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Notícias Mercado

China constrói maior banco de sementes do mundo para ampliar segurança alimentar

O banco possui capacidade projetada de 1,5 milhão de cópias, quase quatro vezes a que existe atualmente

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A China concluirá neste ano um novo banco nacional de germoplasma para produtos agrícolas, disse na quarta-feira (06) o ministro da Agricultura local, em medida que visa aumentar a capacidade do país de desenvolver novas variedades de culturas e ampliar a segurança alimentar.

O banco possui capacidade projetada de 1,5 milhão de cópias, quase quatro vezes a que existe atualmente, e será o maior do mundo, disse o ministro da Agricultura e Assuntos Rurais da China, Tang Renjian, em comunicado no website da pasta.

Importantes formuladores de políticas do país afirmaram no mês passado que o setor de sementes é vital para a garantia da segurança alimentar chinesa, uma prioridade de longa data que tem recebido atenção especial desde o inicio da pandemia de Covid-19.

O setor de sementes da China é fragmentado, e suas companhias carecem do germoplasma coletado pelas principais multinacionais do setor agrícola. Germoplasma é o material genético vivo, como sementes ou tecidos, que é mantido para reprodução e pesquisa. Uma ampla gama de germoplasma permite que os fabricantes selecionem características mais diversas ao desenvolver as variedades de culturas.

O atual banco de sementes da China não é capaz de atender às necessidades de desenvolvimento, disse Tang em uma visita à Academia Chinesa de Ciências Agrícolas, em Pequim. “O novo banco nacional de recursos de germoplasma agrícola não precisa ser apenas bem estabelecido, mas também bem utilizado”, disse ele, acrescentando que a indústria de sementes da China está atrasada em relação à capacidade de inovação vista nos países desenvolvidos.

A China precisa assegurar que mantém sua vantagem competitiva em variedades de arroz e trigo, ao mesmo tempo em que reduz as diferenças em milho, soja, suínos e pecuária leiteira na comparação com outros países, afirmou o ministro.

Fonte: Reuters
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Notícias Avicultura

Brasileira é a nova coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade do Conselho Mundial da Avicultura

Sulivan Alves, diretora técnica da ABPA, estimulará o fortalecimento dos ODS no trabalho multissetorial do IPC

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A diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Sula Alves, foi escolhida para o cargo de coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade e Meio Ambiente do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês).

Sula assumirá a posição de Anne-Marie Neetson, com a missão de dar continuidade ao trabalho de continuidade ao acordo global firmado pela Declaração de São Paulo, assinada pelos membros da avicultura mundial durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) de 2019.

“Como setor avícola mundial é um dos principais alicerces da segurança alimentar nos cinco continentes, temos um importante desafio no fortalecimento da implantação de iniciativas em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, sobre os quais o IPC assumiu compromissos globais. Este será o alicerce do nosso trabalho”, destaca.

Zootecnista e doutora em Agronomia pela Universidade de São Paulo (USP), Sula desenvolveu pesquisas junto ao NUPEA (Núcleo de Pesquisas em Ambiência) da ESALQ e em bem-estar animal. Além de mais de uma década de atuação institucional e em empresas do setor, a diretora técnica da ABPA acumula experiências na área acadêmica como professora dos cursos de Ciências Agronômicas, Medicina Veterinária e Zootecnia na Universidade do Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

Adapar intensifica fiscalização da colheita da soja

Fiscalização neste momento se faz de extrema importância para verificar a utilização dos agrotóxicos e produção de soja com qualidade

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Divulgação/Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) iniciou as fiscalizações da pré-colheita da cultura da soja 20/21 cultivada na região extremo oeste paranaense. A fiscalização neste momento se faz de extrema importância face a retirada do agrotóxico Paraquate pela ANVISA, herbicida que era amplamente utilizado na agricultura, mas considerado danoso a saúde pública, e também pelos problemas no fornecimento de agrotóxicos registrados para dessecação da cultura em função da pandemia do COVID-19. Esses e outros fatores podem possibilitar a utilização de agrotóxicos não registrados ou proibidos no território paranaense.

 Diante disso, os Fiscais Agropecuários da ADAPAR Unidade Regional de Toledo irão atuar nas fiscalizações do trânsito, comércio, recomendações de agrotóxicos pela assistência técnica e utilização de agrotóxicos nas propriedades agrícolas. Para subsidiar as ações, a Agência conta com um banco de dados informatizado (SIAGRO) que possibilita planejar as ações antecipadamente, bem como, checar no local da colheita todos os agrotóxicos utilizado pelo agricultor. Em caso de indícios de irregularidade na aplicação ou origem de um agrotóxico, serão realizadas coletas fiscais de grãos de soja no momento da colheita para análise de multiresíduos de agrotóxico.

De acordo com o supervisor Regional da ADAPAR de Toledo, Antonio Carlos Dezaneti, a produção agropecuária aumentou nos últimos anos e mesmo em meio a pandemia do COVID-19 os trabalhos da Defesa Agropecuária não pararam, seja na área sanidade vegetal ou animal, bem como da inspeção dos produtos de origem animal. “No caso da soja, o nosso objetivo é resguardar a Legislação Federal e Estadual de agrotóxicos, proteger os comerciantes, profissionais da agronomia e agricultores que atuam dentro da lei e promover a produção de grãos de soja dentro da norma legal, tanto para o consumo doméstico, quanto para a exportação da soja paranaense”.

Constatado irregularidade, a Agência irá iniciar os processos de responsabilização administrativos que podem culminar com a aplicação de multas, interdições e até destruição da cultura conforme gravidade da infração. Além disso, os fatos serão comunicados ao Ministério Público do Estado do Paraná para as responsabilizações civis e criminais cabíveis.

Fonte: Adapar
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Notícias Avicultura

Avicultura do MT renova seguro pioneiro no Brasil

Ao todo, 300 milhões de aves para corte e 10,5 milhões de aves de postura foram asseguradas

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Arquivo/OP Rural

A Associação Matogrossense de Avicultura (AMAV-MT) renovou seguro avícola do estado – o primeiro implantado no setor avícola mundial – assinado em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e as seguradoras Proposta e FairFax. A solenidade ocorreu ontem na sede da associação nacional, em São Paulo (SP).

Ao todo, 300 milhões de aves para corte (produção de carne) e 10,5 milhões de aves de postura (produção de ovos) foram asseguradas contra eventuais ocorrências de Influenza Aviária e Doença de Newcastle, com um montante de R$ 22 milhões para fundo indenizatório, além de R$ 2 milhões para fins de contenção de eventuais foco.

A apólice se transformou em um diferencial para a produção avícola, de acordo com Lindomar Rodrigues, presidente da AMAV-MT. Ele ressalta que o seguro dá tranquilidade para as cinco plantas avícolas e 16 granjas de ovos que operam no estado.

“Este seguro gerou mais tranquilidade para investirmos em defesa sanitária, e é visto com bons olhos pelos importadores de nossos produtos. É uma vantagem nas negociações para abertura de mercados, como também para a implantação de novas instalações avícolas em nosso estado”, avalia o presidente da AMAV-MT.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, há expectativa que o modelo de seguro em vigor no Mato Grosso seja implantado em outras regiões, para fortalecer ainda mais a estratégia setorial em crises sanitárias.

“Como nação livre de Influenza Aviária e de Doença de Newcastle, o Brasil tem empenhado esforços para fortalecer sua defesa agropecuária, bem como a sua capacidade de reação diante de crises, e o seguro avícola é um grande diferencial, reforçando o papel dos fundos indenizatórios privados e públicos que temos hoje nos estados. Por outro lado, a assinatura comprova a transparência e a seriedade do setor em trabalhar com dados claros e ações efetivas de prevenção, que possibilitaram a assinatura de um seguro”, avalia.

Além de Santin e Rodrigues, participaram da assinatura do documento o membro do conselho consultivo da ABPA e um dos idealizadores do seguro, Ariel Antônio Mendes, e o representante das seguradoras, Ricardo Sassi.

Fonte: Assessoria
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