setor da pecuária porque dá oportunidade ao produtor de ter acesso à informação de qualidade. O pecuarista fica sabendo de tudo o que acontece na atividade, contando com o auxílio de técnicos altamente especializados. Além disso, propicia a interação com os produtores das demais regiões produtoras no Brasil. A expectativa para o próximo ano é a melhor possível. Temos a responsabilidade de abrir o Circuito em Cuiabá. Mato Grosso tem o maior rebanho comercial do Brasil e sabemos da  importância que é mobilizar os produtores para o evento, que já é consolidado e exerce grande influência para os negócios da pecuária”, afirmaLuciano Vacari, Superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), parceira do Circuito na etapa de Cuiabá.

Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, a pecuária vive momento de transformações que demandam constante atualização do produtor, bem como o desenvolvimento de novas habilidades. “As relações de mercado também exigem novas posturas de todos os atores desta cadeia produtiva. Eventos como a Expocorte cumprem um papel fundamental de ser um fórum de debate não só para demonstrar a abrangência dessas mudanças como também de abrir espaço para discussões de temas emergentes nessas alterações, orientando a tomada de decisão do pecuarista”, afirma.

Para 2015 estão previstas cinco etapas: Cuiabá (MT) em março, Campo Grande (MS) em julho, Uberaba (MG) em setembro durante a Expoinel Nacional, Araguaína (TO) em outubro e Ji-Paraná (RO) em novembro. Os organizadores estudam também convites para realizar etapas internacionais do Circuito ExpoCorte na América Latina.
Apresentação de tecnologias e geração de negócios

Além das palestras e debates, o Circuito ExpoCorte conta com uma feira de negócios que possibilita aos participantes ter acesso às tecnologias disponíveis para otimizar a atividade.

“Para a Zoetis, foi uma oportunidade de contribuir, acrescentar, trocar experiências com a cadeia nas diferentes frentes de trabalho e de melhora para a pecuária brasileira. O evento dá uma contribuição única, pois reúne diferentes perfis de proprietários e manejos na criação animal, levando a uma troca de experiência enriquecedora para toda a cadeia da carne presente no evento. Destaco em especial as mesas redondas ao final de cada ciclo de palestras e as etapas em RO e TO, salienta o Coordenador Nacional de Bopriva da Unidade de Negócios Bovinos da Zoetis, Robson Stellato.

“Para a Dow AgroSciences, a participação em eventos como o Circuito ExpoCorte 2014 é importante, pois leva nossos produtos, tecnologias e serviços às principais regiões produtoras. Ao longo das edições do Circuito ExpoCorte 2014, a Dow AgroSciences destacou o conhecimento técnico de suas soluções por meio de palestras e apresentações realizadas em todas as etapas do evento, focando a importância da boa pastagem para a produção animal. Para a companhia, viabilizar o acesso do pecuarista à informação e tecnologia é uma forma de aproximá-lo das suas inovações. Da mesma forma, além do conceito de Pecuária Sustentável, a companhia levou seus serviços e soluções em herbicidas e forrageiras para todas as edições do Circuito ExpoCorte 2014”, afirma o Líder de Sustentabilidade e Desenvolvimento de Negócios da Dow AgroSciences, Roberto Risolia.

“Para o Minerva foi um oportunidade de estreitar relacionamento com produtores e também de prospectar novos fornecedores. O evento é de extrema importância, pois leva informação de qualidade e também o encontro dos agentes do setor para troca de ideias e experiências. A edição de 2014 foi muito boa e destaco a etapa de Araguaína como uma surpresa positiva e que deve ser mantida”, observa Fabiano Tito Rosa, do Minerva Foods.

“O Circuito foi muito bom e para a DSM foi mais uma oportunidade de estarmos próximos dos nossos clientes e fortalecer o relacionamento com o mercado. O evento leva informação e novos conceitos para o mercado, promovendo o debate entre os elos da cadeia, que estão representados como palestrantes e público do evento. A qualidade do público, os pecuaristas e profissionais do mercado que participam do evento são atores fundamentais na cadeia. Isso gera um ambiente rico em informações e com capacidade de disseminar soluções inovadoras para o mercado”, ressalta o diretor de Marketing de Ruminantes Brasil da DSM, Juliano Sabella.

“Para a Phibro significou participar de um movimento que está alinhado com a necessidade do setor: capacitar para crescer. E o primeiro passo é despertar o interesse para dar rumos mais seguros às tomadas de decisões de nossos clientes e parceiros”, avalia o diretor da unidade bovinos na Phibro Animal Health, Danilo Grandini.

Fonte: Ass. Impr. da Expo Corte

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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