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China está aberta a acordo comercial parcial apesar de lista de sanções

Governo dos EUA ampliou lista de sanções comerciais para incluir algumas das principais startups de inteligência artificial da China

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REUTERS/Jason Lee

A China ainda está aberta a fechar um acordo comercial parcial com os Estados Unidos, informou a Bloomberg nesta quarta-feira (09), citando uma autoridade com conhecimento direto das negociações, apesar da recente lista de sanções a empresas de tecnologia chinesas.

O governo dos EUA ampliou sua lista de sanções comerciais para incluir algumas das principais startups de inteligência artificial da China, punindo Pequim por seu tratamento às minorias muçulmanas e ampliando as tensões antes de negociações de alto nível em Washington nesta semana.

Negociadores a caminho de Washington para as negociações não estão otimistas sobre o fechamento de um amplo acordo para acabar com a guerra comercial entre os dois países, informou a Bloomberg.

Compra de produtos agrícolas

Autoridades chinesas estão oferecendo aumentar as compras anuais de produtos agrícolas dos Estados Unidos no momento em que os dois países buscam resolver sua prolongada disputa comercial, informou o jornal Financial Times nesta quarta-feira, citando fontes não identificadas.

O vice-premiê chinês, Liu He, principal negociador comercial da China, viajará a Washington para a próxima rodada de negociações de alto nível entre os dois países, que vão acontecer nos dias 10 e 11 de outubro.

A notícia afirmou que a China oferecerá aumentar as compras anuais de soja dos EUA para 30 milhões de toneladas, contra 20 milhões atualmente, acrescentando que o aumento será equivalente a cerca de 3,25 bilhões de dólares em pedidos adicionais.

A China aumentou suas compras de produtos agrícolas dos EUA no mês passado, incluindo soja e carne suína.

Fonte: Reuters
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Notícias

Cooperativas para a Ação Climática é o tema do Dia do Cooperativismo 2020

O Dia Internacional das Cooperativas das Nações Unidas é comemorado anualmente no primeiro sábado de julho

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O tema do Dia Internacional das Cooperativas 2020 é COOPERATIVAS PARA AÇÃO CLIMÁTICA. Estamos convidando a comunidade cooperativa global a continuar pressionando por ações que abordem as mudanças climáticas. Essa situação crítica está colocando em risco vidas e meios de subsistência, interrompendo ecossistemas vitais para as pessoas e o planeta. “ Nossa casa comum está em perigo. Existem métodos de produção e consumo que estão constantemente atacando o meio ambiente. Não temos muito tempo para reverter essa situação. Precisamos agir agora, com nossos valores e princípios, para demonstrar em escala global que é possível desenvolver uma economia com inclusão social e proteção dos recursos naturais”,afirmou Ariel Guarco, presidente da Aliança Cooperativa Internacional.

Em 4 de julho de 2020 , a entidade pede que todos se juntem ao sistema cooperativo, afim de aumentar a conscientização sobre a importância de lidar com as mudanças climáticas. Segundo Ariel, nenhum país está imune a isso, as emissões de gases de efeito estufa são mais de 50% maiores do que em 1990, e o aquecimento global está causando mudanças duradouras em no sistema climático, que ameaçam conseqüências irreversíveis se nada feito agora.

As cooperativas de todo o mundo podem aproveitar esta oportunidade para mostrar liderança e compartilhar seus valores de cooperação no combate a esse problema global. Em breve, um Guia de comunicação das cooperativas estará disponível para ajudar as cooperativas a usarem este dia para ilustrar a importância de tomar medidas para combater as mudanças climáticas.

“Como fizemos no ano passado, juntamente com a  DotCoop, estamos lançando o mapa interativo do Dia Internacional da Cooperativa de 2020 para ilustrar como as cooperativas em todo o mundo estão tomando medidas para combater as mudanças climáticas e celebrar seus sucessos”, destaca Guarco.

 

Por que esse tema?

O tema do Dia Internacional das Cooperativas de 2020 foi escolhido para apoiar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 13 sobre Ação Climática. Este evento terá como foco a contribuição das cooperativas para combater as alterações climáticas, um dos mais sérios desafios que enfrentam nosso planeta durante o 21 st século. As mudanças climáticas afetam severamente os meios de vida das pessoas em todo o mundo, especialmente os grupos mais desfavorecidos, como pequenos agricultores, mulheres, jovens, povos indígenas e minorias étnicas, que precisam lidar com desastres naturais extremos e degradação dos recursos naturais.

O movimento cooperativo pode usar essa importante oportunidade para se posicionar como ator global de mudança e colaborar com seus parceiros na comunidade internacional. Esse esforço coletivo pode impactar significativamente a agenda climática e alcançar uma transição justa, verde e justa para todas as comunidades, sem deixar ninguém para trás.

 

Sobre o Dia Internacional das Cooperativas

O Dia Internacional das Cooperativas das Nações Unidas é comemorado anualmente no primeiro sábado de julho. O objetivo desta celebração é aumentar a conscientização sobre as cooperativas, destacar as metas e objetivos complementares das Nações Unidas e do movimento internacional de cooperativas, destacar as contribuições do movimento para a resolução dos principais problemas abordados pelas Nações Unidas e fortalecer e estender parcerias entre o movimento cooperativo internacional e outros atores.

Em 1992, após um esforço conjunto de lobby dos membros cooperativos da ACI e do Comitê para a Promoção e o Avanço das Cooperativas (COPAC)  , a Assembléia Geral das Nações Unidas proclamou o primeiro sábado de julho de 1995 como o Dia Internacional das Cooperativas, marcando o centenário do estabelecimento da Aliança, pela resolução  47/90, de 16 de dezembro de 1992 .

Desde 1995, a ACI e as Nações Unidas definem o tema da celebração do Dia Internacional por meio da COPAC, uma parceria de várias partes interessadas de instituições públicas e privadas globais, sendo a ACI um membro fundador, que defende e apóia as pessoas. e empresas cooperativas autossustentáveis ​​como líderes em desenvolvimento sustentável.

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Notícias Portos

Portos do Paraná registram aumento de 21% na movimentação

Aumento do mês de março é puxado pela exportação de soja. Medidas contra o novo Coronavírus seguem em vigência para garantir que as operações sigam com segurança pelos portos paranaenses.

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A principal carga de exportação, entre as que saem em contêineres, é o frango - Foto: Divulgação Portos Parana

Em março, a movimentação de cargas pelos portos paranaenses foi 21% maior, comparada ao mesmo mês de 2019. Em 31 dias, os terminais paranaenses importaram e exportaram cerca de 5,2 milhões de toneladas. Mesmo em período de restrições provocadas pela disseminação do novo Coronavírus no mundo, o volume deste ano supera em mais de 920 mil toneladas o total movimentado no ano passado.Considerados os três primeiros meses do ano o crescimento é de 9% no volume de carga movimentada, em relação ao primeiro trimestre de 2019. (Vide box)

Especificamente em março o crescimento é generalizado, observado nos diferentes tipos de carga. “Em 2019 tivemos uma queda nas exportações de grãos, com a quebra na safra de soja e aos acordos entre China e Estados Unidos. Com isso, cresceram carga geral, como celulose e contêineres”, lembra o diretor-presidente da empresa Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Em 2020, a safra recorde e o dólar valorizado puxaram a comercialização dos produtos do agronegócio”, explica ele.

 

SEM INTERRUPÇÕES – Classificada como essencial, a atividade portuária segue sem interrupções no Paraná. O Estado foi o primeiro do Brasil a adotar medidas de proteção aos trabalhadores e caminhoneiros, com a instalação de estruturas médicas e aferição obrigatória de temperatura.

“As primeiras ações foram tomadas ainda em janeiro, devido ao comércio intenso que temos com países asiáticos. Essa resposta rápida foi essencial para dar segurança aos que estão na linha de frente e que não podem parar”, conta Garcia.

 

DESTAQUES – Apenas no segmento dos granéis sólidos, somadas exportação e importação, os portos do Paraná movimentaram 3,6 milhões toneladas de cargas. O volume é 33% maior que o movimentado em março de 2019 (2,7 milhões).

Puxados, principalmente, pelo açúcar e a soja, os granéis de exportação registram aumento de 41,5%. No mês, este ano, 2,76 milhões de toneladas foram exportadas pelos portos de Paranaguá e Antonina; no ano passado, no mesmo período, esse volume foi de 1,95 milhão de toneladas.

De açúcar (a granel e ensacada), 190.428 toneladas saíram pelo Porto de Paranaguá, em março – 85% a mais que as 102.751 toneladas exportadas em 2019. As exportações de soja registram aumento de 83%. Em março desde ano 2,16 milhões de toneladas do produto foram embarcadas. Em 2019, no período, foram 1,18 milhão.

Nos granéis sólidos de importação, o destaque do mês foi a movimentação de fertilizantes. Em março, este ano, 624.883 toneladas dos produtos foram descarregadas, em Paranaguá e Antonina. O volume é 15% maior que o registrado no mês em 2019.

 

OUTROS SEGMENTOS – Nos granéis líquidos, o melhor movimento mensal registrado foi na exportação do óleo de soja. Este ano, em março, 121.364 toneladas do produto foram exportadas, crescimento de 37% em relação as 88.583 toneladas que saíram pelo Porto de Paranaguá, no mesmo período de 2019.

No segmento de Carga Geral, 982.247 toneladas foram movimentadas pelos portos do Paraná. O volume é quase 3% maior que o registrado, no mês, em 2019 (955.143 toneladas). Neste, o destaque está na movimentação dos contêineres. Em 2020, 39.202 TEUs na importação e exportação – quantidade 5% maior que os 37.411 TEUs de março do ano passado.

As estatísticas do mês estão detalhadas no site da empresa pública. Em www.portosdoparana.pr.gov.br, basta entrar na página Operacional, em Estatísticas para acessar.

Nos primeiros três meses a alta foi de 9% na movimentação geral

Os Portos do Paraná encerram o primeiro trimestre de 2020 com alta de 9% no volume de carga movimentada. De janeiro a março, cerca de 12,5 milhões de toneladas passaram pelos terminais paranaenses; um milhão a mais que no período, em 2019.

O aumento, tanto na importação quanto na exportação de cargas, está em todos os segmentos – dos granéis sólidos e líquidos à carga geral. Os números mostram que os reflexos da pandemia do novo Coronavírus, no mundo, ainda não foram sentidos pelos portos paranaenses.

O segmento dos Granéis Sólidos movimentou quase 8 milhões de toneladas nos primeiros três meses do ano, 8% a mais que no mesmo período de 2019, é maior crescimento, em volume. Na exportação, destaque para a soja, farelos, açúcar e milho. Na importação foram, principalmente, fertilizantes, sal, malte e cevada.

 

LÍQUIDOS – Em percentual, o tipo de carga que mais cresceu foram os granéis líquidos, com 1,7 milhão de toneladas movimentadas – 11% a mais que o registrado no trimestre do ano passado (1,6 milhão). Somente a exportação de o óleo de soja teve aumento de 67% no acumulado do trimestre. Este ano, foram 210.657 toneladas exportadas.

Ainda entre os líquidos, os derivados de petróleo exportados somaram 200.191 toneladas; 97% a mais que o volume do trimestre, no ano passado, quando foram 101.436 toneladas.

 

CARGA GERAL – Nos três primeiros meses do ano, quase 2,8 milhões de toneladas de cargas classificadas como Carga Geral foram movimentadas pelos terminais paranaenses. O total é 9% maior que no mesmo período, no ano passado, com 2,5 milhões de toneladas. Neste segmento, entram os contêineres, a celulose e o açúcar em saca, por exemplo.

 

CONTÊINERES – De janeiro a março, em 2020, 211.563 TEUs (unidade específica de medida) passaram pelo porto de Paranaguá. No primeiro trimestre de, 2019, foram 195.062 TEUs. Em volume movimentado de cargas conteinerizadas, o aumento foi de 3%. Em 2020, 677.358 toneladas; em 2019, 656.909 toneladas.

A principal carga de exportação, entre as que saem em contêineres, é o frango. Neste primeiro trimestre foram 154.187 toneladas exportadas; 1% a mais que em 2019, 152,5 mil toneladas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Bovinos

Megaleite 2020 é cancelada

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Seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde em relação ao combate ao coronavírus (COVID-19), a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando decidiu cancelar a edição deste ano da Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite (Megaleite), que ocorreria de 17 a 20 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte/MG.

Como os casos da doença continuam crescendo no país, a Diretoria da Girolando entende que este momento requer o máximo de cuidado e é preciso unir esforços para combater a pandemia, evitando aglomerações.

Pensando no bem-estar de nossos associados, dos criadores, dos profissionais dos diversos setores envolvidos na execução do evento e dos mais de 60 mil visitantes, realizaremos a Megaleite somente em 2021, em data a ser informada posteriormente.

Queremos agradecer a compreensão de todos, tais como nossos associados, criadores, fornecedores, leiloeiras, as Associações de Criadores das raças Gir Leiteiro, Holandês, Pardo-Suíço, Jersey, Guzerá/Guzolando e as empresas que sempre acreditaram no evento, em especial nosso Parceiro Premium Embaré, nossos Parceiros Master Real H, Allflex, Rehagro, Zoetis, Tortuga – DSM, MF Rural, Agener União, Ourofino, Agroceres Multimix, De Heus, UCBVET e Calbos, nosso Parceiro Financeiro Sicoob, nosso Canal Master Terraviva.

Tenham certeza de que, no próximo ano, voltaremos a reunir toda a cadeia produtiva do leite e a comunidade em geral na Megaleite 2021 para mostrar ao mundo toda a força do Agronegócio Brasileiro.

Diretoria da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando

Fonte: Ass. de Imprensa
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