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Ceva lança exposição e documentário em homenagem às origens do agronegócio
A ação ‘Respeito às origens’ retrata a paixão pelo agro, um legado que passa entre gerações, reforçando o orgulho de lidar com a terra e seus frutos

O agronegócio é um pilar fundamental para a sociedade, presente na história do Brasil desde o seu início. Hoje, milhares de homens e mulheres dedicam sua vida à missão e responsabilidade de produzir alimento para nutrir o mundo. A força do agronegócio nacional está diretamente relacionada à vocação e ao legado construído através de gerações, com muita entrega e empenho sete dias por semana.
Como parceira do produtor, a Ceva busca sempre ir além da saúde animal. Com esse propósito, a companhia levantou a bandeira do setor através do movimento “O Agro Não Para”, buscando valorizar o trabalho dos homens e mulheres do campo, que honrando o legado e sua história familiar, têm o compromisso de levar alimento de qualidade aos lares de muitas outras famílias.
“Ao criar o #OAgroNãoPara, colocamos em prática nossa visão de ‘Ir além da saúde animal’, ajudando a alimentar a população, mantendo a sanidade dos animais, assegurando o bem-estar animal e estando ao lado dos produtores em todos os momentos. É por isso que a iniciativa extrapola as fronteiras da Ceva e gera identificação com todos os profissionais do setor responsável por abastecer as gôndolas dos supermercados com alimentos de qualidade todos os dias”, afirma Marcelo Ferreira, diretor da Unidade de Pecuária da Ceva Saúde Animal.
A fase atual do movimento busca prestar merecidas homenagens aos elementos desta cadeia que move o mundo, por meio da campanha ‘Respeito às origens’ que evidencia o orgulho de lidar com a terra e pertencer ao setor que representa mais de um quarto do PIB nacional.
Para agradecer estes personagens tão importantes na história, a Ceva Saúde Animal produziu um documentário que retrata a vida no campo, o amor à terra e aos animais, buscando a valorização dos trabalhadores do agro nacional e destacando as suas diferentes origens. O vídeo retrata a história de quatro famílias com diferentes origens, mas com o mesmo propósito: alimentar o mundo.
Junto a uma coleção de imagens clicadas em fazendas de norte a sul do país pelo fotógrafo Epitácio Pessoa, a exposição “Respeito às Origens – Um retrato do orgulho Agro” exalta a jornada destas famílias e o compromisso que passa por gerações.
“Acompanhamos de perto o dia a dia dos produtores brasileiros, sabemos sua trajetória e importância para o país, e nada mais justo do que homenagear estas pessoas e mostrar para aqueles que não estão diretamente inseridos no setor um pouco sobre a paixão e o legado que carrega o agronegócio brasileiro. A essência do agro está em sua história, as propriedades rurais carregam um conhecimento secular que deve ser respeitado e valorizado”, comenta Marcelo Ferreira, diretor da Unidade de Pecuária da Ceva Saúde Animal.
Com grande atuação no setor, a multinacional francesa reforça o seu propósito de ir além da saúde animal, fomentando ações e projetos que prezam pela valorização do trabalho no campo e homenageia a todos que mantêm vivo o orgulho e o respeito às nossas origens.
A exposição de fotos inaugurada em 08 de novembro acontece no Museu Luiz de Queiroz, na ESALQ Piracicaba, com entrada franca, e fica aberta ao público até o dia 24 do mesmo mês. O documentário será disponibilizado no canal da Ceva no Youtube em 4 episódios.

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Condenações no abatedouro impactam rentabilidade da avicultura
Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro.

Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro. Já entre as causas patológicas mais frequentes estão a artrite, a pododermatite e a ascite, afecções de origem multifatorial que afetam o desempenho zootécnico, o bem-estar animal e os resultados econômicos da atividade.
No caso da artrite, as lesões articulares podem levar à condenação parcial ou total das carcaças durante a inspeção post mortem. A pododermatite, por sua vez, compromete a qualidade das patas, subproduto de alto valor comercial, enquanto a ascite está associada a distúrbios metabólicos relacionados ao rápido crescimento das aves, resultando em condenações e perdas adicionais no abate.
Além dos impactos sanitários, as condenações representam prejuízos econômicos relevantes para o setor. Estimativas indicam que as perdas podem variar entre 0,5% e 2% da produção total, a depender da frequência e da gravidade das lesões.
Segundo Brunna Garcia, nutricionista da Agroceres Multimix, as principais causas de condenação de carcaças estão diretamente relacionadas a falhas de manejo e a condições ambientais inadequadas ao longo da criação, o que reforça a importância de uma abordagem integrada de prevenção.
“A redução dessas ocorrências não está associada apenas ao bem-estar animal, mas também à viabilidade econômica dos sistemas produtivos”, afirma.
A análise completa sobre as causas das condenações e estratégias de prevenção está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix. Acesse já, clicando aqui.
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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores
Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.
A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.
“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.
Foco estratégico no Paraná e São Paulo
Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.
Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.
Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.
Gestão intensiva em Santa Catarina
Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.
O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.
Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.
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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto
Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.
Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.
Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.
“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.
“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.
Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.



