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Ceva apresenta novo conceito em prevenção simultânea das doenças de Gumboto, Newcastle e Marek

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Mais de 80 profissionais entre médicos veterinários, gerentes de g\ranjas avícolas e empresários do setor dos estados de Pernambuco, Ceará, Bahia, Maranhão e Sergipe participaram de um evento técnico promovido pela Ceva Saúde Animal, no dia 21 de novembro, no Recife (PE).
Os participantes puderam conhecer na ocasião o conceito do “Perfect Pair”, programa de vacinação em dose única por meio do qual duas vacinas (Transmune e Vectormune ND) são aplicadas simultaneamente para prevenção das doenças de Gumboro, Newcastle e Marek. O programa baseia-se nos pilares de conveniência, segurança e eficácia.
A programação do evento teve a apresentação do consultor especialista em comércio internacional e agronegócio, Osler Desouzart, que abordou as tendências do mercado avícola mundial, a alteração no mapa da produção de carnes e como as empresas devem se preparar para o novo momento da avicultura. “Cerca de 93% do aumento da produção mundial de carnes será em países em desenvolvimento”, afirmou. O consultor ressaltou ainda questões relevantes como a disponibilidade de recursos naturais, tendência de manutenção de preços elevados nos grãos e o papel da China como importador de milho.
O programa técnico-científico contou a participação do Dr. Luiz Sesti, responsável por serviços técnicos na América Latina que apresentou a experiência com o uso de Vectormune ND em diversas situações. “Os benefícios com a utilização da vacina vetorizada estão relacionados à eficácia em países com maior desafio; já no Brasil, os ganhos são devidos à ausência de reações respiratórias”, explicou Sesti.
Ainda na sessão técnica, o gerente global de Gumboro da Ceva, Branko Alva apresentou novos estudos com a vacina Transmune em diversos países.
O diretor presidente da Ceva Brasil, Fernando de Mori encerrou o evento reforçando o foco da empresa no investimento em pesquisa e desenvolvimento de produtos diferenciados e que atendam as necessidades do mercado. Além das vacinas complexo-imune, a Ceva possui um portfolio com mais de uma dezena de vacinas vetorizadas, que já têm utilização expressiva em nível mundial, principalmente por sua conveniência e segurança. De Mori ressaltou ainda que vacinas vetorizadas como a de Newcastle apresentam eficácia superior a programas com vacinas vivas e inativadas, além de preservar o sistema respiratório.
 
Perfect Pair
O conceito “Perfect Pair” desenvolvido pela Ceva faz parte de uma estratégia global de marketing da empresa para proteção de três das principais enfermidades da avicultura: doença de Newcastle, Gumboro e Marek . Segundo o diretor de negócios de Avicultura da Ceva, Jeovane Pereira, o conceito de associação de duas vacinas efetivas e totalmente compatíveis (Transmune e Vectormune ND) tem sido um grande sucesso em todo o mundo. “Em outros países, a doença de Newcastle é o maior desafio a ser superado. Já no Brasil, o enfoque tem sido na doença de Gumboro e a segurança contra Newcastle”, explica Pereira. 
A empresa, que é líder no segmento da doença de Gumboro, busca agora a conscientização da importância da prevenção da doença de Newcastle. A doença de Newcastle está disseminada em vários países da América Latina, contudo, a taxa de vacinação no Brasil está ainda ao redor de 20%. “O objetivo da Ceva é oferecer ao mercado uma solução eficaz que permita a tranquilidade da proteção contra uma das mais devastadoras enfermidades avícolas, sem nenhum inconveniente da circulação de vírus vacinal da Newcastle. Os resultados iniciais de Vectormune ND são animadores e com 18 meses desde o seu lançamento ela já conta com 43% de market share segundo os dados do IMS/Sindan”, comemora o diretor da Ceva.
A Vectormune ND é uma vacina vetorizada para proteção contra as doenças de Newcastle e Marek, de forma que parte do genoma do vírus de Newcastle é inserida no vírus de Marek HVT. A principal vantagem da Vectormune HVT-NDV é a segurança que proporciona, já que, por ser vetorizada, não carrega o vírus vivo de Newcastle, garantindo que o mesmo não se dissemine no campo e que as aves não apresentem reação pós-vacinal, nem ocorra reversão de virulência. Estudos de eficácia demonstram que uma única dose de Vectormune ND é capaz de proteger aves por mais de 72 semanas.
A Cevac Transmune IBD é uma vacina que contém a cepa Winterfield 2512 G-61 e Anticorpos IBD da Doença Infecciosa da Bolsa (Doença de Gumboro). É indicada para uso em incubatório, sendo administrada por injeção “in ovo” ou subcutânea. Protege as aves e coloniza o ambiente, sendo a opção mais indicada para o controle da doença de Gumboro, por sua conveniência e eficácia comprovada.
A estratégia do “Perfect Pair” é levar uma solução eficaz e conveniente para o campo.

Fonte: Ass. Imprensa da Ceva

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Notícias Mercado Interno

Mercado de frango segue com firmeza nos preços, refletindo demanda

Mercado brasileiro de milho registrou uma semana bastante positiva em termos de demanda, fato que contribuiu para um novo cenário de valorização dos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho registrou uma semana bastante positiva em termos de demanda, fato que contribuiu para um novo cenário de valorização dos preços. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, outra notícia positiva foi o recuo dos preços do milho em alguns estados, o que trouxe um quadro de maior rentabilidade ao setor.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram mudanças para os cortes congelados ao longo da semana na comparação com o fechamento anterior. O quilo do peito no atacado passou de R$ 5,50 para R$ 5,70, o quilo da coxa de R$ 4,30 para R$ 4,35 e o quilo da asa de R$ 7,10 para R$ 7,20. Na distribuição, o quilo do peito passou de R$ 5,70 para R$ 5,90, o quilo da coxa de R$ 4,40 para R$ 4,45 e o quilo da asa de R$ 7,25 para R$ 7,30.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alta nos preços ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito passou de R$ 5,60 para R$ 5,80, o quilo da coxa de R$ 4,42 para R$ 4,47 e o quilo da asa de R$ 7,18 para R$ 7,28. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 5,80 para R$ 6, o quilo da coxa de R$ 4,52 para R$ 4,57 e o quilo da asa de R$ 7,33 para R$ 7,38.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 277,5 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 30,8 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 170,7 mil toneladas, com média diária de 19 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.625,70.

Na comparação com fevereiro, houve alta de 33,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 30,9% na quantidade média diária exportada e alta de 1,9% no preço. Na comparação com março de 2018, houve alta de 20,9% no valor médio diário, ganho de 13,6% na quantidade média diária e alta de 6,4% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 3,20 para R$ 3,30. Em São Paulo o quilo vivo avançou de R$ 3,10 para R$ 3,20.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,56. No oeste do Paraná o preço continuou em R$ 3,05 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 2,80 para R$ 3.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango subiu de R$ 3,10 para R$ 3,20. Em Goiás o quilo vivo subiu de R$ 3,15 para R$ 3,25. No Distrito Federal o quilo vivo passou de R$ 3,20 para R$ 3,30.

Em Pernambuco, o quilo vivo passou de R$ 3,50 para R$ 4. No Ceará a cotação do quilo vivo avançou de R$ 3,50 para R$ 4 e, no Pará, o quilo vivo subiu de R$ 3,80 para R$ 4.

Fonte: Safras & Mercado
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Notícias Mercado Interno

Mercado de milho volta a recuar com boa oferta interna

Após registrar um ritmo calmo nos negócios em grande parte da semana, a procura pelo cereal melhorou na quinta-feira (21)

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho registrou mais uma semana de pressão nas cotações, em meio ao aumento da oferta disponível nos estados produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, após registrar um ritmo calmo nos negócios em grande parte da semana, a procura pelo cereal melhorou na quinta-feira (21), especialmente com relação às vendas antecipadas da safrinha nos Estados de Goiás, Mato Grosso e Paraná. A tendência para o curto prazo, contudo, é de que os preços possam seguir recuando em todo o país.

O analista salienta que as exportações de milho do Brasil seguem surpreendendo positivamente em março. De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 74,1 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 8,2 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 407,4 mil toneladas, com média de 45,3 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 182.

Na comparação com a média diária de fevereiro, houve uma retração de 46,8% no valor médio exportado, uma queda de 48,3% na quantidade média diária e ganho de 2,9% no preço médio. Na comparação com março de 2018, houve ganho de 64,1% no valor médio diário exportado, elevação de 57,1% na quantidade média diária de volume e valorização de 4,5% no preço médio.

No cenário internacional, Maia afirma que as tratativas de um acordo comercial entre Estados Unidos e China contribuíram para um melhor cenário de preços, assim como as preocupações em torno do clima desfavorável previsto para o cinturão produtor norte-americano, por conta da umidade excessiva e dos expressivos volumes de chuvas esperados para a região no curto prazo.

No balanço semanal de preços realizado por SAFRAS & Mercado, na Mogiana Paulista, o preço do milho caiu de R$ 39 para R$ 36 por saca na venda. Em Campinas/CIF, a cotação caiu de R$ 42,50 para R$ 38.

No Paraná, em Cascavel, o preço recuou de R$ 35 a saca para R$ 34 na venda. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o milho na base de venda baixou de R$ 38 para R$ 37. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, a cotação permaneceu em R$ 31.

Em Rio Verde, Goiás, o valor do milho na venda subiu de R$ 33,50 para R$ 34,50 a saca. Uberlândia, Minas Gerais, o preço caiu de R$ 38 a saca para R$ 36.

Fonte: Safras & Mercado
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Notícias Mercado

Oferta ajustada garante suporte aos preços do suíno

Bom ritmo das exportações contribuiu para trazer um ajuste na disponibilidade interna de carne suína

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de firmeza nas cotações, em meio ao quadro de oferta de animais ajustado frente à demanda dos frigoríficos. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, a reposição entre o atacado e o varejo perdeu um pouco de força, com o menor apelo ao consumo, o que é natural levando em conta a segunda metade do mês.

Por outro lado, o bom ritmo das exportações contribuiu para trazer um ajuste na disponibilidade interna de carne suína, o que favoreceu também o movimento de alta nos preços.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil ficou em R$ 3,75 nessa semana, subindo 2,75% frente ao fechamento da anterior, de R$ 3,64. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 7,09 nessa semana, alta de 1,02% frente ao valor registrado na passada, de R$ 7,01. A carcaça registrou um valor médio de R$ 6,14 ao longo da semana, avanço de 2,50% frente ao valor praticado na anterior, de R$ 5,99.

O analista comenta ainda que o mercado de milho está cada vez mais pressionado, em diversas regiões do país. “Esse cenário remete a um menor custo relacionado a nutrição animal, alargando a margem operacional da atividade”, afirma.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 51,4 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 5,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 25,2 mil toneladas, com média diária de 2,8 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.044,40.

Em relação a fevereiro, houve alta de 26,2% na receita média diária, ganho de 22,0% no volume diário e avanço de 3,5% no preço. Na comparação com março de 2018, houve aumento de 16,7% no valor médio diário exportado, incremento de 19,8% na quantidade média diária e perda de 2,6% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 81 ao longo da semana, contra R$ 79 da semana anterior. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,15. No interior a cotação subiu de R$ 3,70 para R$ 3,80. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração passou de R$ 3,10 para R$ 3,20. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 3,80 para R$ 3,90. No Paraná o quilo vivo subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo permaneceu em R$ 3,50.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração passou de R$ 3 para R$ 3,20, enquanto em Campo Grande o preço avançou de R$ 3,20 para R$ 3,35. Em Goiânia, o preço subiu de R$ 4,20 para R$ 4,30. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno vivo teve alta de R$ 4,20 para R$ 4,40. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 4,20 para R$ 4,40. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis subiu de R$ 3,30 para R$ 3,40. Já na integração do estado a cotação avançou de R$ 3 para R$ 3,10.

Fonte: Safras & Mercado
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