Bovinos / Grãos / Máquinas
Ciência melhora índices reprodutivos a cada ano
Três pesquisadores apresentam um pouco da história do melhoramento genético e seus benefícios e o que esperar do futuro
O jornal O Presente Rural procurou a Embrapa para saber como o melhoramento genético contribui para melhorar os índices produtivos e reprodutivos na pecuária brasileira. Três pesquisadores apresentam um pouco da história do melhoramento genético e seus benefícios e o que esperar do futuro. Um deles é o pesquisador e melhorista Antonio do Nascimento Rosa, que faz um histórico de como tudo surgiu.
“A Embrapa Gado de Corte, fundada em abril de 1977, portanto, há 41 anos, construiu a sua história sobre uma filosofia de trabalho muito simples, mas sábia: o trabalho de pesquisa começa no produtor e termina no produtor. Isto significa dizer que os pesquisadores devem estar antenados no sistema produtivo, no homem do campo, pois vem deles as demandas de trabalhos de pesquisa. E estes trabalhos só devem ser considerados acabados, prontos, quando os seus resultados retornam ao campo, proporcionando aos produtores aumentar a produção, a produtividade ou a qualidade dos seus produtos”, introduz.
“Na área de melhoramento genético, além desta recomendação, fomos forçados a buscar parceria com o setor produtivo desde o início de nossas atividades. Afinal, nem rebanho de seleção a Embrapa tinha. Assim, juntos com ABCZ – Associação Brasileira dos Criadores de Zebu -, no estado de Mato Grosso do Sul, desde 1979, e em âmbito nacional a partir de 1982, fomos pioneiros no lançamento de Sumários de Touros. Esta parceria perdurou até 2013, com a produção de 128 edições de sumários e milhares de touros avaliados”, menciona.
“Ao longo deste período, além da tecnologia Sumários de Touros, fomos também pioneiros na implantação do Programa de Avaliação de Touros Jovens – ATJ e colocamos a disposição dos criadores o Programa de Melhoramento Genético Embrapa Geneplus, de forma a prestar suporte aos criadores não apenas com as avaliações genéticas de touros, mas também de matrizes e produtos nascidos”, emenda.
Atualmente, comenta o melhorista, são atendidos neste programa 419 rebanhos de 10 raças bovinas (Brahman, Guzerá, Nelore; Caracu e Hereford; Brangus, Braford, Canchim, Santa Gertrudis e Senepol), com dados de cerca de 3,8 milhões de animais, espalhados por 17 unidades da federação, bem como da Bolívia, Paraguai e Uruguai.
Ele explica que os resultados imediatos do programa de melhoramento – avaliações genéticas e planos de acasalamento – chegam ao campo por diversos caminhos: “diretamente, pelos criadores participantes do Programa Embrapa Geneplus, associações de criadores, centrais de inseminação, leiloeiras, empresas de assistência técnica e consultoria nas áreas de gestão e biotécnicas reprodutivas. Além deste caminho, os produtores podem ter acesso direto aos sumários de touros por meio de download dos arquivos pela internet, por meio de sumários impressos e de aplicativos móveis disponíveis no Google Play (até o momento para as raças Nelore, Senepol, Hereford e Braford)”.
Avanço com a IATF
Os pesquisadores Juliana Corrêa e Urbano Gomes, da Embrapa Pantanal, citam que a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) foi o divisor para o sistema. “O Brasil possui 221,81 milhões de cabeça de gado e é o maior rebanho comercial do mundo, podendo crescer muito mais em produtividade. O grande avanço na reprodução foi a intensificação do uso da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) desde o final da década de 90. Devido à relativa baixa eficiência reprodutiva observada nos rebanhos bovinos brasileiros, foi primordial desenvolver formas de conhecer, controlar e melhorar índices reprodutivos, que são a taxa de prenhez, índice de serviço, intervalo de partos, taxa de natalidade. Programas de IATF estão sendo utilizados em larga escala por apresentarem inúmeras vantagens, sendo a principal delas a eliminação da observação de cio, evitando a inseminação de vacas no momento incorreto, otimizando a utilização do sêmen e de mão-de-obra. A IATF serve também para concentrar as inseminações e as parições em épocas desejáveis, induzir a ciclicidade de vacas em anestro, diminuir o intervalo de partos, programar as inseminações em um curto período de tempo, controlar a propagação de doenças sexualmente transmissíveis, diminuir os investimentos com touros, padronizar os lotes por categoria e escore de condição corporal e reduzir o descarte e o custo de reposição de matrizes. Essa biotecnologia chegou trazendo inúmeros benefícios, além da possibilidade de se massificar o uso de touros melhoradores – animais avaliados geneticamente e que deixarão no rebanho descendentes com alto valor econômico. A prática tornou possível também o aumento da utilização de sêmen sexado”, citam os pesquisadores.
Índices reprodutivos
Juliana Corrêa e Urbano Gomes citam que ainda há grande variação nos índices reprodutivos, “pois inúmeros fatores interferem nas taxas de prenhez, índice de serviço, intervalo de partos e taxa de natalidade, tais como manejo nutricional e sanitário, estação de monta, inseminador, efeito touro, categoria animal (primípara, multípara), protocolo hormonal, escore de condição corporal (ECC), qualidade do sêmen, ambiente, etc. Por isso temos propriedades que estão abaixo de 60% (de taxa de prenhez) e outras acima dos 90%”, comentam.
“Em um experimento realizado pela Embrapa Pantanal com mais de 1,5 mil inseminações ocorridas no Pantanal e Planalto, os índices no bioma pantaneiro demonstraram, significativamente, menor taxa de prenhez quando comparamos as duas regiões – utilizando os mesmos touros e partidas de sêmen, mesmo protocolo de IATF e mesmo inseminador. Ou seja: a alteração na prenhez aconteceu em função das vacas (e seus escores de condição corporal). No entanto, estão implícitos vários fatores, como diferenças de manejo nutricional (qualidade e disponibilidade das pastagens), fatores ambientais (enchente), fatores genéticos, etc.”, sugerem.
Para os profissionais, o ideal seria ter menores perdas de prenhez do diagnóstico de gestação até a desmama. “Se a média do Brasil fosse 75% de desmama, estaríamos muito melhores e poderíamos crescer ainda mais”, acentuam.
Técnicas mais usadas
Eles explicam as diferenças entre tecnologias aplicadas hoje na bovinocultura brasileira. “A genética está relacionada à hereditariedade, a como as características individuais são herdadas através dos genes (em pequena escala ou escala molecular). Cada gene representará uma função bem definida de acordo com uma codificação específica na sequência de ácidos nucleicos (DNA/RNA). Já a genômica trata do estudo de muitos ou todos os genes em um genoma e suas interações com o ambiente. Edição gênica é a possibilidade de modificar esses genes (localizar, recortar, retirar e colar outro gene de interesse). Por exemplo, retirar um gene que causa uma determinada patologia ou alterar um gene para aumento de produção”, orientam.
Já as informações fenotípicas são as características do animal – sejam elas o peso, medidas corporais, medidas de fertilidade, cor de pelagem – são chamadas de fenótipos. “Assim, informações fenotípicas são aquelas que podemos ver e consequentemente, conseguimos mensurar. Esse fenótipo, tal como é medido, é uma expressão do genótipo (constituição genética) do indivíduo portador do fenótipo em questão mais um componente de ambiente (clima, alimentação, manejo, saúde, etc.). Assim, as informações fenotípicas servem como indicador de produção e produtividade, sendo reflexo do genótipo e do ambiente em que os animais são criados”, comentam. “Desta forma, o monitoramento das medidas fenotípicas reflete tanto as práticas de manejo (nutricional, sanitário, reprodutivo) adotadas quanto o nível do progresso genético do rebanho. Consequentemente, essas informações são imprescindíveis para o produtor poder avaliar seu sistema de produção e o progresso genético dos animais”, recomendam.
De acordo com Juliana Corrêa e Urbano Gomes, da Embrapa Pantanal, pouco ainda se usa de inseminação artificial no Brasil. “O rebanho bovino brasileiro utiliza, aproximadamente, 12% de inseminação artificial (IA). Estima-se que mais de 60% dessa porcentagem sejam utilizados em programas de IATF. A IATF, por sua vez, tem alcançado índices médios de prenhez cada vez mais satisfatórios (50%), embora muitos sejam os fatores que influenciam no sucesso desta biotécnica. A introdução de tecnologias como a IATF traz rápido retorno em produtividade. Alguns exemplos são o aumento de bezerros por vaca/ano, produtos de melhor qualidade, maiores pesos na desmama, redução do intervalo de partos, maior oferta de animais para a engorda, redução da idade de abate e carcaças de melhor qualidade e mais precocidade”, citam.
Eles recomendam que a importância dessa intensificação deve ser enfatizada pelo potencial de crescimento e desenvolvimento da pecuária. “Outras biotecnologias reprodutivas, mais voltadas à seleção das fêmeas, são utilizadas em menor escala e em rebanhos mais voltados à seleção, como a produção in vitro de embrião (Pive), Transferência de embrião (TE) e clonagem.
Manejo reprodutivo
Os pesquisadores da Embrapa Pantanal fazem referência especial ao manejo reprodutivo para a atual pecuária brasileira ampliar seus índices reprodutivos. “O manejo reprodutivo dá condições para a vaca parir uma boa cria por ano. Nesse contexto, premissas importantes como nutrição e sanidade devem estar inclusas, pois não conseguimos fazer a reprodução dos animais se não há condições mínimas para essas premissas. Assim, a prática da estação de monta (EM) visa concentrar o período de reprodução nos meses mais favoráveis do ano e, por consequência, otimizar os esforços em busca da maior eficiência reprodutiva e produtiva na propriedade. Quanto mais concentrada – isto é, quanto mais curta for a estação de monta – mais centralizada será a estação de parição ou nascimentos e menores serão as diferenças entre as idades dos primeiros e últimos animais daquela safra, que chamamos de animais “do cedo” e animais “do tarde”, respectivamente. Em síntese, os animais serão mais contemporâneos, facilitando a programação e planejamento das atividades de nascimentos (parição), desmama (desterneiramento), seleção e vendas”, revelam.
Na opinião dos profissionais, a época do ano mais favorável ao estabelecimento da estação de monta coincide com as melhores condições nutricionais das pastagens, que propiciarão melhores condições corporais e de atividade ovariana (ciclicidade) das matrizes, o que é fundamental para a eficiência reprodutiva. “Se uma propriedade não faz EM, é preciso começar aos poucos. Uma sugestão é começar deixando vacas e touros juntos por seis meses e, depois, “cortar” os meses “das pontas” até que a estação esteja com cerca de 3 ou 4 meses de duração (de 90 a 120 dias). O ideal é que ela dure 90 dias.
Nutrição
Quando o assunto é nutrição, Urbano Gomes é enfático. “Nas palestras, sempre falo que temos uma ótima simpatia, que nunca falha para a vaca emprenhar. O segredo é sempre repetir as frases: “vaca magra não dá cio!”, “o cio entra pela boca!” e “a vaca não pode parir magra!”. Ou seja, nutrição sempre é um limitante para que a reprodução seja eficiente. Assim, o mais importante é dar condições nutricionais para todas as fêmeas, principalmente aquelas que ainda estão em desenvolvimento, como as novilhas e primíparas”.
Os touros também devem estar em condições nutricionais adequadas ao entrar na estação de monta. Uma estratégia de suplementação adequada para obter bons índices reprodutivos seria aquela destinada a melhorar o uso da forragem, maximizando seu consumo e digestibilidade.
Novos avanços
Juliana Corrêa e Urbano Gomes citam os avanços que devem permear a reprodução nos próximos anos. “Quando falamos em reprodução, esperamos que nos próximos anos tenhamos avanços nas descobertas cada vez mais precoces de reprodutores e doadoras de alto valor genético. Ao reproduzir os melhores indivíduos, diminuiremos o ciclo produtivo do animal. Buscamos um animal terminado mais precocemente, trazendo retorno econômico ao produtor e ao setor pecuário. A genética e a genômica serão as ferramentas que darão o suporte para a identificação precoce desses animais mais produtivos, validando (sem haver necessariamente de um grande número de filhos) que suas características de interesse passarão para seus descendentes”, comentam.
Mais informações você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de agosto/setembro de 2018 ou online.
Fonte: O Presente Rural

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Boi gordo enfrenta semanas de instabilidade e pressão nas cotações
Recuo de até R$ 13/@ reflete um mercado mais sensível antes do período de maior consumo.

A possibilidade de novas medidas protecionistas da China voltou a gerar incerteza no mercado pecuário brasileiro. O país asiático, principal destino da carne bovina do Brasil, estaria avaliando restringir a entrada do produto, mas não há qualquer confirmação oficial até o momento. Mesmo assim, os rumores foram suficientes para pressionar os contratos futuros do boi nas últimas semanas.
As especulações ganharam força no início de novembro, indicando que Pequim poderia retomar o movimento iniciado em 2024, quando alegou excesso de oferta interna para reduzir as importações. A decisão, que inicialmente seria tomada em agosto de 2025, foi adiada para novembro, ampliando a cautela dos agentes e intensificando a queda na curva futura: em duas semanas, os contratos recuaram entre R$ 10 e R$ 13 por arroba.

Foto: Gisele Rosso
Com a China respondendo por cerca de 50% das exportações brasileiras de carne bovina, qualquer redução nos embarques tende a impactar diretamente os preços do boi gordo, especialmente em um momento de forte ritmo de produção.
Apesar da tensão, o cenário de curto prazo permanece positivo. A demanda doméstica, reforçada pela sazonalidade do fim de ano, e o recente alívio nas barreiras impostas pelos Estados Unidos ajudam a sustentar as cotações. Caso os abates não avancem mais de 10% em novembro e dezembro, a disponibilidade interna deve ficar abaixo da registrada em outubro, movimento que favorece a recuperação dos preços da carne nos próximos 30 dias.
Para 2026, as projeções seguem otimistas para a pecuária brasileira. A expectativa é de menor oferta de animais terminados, custos de produção mais competitivos e demanda externa firme, em um contexto de queda da produção e das exportações de concorrentes, especialmente dos Estados Unidos. A principal atenção fica por conta do preço da reposição, que subiu de forma expressiva e exige valores mais ajustados na venda do boi gordo para assegurar a rentabilidade na terminação.
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Novo ciclo do projeto Mais Leite Saudável busca impulsionar produção de leite no Noroeste de Minas Gerais
Assistência técnica, pesquisa aplicada e melhorias genéticas a 150 propriedades familiares, com foco em produtividade, sustentabilidade e fortalecimento da cadeia leiteira no Noroeste mineiro até 2028.

O fortalecimento e a ampliação da produção de leite de produtores de Paracatu (MG), de forma sustentável, eficiente e de qualidade, ganharam impulso com o início do novo ciclo do projeto Mais Leite Saudável, desenvolvido em parceria entre a Embrapa Cerrados e a Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu (Coopervap).
O projeto é desenvolvido no âmbito do Programa Mais Leite Saudável (PMLS) do MAPA desde 2020. O Programa Mais Leite Saudável é um incentivo fiscal que permite a laticínios e cooperativas obter até 50% de desconto (crédito presumido) no valor de PIS/Pasep e COFINS relativo à comercialização do leite cru utilizado como insumo, desde que desenvolvam projetos que fortaleçam e qualifiquem a cadeia produtiva por meio de ações diretas junto aos produtores.
O treinamento dos técnicos recém-selecionados foi realizado no fim de outubro, e as primeiras visitas às propriedades ocorreram no início de novembro. Essa é a terceira fase do projeto, que conta com o acompanhamento do pesquisador José Humberto Xavier e do analista de Transferência de Tecnologia da Embrapa Cerrados, Carlos Eduardo Santos.
O projeto articula as dimensões de assistência técnica e pesquisa e atuará nessa etapa com uma rede de 150 propriedades rurais familiares, que receberão acompanhamento de três veterinários e dois agrônomos, seguindo o modelo implantado em 2020. A equipe da Embrapa atua na capacitação técnica e metodológica dos técnicos e na condução de testes de validação participativa de tecnologias promissoras junto aos agricultores da rede.
A nova etapa, prevista para ser concluída em 2028, busca desenvolver alternativas para novos sistemas de cultivo com foco na agricultura de conservação, oferecer apoio técnico ao melhoramento genético dos animais de reposição com o uso de inseminação artificial e ampliar o alcance dos resultados já obtidos, beneficiando mais agricultores familiares e contribuindo para o desenvolvimento regional.
Segundo o pesquisador da Embrapa Cerrados, José Humberto Xavier, os sistemas de cultivo desenvolvidos até agora melhoraram o desempenho das lavouras destinadas à alimentação do rebanho, mas ainda são necessários ajustes para reduzir a perda de qualidade do solo causada pelo preparo convencional e pela elevada extração de nutrientes advinda da colheita da silagem, além de evitar problemas de compactação quando o solo está úmido. Ele destaca também os desafios de aumentar a produtividade e reduzir a penosidade do trabalho com mecanização adequada.
O analista Carlos Eduardo Santos ressaltou a importância de melhorar o padrão genético do rebanho. “A reposição das matrizes é, tradicionalmente, feita pela compra de animais de outros rebanhos. Isso gera riscos produtivos e sanitários, além de custos elevados. Por isso, a Coopervap pretende implementar um programa próprio de reposição, formulado com base nas experiências dos técnicos e produtores ao longo da parceria”, afirmou.
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Curso gratuito da Embrapa ensina manejo correto de resíduos na pecuária leiteira
Capacitação on-line orienta produtores a adequar propriedades à legislação ambiental e transformar dejetos em insumo seguro e sustentável.

Como fazer corretamente o manejo dos dejetos da propriedade leiteira e adequá-la à legislação e à segurança dos humanos, animais e meio ambiente? Agora, técnicos e produtores têm à disposição um curso on-line, disponível pela plataforma de capacitações a distância da Embrapa, o E-Campo, para aprender como realizar essa gestão. A capacitação “Manejo de resíduos na propriedade leiteira” é gratuita e deve ocupar uma carga horária de aproximadamente 24 horas do participante.
O treinamento fecha o ciclo de uma série de outros cursos relacionados ao manejo ambiental da atividade leiteira: conceitos básicos em manejo ambiental da propriedade leiteira e manejo hídrico da propriedade leiteira, também disponíveis na plataforma E-Campo.
De acordo com o pesquisador responsável, Julio Palhares, identificou-se uma carência de conhecimento sobre como manejar os resíduos da atividade leiteira para adequar a propriedade frente às determinações das agências ambientais. “O correto manejo é importante para dar qualidade de vida aos que vivem na propriedade e no seu entorno, bem como para garantir a qualidade ambiental da atividade e o uso dos resíduos como fertilizante”, explica Palhares.
A promoção do curso ainda contribui para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), como as metas 2 e 12. A 2 refere-se à promoção da agricultura sustentável de produção de alimentos e prevê práticas agropecuárias resilientes, manutenção dos ecossistemas, fortalecimento da capacidade de adaptação às mudanças climáticas, etc. O ODS 12 diz respeito ao consumo e produção responsáveis, principalmente no que diz respeito à gestão sustentável.
O treinamento tem oferta contínua, ou seja, o inscrito terá acesso por tempo indeterminado.
