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Ceva tem novos diretores

Fernando De Mori assume Ceva Saúde Animal na América Latina; Giankleber Diniz é o novo diretor-geral no Brasil

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Fernando Luiz De Mori - Fotos: Divulgação

O médico veterinário Fernando Luiz De Mori é o novo diretor da Ceva Saúde Animal responsável pela América Latina. De Mori chegou à Ceva Brasil em 2013, assumindo a diretoria geral da operação brasileira quando a empresa estava na 10ª posição no ranking de saúde, com faturamento anual de R$ 117 milhões.

Ao longo de sua gestão, a Ceva acumulou crescimento superior à média do mercado, incluindo duas importantes aquisições (Hertape e Inova). Em 2018, a empresa alcançou a 6ª posição do ranking e receita de R$ 358 milhões.

Em 2019, a Ceva Brasil dá novo salto e projeta crescimento superior a 15%. O objetivo é atingir ao redor de R$ 420 milhões de faturamento e disputar a 5ª posição do ranking nacional.

Fernando De Mori passa a comandar as operações da Ceva na América Latina nos países da Argentina, Brasil, Colômbia, México, Peru e a mais recente operação no Chile, além dos demais países da região com operação de distribuição. Jean Charles Tissot, que estava na função, está sendo designado para outra função global da Ceva.

Formado pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em administração pelo Ibmec, Fernando De Mori tem mais de 25 anos de experiência em empresas de saúde animal líderes no segmento.

“Nosso trabalho objetiva posicionar a Ceva entre as cinco maiores indústrias de saúde animal da América Latina, considerando a importância da região para o crescimento global da empresa. Para isso, o intuito é utilizar as experiências positivas que tive à frente da Ceva no Brasil nas operações dos demais países”, ressalta De Mori.

 

Novo comando da Ceva Brasil

Com três décadas de experiência no mercado veterinário, o médico veterinário Giankleber Diniz substitui Fernando De Mori na diretoria-geral da Ceva Saúde Animal no Brasil.

GianKleber Diniz

“Fico satisfeito de ter como sucessor um profissional da minha equipe, que já tem a cultura da empresa e conhece a forma com que vínhamos trabalhando. Isso permitirá a continuidade do trabalho positivo, além de um processo de sucessão suave e harmônico”, destaca Fernando De Mori.

Formado em medicina veterinária pela UDESC com MBA em marketing pela FGV, especialização em administração pela UFPR e mestrado em sanidade animal, Giankleber S. Diniz, está há 30 anos no mercado de saúde animal com posições de liderança nas áreas técnica, comercial e de marketing em importantes corporações internacionais.

“A Ceva é uma empresa jovem, cuja presença no Brasil cresce ano após ano. Já estamos entre os maiores players do mercado nacional e temos a ambição de evoluir ainda mais. Para isso, reconhecemos a importância do contínuo investimento em inovação, serviços exclusivos, portfólio moderno e proximidade com os parceiros comerciais, além da valorização e reconhecimento da equipe interna”, destaca o novo diretor-geral da Ceva Saúde Animal no Brasil.

Líder em produtos veterinários para equinos e em vacinas avícolas no Brasil, a Ceva também está entre os maiores do mercado nacional em ruminantes, suínos e pequenos animais.

O novo diretor-geral da Ceva no Brasil renova o compromisso com o país. “O Brasil é um dos mais importantes mercados para a Ceva. Com uma estreita ligação com os clientes e alta responsabilidade social a empresa vem mudando a maneira de inserção no mercado de saúde animal. Isso demonstra o porquê do nosso compromisso de estar ‘além da saúde animal”, afirma Giankleber.

Fonte: Assessoria da Ceva
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Máquina para construção de cercas da Belgo conquista público do Show Rural Coopavel

Empresa também destacou tela que impede ataques de javalis durante evento em Cascavel (PR)

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Fotos: Divulgação

A inovadora máquina para a construção de cercas da Belgo Bekaert Arames atraiu grande interesse de produtores e demais visitantes do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR). A empresa, que participou do evento em parceria com unidade local da ArcelorMittal Brasil, realizou demonstrações diárias sobre o uso do equipamento, que melhora e agiliza o trabalho nas fazendas.

“A Belgo Multicercas é a primeira máquina do país a construir e desmanchar cercas. No sistema de integração lavoura-pecuária, esse recurso ajuda a maximizar a produção agrícola, já que as divisórias que demarcam a área para os animais ganham mobilidade e podem ser trocadas de lugar com grande facilidade”, explica o gerente de negócios da empresa, Guilherme Vianna.

A máquina é 100% nacional, prática, eficaz e rápida, substituindo, com muitas vantagens, o trabalho de 30 pessoas. “As cercas são instaladas com espaçamento e fios de arame pré-definidos, com construção mínima de 25 km de cercas por mês, pelo menos 10 vezes mais que o trabalho realizado por uma dupla de cerqueiros”, afirma o analista de mercado da Belgo na região, Rober Casaril.

Além da tecnologia exclusiva, outro problema foi abordado pela companhia no Show Rural: os javaporcos. Afinal, a produção toda pode se perder caso a propriedade não tenha um eficiente sistema de cercas. Por isso, a Belgo deu destaque à tela Belgo Javaporco®, que oferece proteção definitiva contra a invasão de animais selvagens, especialmente contra javalis.

“Esse recurso supre uma grande necessidade: conter o ataque de javalis nas propriedades rurais, especialmente aquelas onde se produzem grãos”, enfatiza o analista de mercado Danilo Moreira. “Essa tela proporciona praticidade, viabilidade econômica e eficiência para os agricultores, ampliando seus lucros e defendendo sua produção”.

Parceira da Belgo Arames, a ArcelorMittal Brasil levou ao evento sua linha de soluções para a construção civil, como Dramix, fibra de aço de 60 mm de comprimento e duas ancoragens nas extremidades, recomendado para o maior reforço da concretagem de estruturas de propriedades rurais, como pisos de galpões.

Fonte: Assessoria da Belgo
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Queijaria Fazenda São Victor está apta para receber Selo Arte

Regulamentação garante aos consumidores que a produção é artesanal e respeita as características e métodos tradicionais

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O Queijo do Marajó Fazenda São Victor, indicado para receber o certificado que permite o comércio nacional de produtos alimentícios artesanais – Selo Arte, fez parte do cronograma de ações realizadas nesta última semana pelos técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Empresa de Assistência Técnica de Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A iniciativa conta com o apoio do Governo do Estado do Pará.

As visitas técnicas têm o objetivo de aplicar o checklist com as recomendações do programa para verificar se estabelecimentos e respectivos processos de produção de queijos artesanais estão dentro dos requisitos da legislação vigente.

Como parte da programação aconteceram palestras para prestar informações e esclarecimentos junto aos produtores sobre os procedimentos do registro do estabelecimento artesanal. No encontro também foi pautado sobre Identificação Geográfica (IG).

A sócia proprietária da Queijaria Fazenda São Victor comemora a conquista e fala sobre a importância da aquisição do Selo Arte. “A concessão do Selo Arte para nós produtores de queijos artesanais, significa o avanço e impulsionamento da economia, e assim, gerando mais renda para o setor”, diz.

 

Selo Arte

O decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte foi assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, durante a cerimônia comemorativa dos 200 dias do governo.

A lei permitirá a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais de origem animal, como queijos, mel e embutidos.

A regulamentação proporciona aos consumidores a garantia de que a produção é artesanal e respeita as características e métodos tradicionais.

A certificação também é uma possibilidade de aumentar a renda com a abertura de novos mercados, já que permite que os produtos artesanais possam ser comercializados em todo o território nacional sem a necessidade do selo de inspeção federal.

 

Produto artesanalDe acordo com a Lei 13.680/18, produto artesanal é aquele produzido por meio de métodos tradicionais ou regionais próprios, respeitando as boas práticas sanitárias. Os produtos serão identificados em todo o Brasil com um selo específico com a inscrição “Arte” e estarão sujeitos à fiscalização de órgãos ligados à saúde pública dos estados e do Distrito Federal.

 

Exigências

As normas para produção artesanal de derivados de leite necessárias à concessão do Selo Arte com instrução do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), estabelece o regulamento técnico de boas práticas agropecuárias destinadas aos produtores rurais fornecedores de leite para fabricação artesanal de alimentos de origem animal.

O regulamento ainda prevê os requisitos higiênico-sanitários mínimos necessários às propriedades rurais fornecedoras de leite para produção de alimentos artesanais. Caberá aos estados e aos Distrito Federal concedentes do Selo Arte a avaliação do cumprimento do regulamento de boas práticas. Os produtores farão o controle sanitário do rebanho, incluindo a vacinação contra febre aftosa, além de certificação como livres de Brucelose e Tuberculose, conforme programação oficial (exceção dos estados livres de vacinação), e do controle de mastite e de parasitas, e entre outros requisitos.

Para o proprietário Marcus Pinheiro com a aquisição do Selo Arte significa valorização do produto no mercado. “Com o Selo Arte creio que estaremos bem posicionados por conta de mais uma garantia de qualidade do produto, e o transitar com mais confiança e credibilidade”, explica.

Novos rumos são trilhados para a categoria de produção artesanal brasileira, com líderes políticos atuando de maneira participativa para promover várias medidas em benefício do setor. Outro grande exemplo que vale destacar foi da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), com respectivo presidente Geraldo Borges, que em janeiro deste ano, teve a iniciativa de levar ao conhecimento da Ministra Tereza Cristina e alguns parlamentares, os queijos artesanais destacados para possivelmente serem contemplados com o Selo Arte.

Sobre o cenário nacional e ampliação do mercado para todos os demais produtos de origem animal, inspecionados através dos consórcios municipais, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destaca que a medida “vai dar agilidade, facilidade para a comercialização dos produtos, principalmente dos pequenos produtores rurais”.

 

Sobre Queijaria Fazenda São Victor

Desenvolvida em 2006 por meio do Projeto Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Queijo do Marajó, conquistou certificado de qualidade artesanal do produto. Detentora do selo 013 no segmento de produto artesanal no Pará, com a produção do Queijo Marajó Tipo Creme, conquistou premiações expressivas no gênero alimentício, entre elas o primeiro lugar no XII Encontro Nacional de Criadores de Búfalos e II Marajó Búfalos, tendo o reconhecimento na maior premiação de queijos artesanais, Prêmio Queijo do Brasil, como o “Bronze” na III Edição, o ’Super Ouro” na IV Edição, e “Ouro” na V Edição. Emplacou também, com a categoria “Prata”, na IV Edição do Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, na França.

Fonte: Assessoria
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Polinutri anuncia a contratação de Otavio Fregonesi

Anúncio faz parte da onda de restruturação iniciada em 2019 e com vasta experiência no mercado de produção de proteína animal profissional assume a direção comercial e marketing da Polinutri

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Melhorias estruturais, nas operações, entrega de respostas efetivas para clientes/parceiros, revisão dos processos e a identificação de desafios e oportunidades embalam os trabalhos da Polinutri iniciados em 2019.

Agora a empresa anuncia a contratação de Otavio Fregonesi que assume a direção comercial e marketing. “A chegada de Otávio está alinhada ao grande movimento dentro da organização para torna-la mais jovem, dinâmica e responsiva, sem abrir mão dos valores fundadores e amplamente reconhecidos pelo mercado: qualidade, seriedade e entrega da promessa, ou seja, o compromisso assumido com o mercado ao longo desses 30 anos de Polinutri”, inicia o Diretor-Presidente da companhia, Paulo Roberto Andrade.

Otavio Fregonesi é médico veterinário (Unesp), com especialização em Gestão de Pessoas (FGV) e Marketing em Gestão Empresarial (ESPM). “Meu objetivo é contribuir com este elenco de profissionais altamente gabaritados composto por: Paulo Roberto de Andrade, Humberto Saad (Diretor de Operações) e Maurício Palmieri (Diretor Financeiro)”, avalia e revela estar extremamente positivo por fazer parte desta robusta estrutura dentro dessa nova onda de crescimento da Polinutri. “Ao lado de todo o time Polinutri construiremos o caminho do futuro.”

Fonte: Assessoria da Polinutri
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Biochem site – lateral

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