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CIBIT inicia 2024 focada em estratégia de crescimento
A CIBIT, empresa de inovação, tecnologia e geração de resultados para o agronegócio inicia o ano de 2024 com estratégia focada em seguir sua expansão de crescimento regional. Para isso, os seus sócios estarão presentes na IPPE 24, em Atlanta, GA.

Na ocasião, visitarão o evento para, além de fazerem reuniões com clientes, fazer contatos com potenciais parceiros locais e se informem sobre as novidades do mercado de avicultura, maior foco atualmente em seu negócio.
A empresa, cujo foco é o desenvolvimento de softwares aplicados a produção animal, apresenta, dentre seus principais diferenciais competitivos, a busca em entender cada negócio de seus clientes como uma operação diferenciada e individualizada, e uma oportunidade em apresentar soluções que visem atender as necessidades particulares de cada cliente, a partir de sua principal plataforma de gestão – Promanager – voltada ao gerenciamento amplo das rotinas de produção, otimização dos processos e maximização de lucros.
No último ano, a CIBIT cresceu dois dígitos com relação a 2022 e pretende crescer ainda mais neste ano de 2024, revela Gustavo Cynowiec, CEO da empresa.
Ótimos resultados
Em pesquisa recente, a CIBIT constatou que as empresas que implementaram a Promanager otimizaram seu tempo em 70% sobre as atividades operacionais na rotina. Isso significa dizer que as granjas estão direcionando o tempo e trabalho para as áreas que mais necessitam internamente, a partir de uma otimização de processos e redução de retrabalhos com planilhas, papeis e agendas de trabalho convencionais.
No que diz respeito a perdas, a ferramenta permitiu reduzir valores em 30%, e isto está relacionado com particulares funções como o módulo de benchmark que permite além de comparação entre lotes, formulações, genéticas, granjas e até mesmo regiões, garantia de uma correlação de parâmetros ou fatores e isto assegura um maior entendimento sobre a origem de melhores ou piores performances em cada processo, evitando retrabalhos, e, além disso através das funções de calendários e controles de estoque inteligentes, possibilita uma gestão mais assertiva e com menos perdas de insumos, matérias primas, vacinas e medicamentos.
Promanager ainda conta com a possibilidade de integrar-se facilmente, seja com outros softwares ou hardwares, dispõe de uma biblioteca virtual chamada Academy, particular a cada cliente, e que oportuniza um acesso fácil, rápido a toda a empresa em relação a seus principais programas e ferramentas estratégicos. O sistema ainda conta com módulo para gestão de laboratórios, permitindo não somente uma gestão assertiva sobre o atendimento aos planos amostrais, mas um acompanhamento customizado das performances sorológicas de cada lote, assegurando, em módulo de benchmark, por exemplo, facilidade de correlação de fatores como mortalidade com desempenho de vacinas utilizadas em cada granja.
Promanager é um software desenvolvido especificamente para auxiliar produtores, caracterizando-se por sua linguagem clara e acessível. A equipe de CIBIT está totalmente preparada para apoiar os usuários em todas as etapas do processo de capacitação, oferecendo assistência detalhada durante a digitalização das propriedades e indústrias.
Um dos pilares fundamentais da empresa é o suporte ao cliente, reconhecido por sua eficiência e rapidez. Cada cliente recebe um tratamento individualizado e personalizado, assegurando que as soluções propostas se ajustem perfeitamente às necessidades específicas de cada negócio.

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
