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Central Sicredi PR/SP/RJ celebra mais de 40 anos de conquistas

Em 29 de janeiro de 1985, surgia a Cooperativa Central de Crédito do Paraná, embrião da organização que hoje reúne quase mil agências e 2,3 milhões de associados em sua área de abrangência.

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Fotos: Rodrigo Sigmura

A trajetória do Sicredi, iniciada em 1902, no Rio Grande do Sul, ganhou força no Paraná a partir de 1985, impulsionando o desenvolvimento do Estado. Em 29 de janeiro de 1985, três centrais de cooperativas de produção e cooperativas singulares de crédito já existentes uniram-se para formar a Cooperativa Central de Crédito Rural do Paraná – Cocecrer (PR), atual Central Sicredi PR/SP/RJ.

Foto: Divulgação/Sicredi

Sob a liderança de pioneiros que buscavam uma alternativa ao sistema financeiro tradicional para apoiar o agronegócio nos anos 80 e 90, o movimento – incentivado regionalmente pela Organização das Cooperativas do Paraná (OCEPAR) – consolidou-se, quatro décadas depois, como um pilar essencial do desenvolvimento econômico e social do Estado.

Uma trajetória que, a partir de 2011, ganhou novo impulso com a união com a então Central Sicredi SP, formando uma entidade única – Central Sicredi PR/SP – que reforçou a expansão do cooperativismo no estado de São Paulo e junto à Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (OCESP). Em 2013, foi a vez do estado do Rio de Janeiro também contar com a presença do Sicredi. A cada ano, novos desafios e resultados colhidos a partir do reforço da interação com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o Banco Central do Brasil (BACEN), além de organismos internacionais, como Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, em inglês).

Como parte das celebrações dos 40 anos, a Central Sicredi PR/SP/RJ promoveu um evento especial no dia 18 de março no Teatro UP Experience, em Curitiba (PR). A peça teatral “De onde veio tudo isto?” homenageou a trajetória do cooperativismo de crédito na região e as pessoas que ajudaram a construir essa história. O evento reuniu lideranças cooperativistas, colaboradores e associados para um momento de reflexão sobre os desafios superados e os que ainda estão por vir.

A peça teatral trouxe uma reflexão sobre as forças da instituição financeira cooperativa, a superação dos desafios e, ainda, um final inspirador. A obra relembrou o que torna o Sicredi tão especial é a essência, os valores e a história da marca. “São esses pilares que nos trouxeram até aqui e que continuarão nos diferenciando. Por isso, é preciso cultivar e fortalecer esses alicerces, ao mesmo tempo em que agregamos novas habilidades e conhecimentos”, destaca o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

Também foram entregues às 31 cooperativas que compõem a Central Sicredi PR/SP/RJ uma aquarela simbólica, desenhada pelo arquiteto e artista plástico paranaense Tiago Salcedo. Cada uma das 31 pinturas retratou detalhes econômicos e culturais das áreas de atuação das cooperativas Sicredi, reforçando a capacidade de geração de desenvolvimento regional da instituição financeira cooperativa.

Recorde no Paraná e em São Paulo

Hoje, as 31 cooperativas que compõe a Central Sicredi PR/SP/RJ contam com quase mil agências, sendo a maior rede de atendimento bancário do Paraná e a instituição financeira que mais cresce em número de inaugurações de agências em São Paulo. No total, 73 municípios destes estados contam com Sicredi como única instituição financeira com atendimento físico na cidade, comprovando também o seu papel social de levar atendimento a comunidades menores e mais afastadas dos grandes centros.

No Paraná, berço das primeiras cooperativas que deram origem à Central Sicredi PR/SP/RJ, cerca de 12% da população é associada ao Sicredi. Analisado pelo conceito de População Economicamente Ativa (PEA), o número sobe a 24% dos habitantes do Estado. São mais de 1,4 milhão de associados no Paraná, com uma cobertura de agências físicas do Sicredi em 85% dos munícipios.

Para Dasenbrock, o desenvolvimento da instituição é como uma árvore de raízes profundas e tronco sólido, capaz de resistir aos ventos mais fortes. “O Sicredi sempre cresceu nos momentos de maior dificuldade, porque nunca se afastou das pessoas e das comunidades onde atua. Reforçar o relacionamento local e a transparência tem sido a chave do nosso sucesso. Dizem que andamos na contramão do mercado por nossa postura de expansão, abertura de agências e investimento em pessoas. Nós acreditamos que estamos indo na direção do que esperam do Sicredi”, ressalta.

“Ir mais longe para estar mais perto”

Mais que oferecer serviços financeiros, o Sicredi investe continuamente em educação e formação cidadã, contribuindo para o desenvolvimento social. Presente em mais de 1,8 mil escolas e 308 municípios do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Programa A União Faz a Vida, principal iniciativa social do Sicredi, reforça os princípios do cooperativismo na educação de crianças e adolescentes, formando cidadãos mais conscientes.

Já o Cooperação na Ponta do Lápis impactou, apenas em 2024, mais de 1,7 milhão de associados em educação financeira – auxiliando no controle de gastos e recursos e contribuindo para um futuro mais seguro. São milhares as iniciativas de voluntariado nos três estados, além de projetos que promovem reflexões sobre sustentabilidade.

A postura de expansão reforça o impacto positivo gerado nas regiões e cidades onde o Sicredi atua. Ao abrir uma nova agência, o círculo virtuoso inicia: o depósito que vira crédito; o crédito que se transforma em novos projetos empresariais; novos empreendimentos que contratam novos colaboradores; novos colaboradores que injetam massa salarial nas cidades; cidades que recolhem mais tributos.

Uma pesquisa da Fipe, realizada em parceria com o Sicredi, mostrou que a cada R$ 1,00 concedido em crédito, R$ 2,45 foram acrescidos ao PIB da economia. A pesquisa também chegou à conclusão que o cooperativismo incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%.

Ao longo dessas quatro décadas, as cooperativas filiadas à Central Sicredi PR/SP/RJ demonstram que o cooperativismo vai além de um modelo econômico: é um compromisso com o desenvolvimento regional. “Celebramos não apenas uma história de crescimento, mas de valores compartilhados e de novas histórias de sucesso que construiremos juntos. Vamos seguir indo mais longe para estarmos mais perto”, conclui Manfred Dasenbrock.

Fonte: Assessoria Sicredi

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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena

Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.

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Fotos: Divulgação

A Master Agroindustrial S.A., empresa brasileira do setor de carne suína, concluiu a aquisição de 38% das ações do Grupo Coexca S.A., do Chile. A operação envolve a compra de participações de diferentes sócios, entre eles o fundo de investimento dinamarquês Impact Fund Denmark (IFU).

Com o negócio, as duas companhias passam a estruturar uma parceria voltada à geração de sinergias nas áreas produtiva, industrial, comercial e de inovação. A transação marca a entrada mais forte da Master no mercado internacional, ampliando sua atuação para além do Brasil.

De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.

A Master atua no mercado brasileiro de proteína suína com a marca Sulita. A empresa registra faturamento anual de US$ 250 milhões, conta com mais de 2.000 funcionários, 350 produtores integrados e produção superior a 100 mil toneladas de carne por ano. São 42 mil matrizes reprodutoras e cerca de 1,2 milhão de suínos produzidos anualmente, sendo 70% destinados ao processamento e 30% comercializados vivos. A companhia projeta dobrar o faturamento até 2030.

O CEO da Coexca S.A., Guillermo García, destacou que a entrada da Master na empresa abre uma nova etapa de crescimento, apoiada na experiência do grupo brasileiro e do Grupo Vall Companys.

Com sede na região do Maule, no Chile, a Coexca atua na produção e exportação de carne suína em modelo verticalizado. A empresa registra vendas de US$ 165 milhões, exporta para mais de 30 mercados e gera mais de 1.000 empregos. Possui 14 mil matrizes e abate mais de 470 mil suínos por ano, com volume superior a 56 mil toneladas de carne processada.

O responsável internacional do Grupo Vall Companys, Tomás Blasco, afirmou que a parceria deve reforçar a presença do grupo no mercado latino-americano. O conglomerado espanhol, com sede em Lleida, atua em cadeia produtiva integrada e registra faturamento superior a 4 bilhões de euros, com mais de 15 mil funcionários.

Fonte: Assessoria
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness

Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

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Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

Granja Canal, de Itá (SC), também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)

O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.

Evolução e reconhecimento

O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.

A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.

“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos

Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

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Foto: Divulgação/Agroceres PIC

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.

A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.

Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.

Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.

Fonte: Assessoria Agroceres PIC
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