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Ceva promove treinamento prático para identificação de lesões pulmonares

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O encontro técnico para identificação de lesões pulmonares, chamado CLP Vets ofereceu um treinamento das metodologias de acompanhamento de abate (IPP e SPES) para profissionais de agroindústrias e cooperativas da Região Sul e profissionais que prestam serviço a produtores independentes, utilizando  o aplicativo para tablet Ceva Lung Program.  O alerta dos especialistas é que hoje não está sendo dado a devida importância para o impacto provocado pelas enfermidades respiratórias com alta morbidade, perda de peso e piora na conversão alimentar, além da condenação no abate. A prática foi realizada em laboratório com mais de 40 profissionais do setor e a orientação do especialista e Gerente Técnico Corporativo Ceva Roman Krejci.
A idéia do projeto é habilitar os profissionais de campo dentro de uma metodologia criada para quantificar e qualificar as lesões de pleurisia e broncopneumonia. “Hoje no Brasil o que temos são sub-avaliações do cenário das  enfermidades respiratórias. Em outros países a prevalência pode parecer maior, mas suspeitamos que no Brasil o que pode estar acontecendo  uma avaliação abaixo da realidade, não temos dados. Com o treinamento e a ferramenta possamos melhorar o diagnóstico e traçar um cenário real da doença no país.” avalia  Dr. William Costa -Gerente técnico de suinocultura Ceva Brasil.
William Costa explica que a ferramenta permite uma avaliação correta do impacto da enfermidade, um aperfeiçoamento além da avaliação clínica. “ Quantos animais ao abate apresentam pleurisia? Em que grau? Essa dimensão não é conhecida no Brasil como já é em outros países”  alerta.
As informações compartilhadas pelos usuários vão formar o primeiro banco de informações sobre as enfermidades respiratórias que poderá servir de base para ações de controle. “Os usuários podem compartilhar as informações de forma não identificada e espontânea, se assim desejarem. Ou podem utilizar a ferramenta apenas para auxiliar  no diagnóstico e qualificação das lesões encontradas” explicou  Cherlla Romeiro – Gerente de Negócios de Suínos da Ceva .

Projeto Ceva na Universidade 

O CLP na Universidade foi realizado com alunos de medicina veterinária da UNOESC – Xanxerê com uma aula teórica ministrada pelo ex- docente e Gerente Técnico Ceva Brasil William Costa, seguida pela parte prática para reconhecimento de lesões pulmonares.  “A primeira edição do programa Ceva na Universidade  tem por objetivo mostrar aos futuros colegas  médicos veterinários o dia a dia  de um especialista em suinocultura com foco em sanidade. Fizemos uma aula prática de laboratório com amostras de pulmões doentes, para demonstrar a ação das enfermidades respiratórias e possibilitar a detecção de lesões”  complementa Cherlla Romeiro. O circuito terá 6 universidades, podendo ser ampliado.

Fonte: Ass. Imprensa da Ceva

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral

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