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Notícias Guerra Comercial

China isenta alguns produtos dos EUA de tarifas retaliatórias

16 itens estão na lista da China de produtos isentos

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REUTERS/Aly Song

A China anunciou seu primeiro lote de isenções tarifárias para 16 tipos de produtos dos Estados Unidos, dias antes de uma reunião planejada entre negociadores comerciais dos dois países para tentar diminuir a escalada de suas tarifas.

As isenções se aplicarão aos produtos norte-americanos, incluindo alguns medicamentos e lubrificantes anticâncer, bem como aos ingredientes de ração animal, soro de leite e farinha de peixe, disse o Ministério das Finanças em comunicado em seu site nesta quarta-feira (11).

Pequim informou em maio que iniciaria um programa de isenção, em meio a crescentes preocupações com o custo da prolongada guerra comercial em sua economia que já está desacelerando.

Alguns analistas veem o movimento como um gesto amigável, mas não o enxergam como um sinal de que ambos os lados estão preparando um acordo. “A isenção pode ser vista como um gesto de sinceridade para com os EUA antes das negociações em outubro, mas provavelmente é mais um meio de apoiar a economia”, escreveu em nota o economista do ING para a China, Iris Pang. “Ainda há muitas incertezas sobre as próximas negociações comerciais. Uma lista de isenção de apenas 16 itens não mudará a posição da China”, disse ela.

De fato, a lista isenta é curta em comparação aos mais de 5 mil tipos de produtos dos EUA que já estão sujeitos a tarifas adicionais da China. Além disso, os principais produtos importados pelos EUA da China, como soja e carne de porco, ainda estão sujeitos a pesadas cobranças adicionais, já que a China aumentou as importações do Brasil e de outros países fornecedores.

Pequim disse que trabalharia na isenção de alguns produtos dos EUA se eles não fossem facilmente substituídos por outros países. Os Estados Unidos são de longe o maior fornecedor de soro de leite da China, um ingrediente importante na alimentação de leitões e difícil de obter em grandes volumes de outros países.

Os analistas observaram que, com os impostos sobre a soja e outras importações importantes, como carros fabricados nos EUA, a China está mirando uma base de apoio político essencial ao presidente dos EUA, Donald Trump, principalmente fábricas e fazendas do Centro-Oeste e do Sul num momento de menor ímpeto na maior economia do mundo.

A China impôs várias rodadas de impostos sobre mercadorias dos EUA em retaliação as tarifas estabelecidas pelos EUA, começando em julho e agosto do ano passado com uma taxa de 25% sobre cerca de 50 bilhões de dólares em importações dos EUA.

No total, as duas maiores economias do mundo aplicaram tarifas de 100 bilhões de dólares em mercadorias umas das outras, numa amarga guerra comercial que se arrasta há mais de um ano e eleva o espectro de uma recessão global.

Fonte: Reuters
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Notícias Rio Grande do Sul

Agricultura prorroga prazo para entrega da declaração anual de rebanho

A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19

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Foto: Fernando Dias

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link.

A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano que vem, a Secretaria terá uma estratégia estruturada e outros prazos, de forma a manter o cadastro dentro das necessidades. 

As inspetorias de defesa agropecuária vêm trabalhando para restringir o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores dêem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados aqui. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Pesquisa registra aumento expressivo no preço do quilo do suíno no RS

Em comparação a última semana, a cotação teve uma alta de R$ 0,67

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Divulgação

Na primeira semana do mês de julho, o preço pago pelo quilo do suíno vivo no Rio Grande do Sul já havia demostrado sinais de recuperação, tendo um aumento de R$ 0,20 se comparado com a semana anterior.

Nesta segunda-feira (13), a Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul realizada pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), com o apoio da MSD Saúde Animal, Minitube e Choice Genetics, apontou um aumento ainda mais expressivo. Em comparação a última semana, a cotação teve uma alta de R$ 0,67, o que elevou o preço médio pago pelo quilo do suíno vivo para R$ 5,31.

A cotação desta semana se aproxima dos valores registados nas primeiras semanas de março, antes das quedas e quando os preços ainda estavam em alta no Estado gaúcho.

O primeiro vice-presidente da ACSURS, Mauro Antonio Gobbi, explica que a retomada dos preços após as baixas registradas por conta da pandemia do novo coronavírus vem de diversos fatores, entre eles a baixa oferta de suínos no mercado interno, o aumento das exportações e os custos elevados na produção. “Os preços mais elevados são uma forma de recompensar as perdas que os suinocultores tiveram no início da pandemia. Isso vem em uma boa hora e traz novamente rentabilidade para o suinocultor”, frisa.

A pesquisa também apontou o preço da saca de 60 quilos do milho que está custando em média R$ 47. Já o preço da tonelada do farelo de soja (preço da indústria – FOB) é de R$ 1.785 para compras à vista e no prazo (30 dias) é de R$ 1.800.

Agroindústrias e cooperativas

O preço médio na integração apontado pela pesquisa é de R$ 4,18. As cooperativas e agroindústrias apresentaram as seguintes cotações: Cooperalfa/Aurora: R$ 4,20 (base suíno gordo) e R$ 4,20 (base leitão de 6 a 23 quilos); Cosuel/Dália Alimentos R$4,15; Cooperativa Languiru R$ 4,12; Ouro do Sul R$ 4,41; Alibem R$ 4,10; Adelle Foods R$ 4,20 e Pamplona R$ 4,20.

Fonte: Assessoria ACSURS
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Notícias Sanidade

Frigoríficos avícolas gaúchos investem no combate a pandemia

Ações de combate a pandemia no setor também merecem destaque

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Arquivo/OP Rural

Mesmo com a notoriedade que os frigoríficos vêm tendo em relação aos casos de contaminações por covid-19, é de extrema importância que também seja de total conhecimento os investimentos para combater a pandemia que o setor avícola vem destinando nestes últimos três meses e meio.

Estes investimentos atingiram neste período a faixa de R$ 28 milhões voltados a aquisições de EPI’s (luvas, máscaras, faces hields, botas, aventais de proteção, suprimentos como álcool gel e líquido que já ultrapassam a quantidade de 25 mil litros), adequações físicas (anteparos refeitórios, vestiários), milhares de testes de covid-19, consultorias para validação de protocolos de saúde e outros serviços, vacinas contra gripe e adequação e contratação de transportes.

“Estamos dedicando todos os esforços para combater a pandemia em nossas indústrias e, certamente, os reflexos destes investimentos  evitaram uma maior propagação do vírus e propiciaram maior segurança dentro dos estabelecimentos industriais”, comenta Eduardo Santos, executivo da Asgav/Sipargs.

A ASGAV, também por meio de comunicação externa, procura alertar as pessoas quanto aos cuidados e procedimentos nos horários extra jornada.

Para Santos, os frigoríficos avícolas geram atividades em larga escala e produzem alimentos em larga escala, não podendo ser considerados como disseminadores da covid-19. A responsabilidade que vem sendo combatida a pandemia no setor, certamente está evitando um crescimento ainda maior de contaminações. Segundo o executivo, as indústrias avícolas priorizam a vida e a segurança das pessoas e daqueles que estão juntos no desenvolvimento do setor, ajudando na produção de alimentos para milhares de famílias no Brasil e no exterior.

Fonte: Assessoria
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