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Notícias Comércio Exterior

China habilita mais 25 frigoríficos do Brasil para exportação

Estabelecimentos poderão vender carnes bovina, de frango, de porco e de asinino para o mercado chinês

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Arquivo/OP Rural

Mais 25 plantas frigoríficas estão habilitadas a vender carnes para a China, de acordo com comunicado da GACC (órgão de sanidade chinês) enviado nesta segunda-feira (09) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O número de plantas habilitadas passa de 64 para 89.

Dos novos estabelecimentos habilitados, 17 são produtores de carne bovina, seis de frango, um de suíno e um de asinino. As empresas já podem exportar imediatamente.

As negociações foram conduzidas pelo Mapa, pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Embaixada do Brasil na China.

Em maio, a ministra Tereza Cristina e comitiva viajaram para China e outros países asiáticos com o objetivo ampliarem a venda dos produtos agropecuários brasileiros.

Confira abaixo a lista dos estabelecimentos habilitados pela China (SIF, estabelecimento e município):

Carne bovina 

93 – COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CARNE E DERIVADOS DE GURUPI – GURUPI (TO)
112 – COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CARNE E DERIVADOS DE GURUPI – RIO MARIA (PA)
411 – FRIGORÍFICO REDENTOR – GUARANTÃ DO NORTE (MT)
431 – MINERVA – PALMEIRA DE GOIÁS (GO)
791 – MINERVA S/A – ROLIM DE MOURA (RO)
941 – BARRA MANSA COMÉRCIO DE CARNES E DERIVADOS LTDA – SERTÃOZINHO (SP)
1440 – AGROINDUSTRIAL IGUATEMI EIRELLI – IGUATEMI (MS)
1751 – MARFRIG GLOBAL FOODS – TANGARÁ DA SERRA (MT)
1811 – NATURAFRIG ALIMENTOS LTDA – BARRA DO BUGRES (MT)
2015 – MARFRIG GLOBAL FOODS – VÁRZEA GRANDE (MT)
2437 – MASTERBOI LTDA – SÃO GERALDO ARAGUAIA (PA)
2583 – FRIGOL – ÁGUA AZUL DO NORTE (PA)
3215 – PLENA ALIMENTOS S.A – PARAÍSO DO TOCANTINS (TO)
3941 – AGROINDUSTRIAL DE ALIMENTOS S.A – RONDONÓPOLIS (MT)
3974 – NATURAFRIG – ROCHEDO (MS)
4490 – VALE GRANDE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS – MATUPÁ (PA)
4554 – MERCÚRIO ALIMENTOS – CASTANHAL (PA)

Frango
664 – COOPERATIVA CENTRAL AURORA ALIMENTOS – MANDAGUARI (PA)
802 – COASUL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL – SÃO JOÃO (PR)
926 – RIO BRANCO ALIMENTOS S.A – VISCONDE DO RIO BRANCO (MG)
1860 – GONÇALVES E TORTOLA S.A – PARAÍSO DO NORTE (PR)
3515 – BRF – LUCAS DO RIO VERDE (MT)
4087 – GRANJEIRO ALIMENTOS LTDA – ROLÂNDIA (PR)

Suíons
3515 – BRF S.A – LUCAS DO RIO VERDE (MT)

Asininos
46 – NORDESTE PECUÁRIA, INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA – AMARGOSA (BA)

Fonte: MAPA
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Notícias Política Agrícola

Valor Bruto da Produção Agropecuária de 2019 é atualizado para R$ 609,5 bilhões

É o segundo maior valor da série analisada

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Arquivo/OP Rural

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2019 está estimado em R$ 609,5 bilhões, conforme dados de outubro. O valor é 1,7% acima do resultado de 2018, que foi de R$ 599,4 bilhões. Na estimativas, as lavouras chegam a R$ 399,9 bilhões e a pecuária, R$ 209,5 bilhões. O valor da pecuária foi elevado a 6,6%, enquanto que as lavouras tiveram uma redução de 0,7%.

A maior parte dos produtos analisados tem apresentado comportamento favorável, de acordo com a pesquisa da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Entre estes, os principais destaques são: algodão herbáceo (valor da produção aumentou 17,5% em relação ao ano passado), amendoim (12,4%), banana (18,7%), batata inglesa (101,4%), feijão (56,4%), laranja (4,5%), mamona (37%), milho (23,8%) e tomate (10%). Em alguns produtos, como o feijão, batata-inglesa e tomate, os preços foram mais decisivos que a quantidade para definir o resultado.

Os resultados favoráveis da pecuária estão presentes em quase todos os segmentos, exceto para o leite que tem queda de valor em relação a 2018. Os melhores resultados vêm sendo observados em carne suína, carne de frango e com pequeno aumento em carne bovina. Esses produtos têm sido beneficiados pelo aumento das exportações (Agrostat, 2019). A produção de ovos passa por uma boa fase, tendo atingido aumento real do valor de 21,6%.

São poucos os produtos que apresentaram redução do valor da produção. Entretanto, é um grupo com forte participação no valor gerado pela agricultura. São os seguintes produtos: arroz (-5,2%), café (-27,6%), cana-de açúcar (-9,3%), mandioca (-13,9%), soja (-11,3%) e uva (-4,5%).

O que é VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária, e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil. O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Fonte: MAPA
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Notícias Defensivos

Uruguai faz simpósio sobre agroquímicos e destaca programa brasileiro de segurança e proteção ao trabalho rural

Encontro une órgão de governo e escola de agronomia daquele país

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Divulgação

Órgão governamental uruguaio, o INIA – Instituto Nacional de Investigación Agropecuária, realiza na quinta-feira (21), o 1º  Simpósio de Buenas Prácticas en Aplicación de Fitossanitarios. Na ocasião, o pesquisador científico brasileiro Hamilton Ramos apresenta, a convite da organização do encontro, a palestra Seguridad del operário Y Calidad de los equipos de protección personal. Ele coordena no Brasil ao programa IAC-Quepia de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura.

Criado há 13 anos, por meio de uma parceria entre o setor privado e o Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA-IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP, o Quepia teve peso decisivo para reduzir, no Brasil, a reprovação de vestimentas protetivas submetidas a certificações de qualidade. Esse índice, que era de 80% no ano de 2006, caiu para 20% no ano passado.

Segundo Ramos, o Quepia estuda continuamente as condições operacionais e o grau de exposição do trabalho rural a agroquímicos. O programa, conforme o pesquisador, investiga padrões de qualidade de matérias-primas empregadas na confecção de vestimentas protetivas e concede um selo de qualidade a fabricantes cujos produtos são aprovados em testes específicos.

“Nos valemos de metodologias próprias e de normas internacionais da ISO, para assegurar que a vestimenta entregue ao trabalhador reduza sua exposição a ativos químicos. O Selo Quepia se tornou uma referência nacional”, diz Ramos.

Ramos acrescenta que embora ainda considere elevado o atual patamar de reprovação de vestimentas no País, na casa de 20%, o Brasil produziu um caso de sucesso nessa área, “sobretudo pela dimensão de sua fronteira agrícola na comparação a outros países”. “Hoje, países como Chile, Bélgica, França e Japão têm procurado nossa equipe para trocar informações sobre medidas de proteção ao trabalho rural”, conclui Hamilton Ramos.

De acordo com os organizadores do simpósio, devem participar do encontro mais de 150 pessoas, entre pesquisadores, cientistas, acadêmicos e representantes de órgãos de governo uruguaio da área agrícola.

Fonte: Assessoria
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Notícias Guerra Comercial

Demandas tarifárias de Pequim podem expandir significativamente “fase um” de acordo comercial entre EUA-China

Ministério do Comércio da China disse que remoção de tarifas impostas durante guerra comercial é condição importante para qualquer acordo

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REUTERS/Kevin Lamarque

A “fase um” de um pacto comercial entre os Estados Unidos e a China deveria ser um acordo limitado que permitiria aos líderes de ambos os países reivindicar uma vitória fácil enquanto acalmavam os mercados financeiros. Mas pode se transformar em algo maior se o presidente dos EUA, Donald Trump, concordar com as exigências de Pequim de reverter as tarifas existentes sobre produtos chineses, dizem pessoas familiarizadas com as negociações.

O Ministério do Comércio da China disse neste mês que a remoção de tarifas impostas durante a guerra comercial é uma condição importante para qualquer acordo. A demanda faz com que as autoridades norte-americanas se perguntem se maiores compras chinesas de produtos agrícolas dos EUA, promessas de melhor acesso ao setor de serviços financeiros da China e promessas de proteger a propriedade intelectual são suficientes para pedir em troca.

Duas pessoas a par das negociações disseram que Trump decidiu que reverter as tarifas existentes, além de cancelar uma imposição programada de tarifas em 15 de dezembro sobre 156 bilhões de dólares em bens de consumo chineses, exige concessões mais profundas da China. “O presidente quer a opção de ter um acordo maior com a China. Maior do que apenas o pequeno acordo” anunciado em outubro, disse Derek Scissors, um estudioso da China do American Enterprise Institute em Washington.

Scissors, que consulta as autoridades do governo, disse que a chance de Trump concordar em remover as tarifas existentes depende em grande parte se ele acreditar que isso beneficiará suas chances de reeleição. Alguns consultores da Casa Branca gostariam de ver a China concordando com grandes compras agrícolas específicas, enquanto os EUA mantêm tarifas existentes para poder futuro.

Isso ajudaria o círculo eleitoral de Trump, ao mesmo tempo em que permitiria ao presidente fazer campanha para manter sua postura “dura com a China”, que apela aos eleitores em Estados-chave como Ohio, Michigan e Pensilvânia.

Mas Pequim está se recusando a se comprometer com uma quantidade específica de compras de produtos agrícolas, dentro de um período de tempo específico, e quer permitir que a oferta e a demanda ditem acordos.

Pequim também quer que Trump elimine as tarifas de 15% sobre 125 bilhões de dólares em mercadorias chinesas impostas em 1º de setembro, além de fornecer um alívio às tarifas de 25% impostas a uma lista anterior de 250 bilhões de dólares em bens industriais e de consumo.

Um especialista em comércio de Washington disse que, para atingir os 40 bilhões-50 bilhões de dólares em compras anuais chinesas de produtos agrícolas norte-americanos anunciados por Trump em outubro, ele provavelmente teria que eliminar todas as tarifas que os EUA estabeleceram desde o início da guerra comercial em 2018.

Trump e o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, reconhecem que fazer tais concessões para um acordo comercial “magro” que não atenda às questões essenciais de propriedade intelectual e transferência de tecnologia não é um negócio muito bom para Trump, disse uma segunda pessoa a par do telefonema comercial do fim de semana passado.

Trump é o tomador de decisão final nos EUA em qualquer acordo e ainda não se comprometeu com detalhes específicos, dizem os assessores da Casa Branca.

A “fase um” de um acordo comercial que antes deveria ser concluído poucas semanas após uma entrevista coletiva em outubro entre Trump e o vice-primeiro-ministro chinês Liu He, agora pode ser adiado no próximo ano, dizem especialistas em comércio.

Fonte: Reuters
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