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Empresas Suinocultura

Checklist de vacinação é aposta da Ceva Suínos para auxiliar o suinocultor

Processo realizado na granja indica oportunidades de melhoria no processo de imunização dos suínos

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Foto: O Presente Rural

Na suinocultura, a imunização assertiva é fundamental para assegurar a biosseguridade na granja e, consequentemente os resultados produtivos da criação. Sem seguir um protocolo adequado o processo fica sujeito a uma série falhas que podem trazer de prejuízos econômicos, associados aos custos com tratamento ou até mesmo com a perda de animais.

Sempre em busca de soluções que otimizem e facilitem o dia a dia dos produtores, a Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal desenvolveu um programa especial para o campo, o Checklist de Vacinação.  O processo, que é realizado no plantel, tem como objetivo oferecer uma consultoria diferenciada ao produtor, avaliando todos os pontos do procedimento de imunização realizado na granja.

“Nossa equipe técnica está oferecendo uma consultoria ao produtor, acompanhando todo o processo de imunização da granja, por meio de um formulário que contempla a observação de fatores, como a conservação da vacina, as condições do ambiente em que é realizada a imunização, a  higienização dos equipamentos e vacinadores, o transporte, manuseio e preparo das vacinas para a aplicação, ou seja, o processo completo. Também são avaliadas as possíveis reações vacinais, locais ou sistêmicas. Após essa coleta de informações, emitimos um relatório técnico que é apresentando aos gestores da granja apontando os pontos positivos e o que pode ser melhorado no sistema”, explica o Gerente Técnico da Unidade de Suínos da Ceva, William Costa.

Com uma análise individual, que leva em consideração a realidade de cada granja, o Checklist de Vacinação visa proporcionar ao criador a oportunidade de reavaliar as técnicas utilizadas e, principalmente, identificar possíveis falhas que podem gerar uma série de perdas produtivas.

“Apesar da imunização fazer parte da rotina de qualquer plantel, para o produtor melhoras no manejo são sempre bem-vindas. Um programa vacinal assertivo garante a biosseguridade na granja, estimula o desempenho zootécnico dos animais e, consequentemente, proporciona maiores ganhos produtivos aos criadores. Nosso objetivo com o projeto é manter nossa conexão com os clientes, atuando onde eles precisam”, afirma a Gerente de Linha da Unidade de Suínos da Ceva, Marina Moreno.

Em todo o processo de avaliação realizado pela equipe de campo, seguindo o protocolo estabelecido pelo Checklist de Vacinação, são identificados pontos de melhoria.  Entre os problemas mais comuns estão: geladeiras sem controle de temperatura, agulhas de dimensões inadequadas ao animal vacinado e higienização incorreta de equipamentos. Além disso, são detectadas falhas no processo de vacinação, como inclinação da agulha, local de aplicação impróprio, mecânica de aplicação inadequada, refluxo de vacina, entre outras.

Com base nos dados coletados durante a análise são sugeridas uma série de melhorias para o processo vacinal da granja, como, por exemplo, o treinamento proativo dos profissionais responsáveis pela imunização.  “Em muitos casos, a vacinação apresenta falhas associadas a aplicação inadequada dos produtos. Por isso, investir na capacitação da equipe e realizar avalições periódicas do processo costumam ser medidas que proporcionam um resultado positivo para o produtor”, conta Marina.

O Checklist de Vacinação tem auxiliado os clientes no campo, proporcionando uma nova visão sobre a importância do manejo adequado. “Esses trabalhos têm propiciado aos clientes uma melhor interpretação da importância de cada agente infeccioso em seus rebanhos de forma a melhorar o controle dos mesmos”, finaliza William.

 

Fonte: Assessoria
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Katayama Alimentos aposta no posicionamento da marca

Indústria avícola investe pesado em comunicação digital e canais de aproximação com o consumidor final para mostrar que ovo não é tudo igual

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Divulgação

Durante os últimos três anos, a Katayama Alimentos mostrou ao mercado que veio para ocupar os degraus mais altos do ranking das indústrias avícolas do Brasil. Fundada em 1942, por imigrantes japoneses com uma modesta granja de 250 pintainhas, em Guararapes (SP), cinco anos depois, a produção de ovos já era a maior da região e, desde então, não para de crescer. Em 2020, a empresa trabalhou com 4 milhões de aves entre recria e postura.

Hoje a Katayama Alimentos conta com uma área construída de mais de 60 mil m2, com equipamentos produtivos e sistemas de gestão de última geração, os mesmos utilizados nos países mais avançados. Aliando inovação e comprometimento com o crescimento sustentável, incrementou sua produção em mais de 145% na última década e construiu o mais moderno parque produtivo avícola de postura da América do Sul.

A Katayama Alimentos nunca acreditou que ovo é tudo igual e, por isso, focou o seu olhar no crescimento com excelência em qualidade. Atualmente, as aves vivem em ambientes climatizados, tranquilos e sem contato com outras espécies de animais. O manejo é cuidadoso e conta com um programa de vacinação eficiente; as aves recebem água tratada e alimentação balanceada, produzida dentro do complexo produtivo da unidade.

“É explícito o cuidado da companhia com a capacidade produtiva, seja em relação aos equipamentos de última geração instalados no parque fabril, seja no cuidado sanitário e na política de biosseguridade, ambos muito rigorosos”, destaca Marise Araújo, sócia-fundadora da Step Stone Consultoria e especialista em Estratégia & Marketing. “O moderno parque produtivo, aliado à produção em grande escala de ovos 100% livres de antibióticos, garante a produção de ovos de qualidade e seguros para uma alimentação saudável do consumidor.”

Ações e Inovações

Para fortalecer sua marca, tornando-se referência na produção de ovos, a Katayama Alimentos vem investindo em várias frentes, com um robusto plano de marketing, que incluiu desde a atualização de sua identidade visual, passando por ações de trade marketing até a geração de conteúdo de valor – que ressalta a importância de se consumir um alimento seguro e de alta qualidade. Todo esse volume de informação é distribuído por meio de várias ferramentas digitais, como site e hotsites, redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube), newsletters e webséries.

Um dos objetivos da criação dos canais digitais é a “descomoditização” do ovo, aliado a um processo de modernização da marca, colocando o produto em destaque e tornando-o individualizado em seu segmento. A ideia é mostrar, por meio de conteúdos relevantes, que ovo não é tudo igual.

“Através dos canais digitais, temos a oportunidade de apresentar nossos diferenciais e nosso compromisso e responsabilidade em produzir alimentos que garantam a segurança desde a origem até a mesa do consumidor. Esse vínculo aproxima a marca dos consumidores, pois reforçamos benefícios e a qualidade do nosso produto, e ainda fornecemos dicas, informações nutricionais e receitas interessantes”, destaca Regina Romanini, Gestora de Marketing da Katayama Alimentos.

“É muito evidente a preocupação da Katayama Alimentos com a marca, sempre procurando inovar, e a atenção dedicada ao cliente, que ultrapassa a relação convencional de compra e venda, buscando encantar o consumidor a todo momento”, afirma Marise Araújo, que acrescenta: sem dúvida a Katayama Alimentos é uma das principais empresas do Brasil neste segmento, seja pelo volume produzido ou pela visibilidade e reputação que desfruta no mercado”.

Fonte: Assessoria.
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Parasitas desafiam resultado produtivo e econômico na suinocultura

Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso

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Divulgação Syntec

Ácaros, vermes, moscas, pulgas, carrapatos, piolhos. Os parasitas externos e internos estão entre os principais inimigos da suinocultura. “Eles são implacáveis desde o nascimento dos leitões até os animais em terminação, incluindo as fêmeas em idade reprodutiva. Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso, comprometendo o resultado econômico da atividade”, ressalta o médico veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos da Syntec do Brasil.

“A prevenção das enfermidades causadas por parasitas externos começa pelo eficiente controle ambiental. No caso dos parasitas internos, é necessário ter em mãos potentes vermífugos. O problema é sério e precisa ser combatido”, ressalta Thales Vechiato, citando as parasitoses gastrointestinais e pulmonares como os mais importantes desafios internos e a sarna e as miíases como parasitores externas.

“Importante destacar que os parasitas podem atacar diversos órgãos dos suínos, prejudicando-os em diferentes funções e também em termos de desempenho zootécnico. A maioria dos parasitas internos encontra-se no trato gastrointestinal. Além de competir pela absorção de nutrientes, prejudicam as paredes intestinais predispondo a doenças bacterianas oportunistas. Já os parasitas externos provocam ‘irritação’ no suínos, que deixam de se alimentar ou ingerir água, além de também causar lesões cutâneas”, explica o médico veterinário.

Thales Vechiato recomenda o tratamento dos parasitas com endectocidas à base de ivermectina. Essa categoria de produtos combate parasitas internos e auxilia no controle dos externos, simultaneamente. A Syntec do Brasil oferece Synmectin, antiparasitário injetável de amplo espectro de ação, indicado para o controle e tratamento dos principais parasitas externos e internos que afetam não apenas suínos, mas também bovinos e ovinos, como os vermes gastrointestinais, vermes pulmonares, vermes redondos, ácaros e carrapatos.

“Os parasitas representam um problema de complexidade para solução, mas há medicamentos eficazes à disposição dos produtores de animais que devem ser associados a programas sanitários estratégicos para combatê-los com eficácia”, assinala Thales Vechiato.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

Vetanco marca presença no XV Encontro Regional da Abraves

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Foto: O PRural e Divulgação Vetanco

Nos dias 17 e 18 de março, a Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos – Regional Paraná (Abraves-PR) realizou seu XV Encontro Regional. Em formato totalmente on-line devido às restrições e protocolos para contenção da pandemia de Covid-19, o evento incluiu painéis sobre sanidade, gestão de pessoas e mercado.

De acordo com o Gerente Comercial – Suínos da Vetanco Brasil, médico-veterinário Lucas Piroca, o evento é uma ferramenta de difusão de conhecimento, que oferece conteúdo técnico de qualidade e leva informações de relevância à cadeia da suinocultura. “E este é um de nossos objetivos estratégicos, agregar valor à cadeia suinícola”, destaca Lucas, mencionando a Vetanco como tradicional patrocinadora deste encontro.

A participação da Vetanco aconteceu através de estande virtual, com atenção ao relacionamento com os clientes e participantes do XV Encontro Regional da Abraves-PR. O produto Dysantic protagonizou os trabalhos, comunicando o conceito de produto natural, fazendo referência à parceria da Vetanco com àqueles com quem se relaciona. “Para nós, parcerias são extremamente importantes, é algo natural”, conta o Gerente Comercial, lembrando que, da mesma forma, o Dysantic é um produto que mudou os conceitos sobre produtos naturais.

No estande virtual da Vetanco, os participantes do Encontro Regional da Abraves-PR também puderam assistir a um vídeo, que falou sobre o atual momento de pandemia, o trabalho desenvolvido pela empresa e o comprometimento que tem para alimentar o mundo, sempre pensando no meio ambiente, na saúde humana e dos animais. Quem quiser conferir a mensagem da Vetanco, o vídeo também está disponível no Instagram @vetancobrasil

 

Fonte: Assessoria
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