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Notícias Guerra Comercial

China quer retirada de tarifas dos EUA na 1ª fase de acordo comercial

Principais negociadores dos dois países reuniram-se novamente e concordaram em continuar trabalhando nas questões remanescentes

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REUTERS

A principal prioridade de Pequim na primeira fase de qualquer acordo com os Estados Unidos é a retirada de tarifas existentes em bens chineses, disse o jornal chinês Global Times, neste domingo, em meio a incertezas em relação à capacidade dos dois lados de chegarem a um acordo.

“Fontes com conhecimento direto das discussões comerciais disseram ao Global Times, no sábado, que os EUA precisam remover tarifas existentes, não tarifas planejadas, como parte do acordo”, disse a reportagem.

O Global Times, publicado pelo jornal oficial Diário do Povo, do governista Partido Comunista, também citou outra fonte não identificada próxima às conversas dizendo que oficiais dos EUA têm resistido a essa exigência porque as tarifas são a única arma que possuem na guerra comercial, e abrir mão dessa arma significaria “rendição”.

Na última terça-feira (26), o presidente americano Donald Trump disse que Washington estava próximo de acordo que busca desarmar uma guerra comercial de 16 meses com a China, alguns dias depois de o presidente chinês Xi Jinping expressar seu desejo de chegar a um acordo.

Principais negociadores dos dois países reuniram-se novamente e concordaram em continuar trabalhando nas questões remanescentes.

No entanto, especialistas em comércio e pessoas próximas à Casa Branca disseram à Reuters, no mês passado, que a assinatura da primeira fase de um acordo pode não acontecer antes do ano novo, pois a China pressiona por recuos maiores de tarifas.

Inicialmente, esperava-se que um acordo fosse concretizado até o fim de novembro.

O presidente do Comitê de Finanças do Senado, Chuck Grassley, afirmou a repórteres, na terça-feira, que a China convidou o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, para conversas em Pequim. Grassley disse que Lightizer e Mnuchin estavam dispostos a ir se vissem “uma chance real de chegar a um acordo final”.

Uma fonte com conhecimento das conversas comerciais também disse à Reuters que oficiais americanos poderiam viajar à China depois do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, celebrado na última quinta-feira (28).

Fonte: Reuters
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Notícias Cooperativismo

Cocamar antecipa sobras do exercício aos cooperados

A distribuição de sobras é um dos diferenciais do sistema cooperativista que, ao término de cada exercício, retorna os resultados de suas atividades aos cooperados

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Foto: Divulgação

Retorno de resultados da cooperativa aos produtores associados é uma prática comum e também um dos diferenciais do sistema cooperativista, distribuídos na medida da participação de cada um. Cheques estarão disponíveis aos agricultores a partir de segunda-feira (16) em todas as unidades operacionais

Na próxima segunda-feira (dia 16), a Cocamar Cooperativa Agroindustrial antecipa a entrega de um esperado presente de Natal aos seus produtores cooperados: começa a fazer a distribuição de recursos financeiros a título de sobras do exercício 2019.

Os valores a serem pagos correspondem a uma complementação de preços dos produtos agrícolas entregues pelos cooperados na cooperativa e incluem um percentual, também, sobre a aquisição de insumos agropecuários, sendo proporcionais à participação de cada um. O montante vai ser oficializado na sexta-feira (13) após uma reunião do Conselho de Administração na sede da cooperativa em Maringá (PR).

Assim, quanto mais produtos o agricultor associado deposita na cooperativa e mais concentra nela as suas compras de insumos, maior é o valor do cheque a que tem direito no Natal.

A previsão da Cocamar é que a partir das 8h de segunda-feira e durante todo o horário comercial, as suas 87 unidades operacionais localizadas no norte e noroeste do Paraná, oeste de São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul, recebam um grande fluxo de cooperados em busca de seus numerários. São cerca de 15 mil produtores associados e o movimento deve estar concluído em três dias.

A distribuição de sobras é um dos diferenciais do sistema cooperativista que, ao término de cada exercício, retorna os resultados de suas atividades aos cooperados. Na Cocamar, essa é uma prática comum que ocorre geralmente no início da segunda quinzena de dezembro, a tempo de os produtores utilizarem os recursos para suas compras de Natal ou destiná-los a outros fins.

Além de beneficiar os cooperados, a sobra entregue pela cooperativa tem outro efeito positivo: acaba irrigando o comércio em geral, em especial o das pequenas cidades onde eles residem, ajudando a aquecer a economia.

Fonte: Assessoria da Cocamar
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Notícias Postura

Ovos RS apresenta balanço das atividades e prestação de contas 2019

Na ocasião foi feita a prestação de contas do Programa Ovos RS e um balanço das promoção, marketing e atividades de suporte técnico

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Na última quinta-feira (05) aconteceu o encontro de encerramento das atividades do Programa Ovos RS, exercício 2019. A atividade foi realizada no espaço de eventos Garden Santorini no Vale dos Vinhedos em Garibaldi, RS. O evento contou com a participação de estabelecimentos produtores de ovos, representantes dos Órgãos Oficiais SEAPDR e MAPA/RS, parceiros e apoiadores do Programa Ovos RS e outros convidados.

A programação teve início com a apresentação da prestação de contas do Programa Ovos RS e um balanço das atividades de promoção, marketing, atividades de suporte técnico, serviços e parcerias da ASGAV com instituições e Universidades. Estas apresentações ficaram à cargo do diretor Executivo da ASGAV/SIPARGS e coordenador do Programa Ovos RS, Eduardo Santos e da consultora Técnica do Programa Ovos RS, doutora Raquel Melchior. “Estamos cumprindo nossa agenda de responsabilidades que consiste a cada final de ano apresentar nossos investimentos, atividades e evolução do Programa Ovos RS”, comentou Santos.

Em seguida foi realizada apresentação especial sobre a tecnologia em favor da gestão integrada na postura comercial, proferida pelo CEO da BR Start Tecnologia para o Agronegócio, Gustavo Cynowice dos Anjos.

Foi feita ainda a entrega de certificados de participação na 6ª edição do Programa de Inovação e Capacitação Ovos RS realizado em abril de 2019, direcionado aos estabelecimentos participantes e aos parceiros do Programa Ovos RS.

Parceria com SENAI-RS

Após sete anos do selo de referência Ovos RS, que registra evolução técnica e de qualidade dos estabelecimentos produtores de ovos que fazem parte do programa, foi realizado ainda na quinta-feira a assinatura do termo de intensões da parceria ASGAV, OVOS RS e o Instituto de Alimentos do SENAI-RS para dar início, em janeiro de 2020, o programa de certificação que tem por objetivo o desenvolvimento e aprimoramento do setor de produção de ovos.

O programa de certificação será aberto para estabelecimentos produtores de ovos que buscam diferenciais, mais credibilidade e mais qualidade na produção de ovos. “Agora iremos desenvolver uma certificação que buscará reconhecimento no INMETRO, viabilizará certificar sistemas de produção alternativas e trará diferenciais que irão valorizar os estabelecimentos certificados no presente e a médio e longo prazo”, informou Santos.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Segundo IBGE

Safra 2020 deve bater recorde de 240,9 milhões de toneladas

Estimativas preveem um crescimento 6,7% na produção de soja e uma redução de 7,5% na produção de milho

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Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

A safra nacional de grãos de 2020 deve bater o recorde de 240,9 milhões de toneladas, superando em 33,6 mil toneladas o resultado esperado para 2019. Com essa previsão, as safras 2019 e 2020 devem se tornar as maiores da série histórica iniciada em 1975, ficando à frente do atual recorde de 2017, de 238,4 milhões de toneladas. As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta terça-feira (10), pelo IBGE.

As estimativas preveem um crescimento 6,7% na produção de soja e uma redução de 7,5% na produção de milho. O feijão em grão primeira safra também deve ter produção menor (-0,3%). As estimativas apontam perspectivas melhores para o algodão (2,0%) e o arroz (1,0%).

O pesquisador do IBGE, Carlos Barradas, estima uma produção de 92,7 milhões de toneladas de milho no próximo ano, declínio de 7,5% em relação à safra 2019, o que representa uma redução de 7,5 milhões de toneladas. “Mantém-se a tendência de um maior volume de produção do milho em segunda safra, devendo essa safra participar com 72,3% da produção nacional para 2020, contra 27,7% de participação da primeira safra de milho”, disse.

Já a produção de soja deve crescer 6,7%, chegando 120,8 milhões de toneladas em 2020. Dentre os maiores produtores, Mato Grosso estima colher 33 milhões de toneladas, um crescimento de 2,2% em relação a 2019. O Paraná, segundo maior produtor, espera produzir 19,8 milhões de toneladas, aumento de 22,5%, recuperando-se de um 2019 em que teve sua safra comprometida pelas severas restrições de chuvas e o excesso de calor durante o ciclo da cultura.

Safra de 2019 deve crescer 6,4%

A safra nacional também deve atingir 240,9 milhões de toneladas em 2019, sendo maior que o recorde de 2017, com 2,4 milhões de toneladas a mais produzidas. O resultado representa uma alta de 6,4% em relação à produção de 2018 (226,5 milhões de toneladas), e um crescimento de 60,6 mil toneladas na comparação com outubro passado.

O aumento foi puxado pelo milho, que deve ter uma produção recorde de 100,2 milhões em 2019 (25,9 milhões de toneladas de milho na primeira safra e 74,3 milhões de toneladas de milho na segunda safra), o que representa um aumento de 23,2% frente a 2018. Segundo Barradas, houve uma conjuntura de preços que incentivou o plantio do milho de segunda safra. “O clima também se comportou de forma favorável”, comentou.

O algodão também deve bater um recorde da série história do IBGE. Na safra deste ano, a produção deve chegar a 6,9 toneladas, um aumento de 39,8% na relação com o ano anterior. O aumento no plantio do grão ocorre em função da melhora nos preços, explicou o Carlos Barradas.

A produção de soja e o arroz, porém, diminuiu. A estimativa aponta para uma colheita de 113,2 milhões de toneladas de soja em 2019, o que representa uma retração de 4% em relação ao ano passado. Já o arroz teve queda na produção por consequência da redução de 9,5% na área plantada e de 12% na área a ser colhida. Estima-se produção de 10,3 milhões de toneladas do grão, um recuo de 12% em relação ao ano passado.

Em 2019, a área a ser colhida deve ser de 63,2 milhões de hectares, um crescimento de 3,7% frente à área colhida em 2018, aumento de 2,2 milhões de hectares. Em relação a outubro deste ano, a estimativa da área a ser colhida apresentou crescimento de 71,3 mil hectares (0,1%). O recorde anterior da produção foi registrado em 2017, quando foram produzidas 238,4 milhões de toneladas.

Fonte: IBGE
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