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Avicultura

Chapecó recebe 17ª Brasil Sul Poultry Fair com mais de 70 empresas participantes

Evento, realizado de 07 a 09 de abril em paralelo ao 26º SBSA, reúne empresas nacionais e internacionais, promove troca de experiências, apresentação de tecnologias e oportunidades de negócios para o setor avícola.

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Mais de 70 empresas nacionais e multinacionais estarão reunidas em um ambiente voltado ao networking, inovação tecnológica e geração de negócios - Foto: Arquivo MB Comunicação/Edição de 2025

Mais de 70 empresas nacionais e internacionais se reúnem em Chapecó (SC) para a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, evento que promove networking, inovação tecnológica e geração de negócios para a cadeia da avicultura. A feira ocorre em paralelo ao 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), de 07 a 09 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes.

Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o SBSA é um dos principais espaços de relacionamento do setor avícola no Sul do Brasil. Segundo a presidente da Comissão Científica, Daiane Albuquerque, o evento reúne empresas de genética, sanidade, nutrição, aditivos, equipamentos, tecnologia e serviços, criando oportunidades para troca de experiências, atualização profissional e parcerias comerciais.

A feira ocorre simultaneamente à programação científica, permitindo interação entre indústria, técnicos, produtores, pesquisadores e estudantes. Além da exposição de produtos e serviços, a Poultry Fair destaca lançamentos, novas tecnologias e tendências que impactam a competitividade do setor.

De acordo com Aletéia Britto da Silveira Balestrin, presidente do Nucleovet, a feira complementa o simpósio ao aproximar o conhecimento técnico das soluções disponíveis no mercado, fortalecendo networking e estimulando negócios.

Os ingressos podem ser adquiridos separadamente ou junto à inscrição no SBSA. Mais informações: Inscrição SBSA.

Programação Geral

Dia 07/04 – Terça-feira

13h30 – Abertura da programação

13h40 – Painel: Gestão de Pessoas – Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura
Palestrantes: Delair Bolis, Joanita Maestri Karoleski, Vilto Meurer
Coordenadora: Luciana Dalmagro

15h40 – Intervalo

16h00 – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro
Palestrante: Arene Trevisan (15 min de debate)

17h00 – Solenidade de abertura oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de abertura da 17ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 08/04 – Quarta-feira

Bloco Abatedouro

8h00 – Velocidade de processamento e qualidade do abate
Palestrante: Darwen de Araujo Rosa (15 min debate)

9h00 – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar
Palestrante: Dianna V. Bourassa (15 min debate)

10h00 – Intervalo

Bloco Nutrição

10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo
Palestrante: Wilmer Pacheco (15 min debate)

11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte
Palestrante: Rosalina Angel (15 min debate)

12h30 – Intervalo para almoço

Eventos Paralelos – Painel Manejo

14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno
Palestrantes: Lucas Schneider, Rodrigo Tedesco Guimarães

16h00 – Intervalo

Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura
Palestrantes: Kali Simioni e João Nelson Tolfo (15 min debate)

17h30 – Por que bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme (15 min debate)

18h30 – Eventos paralelos

19h30 – Happy Hour na 17ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 09/04 – Quinta-feira

Bloco Sanidade

8h00 – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa: métodos para doenças respiratórias
Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande (15 min debate)

9h00 – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves
Palestrante: Dr. Ricardo Rauber (15 min debate)

10h00 – Intervalo

10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença
Palestrante: Gonzalo Tomás (15 min debate)

11h30 – Influenza aviária: plano de contingência em caso real
Palestrante: Taís Barnasque (15 min debate)

Encerramento – Sorteios de brindes

Fonte: Assessoria Nucleovet

Avicultura

Queda na demanda externa reduz 36% das exportações brasileiras de ovos

Embarques somaram 1,87 mil toneladas em março, o menor volume desde dezembro de 2024, enquanto a receita recuou 27% frente a fevereiro.

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Foto: Rodrigo Fêlix Leal

As exportações brasileiras de ovos registraram forte retração em março, refletindo a redução da demanda dos principais mercados importadores. Dados da Secex, compilados por pesquisadores do Cepea, indicam que o país embarcou 1,87 mil toneladas de ovos in natura e processados no período.

Foto: Giovanna Curado

O volume representa queda de 36% em relação a fevereiro e equivale à metade do registrado em março do ano passado, quando os embarques somaram 3,77 mil toneladas. Trata-se do menor patamar mensal desde dezembro de 2024.

Apesar da retração mais acentuada no volume, o faturamento recuou em menor intensidade. As vendas externas geraram US$ 4,53 milhões em março, redução de 27% frente ao mês anterior e de 48% na comparação anual.

A diferença entre a queda em volume e em receita indica sustentação relativa dos preços médios de exportação, ainda que insuficiente para compensar a perda de ritmo nos embarques.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura Recorde histórico

Exportação de carne de frango soma 1,45 milhão de toneladas no 1º trimestre

Volume supera em 0,7% o recorde de 2025, mas preços internos recuam em março e voltam a reagir em abril com alta de fretes e demanda inicial do mês.

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Foto: Shutterstock

Mesmo diante de um cenário geopolítico considerado desafiador, as exportações brasileiras de carne de frango atingiram volume recorde no primeiro trimestre de 2026. Dados da Secex, analisados pelo Cepea, indicam que o país embarcou 1,45 milhão de toneladas entre janeiro e março.

Foto: Shutterstock

O resultado supera em 0,7% o recorde anterior para o período, registrado em 2025, quando foram exportadas 1,44 milhão de toneladas, considerando a série histórica iniciada em 1997. O desempenho chama atenção do mercado, já que o primeiro trimestre costuma registrar menor intensidade de compras externas, com maior concentração das exportações no segundo semestre.

Pesquisadores do Cepea destacam que o volume surpreendeu inclusive agentes do setor, especialmente em um período marcado por preocupações com o cenário internacional, incluindo possíveis impactos do conflito no Oriente Médio sobre o comércio global de proteínas.

Apesar do desempenho recorde no mercado externo, o movimento não foi suficiente para sustentar os preços internos da carne de frango ao longo de março, quando foram registradas quedas nas cotações.

Em abril, no entanto, o comportamento do mercado doméstico indica reação. Segundo o Cepea, os preços vêm registrando alta, influenciados pelo reajuste dos fretes, pressionados pela elevação dos combustíveis, e pelo tradicional aumento da demanda no início do mês. Os valores atuais se aproximam dos patamares observados em fevereiro, sinalizando recuperação parcial das cotações.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura Mesmo com alta de até 21% em março

Preço médio do ovo na Quaresma é o menor em quatro anos

Quedas ao longo de 2025 e janeiro de 2026 no menor patamar em seis anos limitaram efeito sazonal típico do período religioso.

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Foto: Rodrigo Felix Leal

Os preços dos ovos subiram até 21% em março, movimento recorrente no período da Quaresma, quando parte dos consumidores substitui a carne vermelha. Ainda assim, levantamentos do Cepea mostram que o valor médio praticado no período religioso deste ano é o mais baixo dos últimos quatro anos nas regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas.

De acordo com pesquisadores do Cepea, ao longo de 2025 as cotações recuaram em boa parte dos meses, reduzindo a base de comparação para o início deste ano. Como reflexo desse comportamento, janeiro de 2026 registrou a menor média para o mês dos últimos seis anos em diversas praças monitoradas.

Dessa forma, o mercado iniciou 2026 em patamar inferior ao observado em 2025. A reação verificada em fevereiro e março, embora expressiva em termos percentuais, não foi suficiente para que a média de preços desta Quaresma superasse a registrada em anos anteriores.

Fonte: O Presente Rural
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