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Notícias Bovinos

CIEPEL/SIMERS e empresas associadas lançam “Selo de Qualidade e Conformidade”

O Selo de Conformidade Ciepel/Simers/Labelo foi lançado na última semana durante Expointer.

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Um grupo das principais indústrias de ordenhadeiras, componentes e tanques de refrigeração, do sul do País, estão fazendo história.

Sob a coordenação de Carlos Alberto Machado, ex-Sócio Diretor da Intermaq e dirigente do CBQL, essas empresas constituíram no SIMERS, Sindicato das Industria de Máquinas e Implementos Agrícolas do RS, a CIEPEL, Comissão das Ind. de Equipamentos Para a Pecuária de Leite do Simers e lançaram no último dia 29 de agosto, durante a Expointer o “Selo de Qualidade e Conformidade CIEPEL/SIMERS/LABELO” para ordenhadeiras.

Machado, além de dirigente do CBQL, também participou da elaboração das normas brasileiras para ordenhadeiras mecânicas, tanto na ABNT quanto no MAPA/SDA, a IN48, autor do livro Sistemas de Ordenha, conhecido na cadeia produtiva do leite pelo comprometimento com o setor, a mais de 40 anos luta pela busca de aprimoramento, qualidade, profissionalismo, ética e respeito na relação com o consumidor.

“A Comissão foi criada, inicialmente, pela necessidade do setor lutar contra uma portaria do Inmetro que incluiu ordenhadeiras no rol dos eletrodomésticos. Após o êxito nesse episódio, no qual contamos com o apoio da CNA, da Comissão de Agricultura da Câmara Federal e vários parlamentares de diferentes partidos, as empresas, percebendo a importância da organização e das ações coletivas, decidiram manter esse espaço institucional como canal para expressar e se fazer ouvir frente as demandas e lutas contra as dificuldades impostas pelo dia a dia da burocracia e deste imenso cartório chamado Brasil”, explica Machado.

Outro fator que levou a CIEPEL a se fortalecer e agregar novas empresas foi a necessidade do combate a males que, de longa data, causam imensos prejuízos às indústrias, à sanidade dos plantéis, aos produtores, laticínios e, por decorrência, ao consumidor final.

Ainda segundo Machado, a informalidade, o contrabando, os curiosos que, sem o conhecimento necessário, se aventuram na atividade de dimensionar, comercializar e prestar assistência técnica em equipamentos tão complexos e com tamanho impacto  para a sanidade animal, a qualidade do leite, o resultado financeiro da propriedade leiteira e, finalmente, na qualidade do produto que o consumidor compra nas gôndolas dos supermercados do País, além dos equipamentos produzidos sem nenhum compromisso com normas, segurança ou qualidade, tendo como único encantador atrativo o preço, são alguns fatores que comprometem o controle e segurança do mercado.

“Esses males do mercado representam risco potencial e imprevisível, não só para as indústrias do setor mas, principalmente, para o produtor que não consegue perceber a dimensão dos riscos que podem estar contidos em ofertas que beiram o surrealismo. Com isso colocam em risco o valor maior que está contido no seu plantel e na sua atividade”, explica.

Carlos Alberto vê com otimismo a criação desse selo, pois dará maior segurança ao setor. “É compreensível o otimismo da CIEPEL/SIMERS e suas empresas associadas em lançar o “Selo de Qualidade e Conformidade CIEPEL/SIMERS/LABELO” para ordenhadeiras, isso dará maior segurança para toda a cadeia trabalhar. Certamente o setor leiteiro também está comemorando esse momento que há de marcar a história do setor como um divisor de águas”, destaca.

O Laboratório Labelo/PUC, que esta junto no projeto, é acreditado do Inmetro e está entre os laboratórios mais importantes do País.

As condições básicas para uma empresa se candidatar à obtenção do Selo são: ser associada ao SIMERS e fazer o processo de adesão à CIEPEL. Maiores informações podem ser obtidas através do e-mail adm@simers.com.br, com a Sra. Sheila ou, ainda através da Coordenação da CIEPEL pelo e-mail carlosdfmachado@gmail.com

Fonte: OP Rural com informações da Assessoria
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Notícias Suinocultura

Fluxo de negócios para suíno melhora e preços sobem no Brasil

Fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suínos apresentou movimento consistente de alta nos preços nos últimos dias, tanto para o quilo vivo quanto para os cortes vendidos no atacado

O analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, disse que o fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada. “Os frigoríficos seguem em processo de ajuste de estoques, se recuperando das incertezas relacionadas à logística da última semana”, pontua.

A perspectiva é de maior acirramento nas negociações na segunda quinzena, período no qual o escoamento tende a ser mais tímido devido a menor capitalização das famílias. “Por outro lado, o estreito spread entre a carcaça suína e o frango congelado pode favorecer a reposição”, afirma.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 9,01% na semana, de R$ 5,90 para R$ 6,43. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 2,58%, de R$ 11,06 para R$ 11,34. A carcaça registrou um valor médio de R$ 10,16, elevação de 10,31% frente ao valor registrado na semana passada, de R$ 9,21.

As exportações de carne suína fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 96,74 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 13,82 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 40,88 mil toneladas, com média diária de 5,84 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.366,30.

Em relação a setembro de 2020, houve alta de 64,85% no valor médio diário da exportação, ganho de 61,26% na quantidade média diária exportada e valorização de 2,23% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo avançou de R$ 115,00 para R$ 140,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 5,60 para R$ 5,70. No interior do estado a cotação mudou de R$ 5,95 para R$ 6,60.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração aumentou de R$ 5,85 para R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 6,10 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo mudou de R$ 5,75 para R$ 6,55 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo seguiu em R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 5,50 para R$ 6,10, enquanto na integração o preço passou de R$ 5,45 para R$ 5,70. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 6,40 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis aumentou de R$ 5,30 para R$ 5,80. Já na integração do estado o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,70.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Safra de inverno

Colheita do trigo é iniciada no Brasil e clima segue no centro das atenções

Clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina

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Divulgação

A colheita de trigo foi iniciada nesta semana no Brasil. O clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra 2020/21 atinge 2% da área estimada de 1,213 milhão de hectares. A área é 7% maior ante os 1,136 milhão de hectares cultivados na safra 2019/20.

Conforme o Deral, 56% das lavouras estão em boas condições, 32% em situação média e 12% ruins, sem alterações ante a semana passada. As lavouras se dividem entre as fases de crescimento vegetativo (7%), floração (15%), frutificação (38%) e maturação (40%). Na semana passada, as lavouras estavam em desenvolvimento vegetativo (18%), floração (27%), frutificação (47%) e maturação (8%). No mesmo período do ano passado,11% da área já havia sido colhida.

A safra 2021 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,721 milhões de toneladas, 17% acima das 3,190 milhões de toneladas colhidas na temporada 2020. A produtividade média é estimada em 3.095 quilos por hectare, acima dos 2.824 quilos por hectare registrados na temporada 2020.

Rio Grande do Sul

Segundo a Emater/RS, as chuvas dos últimos dias favoreceram, em intensidades variadas, favoreceram a recuperação da umidade do solo e foram importantes para o desenvolvimento. Por outro lado, em algumas localidades, acompanhadas de granizo, causaram danos às lavouras. O desenvolvimento, em nível estadual, está atrasado na comparação com os últimos anos.

Argentina

A condição hídrica das lavouras de trigo da Argentina varia conforme a região do país. De um modo geral, segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 30% das lavouras estão em situação de regular a seca, 67% estão em situação ótima ou adequada e 3% tem excesso de umidade. Na semana passada, eram os mesmos 30% em déficit hídrico e 2% com excesso. Em igual período do ano passado, 49% da área estava na situação de seca. A superfície totaliza 6,5 milhões de hectares. As lavouras se dividem entre excelentes ou boas (49%), normais (29%), regulares ou ruins (22%).

Fonte: Agência Safras
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Notícias Mercado interno

Mercado de milho mantém lentidão com algumas regiões tendo menor oferta

Tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre

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O mercado brasileiro de milho, assim como no período anterior, teve uma semana de lentidão nos negócios. Em algumas regiões o mercado manteve pressão de oferta, pela entrada da safrinha, enquanto em outras a oferta já foi reduzida e as cotações avançaram um pouco, como foi o caso de São Paulo.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre18. Isso deve manter sustentação aos preços. O país teve uma safrinha extremamente prejudicada por estiagens e geadas e passada a sazonalidade de pressão da colheita, a oferta deve ser reduzida e as cotações podem voltar a subir.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (09 de setembro) e esta quinta-feira (16 de setembro), o milho em Campinas/CIF na venda subiu de R$ 95,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 1,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal se manteve estável em R$ 93,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço subiu de R$ 93,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 3,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação permaneceu estável em R$ 84,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor se manteve na venda em R$ 98,00.

Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação recuou de R$ 96,00 para R$ 95,50 (-0,5%). E em Rio Verde, Goiás, o mercado caiu na venda de R$ 88,00 para R$ 84,00 a saca, baixa de 4,55%.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentam receita de US$ 246,32 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 35,19 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,26 milhão de toneladas, com média de 179,95 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 195,50. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Em relação a setembro de 2020, houve baixa de 28,85% no valor médio diário da exportação, perda de 40,68% na quantidade média diária exportada e valorização de 19,95% no preço médio.

Segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), as exportações brasileiras de milho deverão ficar em 2,92 milhões de toneladas em setembro. Em setembro do ano passado, o Brasil exportou 5,76 milhões de toneladas. Em agosto, os embarques do cereal somaram 4,19 milhões de toneladas. As exportações do ano devem somar até 13,06 milhões de toneladas até o final deste mês.

Fonte: Agência Safras
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ABPA – PSA

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