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Cinco ferramentas para fortalecer a oferta global de aves

Identificamos a Saúde e a Segurança Alimentar como prioridade em nossos “5 Principais Compromissos”, que são fundamentais para nossa missão

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Por Patrick Claeys, Presidente Aviagen Europa

Garantir a oferta global de alimentos é de grande importância para a saúde e o bem-estar das pessoas em comunidades de todo o mundo. No entanto, o comércio internacional de aves está frequentemente ameaçado por desafios como doenças aviárias, restrições comerciais, catástrofes naturais, manifestações políticas e até mesmo uma pandemia global, que ainda estamos enfrentando. E, não raro, muitos destes fatores podem acontecer ao mesmo tempo. Na Aviagen®, estamos preparados para enfrentar esses obstáculos de frente, com estratégias bem definidas na cadeia de valores. Identificamos a Saúde e a Segurança Alimentar como prioridade em nossos “5 Principais Compromissos”, que são fundamentais para nossa missão de auxiliar os produtores mundiais de carne de frango que colocam comida nas mesas das famílias em todos os continentes. Esses Compromissos estão em harmonia com os cinco Principais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas que o Conselho Internacional da Avicultura (IPC) destacou como áreas nas quais o setor avícola global pode ter maior impacto. O objetivo é um futuro melhor e mais sustentável para todos, que buscamos com o nosso tema “Breeding Sustainability” (para mais informações, acesse Sustentabilidade na Reprodução Avícola | Aviagen).

#1 Biossegurança

A prevenção de doenças é fundamental para os nossos negócios e começa com a biossegurança, essencial para a avicultura e para o comércio. Para manter os patógenos nocivos longe dos lotes e proteger as aves, cada parte da nossa operação deve seguir os mais elevados padrões sanitários. Nosso programa de biossegurança atende e excede os regulamentos oficiais para o comércio doméstico e internacional, e acreditamos que seja um elemento-chave para promover a segurança alimentar.

#2 Veterinários dedicados fortalecem a saúde das aves e a biossegurança

Ter uma equipe de veterinários dedicados para cuidar da saúde das aves é de extrema importância. A equipe da Aviagen, com mais de 30 veterinários, apoia clientes e operações internas em todo o mundo. Esses especialistas são extremamente cuidadosos com nossas aves e prestam consultoria para cuidar delas, mantendo os lotes livres de doenças. Os veterinários verificam o bem-estar das aves e a biossegurança através de auditorias regulares e o monitoramento regular de sua saúde, compartilhando seus conhecimentos através de cursos, eventos, conferências (virtuais ou presenciais), publicações, entre outros. Eles também desempenham um papel vital ao fornecer informações básicas, consultoria sob medida e certificados de saúde necessários para facilitar a exportação de aves em todos os continentes.

#3 Compartimentação

Outra estratégia de sucesso comprovada é a compartimentação. O compartimento trata-se de um grupo de granjas autorizadas que estão sob um sistema comum de gestão de biossegurança, com um status sanitário distinto em relação a doença(s) específica(s), para as quais foram aplicadas medidas específicas de monitoramento, controle e biossegurança, visando o comércio internacional. Esse conceito assegura que as economias locais tenham uma fonte confiável de proteína saudável. Em 2010, a subsidiária da Aviagen no Reino Unido foi a primeira empresa de avicultura do mundo a receber o status oficial de compartimento e, desde então, várias operações da Aviagen em todo o mundo passaram a ser certificadas, incluindo Brasil e Colômbia.

#4 Múltiplas bases de suprimento, locais e regionais

Esta quarta estratégia tem duas vertentes. A princípio, temos uma grande rede global, com bases de produção nos cinco continentes. Deste modo, nossos clientes sempre recebem suas aves, mesmo quando há restrições específicas de suprimento. Em seguida, localizamos as nossas instalações próximas aos clientes nos principais mercados avícolas do mundo. Nossas operações de produção, em contínuo crescimento, incluem mais de 260 unidades e 27 incubatórios que fornecem lotes de avós e matrizes de alta qualidade aos clientes, situados em mais de 100 países.

Usando a Europa e a América Latina como exemplos, temos instalações de produção em diversos países europeus e, na América Latina, estamos presentes no Brasil, Peru, Colômbia e Argentina. A Aviagen no Reino Unido é uma das bases do nosso programa de Pesquisa e Desenvolvimento, juntamente com os Estados Unidos, e ter programas paralelos garantem o fornecimento das nossas aves de última geração.

#5 Experiente equipe de exportação

É indispensável ter uma equipe experiente e proativa para orientar o embarque e a entrega das aves. Nossa equipe de Comércio Exterior nas mais diversas regiões, apoiada por uma rede de apoio global, coordena os pedidos das nossas bases de produção para clientes em todos os continentes. Ao fazer isso, a equipe cultiva relacionamentos estreitos com companhias aéreas, agentes de exportação e ministérios de agricultura, nos mais variados países. Ela também participa ativamente de organizações como a Associação Internacional de Transporte de Animais (IATA) para garantir que os interesses do setor sejam bem representados. Além disso, a equipe trabalha para garantir o adequado treinamento dos colaboradores que manejam as aves e, enquanto as aves estão em trânsito aos clientes, nossa equipe de exportação monitora o ambiente de modo a garantir que as condições permaneçam ideais para as suas necessidades.

Quando ocorre qualquer problema como uma doença aviária, pandemia global, catástrofes naturais, cancelamentos de voos, manifestações políticas ou qualquer outro obstáculo às exportações, esses profissionais agem rapidamente, encontrando rotas comerciais alternativas e fazendo o que for necessário para garantir que os produtores avícolas mundiais recebam as aves saudáveis e com segurança, dentro dos prazos estipulados. Por haver muitas partes interessadas envolvidas no processo de exportação, a comunicação é absolutamente primordial e, durante a pandemia, reuniões via Zoom têm se mostrado muito úteis.

Meta: ajudar a alimentar o mundo

Como importante empresa de genética de aves, que atua no início da cadeia de produção avícola, a Aviagen leva a sério seu papel. Temos o sério compromisso de ajudar os nossos clientes na missão de fornecer às suas comunidades locais uma proteína acessível e sustentável, a carne de frango. Estratégias sólidas nos ajudam a cumprir essa missão, à medida que nos esforçamos para ajudar a criar um futuro melhor e mais sustentável para as pessoas, hoje e no futuro.

Fonte: Assessoria

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Alivira reforça atuação na América Latina com novo Gerente Técnico Comercial

Com mais de 25 anos de experiência em nutrição de monogástricos, Jorge Pacheco chega para fortalecer a estratégia técnica e comercial da companhia na região

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Jorge Pacheco / Divulgação / Foto: Alivira

A Alivira anuncia a chegada de Jorge Pacheco como seu novo Gerente Técnico Comercial para a América Latina, reforçando sua estratégia de crescimento e proximidade com o mercado na região.

Médico-veterinário de formação, o executivo construiu uma sólida trajetória de 26 anos na área de nutrição de monogástricos, acumulando experiência em desenvolvimento de negócios e liderança técnica. Ao longo de sua carreira, atuou em empresas de referência do setor, como Agroceres Nutrição (Multimix), Guabi, In Vivo, Sumitomo Chemical e Agrifirm.

A chegada de Pacheco está alinhada ao movimento da Alivira de ampliar sua presença na América Latina, agregando expertise técnica e visão estratégica para atender às demandas do mercado de proteína animal.

Empresa global de saúde e nutrição animal, a Alivira integra o grupo Sequent Scientific e está entre as principais companhias do setor no mundo, com operações em mais de 100 países e unidades produtivas em diferentes continentes.

No Brasil, a empresa atua desde 2016 com foco na fabricação e distribuição de medicamentos veterinários e soluções nutricionais para animais de produção e companhia, incluindo antimicrobianos, anticoccidianos, antiparasitários, aditivos e suplementos.

Com estratégia multiespecializada e forte investimento em pesquisa e desenvolvimento, a companhia busca oferecer soluções que promovam saúde, bem-estar e produtividade animal, atendendo às necessidades de veterinários, produtores e indústria.

A contratação de Jorge Pacheco reforça o compromisso da Alivira com a excelência técnica, a inovação e o fortalecimento de parcerias no mercado latino-americano.

Fonte: Comunicação Alivira
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Frísia anuncia entreposto em Pium (TO) e projeta investimento de cerca de R$ 100 milhões

Nova unidade vai ampliar capacidade de recepção e beneficiamento de grãos na região e gerar cerca de 20 empregos diretos, além de mais de 200 postos durante as obras

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Há uma década no Tocantins, Frísia conta com entrepostos em Paraíso (foto) e Dois Irmãos, além de escritório administrativo em Palmas. Crédito da imagem: Cooperativa Frísia.

No ano em que comemora dez anos no Tocantins, a Frísia Cooperativa Agroindustrial anuncia a construção de um novo entreposto no estado, no município de Pium, como parte de sua estratégia de expansão e fortalecimento da atuação no estado. O projeto prevê investimento de aproximadamente R$ 100 milhões e geração de cerca de 20 empregos diretos após o início das operações, além de mobilizar mais de 200 trabalhadores durante o período de obras.

A construção da unidade está prevista para começar em junho de 2026, com conclusão estimada para janeiro de 2028. A estrutura foi planejada para atender o crescimento da produção agrícola na região e ampliar o suporte aos cooperados.

A decisão de investir no novo entreposto foi resultado de um processo de análise estratégica e da expansão da atividade agrícola na região. “Mesmo diante de um cenário desafiador, a cooperativa segue crescendo no Tocantins. A região de Pium é uma das que mais têm se desenvolvido nos últimos anos e, após três anos de estudos aprofundados, decidimos realizar esse investimento para atender às necessidades dos cooperados”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Frísia, Geraldo Slob.

O novo entreposto tem capacidade operacional prevista de recepção de até 600 toneladas por hora, linha de beneficiamento de 240 toneladas por hora e armazenagem total de 42 mil toneladas de grãos. A unidade também terá um armazém para insumos.

Segundo o gerente-executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti, a escolha de Pium como sede da nova unidade levou em conta o potencial produtivo da região e a presença crescente de cooperados. “Trata-se de uma região bastante próspera, com alto potencial agrícola e uma área já consolidada de produção de nossos cooperados”, explica.

Crescimento

O investimento também está alinhado ao planejamento estratégico da cooperativa para os próximos anos. “Dentro do nosso ciclo de planejamento estratégico, que vai de 2025 a 2030, temos como meta crescer no Tocantins de forma sustentável e agregar valor ao negócio dos cooperados. Esse entreposto vai ao encontro desse objetivo”, destaca o gerente-executivo.

Para os produtores, a nova estrutura vai trazer ganhos logísticos e operacionais importantes. “Na prática, o cooperado terá maior agilidade na recepção e no beneficiamento de grãos, economia com fretes e mais proximidade no acesso a insumos, além de segurança no abastecimento”, completa Cavazotti.

A área cultivada de soja no Tocantins saltou de 14,7 mil hectares da safra 2020/2021 para 40,4 mil hectares na de 2024/2025, com produtividade média de 3.771 kg/ha na última safra, acima das 3.057 kg/ha de 20/21.

A Frísia está presente no Tocantins desde 2016, completando, em 2026, uma década de atuação no estado. Atualmente, a cooperativa conta com 110 cooperados e 60 colaboradores na região, com unidades em Paraíso do Tocantins e Dois Irmãos do Tocantins, além de um escritório administrativo em Palmas.

Nos últimos anos, a cooperativa vem realizando diversos investimentos em suas unidades, com o objetivo de acompanhar o crescimento da produção agrícola na região.

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JBS aponta demanda por nutrição funcional como vetor de crescimento do setor de alimentos

CEO da companhia afirma que mudança no padrão de consumo, com foco em saúde e bem-estar, sustenta expansão e abre espaço para proteínas de maior valor agregado

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Crédito: reprodução Bradesco BBI

O Brasil deve assumir um papel central na expansão global do consumo de proteína nos próximos anos, sustentado por escala produtiva, ganhos de eficiência e avanços tecnológicos no campo. A avaliação é do CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, feita nesta terça-feira (7), durante o 12º Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI, em São Paulo.

Segundo o executivo, o crescimento da demanda por proteína deixou de ser uma tendência conjuntural e passou a refletir uma mudança estrutural, impulsionada por fatores como segurança alimentar, mudanças demográficas e a crescente busca por alimentos com maior valor nutricional. “Estamos diante de uma transformação consistente no padrão de consumo, com mais foco em saúde, energia e qualidade de vida”, afirmou.

A declaração foi feita no painel “Leading Brazil’s Protein Industry: Perspectives from the Companies That Feed the World”, que reuniu lideranças do setor para discutir perspectivas para a indústria de proteínas do Brasil e seu papel no abastecimento global.

O CEO da JBS destacou que a segurança alimentar ganhou centralidade na estratégia de diversos países, impulsionando investimentos em produção local, especialmente no Oriente Médio. Para ele, esse movimento, no entanto, não reduz a relevância do Brasil como fornecedor global competitivo e essencial para complementar o abastecimento internacional. “A produção local é uma realidade. Mas isso não elimina o papel do Brasil, porque você nunca fecha a equação produzindo exatamente tudo o que o mercado quer”, disse.

Ao falar sobre a competitividade brasileira, Tomazoni destacou que o país conta com uma vantagem estrutural rara no setor de proteína animal. Além de deter o maior rebanho comercial bovino do mundo, o Brasil ainda apresenta espaço significativo para elevar sua produtividade, sobretudo a partir do avanço em genética, nutrição e manejo. “O Brasil vai dar as cartas na carne bovina, porque tem rebanho, porque tem área e porque ainda há uma oportunidade muito grande de ganho de produtividade.

Para o executivo, esse avanço produtivo será decisivo para atender a uma demanda global que tende a crescer de forma consistente nos próximos anos. Na avaliação de Tomazoni, o consumo de proteína deixou de ser somente uma tendência de mercado e passou a refletir uma transformação estrutural nos hábitos alimentares, impulsionada por uma mudança geracional e pela busca crescente por saúde, energia e qualidade de vida.

Nesse cenário, Tomazoni apontou uma nova avenida de crescimento para a indústria: o desenvolvimento das chamadas superproteínas, com aplicações voltadas à nutrição funcional, ao bem-estar e à saúde de longo prazo. Segundo ele, a JBS acredita no avanço de soluções baseadas tanto na proteína natural como em rotas de biotecnologia capazes de customizar compostos com funções específicas.

Um exemplo do investimento da Companhia nessa frente é a recente inauguração da JBS Biotech, em Florianópolis (SC). Esse centro de biotecnologia avançada é dedicado ao desenvolvimento de ciência aplicada à cadeia produtiva, para criar e agregar valor à produção de alimentos. “A gente acha que existem dois caminhos: o caminho da proteína natural, com aumento de produtividade, e o caminho da proteína funcional”, explicou o executivo.

Ao encerrar sua participação, Tomazoni reforçou que a diversificação entre geografias, proteínas e ciclos produtivos segue como um dos principais diferenciais estratégicos da JBS diante de um ambiente global mais volátil.

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