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Ceva debate doenças respiratórias na produção de frangos de corte no Sindiavipar

Palestra de Jorge Chacón e Luiz Sesti aborda Bronquite Infecciosa e Doença de Newcastle em evento direcionado a entidades, pesquisadores e empresas do agronegócio

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Arquivo/OP Rural

A Ceva Saúde Animal participa, nesta sexta-feira (08), do VI Workshop Sindiavipar. O gerente de Serviços Veterinários da Ceva, Jorge Luis Chacón, e o responsável técnico para América Latina, Luiz Sesti, PHDs em Medicina Veterinária, ministram no evento a palestra “Impactos das doenças respiratórias na produção de frangos de corte”, abordando duas importantes doenças respiratórias da avicultura de frangos de corte: Bronquite Infecciosa e Doença de Newcastle.

Segundo Chacón, vários fatores, como as melhorias no manejo da ambiência, por exemplo, têm influenciado na severidade e tipo de apresentação das doenças. Como consequência, a identificação das doenças e seus patógenos ficou mais complexa. “Quando as doenças não são bem reconhecidas, programas profiláticos eficazes não são implementados, e com isso as empresas produtoras passam a ter perdas milionárias de produtividade e rendimento de carcaça. Desta forma, durante nossa palestra incluiremos aspectos práticos e atuais que incluem apresentação clínica, diagnóstico e perdas econômicas causadas por essas doenças”, adiantou.

Chacón observa, também, que os acontecimentos internacionais atuais e a situação nacional se mostram favoráveis à indústria avícola brasileira. Assim, para poder aproveitar as oportunidades (maiores demandas de carne de frango), as empresas precisam minimizar suas perdas e aproveitar o máximo que o material genético pode produzir. Neste sentido, o controle eficiente das doenças clínicas e subclínicas mostra-se chave para o atingimento destes objetivos.

O VI Congresso Sindiavipar reúne entidades, pesquisadores e empresas do agronegócio, nos dias 07 e 08 de novembro, no Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu (PR). Através de palestras, debates e reuniões, o evento destaca a importância de a avicultura brasileira se integrar com as melhores práticas tecnológicas, dentro de áreas como genética, nutrição e sanidade animal, promovendo a exposição de inteligência técnica e mercadológica.

Pra Chacón, é importante para a Ceva participar de eventos de prestígio que reúnam profissionais de uma das principais regiões produtoras do País. “Nestes eventos, temos a oportunidade de compartilhar nossas experiências obtidas dentro e fora do País. Da mesma forma, podemos encontrar e discutir com colegas e produtores aspectos importantes do setor”, observou.

Fonte: Assessoria
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Produtos da Cerrado Nutrição Animal ganham chancela do Grupo De Heus

A empresa goiana foi uma aquisição estratégica da multinacional holandesa

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Após um mês da aquisição da empresa brasileira de nutrição de bovinos Cerrado Nutrição Animal, a Royal De Heus comunica ao mercado que os produtos e ações da companhia de Itaberaí, região central de Goiás, segue com naturalidade. Os produtos da companhia, que são destinados a gado de leite e de corte, incluindo rações completas, concentrados, núcleos e suplementos minerais, proteicos e proteico-energéticos, não sofrerão alteração em sua formulação, passando apenas a ter a chancela de pertencer ao Grupo De Heus nas embalagens.

A empresa goiana foi uma aquisição estratégica da multinacional holandesa, que pretende se expandir ainda mais dentro do mercado brasileiro de gado de corte, especialmente no centro-oeste brasileiro. “A Cerrado Nutrição Animal  — que é um importante fornecedor de conceitos nutricionais aos pecuaristas da região —, continuará mantendo seu expressivo progresso em número de clientes, se adequando gradativamente à gestão do Grupo De Heus, isso sem perder a sua essência”, explica Rinus Donkers, presidente da De Heus Brasil e diretor América Latina.

Mesmo com uma capacidade de fabricação de 50 mil toneladas/ano, a Cerrado Nutrição Animal deverá se expandir e aumentar a sua produção de forma gradual. “Semelhante à De Heus, a empresa possui um bom desempenho no desafiador mercado brasileiro de nutrição animal, destacando-se na abordagem prática e intensiva nas relações com os criadores de gado. Agora, estamos combinando forças, tornando o conhecimento e experiência internacional da De Heus acessíveis também aos criadores de gado situados na região Centro-Oeste”, completa Donkers.

Desde sua chegada ao Brasil, a De Heus não mediu esforços para consolidar seu posicionamento estratégico no mercado de nutrição animal. A aquisição de uma empresa de nutrição para suínos em 2012 foi a porta de entrada para que a companhia começasse a atuar com diversas espécies animais. No ano seguinte, a empresa fortaleceu sua posição no mercado de gado de leite adquirindo uma fábrica de rações em Apucarana (PR) e também abriu uma fábrica para a produção de um suplemento nutricional exclusivo, chamado MUB (Mistura de Umidade Baixa) — o que a posicionou como empresa inovadora no mercado de gado de corte. Em 2017, concluiu a construção de uma fábrica de ração dedicada a animais jovens em Toledo (PR), com foco em leitões e pintinhos. Atualmente, a De Heus oferece uma gama completa de produtos nutricionais para suínos, bovinos (corte e leite), aves, pets e aquacultura.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Probióticos são alternativas para disbiose intestinal em aves de corte

A doença é comum em todas as fases da vida das aves mas pode ser controlada por meio de probióticos na alimentação, recomenda a Biomin

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A avicultura é uma atividade extremamente profissional e a produtividade, tanto do segmento de corte quanto de postura, é medida em detalhes. “O uso de antibióticos em doses terapêuticas foi, por muitos anos, considerado o tratamento recomendado para a disbiose (desequilíbrio da microbiota intestinal) na forma subcutânea, ao nascer ou via água de bebida das aves. A evolução da tecnologia em saúde e nutrição animal proporciona novas soluções naturais, como os probióticos”, informa Renata Reis, gerente regional da Biomin, empresa de soluções nutricionais naturais do Erber Group.

Em um experimento a campo, a Biomin analisou 8,6 milhões de aves tratadas com micro-organismos probióticos e prebióticos, tanto no incubatório quanto nos primeiros dias das aves. No dia do nascimento, 20% dos pintinhos apresentavam gás no ceco. Já no terceiro dia, esse percentual subia para 50%.  A presença de gás nessa região é um dos sinais que indicam a disbiose intestinal, problema que afeta diretamente a produtividade da granja.

“A partir desses dados, começamos a incluir o uso de probióticos desde o incubatório via spray e depois administramos a versão encapsulada na ração de 1 a 9 dias de idade. Os resultados foram notados em menos de 7 dias de uso, pois as bactérias benéficas foram capazes de colonizar o ceco, conhecido por ser um reservatório das bactérias patogênicas”, explica a especialista da Biomin.

O estabelecimento da microflora intestinal equilibrada reduziu os agentes patogênicos e a mortalidade. Como consequência, também houve melhoria da conversão alimentar e no ganho de peso, sem efeitos colaterais negativos. “A aplicação de estratégias naturais também contribui para o movimento mundial da redução do uso de antibióticos na produção animal”, diz Renata.

“Sabemos que a resistência antimicrobiana é um dos grandes desafios. Assim, precisamos implementar alternativas eficientes para ter o mesmo ou mais sucesso em problemas comuns na produção, como é o caso da disbiose intestinal em aves”, destaca a gerente da Biomin. A empresa possui em seu portfólio a solução PoultryStar, específica para aves de corte, que promove uma microflora intestinal saudável a partir de micro-organismos probióticos cuidadosamente selecionados para agir mesmo sob condições ambientais difíceis.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Vaccinar reafirma responsabilidade como agente da cadeia básica de abastecimento do Brasil

Empresa mantém produção e implementou ações visando o cuidado e a segurança de todos seus colaboradores e parceiros, em prol do atendimento aos Clientes

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Divulgação

Em virtude do enfrentamento ao Covid-19, e assumindo, com responsabilidade e seriedade, o papel de agente da cadeia básica de abastecimento do país, a Vaccinar implementou uma série de ações para continuar a produção das soluções nutricionais para aves, bovinos, suínos e aqua&pet nas 12 fábricas da empresa instaladas nas cinco unidades produtivas localizadas em Minas Gerais e no Paraná.

“Sempre respeitando as determinações das autoridades competentes, nossas ações foram pensadas para darmos continuidade à produção de nossas fábricas, visando o cuidado e a segurança de nossos Colaboradores e Parceiros, em prol do atendimento de nossos clientes”, afirma o CEO da Vaccinar, Nelson Lopes.

Segundo ele, a empresa suspendeu as visitas de terceiros às unidades produtivas e granjas da companhia, e as viagens aéreas nacionais e internacionais, além de a participação em eventos, treinamentos ou reuniões presenciais. Todas as reuniões e treinamentos internos estão sendo realizados por meio de ferramentas para acesso virtual.

“Temos realizado a medição diária da temperatura dos colaboradores das unidades produtivas e dos motoristas, na chegada ao trabalho. Disponibilizamos álcool gel em vários locais das unidades e orientações constantes sobre os cuidados contra a contaminação do Coronavírus”, afirma Lopes.

A equipe de Suprimentos tem ampliado o diálogo e as negociações com os fornecedores na busca da reposição de matérias-primas com a maior brevidade possível. Por meio do Decreto Federal nº 10282/2020, que permite o trânsito em todo o território nacional de alimentos animais e produtos veterinários, as equipes de logística têm também trabalhado de forma incessante para garantir, junto aos parceiros, as entregas para todos os clientes Vaccinar.

Garantindo a continuidade das operações de suporte, as equipes administrativas, sempre que possível, estão sendo alocadas para trabalho remoto. Trabalhando de forma remota, as equipes de vendas e técnica continuam prestando todo o suporte técnico-comercial para atender as demandas dos clientes.

O CEO da Vaccinar afirma ainda que os canais de atendimento da empresa continuam disponíveis no horário comercial: 0800 031 5959 / (31) 3448-5000 ou ainda pelo e-mail: atendimento@vaccinar.com.br

“Dessa forma, todo o time da Vaccinar não tem medido esforços para cumprir a nossa missão de aplicar a melhor solução em nutrição animal, sempre em linha com nossos valores de valorização dos nossos clientes e  priorização da segurança e qualidade, de forma ética e transparente”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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