Suínos
Chapa liderada por Lorenzi é a única inscrita para eleição da ACCS
A atual Diretoria da
Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) comemora o consenso para a
Gestão 2013/2017, conforme prevê as normas técnicas da eleição definidas em
Assembleia no último dia 15 de fevereiro. O prazo para a inscrição de chapas
encerrou na sexta-feira (15), às 17 horas. De acordo com a Comissão Eleitoral,
responsável por verificar a inscrição das chapas e a legalidade, apenas a chapa
liderada por Losivaniode Lorenzi e Spessatto se inscreveu dentro do prazo legal.
Para o
vice-presidente da ACCS, Vilson Spessatto, toda a diretoria da ACCS está
honrada e orgulhosa neste momento. Os produtores e o setor como um todo
mostrou a essa equipe que lidera a ACCS com muita determinação e
responsabilidade, que estamos no caminho certo. É reflexo de um trabalho sério,
desenvolvido com transparência por cada um dos integrantes da diretoria,
destaca ele.
A Eleição da ACCS
está marcada para o próximo dia 12 de abril, no período da manhã. A chapa
conduzida pela atual Diretoria, que busca a reeleição, foi inscrita na última
segunda-feira (11), após os nomes terem sido protocolados pelo presidente,
Losivanio Luiz de Lorenzi. A única chapa que concorrerá à Eleição da ACCS é
composta por:
Vice-Presidente Vilson Spessatto, de Descanso, que representa
os produtores de material genético.
Conselho Fiscal
Efetivo: Indelsino Maltauro, de Peritiba, que representa as cooperativas por
ser integrado de uma delas.
Valdemar Zanluchi,
de Seara, que representa os Sindicatos dos Produtores Rurais por ser o
Presidente no município.
Ricardo Perlochner,
de Treze Tílias, representando os integrados das Mini-Integradoras.
Suplentes são:
Valdir Moraes, de Armazém, representando o sistema de integração das
indústrias.
Daniel Michels, de
Braço do Norte, representando os produtores Independentes;
Marcos Antonio
Spricigo, de Arroio Trinta, representando os frigoríficos.

Suínos
Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões
Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.
Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock
A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.
Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.
Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello
produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.
Suínos
Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho
Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.
Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.





