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Ceva Saúde Animal lança livro eletrônico sobre laringotraqueíte infecciosa em parceria com professora da USP

Material foi escrito pela Dra. Masaio Mizuno Ishizuka, uma das mais reconhecidas pesquisadoras do setor avícola

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Profa. Dra. Masaio Mizuno Ishizuka, uma das pesquisadoras mais renomadas do setor avícola - Foto: Divulgação

Para compartilhar com produtores e veterinários conhecimento técnico e científico sobre a Laringotraqueíte Infecciosa, a Ceva Saúde Animal lança o livro eletrônico: Epidemiologia e profilaxia da Laringotraqueíte Infecciosa das aves – História Natural da Doença, em parceria com a Profa. Dra. Masaio Mizuno Ishizuka, uma das pesquisadoras mais renomadas do setor avícola.

“A Ceva, como líder na área de vacinas aviárias, tem um orgulho em poder divulgar um material de alta qualidade e expressão científica como o elaborado pela Dra. Masaio. A professora é hoje a maior autoridade em epidemiologia do país e conseguiu traduzir nesse livro toda a preocupação da Ceva em um controle consciente das patologias aviárias. Não é somente uma vacina que controla uma patologia como a Laringotraqueíte Infecciosa, mas sim um conjunto de medidas de biossegurança baseadas no conhecimento epidemiológico da doença”, explica Giankleber Diniz, Diretor da Unidade de Negócios de Aves da Ceva.

O material foi feito com base em extenso levantamento de dados e compilação das informações de campo sobre a doença, realizadas pela Dra. Masaio, PhD, professora Titular Sênior da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Comitê de Sanidade Avícola de São Paulo.

O livro, embasado em uma extensa bibliografia, apresenta um resumo robusto sobre a Laringotraqueíte Infecciosa (LTI) abordando diferente aspectos da doença, como o histórico, importância econômica, impactos na granja, formas de diagnóstico, mecanismos de transmissão, medidas de profilaxia, imunidade, vacinação, entre outros assuntos ligados a LTI.

“Como professora universitária estou sempre muito atenta à educação continuada, por isso, para mim é fundamental compartilhar conhecimentos. Esse e-book foi criado com o objetivo de mostrar quais caminhos de controle seguir, em momentos de “guerra”, durante um surto efetivo da doença, e em momentos de “paz”, quando não existe suspeita e nem presença do vírus na granja. O material apresenta um raciocínio epidemiológico. Este é meu papel como educadora, apontar o caminho e estimular o raciocínio dos profissionais do setor”, afirma a Dra. Masaio.

No Brasil, o vírus da Laringotraqueíte Infecciosa foi detectado pela primeira vez na década de 1970. Hoje, a LTI está incluída na lista de doenças de notificação compulsória do MAPA/Brasil (Ministério da Agricultura e Abastecimento) e qualquer caso suspeito deve ser informado ao Serviço Oficial do Estado a que pertence o estabelecimento avícola. Recentemente a nova legislação, aplicada pelo Memorando Circular nº 72/2018, do Departamento de Saúde Animal/PNSA/MAPA/Brasil, liberou a utilização, em todo território nacional, da vacina recombinante, para proteger as aves contra os avanços da doença.

“A Laringotraqueíte infecciosa é causada por um alfaherpesvírus, e hoje não sabemos o real status de disseminação da enfermidade no país, visto que o vírus nem sempre causa a doença clínica, muitas vezes o vírus causa apenas uma infecção (assintomática), o que também é um risco, pois deixará aquela população exposta vulnerável para o surgimento da LTI”, explica a Profa. Masaio.

No e-book, a pesquisadora apresenta a trajetória do vírus nas granjas, mostrando o caminho que ele percorre desde a infecção de uma ave, até a infecção de todo plantel, abordando, assim, como o vírus circula de uma população a outra.

“Para conter a doença é preciso entender profundamente o seu mecanismo de transmissão, e só assim será possível preveni-la. Por isso, no material também abordo as medidas necessárias para proteção das aves e que envolve a vacinação associada à aplicação e manutenção de medidas de biosseguridade na granja”, finaliza a Profa. Masaio.

Fonte: Assessoria
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Suporte às cooperativas é foco da Evonik

Na semana em que se comemora o Dia do Cooperativismo, a Evonik destaca o importante papel social das cooperativas e de que forma busca contribuir para o bom desenvolvimento das empresas que atuam na cadeia de produção animal

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Fábrica da Evonik em Castro/PR - Foto: Divulgação

A Evonik, que desde a década de 40 vem produzindo aminoácidos suplementares para a nutrição animal, é reconhecida neste mercado por oferecer também soluções otimizadas e suporte técnico completo para os produtores de rações, incluindo as cooperativas que têm produção e industrialização de proteína animal (aves, ovos, suínos, peixe e leite).

Em comemoração ao Dia do Cooperativismo, celebrado no dia 4 de julho, a empresa reforça sua atuação junto a esse segmento com o objetivo de promover o maior rendimento e aproveitamento da produção animal.  A parceria de longa data com cooperativas de diferentes regiões do Brasil é também estratégica por contemplar não apenas o fornecimento de aditivos essenciais para a nutrição e saúde animal, mas a adequação das fábricas com sistemas de dosagem e suporte técnico para utilização dos aminoácidos e probióticos.

Dentre as principais soluções oferecidas estão serviços como AMINOSys® (uma solução avançada de manuseio e dosagem de alta precisão de aminoácidos) e AMINONIR® (que possibilita a análise de aminoácidos essenciais e não essenciais em mais de 60 importantes ingredientes usados na alimentação animal), ambos fundamentais para que as cooperativas tirem o melhor benefício dos produtos Evonik em seus negócios.

 

Suporte constante

De acordo com Nerilson Nerilo, gerente de negócios da área de Nutrição Animal da Evonik, bom exemplo do suporte oferecido às cooperativas tem sido a garantia de fornecimento de MetAMINO® e Biolys® (fábrica em Castro/PR), aminoácidos essenciais para aves e suínos, mesmo em momento de crise mundial de abastecimento desses aminoácidos. “A empresa tem correspondido prontamente a todos os investimentos que as cooperativas estão fazendo em suas fábricas e na adequação de seus processos produtivos, acompanhando tudo, todas as etapas para seguir oferecendo o melhor atendimentos em todas as frentes”.

O relacionamento e a parceria com as cooperativas são tão fortes, que a Evonik mantém um profissional alocado em Cascavel (PR) – região onde se concentram as maiores cooperativas – para fornecer todo o suporte necessário aos clientes da região, trazendo agilidade e segurança para os produtores.

 

Papel social

Para a Evonik é fundamental o papel social das cooperativas porque proporcionam desenvolvimento sustentável nas regiões em que atuam. São empresas competitivas, com excelentes gestores, que têm uma boa linha de produtos de proteína animal e apresentam crescimento sólido, acima da média nacional.

“Há um grande empenho por parte da Evonik em manter o mais estreito possível esse relacionamento, pois o foco das cooperativas é a manutenção dos pequenos produtores rurais em suas propriedades, buscando diversificar e agregar novas fontes de renda. O resultado é a manutenção dessas famílias no campo, algo imprescindível para o bom funcionamento de todo o sistema”, finaliza Nerilo.

Fonte: Assessoria
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Empresas Bovinos

Biogénesis Bagó assina contrato com Departamento de Agricultura dos EUA para fornecer vacina contra febre aftosa em caso de emergência

Estabelecido recentemente, o banco de vacinas representa uma iniciativa sob a Lei Agrícola de 2018 dos EUA, criada para apoiar de maneira integral a prevenção da febre aftosa e a proteção da produção pecuária de seu território

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Foto: O Presente Rural

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) escolheu a Biogénesis Bagó como um de seus fornecedores de antígenos e vacinas para um banco de vacinas criado para fortalecer suas medidas de proteção contra a febre aftosa: o National Animal Vaccine and Veterinary Countermeasures Bank – NAVVCB – ou Banco Nacional de Vacinas e Contramedidas Veterinárias. O contrato foi firmado por 17 anos (2020-2037) e consiste em um adicional ao que a empresa já assinou até 2032 com o North American Bank of Foot and Mouth Disease Vaccines (Banco Norte-Americano de Vacinas contra a Febre Aftosa), que os EUA integram com o México e o Canadá.

Estabelecido recentemente, o banco de vacinas representa uma iniciativa sob a Lei Agrícola de 2018 dos EUA, criada para apoiar de maneira integral a prevenção da febre aftosa e a proteção da produção pecuária de seu território. Segundo a entidade, por meio deste novo banco, as autoridades procuram aumentar o nível de proteção do país contra a doença e garantem que haja um número muito maior de doses desta vacina disponível do que as que existem atualmente, através do Banco Norte-Americano.

Os EUA estão livres dessa doença que afeta ruminantes e suínos, portanto, a defesa de seu status sanitário é crucial e exige os mais altos padrões internacionais de biossegurança. No entanto, a constante evolução das doenças e sua propagação entre países e continentes fazem com que os países que são grandes produtores de gado e suínos, como é o caso dos EUA, precisem aumentar cada vez mais as suas defesas contra a doença.

“A Biogénesis Bagó é uma empresa com vasta experiência e liderança internacional na produção de vacinas contra a febre aftosa e serviços de banco de vacinas, e esses tipos de iniciativas e contratos, que visam prevenir doenças que afetam gravemente a produção de carne e leite, reforçam o nosso compromisso com a evolução da saúde animal”, afirma o CEO da companhia, Esteban Turic.

“Com muitos anos de experiência, desenvolvimento tecnológico e capital humano, a Biogénesis Bagó se consolidou como uma referência mundial na luta contra a febre aftosa. E validou isso com realizações importantes, como a participação em campanhas de emergência em países como Argentina, Uruguai, Taiwan, Coreia do Sul e Vietnã, e a construção de uma fábrica na China, sendo a única empresa estrangeira com produção local naquele país, que é o maior usuário de vacina contra a febre aftosa do mundo”, salienta Diretor de Operações Industriais em Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni, que é uma referência mundial na área.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Antimicrobianos devem ser utilizados de forma racional nas granjas

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Foto: Nelson Mores/ Embrapa

Os antimicrobianos têm uma história positiva de combate aos agentes patogênicos que afetam aves e suínos. Entretanto, o uso indiscriminado dessas substâncias pode mais prejudicar do que auxiliar, fazendo com que as bactérias criem resistência à sua ação. “Muitas vezes, os antimicrobianos são utilizados para corrigir problemas de manejo como um ‘fator de segurança’. Por isso, é importante ter sempre o acompanhamento de um médico veterinário para a utilização de maneira consciente, escolhendo da forma mais adequada os tratamentos e respeitando o tempo que devem ser realizados. Tudo isso levando em conta as necessidades reais para combater os micro organismos. Afinal, eles são os responsáveis técnicos e, como tal, contribuem para disseminar a informação correta e segura”, alerta Ana Caselles, gerente técnica regional da Sanphar Saúde Animal.

A resistência aos antimicrobianos não é o único problema que o uso inadequado dos medicamentos pode causar. O excesso pode ter efeitos tóxicos nos animais, comprometendo sua saúde e bem-estar, podendo leva-los à morte. Esses exageros podem, ainda, comprometer a saúde humana, visto que podem haver resíduos de molécula na carne que será consumida caso, assim como as doses, os períodos de carência não forem seguidos.

Ana Caselles explica que o uso racional dos antimicrobianos não configura, exatamente, em diminuição do seu uso, mas em utilização adequada. Ela ressalta o importante papel dos veterinários, profissionais responsáveis que lideram as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento nos animais. E isso passa, necessariamente, por medidas de biosseguridade. “A vacinação e o manejo sanitário correto da granja também são essenciais. Além desses cuidados, quando houver necessidade os veterinários devem receitar antimicrobianos que combatam os agentes infecciosos específicos, seja com administração via água de bebida, ração ou injetável”.

A gerente técnica da Sanphar América Latina explica que os antimicrobianos mais adequados para a saúde animal são aqueles que eliminam o agente infeccioso e que, para ter essa informação, são necessários alguns procedimentos, como o isolamento da bactéria, realizar antibiograma e, assim, avaliar a resistência ao antibiótico.

Ana Caselles reforça que, para que os antimicrobianos continuem eficazes no tratamento dos animais, é preciso que tais medicamentos sejam utilizados de maneira adequada conforme as orientações dos veterinários, assim como as indicações de uso dos fabricantes.

“A Sanphar tem o compromisso com os clientes e com a produção animal fornecendo não apenas antimicrobianos seguros e de alta qualidade, mas também informações de uso correto dos medicamentos, treinamento e educação sanitária para clientes e distribuidores, de modo que tenham ciência e responsabilidade na administração correta das moléculas”, conclui Ana Caselles.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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