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China diz que autoridades comerciais dos EUA visitarão Pequim

Em troca, o vice-primeiro-ministro Liu He viajará a Washington no início de abril

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REUTERS/Yuri Gripas

Uma delegação dos Estados Unidos chefiada pelo representante de Comércio, Robert Lighthizer, e pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, visitarão a China em 28 e 29 de março para a próxima rodada de negociações, afirmou nesta quinta-feira (21) o Ministério do Comércio da China.

Em troca, o vice-primeiro-ministro Liu He viajará a Washington no início de abril para mais discussões, conforme as duas maiores economias do mundo tentar fechar um acordo comercial para acabar com meses de disputas.

As discussões serão as primeiras desde que o presidente norte-americano, Donald Trump, adiou o prazo de 1 de março para evitar o aumento de tarifas sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas dos atuais 10% para 25%.

Trump alertou na quarta-feira (20) que os EUA podem manter as tarifas sobre bens chineses por um “período substancial” para garantir que Pequim cumpra qualquer acordo comercial, ampliando as incertezas sobre as negociações.

Fonte: Reuters
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Notícias CBNA

32ª Reunião CBNA: Inscrição de trabalhos científicos até 26 de setembro

Encontro terá apresentação e exposição de trabalhos científicos em nutrição de aves de corte e postura, de suínos e de bovinos de corte e leite realizados nas principais universidades do país, de 12 a 14 de novembro, em Campinas, SP

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Foi prorrogado para o dia 26 de setembro o prazo de inscrição de trabalhos científicos para a 32a Reunião Anual CBNA – Congresso sobre Nutrição e Bem-Estar Animal – Aves, Suínos e Bovinos, que vai acontecer de 12 a 14 de novembro, em Campinas, no interior de São Paulo. Até o próximo dia 26, a comissão científica do evento vai receber trabalhos nas áreas de nutrição de aves de corte e postura, suínos e bovinos de corte e leite.

Os interessados podem inscrever seus estudos através do link http://www.cbna.com.br/site/Home/TrabalhosCientificos. Os trabalhos que atingirem a melhor pontuação de cada espécie estudada receberão o Prêmio CBNA de Pesquisa, uma quantia em dinheiro no valor de R$ 1.500 e uma inscrição gratuita para qualquer um dos eventos realizados pelo CBNA, o Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, em 2020.

Os trabalhos com a segunda e terceira melhor pontuação receberão o Prêmio Menção Honrosa, que vai conceder uma inscrição gratuita para qualquer um dos eventos que serão realizados pelo CBNA no próximo ano. A exposição de trabalhos científicos e o Prêmio CBNA de Pesquisa são o ponto alto do evento, já consagrado pelo elevado nível técnico dos debates, explicou o presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg.

“A apresentação de trabalhos científicos e a premiação dos melhores trabalhos é uma maneira de incentivar e estimular a produção acadêmica no país, uma das missões mais importantes assumidas pelo CBNA”, afirmou. Outras informações sobre a 32a Reunião Anual CBNA Nutrição e Bem-estar Animal – Aves, Suínos e Bovinos estão disponíveis no site do evento, através do link http://www.cbna.com.br/site/Eventos/Ver/32-Reuniao-CBNA-“CONGRESSO%20SOBRE%20NUTRICAO-E-BEM-ESTAR-ANIMAL“, do e-mail cbna@cbna.com.br ou do telefone (19) 3232.7518.

Apoio
O evento já tem o patrocínio confirmado de algumas das principais empresas da cadeia produtiva, são elas: AB Vista, Adisseo, Alltech do Brasil, APC, Cargill, Novus, Phileo by Lesaffre, Trouw Nutrition e, no item Colaborador, as empresas ICC Brazil e Tecnoglobo Equipamento.

Os principais veículos de comunicação do setor também confirmaram apoio, como AviSite, Editora Stilo, jornal O Presente Rural, revista AgroRevenda e revista Feed&Food.

Serviço:   
32a Reunião Anual CBNA – Congresso sobre Nutrição e Bem-Estar Animal – Aves, Suínos e Bovinos
Data: 12 a 14 de novembro de 2019
Local: Expo D. Pedro
Endereço: Av. Guilherme de Campos, 500, Bloco II, Jardim Santa Genebra, Campinas, SP
Informações: http://www.cbna.com.br/site/Eventos/Ver/32-Reuniao-CBNA-“CONGRESSO%20SOBRE%20NUTRICAO-E-BEM-ESTAR-ANIMAL”  

Telefone: (19) 3232.7518
E-mail: cbna@cbna.com.br  

Fonte: Assessoria
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Notícias Artigo

Infraestrutura, o grande gargalo

Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

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José Zeferino Pedrozo Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

Por José Zeferino Pedrozo

O Brasil vive tempos difíceis. Desde 2014, o País enfrenta uma severa crise econômica que deixa suas sequelas no desemprego, no empobrecimento da população e no baixo nível de investimentos das empresas e do governo. Apesar desse quadro, um tênue clima de otimismo começa a se formar para 2020, o ano que marcaria a retomada do crescimento.

O que está alimentando essas esperanças? A reforma da Previdência em fase final de tramitação no Legislativo federal, a MP da Liberdade Econômica que pretende reduzir a burocracia e simplificar a vida dos empresários, investidores e empreendedores de todos os portes e a reforma tributária que o Congresso Nacional promete apresentar, votar e aprovar ainda este ano.

Existem bilhões de dólares e bilhões de euros em Bancos internacionais pertencentes a investidores ávidos em vir ao Brasil e que aguardam apenas sinais inequívocos de segurança jurídica, econômica, política e institucional. Esses sinais têm nome: reformas estruturantes. Somente as reformas garantirão que o Estado brasileiro não entrará em colapso nos próximos anos, como ocorreu com outros Estados igualmente pesados, perdulários e ineficientes que necessitaram de socorro internacional.

Nessa contextura complicada, os investimentos em infraestrutura rarearam em todo o País. Santa Catarina tem amargado longos períodos de baixo investimento da União, apesar de grande contribuição que presta ao erário público federal. Para tentar melhorar essa situação, o Conselho das Federações (Cofem) – que reúne todas as Federações patronais em território barriga-verde – decidiu atuar em conjunto na defesa de recursos para a melhoria da infraestrutura. A estratégia é trabalhar de maneira articulada com o Fórum Parlamentar Catarinense, ampliando a representatividade das demandas por investimentos, consideradas indispensáveis para garantir a competitividade do Estado.

Serão avaliados os gargalos que estão limitando os investimentos. As restrições do Orçamento Geral da União se constituem na maior dificuldade: o Ministério da Infraestrutura informou que a dotação para investimentos em todo o País, em 2020, limita-se a apenas R$ 6 bilhões em um orçamento de R$ 3,8 trilhões. Por isso, uma das primeiras reivindicações é o uso dos recursos de fundos setoriais, como os da Marinha Mercante e do setor aéreo, para obras de infraestrutura. A conclusão da duplicação do trecho Sul da BR-101, a construção da terceira pista das BRs 282 e 470 e os projetos das Ferrovias Leste-Oeste e Litorânea são exemplos de obras essenciais para o futuro de Santa Catarina.

Chama atenção a paralisação das obras de recuperação e melhorias da rodovia federal BR-282 no traçado que corta a macrorregião do Oeste de Santa Catarina. A suspensão dos pagamentos para a empreiteira provocou a suspensão das obras. O que é mais intrigante é a constatação de que a Proposta do Orçamento Geral da União para 2020 não prevê e não contempla a BR-282 com verbas: ela sequer é citada no rol de investimentos federais em infraestrutura programados para o próximo exercício. Essa rodovia é a espinha dorsal do sistema rodoviário catarinense, essencial para a integração territorial e o escoamento da vasta produção agrícola, pecuária e agroindustrial do oeste catarinense aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo. Por ela transitam milhões de dólares em produtos exportáveis que asseguram as divisas das quais o País precisa para sustentar seu desenvolvimento. Esperamos que a bancada catarinense no Congresso Nacional interceda na formatação do Orçamento Geral da União Federal para 2020, pois a retomada e a conclusão das obras da BR-282 dependem da dotação orçamentária de 147,8 milhões de reais em 2020.

A escassez de recursos para investimentos exige atenção redobrada dos nossos parlamentares em Brasília e reivindicações uníssonas das entidades de representação da sociedade civil e dos setores produtivos. Além disso, só nos resta criar condições para atrair capitais internacionais destinados a obras infraestruturais. Não basta apenas esperar e torcer, é preciso trabalhar para destravar a economia.

Fonte: Por José Zeferino Pedrozo
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Notícias Investimentos

Tereza Cristina debate oportunidades de negócios no Brasil com investidores sauditas

No último dia de compromissos, a ministra defendeu diversificação da pauta de exportação de produtos agropecuários para Arábia Saudita

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Divulgação/Mapa

No último dia da viagem à Arábia Saudita, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) iniciou a agenda de compromissos desta terça-feira (17) com um café da manhã com investidores sauditas, na capital Riade.

Os investidores querem mais diálogo com os empresários brasileiros para ampliar a pauta de investimentos e também mencionaram o interesse em levar tecnologia brasileira para a Arábia Saudita.

A ministra Tereza Cristina destacou as oportunidades de investimento em infraestrutura no Brasil, como rodovias e ferrovias, o que ajudará a tornar o agronegócio brasileiro ainda mais competitivo.

Um dos participantes do encontro, Khaled Mohammmed Al-Aboodi, diretor da Salic (companhia saudita de investimentos e segurança alimentar), pediu ajuda do Ministério da Agricultura para enviar uma missão ao Brasil para prospecção de negócios. A ministra colocou o Mapa à disposição para organizar a visita.

O deputado federal Alceu Moreira, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e integrante da comitiva brasileira, disse que as cooperativas e representantes dos agronegócio também estão dispostos a ampliar o diálogo com o Reino Saudita.

Tereza Cristina reafirmou que, em outubro, o presidente Jair Bolsonaro irá visitar o país com intuito de manter os laços de amizade e incrementar os negócios.

A ministra participou também de um evento sobre perspectivas de negócios no Brasil, promovido pela Câmara de Comércio e Indústria saudita. Ela destacou que dos US$ 2,1 bilhões de exportações brasileiras para o país, 80% foram produtos agrícolas.

“O volume é grande, mas a pauta é concentrada. Frango, açúcar e carne bovina respondem por 76% de tudo o que o Brasil exporta para a Arábia Saudita. Há muito espaço para crescer e diversificar. Café e frutas são alguns dos produtos que o Brasil tem destacada competitividade mundial, mas ainda pouca representatividade no comércio entre nossos países”, disse. Os sauditas importam 80% dos alimentos que consomem.

Aos sauditas, Tereza Cristina ressaltou que o Brasil é um dos poucos países com condições de produzir alimentos em quantidade suficiente para atender a demanda global, que cresce a cada ano. Porém, necessita de investimentos internacionais na área de logística, transporte, processamento e estocagem, e citou obras consideradas prioritárias pelo governo federal: Ferrogrão, corredor ferroviário de exportação e que deve ir a leilão em 2020, e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, que ligará a fronteira agrícola do oeste aos portos brasileiros e será fundamental para escoar minério de ferro e grãos.

“Considerando que a Arábia Saudita é um grande investidor mundial e que o Brasil há anos figura entre os principais destinos de investimentos externos, entendo que há enorme espaço para trabalharmos em conjunto, numa relação benéfica para os dois países”, afirmou.

A ministra fez uma visita de cortesia ao Ministério de Comércio e Investimento. Os sauditas mencionaram o interesse de aplicar no Brasil recursos em tecnologia de ponta e setores do agronegócio essenciais para segurança alimentar. De acordo com o ministério saudita, o Brasil é um parceiro estratégico e exemplo de exportador de proteína halal (criação e abate de animais conforme os princípios islâmicos).

“Saio muito feliz com o que ouvi [na Arábia Saudita] e agora é trabalhar para que essas coisas se concretizem”, disse a ministra.

A comitiva segue para o Kuwait, terceiro país da missão no Oriente Médio.

Fonte: Divulgação/Mapa
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